6º Concurso

Foto de luiggibolonha

Comeram o Fruto da Árvore do Conhecimento e Criamos o Capitalismo

Comeram o fruto da árvore do conhecimento e criamos o capitalismo, assim destruímos o amor e descobrimos a dor, da fome, da sede, da ansiedade em comprar, da felicidade em competir e julgar.
Com a agressividade da concorrência das empresas, onde não podemos ter dignidade, temos que estudar, estudar e estudar, se profissionalizar, aprender a falar em outras línguas, para se comunicar, sendo que não conversamos mais com os nossos pais.
No intuito de conseguir um emprego, mas temos que trabalhar como estagiários palavra dada é sinônimo de escravos, para adquirir experiência e possuir uma referencia, somos contratados, passamos anos trabalhando quase nossa vida útil inteira, sempre querendo que o mês passe e o ano acabe, para terminar de pagar o que não mais vai acabar. Esquecemos os nossos valores, perdemos o nosso caráter, celebramos os inúteis desejos, e a incapacidade de se contentar com aquilo que realmente queremos, para conquistar aquilo que os outros desejam, para apenas se mostrar melhores, e se sentirem piores! A vida era fácil quando criança, até começarmos a raciocinar, que ironia, não queríamos o conhecimento, agora sofremos por dentro com um sorriso exposto no rosto!
Todo esse tempo para ganhar dinheiro e comprar objetos sem valores morais, aquecendo a economia dos paises sem diretrizes, humanas, destruindo a beleza da nossa natureza. O amor das pessoas, a felicidade em apenas ter uma vida simples e modesta.
O que não entendo é a desvalorização da razão da nossa existência, do amor, da convivência a troca de experiência.
Somos o fruto do que deveria ser o amor dos nossos pais, já fomos á esperança de um dia trazer-mos Paez.
Talvez a esperança nunca acabe, mas estamos sentados esperando “Deus”, dar uma solução para o problema da sua criação.
O vazio que sentimos por dentro, ainda não paramos para pensar o que verdadeiramente vai nos completar, mas lá no fundo sempre sabemos, por pior que seja admitir o que queremos.
Não quero que pensem que sou diferente, também estou sentado, escrevendo, tentando abrir a sua mente.
Para que veja alem da nossa imagem e semelhança, e perceba o calor do amor, nascemos dele, vivemos dele, a morte não deveria ser uma dor, mas sim o final de uma vida cheia de esplendor.
Gastamos muito tempo, para trabalhar, construir e chegar no “paraíso”, da onde nuca saímos, apenas o modificamos, hoje ele é conhecido como Planeta Terra.
Mas o mais engraçado é que passamos a vida inteira para sentir o amor, que deixamos com rancor.

Foto de Carmen Vervloet

Missa de Domingo

Missa de Domingo

Um anjo fugiu para o céu
Ou foi os sinos tocar?

As janelas cinza e rosa
Abrindo-se de par em par
Na igrejinha antiga
Do meu pequenino lugar...
Ouço a mesma cantiga
De um povo singular.
Vou desenhando rostos do passado,
Sempre acordado!
O verde, as rosas se abrindo,
Olhos inesquecíveis sorrindo,
O sabiá a cantar...
O Padre a rezar
“Pai nosso que estás no céu”...
Meu vestido de domingo
E os sinos a tocar
Blém... blém... blém... blém... blém... blém...
Minhas lembranças seguindo
O eco familiar!

Blém... blém... blém... blém... blém... blém...

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora

Foto de Rawlyson junqueira

instinto

Instinto.

Não, não acredito, deveria ter seguido o instinto.
Esse estado primitivo, no qual te salva do inimigo.
Como preza fácil e sem astucia, o predador te pega, te captura.

Igual a baleia que brinca com a foca antes da ceia.
Joga-lhe pra La joga-lhe pra Ca.
Brinca com ela pra depois devorar.

Esta tu desprotegido, acuado em um canto sozinho.
Lutando e relutando para não ceder.
O que você tem a temer?
A lei da natureza e assim, o predador se da bem.
A presa morre no fim.

Mais!... só morre por um motivo, simples e objetivo.
Deixa o instinto de lado e confia no inimigo.
Não, não acredito.

Rawlyson junqueira.

Foto de Elias Akhenaton

Amor infinito...

Somos
Uma deliciosa combinação
Uma junção de corpo e alma
Um amor infinito...
Algo de místico.

Sabemos como começou
Temos certeza que não vai acabar
Queremos é nos acarinhar
E cada dia amar e amar.

Eu tenho seu colo quente
Você meu peito forte
No nosso amor não existe incerteza
Apenas um sentimento de pura beleza.

Enfim, vivemos uma união
Onde nossa felicidade é o eterno
Amor na mais recíproca troca de
Sedução e admiração.

Elias Akhenaton

Foto de Fernanda Queiroz

Não me acorde

Não me acorde,
deixe-me desfalecida, ausente.
Não é fábula nem história,
você foi mesmo embora.
deixe-me inconsciente.
Posso viver o passado,
mesmo sem ter acordado,
levantar a cada dia,
forjar alegria,
sentir o teu carinho,
imaginar nosso ninho,
olhar-me no espelho,
enxergar o riso teu,
tocar os meus cabelos,
como se fosse os teus,
percorrer os meus lábios.
entregar aos beijos teus.
E ao longo do dia,
ter tua companhia,
para quando a noite chegar,
dormindo poder sonhar,
encontrando-te no meu quarto,
jogando-me em teus braços,
unir-nos sem cansaço,
fazendo deste entrelaço,
a mais pura emoção,
para quando a noite findar
meu dia vir encantar,
continuar minha jornada,
sem estar acordada,
não ser uma taça quebrada,
nem flores despetaladas,
Então...
Deixe-me dormir,
pois só assim minha mente,
o terá no meu presente,
em um corpo desfalecido,
o amor jamais esquecido.,
não me acorde,
nem deixe me acordar...

Fernanda Queiroz
Direitos Autorais Reservados

Foto de Rawlyson junqueira

preguiça

“A preguiça é algo necessário, por que se não fosse essa tal e gostosa preguiça, o que seria de nosso gostoso descanso bem preguiçoso.”

Rawlyson Junqueira

Foto de Rawlyson junqueira

desejo

Desejo.

Desejo-lhe, como uma abelha deseja o pólen de uma flor.
E assim como a abelha.
Adoraria me espojar no colo de teu seio.
Querendo colher o nécta do amor.

Exploraria o seu corpo eminente, me aventurando no desconhecido.

E como adolescente atrevido desvendaria tuas siluetas coloridas.
Sim são tuas às siluetas coloridas.

Desejo não é hipocrisia, e sim brincadeira de abelha.
Que se aventura em campo desconhecido, a procura da flor perfeita.

Elas procuram dentre as flores as mais belas e coloridas.
E o mesmo faço eu, querendo me aventurar em suas curvas proibidas.

Há!... quem dera eu fosse abelha, para o mel eu ir buscar,
E com vôo elegante, em seu colo derramar,
Toda pureza e maledicência de um garoto a gritar,
Bem alto e aos quatro ventos para quem quiser escutar.

Desejo muito essa mulher, Abelha Rainha de meu coração,
O qual serei eternamente escravo do desejo e da paixão.

Rawlyson M. Junqueira.

Foto de Rawlyson junqueira

mais uma vez

Mais uma vez.

Será? É isso mesmo?
Arrepender, ou se enganar.

Momentos em que antecede a hora de sua angustia, e te puxa para o mais fundo abismo de seus demônios. E mexe no mais profundo e intimo de seus segredos, e lhe concede um enorme medo.

Revelando quão fraco és tu, vitima de suas loucuras.
Será? É isso mesmo?
Arrepender, ou se enganar.

Parábolas de mente confusa, o qual não entende o que acontece. E ali parado a mercê, olha distante e desfalece.

Arrepender se é algo bem forte ao qual bem se entende o que acontece.
Mais se enganar é algo tão fraco, que nem na mente se prevalece.
Será? É isso mesmo?
Arrepender, ou se enganar.

Um minuto com sigo mesmo te faz pensar e repensar, será? Será? Vale a pena mesmo lutar?
Ou regredir se a covardia é a melhor solução que há?

Cada segundo é valioso, ande não perca tempo.
É hora de expulsar os demônios e cumprir o seu lamento.
Sinta a intensidade da vida e supere todos seus medos.

Levante da beira da morte e se entregue por inteiro.
Se prometeu então cumpra.
Ou se si enganou , que pena mente confusa?
Será? È isso mesmo?
Arrepender ou se enganar.

Rawlyson Junqueira

Foto de Rawlyson junqueira

meu voo

Meu Vôo.

Viste aquele ponto no céu?
Viu?
Que bom que não viu.

Minha cabeça agradece e meus pensamentos voam.
Não capture, não ameace, e não o prenda.

Viste aquele ponto? Movendo-se no ar?
Viu?
Que bom que não viu.

Adivinhou? Bela plumagem belo vôo.
Grande encanto.

Um pássaro e a experiência da liberdade.
Viste aquele ponto?
Pensamentos voam, pensamentos livres.
Não capture não o prenda.
Não ameace, e nunca adivinhe.

Eu não aceito;.e não aceite.
Pensamentos no ar, liberdade a tomar.
Cruza veloz como um pássaro a voar.

Uma hora estou aqui, e outra estou ali.
Posso esta onde quiser, em um segundo qualquer.

Aquele pássaro é diferente, não possui tal poder.
Mas o vôo é concreto.
E abstrato é o prender.

Viste aquele ponto no céu?
Viu?
Bom que não viu.
Pássaro capturado.
Pensamentos preso.
Ave ameaçada, idéias descobertas.
Viu?
Repito que bom que não viu.

Rawlyson M. Junqueira

Foto de Rawlyson junqueira

somos marionetes

Somos marionetes.

Á vida é o espetáculo.
Os amigos, e quem nos cerca é o picadeiro.

E o mundo é o grande palco.

Os fios de náilon são nossos atos nossas ações,
E pensamentos concretizados.

Que espetáculo;... Ridículo?
Não sei,... faz rir?
Talvez,... Chorar,
Tem vez.

Sou autor, fui ator, mas a encenação do palco da vida, não é como o palco da alegria, onde rir chorar se amar, fica lá.

A vida não é para covardes, muito menos para heróis. Em base desse relato, abandonei o espetáculo.

Cortei os fios de náilon, expulsei o picadeiro,
E abandonei o grande palco.

Que espetáculo;... Que nada!
Fez rir?... Não sei.
Chorou?...Chorei.

Mais uma coisa aprendi, marionete do show da vida jamais serei.

Rawlyson M. Junqueira.

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