6º Concurso

Foto de Joaninhavoa

Um Gozo Majestoso!

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Um Gozo Majestoso!
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Sou nuvem de esconde esconde
Branca e leve
Algodão! Branca de neve

Deslizo no ar e em terra
Tenho proveito
De ti em mim! De nós

Mas é no ar que eu gozo
Um gozo majestoso
Um riso! Risota com siso

Uma idiota gargalhada
Não! Não é pura irracionalidade
Simplesmente um alegre desinteresse

Sou nuvem de esconde esconde
Branca e leve
Algodão! Branca de neve

Sou aquela que sem dúvida
Morreria
Entre duas gargalhadas

Uma vez! Houvera dito

Joaninhavoa
(helenafarias)
08/03/2007

Foto de Joaninhavoa

O Invisível Banquete!

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O Invisível Banquete!
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Naquele tempo confundia-te com a brisa
quando de leve me tocava
Com o veludo das pétalas da rosa
vermelha que aflorava
Os leflúvios aureos da minha pele
envolta de seda
Tecida pl`as lagartas! Amostras
de dóceis reptéis
Despontavam airosas
o banquete! Nos seus preliminares
a vida e sua absorção
Pl`os exércitos invisíveis
maquiavélicos
Delírios em masmorras
sanzonais
Ciclícas! Rotinas estruturais
Destróiem e vivem! Nesta batalha
de ninguém

Joaninhavoa
(helenafarias)
08/03/2009

Foto de Joaninhavoa

Lágrimas! Choravam...

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Lágrimas! Choravam...
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Eu sei dar-te carinhos de amor
E quero dar-te! Ternuras sem dor
Num vai vai vai...
Num vem vem vem...

Ouviste!?
Gritos! Lamentos
Vindos da ala abobada
de um coreto! Abro a janela
Oiço um solista entusiasmado
Cantar com a sua voz
Enquanto passeava a sós
Lágrimas choravam
Portos d`abrigo! E a sua foz
Num vai vai vai...
Num vem vem vem...

Joaninhavoa
(helenafarias)
07/03/2009

Foto de Joaninhavoa

Como Toda A Mulher...

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Como Toda A Mulher...
*

Eu sou aquela parra
da parreira
Da videira

Eu sou aquela uva
sedosa
De ser provada

Eu sou a videira
que revive
Ao ser podada

Eu sou como a mulher
que sonha
Com o sol e o luar

Com seus raios
E pingos
D`orvalhos

Sou feminina
E sinto
Ao cortarem os galhos

Que podem cortar
Demais
Os excessos

Dos ramos ou ramais
Brutais
Nos meses sem “R”

Me poda! Enquanto
Durmo
Em Junho ou Julho

E eu te agradeço
Em Agosto
Como “Um Sol Posto”

Joaninhavoa
(helenafarias)
07/03/2009

Publicado no Recanto das Letras em 08/03/2009
Código do Texto: T1475307

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

MULHER TALENTOSA

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/03/2009. 12h12min.

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Tens nas tuas mãos grande talento,
Dom entregue pelo criador,
Sabes preparar o alimento,
E levá-lo a mesa com sabor!

Tens na vida uma pedagogia,
Uma herança do teu próprio ser,
É na alma desta antologia,
Que a criança aprende a viver!

Nela somos, pois, edificados,
Educados com tanto sucesso,
Não se nega este fundamento!

São, portanto, os homens afilhados,
Deste nobre ser que aqui confesso:
Aceita, mulher, todo o cumprimento!

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Direitos autorais reservados.
Poeta Malume.

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

MULHER COM MÃOS DE PERNA!

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/03/2009. 09h20min.

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A ti mulher, que não tens tuas pernas,
Mas que no peito tem um coração,
Saiba! O amor é que governa,
Não importa a mutilação!

Quantas pernas não vão para o mal?
Estas se tornam deficientes!
A virtude é referencial,
Não os membros do corpo, ausentes!

Muitos fazem dos braços as pernas,
E como é tão puro este andar?
Que mexe no profundo lá da alma!

Como água, que vaza da cisterna,
Minhas lágrimas descem pra te honrar,
Mulher, anjo de Deus que me acalma!

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Direitos autorais reservados!
Poeta Malume!

Há muitas pessoas que perderam suas pernas, e que fazem de seus braços, sua locomoção! Apesar de não possuírem seus membros inferiores, superam as dificuldades da vida, e isto é maravilhoso! Louvável!
A verdadeira deficiência, não estar na falta dos membros, mas na falta do caráter! Dedico este soneto a você que perdeu estes membros! Saiba, você não é deficiente, é um herói, uma heroína!

Foto de Joaninhavoa

Um Dia Eu Fiz Um Poema...

*
Um Dia Eu Fiz Um Poema...
*

Um dia eu fiz um poema
E pensava na ave gigante
Como que hipnotizada!
Ruborizava! Declinava
Como é possível...
Subir tão alto
E descer tão baixo
E como se de um grande
amor se tratasse...

Eu voava nas asas brancas
Que me acolhiam
como um ninho! Laborado
Óh lindo pássaro
Quem és tu -, e eu sem saber
Ao sabor dos ventos
E das marés
Voava sem destino
Até quando?! Até quando?!
Me perguntava...

Um dia eu fiz um poema
E traçava os traços
Do teu rosto
Dos braços
que me enlaçavam
dos beijos
que trocávamos
quando nos olhávamos
E olhamos
Como se de amor
Se tratasse
Meu amor
Voamos! A todo
O instante.

Joaninhavoa
(helenafarias)
07/03/2009

Publicado no Recanto das Letras em 08/03/2009
Cócigo do Texto: T1475316

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

VIVA A MULHER DEFICIENTE!

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/03/2009. 08h40min.

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Viva a mulher deficiente,
Que sempre irá ter o seu valor,
Não importa que seja doente,
Será sempre um bálsamo em flor!

Salve a que tem paraplegia,
Deus fará brilhar a tua luz,
Viva a que tem tetraplegia,
Nada nesta vida é uma cruz!

Não importa a deficiência,
Todos é a imagem de Deus,
A mulher se honra e se respeita!

És mulher do ser a grande agencia,
A doar a vida para os seus,
Dentre os seres tu és a eleita!

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Direitos autorais reservados.
Poeta Malume!

Foto de Osmar Fernandes

Pedro Mentira

Pedro Mentira

Numa cidadezinha do interior de São Paulo, existia um sujeito mentiroso, engraçado e de meia idade. Gostava de inventar lorotas, enganar os outros. Era a mentira em pessoa! Por isso, perdeu seu nome de batismo e foi apelidado pela população de Pedro Mentira.
Certa vez, ele chegou à Sub-Prefeitura, o pessoal estava tomando o cafezinho da manhã, quando o funcionário de primeiro escalão, Luis Manco perguntou-lhe:
- Qual a mentira dessa vez Pedro Mentira?
Pedro Mentira ficou cabisbaixo, triste, e respondeu-lhe:
- Hoje me recuso a contar uma, estou chateado.
- Ah!... Conta uma mentirinha, nem que seja bem pequenininha, conta! Só para não perder a força do hábito.
- Não! Hoje meu coração está de luto.
- Por quê? O que houve?!
- Um velho amigo faleceu agora a pouco.
- Quem?!
- O mais ilustre dos cidadãos da nossa cidade, o meu compadre e pioneiro, Neném Baiano.
- Sério? Meu Deus!
Luis Manco correu para o telefone e avisou o prefeito. Fez-se um alvoroço... Foi decretado luto oficial por três dias, imediatamente. Os funcionários foram dispensados. O comércio baixou as portas. O badalo da Igreja anunciou o acontecido. O povo colocou tarja preta no ombro em sinal de luto. A lamentação tomou conta daquele lugar.
Luis pegou a família, pôs no seu carro e partiu para o Distrito rumo à casa do falecido. Formou-se um comboio. O ônibus da prefeitura, lotado, partiu pra lá também. Quem não tinha carro ou carona foi do jeito que pôde.
O Distrito ficava a uns seis quilômetros. A cidade partiu pra lá. O choro tomou conta do comboio.
Luis Manco, que puxava a fila, ao se aproximar da casa do morto, observou que não havia movimento algum nela.
O povo do Distrito ficou assustado com tantos carros e visitantes. Luis Manco gritou para o Zitão que estava sentado a beira da porta:
- Onde é o velório!
- Sei não sinhô!
Luis Manco fez a volta e foi até a pracinha, centro do Distrito, e percebeu que os TRUQUEIROS estavam em silêncio, e ao se aproximar, desmaiou... Quando acordou, notou que estava no quarto do Hospital Municipal, e assustado, rodeado de muita gente, gritou:
- Que aconteceu! Que estou fazendo aqui?!
Observou dentre a multidão a presença de Pedro Mentira, e irado, gritou:
- Pedro Mentira, seu desgraçado! Você quase me matou! Por que fez isso?!
Pedro Mentira meio embananado respondeu-lhe:
- Ué, você não me pediu para contar uma mentirinha!

(Autor – Prof. Osmar Soares Fernandes)

Publicado no Recanto das Letras em 07/03/2009
Código do texto: T1474106

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

A DÁDIVA DA MULHER.


♥ "Participando do concurso -tema- Mulher.

Edição de video: A Flor de Lis Martins.
Poesia: A Flor de Lis Martins.
Música intrumental Kenny.
Poesia já postada no site.
A FLOR DE LIS.

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