Poemas

Foto de Kathelen Cristina

Momentos!

Quanto mais o tempo passa
Mais sinto sua falta
E percebo como você
É importante para mim.
Só eu posso sentir
Essa tristeza que invade meu ser
De uma forma inexplicável.
Ainda resta esperança de que
Este sombrio momento
Irá passar.
E, enquanto lhe espero
Revivo nossos momentos,
Momentos esses
Que nunca por mim
Será esquecido!

Foto de Kathelen Cristina

Te Amo Mais que...

Te amo BEM mais que abelha ama o Mel...
Te amo BEM mais que o queijo ama o vinho...
Te amo BEM mais que Romeu ama Julieta...
Te amo BEM mais que Claudinho ama Buchecha...
Te amo BEM mais que o queijo ama a goiabada...
Te amo BEM mais que o arroz ama o feijão...
Te amo BEM mais que o presunto ama a mussarela...
Te amo BEM mais que o café ama o leite...
Te amo BEM mais do que o chá ama a bolacha...
Te amo BEM mais do que o céu ama as estrelas...
Te amo BEM mais do que Sol ama a Lua...
Te amo BEM mais do que Abraão ama Isaque...
Te amo BEM mais do que o beija-flor ama a flor...
Te amo BEM mais do que Tudo nesse mundo!!!

Foto de Joaninhavoa

Fala-me de amor.

*
Fala-me de amor.
*

«Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
Proclama o que te vai na alma
Confessa o gosto e o sentido apurado
do alívio libertado

Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
Racionaliza o que te vai na mente
Ao fim de uma eternidade o tornado
sereno procriado

Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
Convence-me que não há subversões banais
Sem anestesias! Diz que sou tua anatomia
Tua iridologia em perfeita ritmia

Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
E vem dançar com o sexo da minha espécie
frágil e delicada! Feminina e sedutora
de belos seios e redondos traseiros

Há que manter a tradição
das artes de sedução e corte
nas vãs encruzilhadas! Magia no tempo
de momentos ou segundos
Sabor de brisas prolongadas.»

Joaninhavoa
(helenafarias)
22/01/2010

Foto de Carmen Lúcia

A menina e o tempo

Ah, menina sonhadora...
Canta o amor que transcende a vida,
vibra sentimentos em comunhão com a paz,
compõe versos espelhados na beleza
precursora da arte,
invasora de sonhos,
que se faz perceber...
mesmo sem querer.

Ah, menina sonhadora...
Dança rimando seus passos,
gira, contagiando o mundo
que no fundo também quer sonhar.
E dançar...
Faz da vida um grande show
expondo sua arte
que o palco da emoção invade
e a ilusão fomenta.

Ah, menina sonhadora...
Segue sonhando e driblando o tempo
que veloz caminha e deixa a menina.
Talvez não queira surpreender a artista,
descompassar a frágil bailarina...
Desvia seu destino
eternizando o dom da compositora,
aplaudindo a menina sonhadora.

Ah, menina sonhadora...
O branco dos cabelos não a faz desistir,
as rugas em seu rosto, motivo pra seguir
reverenciando a vida
a lhe cobrir de fantasia
concedendo espaço para alçar seus voos,
espalhando sonhos
onde a inspiração atua
e o tempo complacente perpetua...

E a arte predomina
imorredoura
no coração da menina
sonhadora...

_Carmen Lúcia_

Foto de Fernando Vieira

O Passarinho e o poeta

Da minha mesa de trabalho
Enxergo através da vidraça
Um passarinho tão bonito
Um Bem-te-vi cheio de graça

Parece ser tão solitário
Pois aparece sempre só
Acho ele tão engraçado
E ao mesmo tempo sinto dó

O Bem-te-vi da sempre as caras
Procurando sua alimentação
Voa, caminha... Caminha e voa
Sobre o sol quente do verão

E olha que o sol na minha cidade
É um sol daqueles de rachar
Enquanto o pobre passarinho
Vai tentando se alimentar

Ele é tão bonitinho
Com seu peitoral amarelo
Um ser tão pequenininho
Bicando atrás de algum farelo

Em meio ao concreto da cidade
Vejo a natureza florescer
Na avenida belas árvores
Que até dá gosto de se vê

E o passarinho com certeza
Fez seu ninho em uma delas
É tão bonita a natureza
Não existe então coisa mais bela

Eu sei que eu vi o passarinho
E o Bem-te-vi também me viu
Ele voou para o seu ninho
Tão solitário ele partiu

E agora sempre que eu o ver
Vou me lembrar desse poema
Não importa o que acontecer
Vou escrever, pois vale a pena

Falando de um fato isolado
Ou situações cotidianas
Falando desse passarinho
Que pousa sempre na varanda

Foto de David--Ávila

Em Fim, Tristeza

Me perco em pensamentos
Tentando descobrir a razão de viver
Não encontro motivos
Que me leve às respostas.

Já fiz de tudo para mudar estes pensamentos
Mas a escuridão toma conta de minha alma
Não encontro a luz para me guiar
Pois me encontro em um abismo sem fim.

O verde dos mares já não está mais verde
A vivacidade das flores já não existe
As perfeitas cores do arco-íris desapareceram
Tudo ficou na escuridão.

O sorriso que antes era felicidade
Hoje tournou-se profundas tristezas
Perdeu-se o brilho e a beleza
Agora escondem a amargura e o sofrimento.

Felicidades somente em certos momentos
Logo passa e volto ao ponto de partida
No qual a solidão atormenta e persiste
Não resta-me nenhuma parte da força que eu tinha.

Constantes tristezas
Eternas tristezas

Sem forças e enfraquecido cada vez mais
Caminho com passos lentos sem respostas.

Foto de DENISE SEVERGNINI

São coisas que eu sei do cotidiano:

São coisas que eu sei do cotidiano:

São coisas que eu sei:
É bonito o amanhecer
Com os raios de sol
A desenhar formas em nossas manhãs
Mas nem sempre há beleza no cotidiano
A vida real é bela, mas dura
A felicidade não perdura
Saber aproveita-la é lição

São coisas que eu sei:
Há sempre uma dor a sentir
Uma fome a matar
Um problema a resolver
Um pedinte na esquina
Um errante a cumprir sua sina

São coisas que eu sei:
Há poesia, brilho nos olhos, afeição
Há transtornos, filas, amolação
Há flores, há espinhos
Há dores, há carinhos
Há sempre amor a sentir

São coisas que eu sei:
Ante a dureza do cotidiano
Temos que prestar a atenção
Devemos vivê-lo...senti-lo
Mas deixar de sonhar jamais
Pois o sonho é feito de viva emoção

Denise de Souza Severgnini

Foto de Carlos Henrique Costa

Serenatas

Noite estrelada, lua cheia enamorada,
Divina melodia neste orfeônico cantar,
Perspícuo, mavioso coro, a ti sussurrar,
Ao canteiro, nesta noite entusiasmada;

Nos odores das flores, que são delicadas,
Deleite, ademais, ao riso insigne a falar,
As tristes serenatas que componho no lar,
Para em noite enluarada, serem entoadas.

O mau tempo elimina, minha cantoria,
Na noite ou no dia, estarei em ti o amor,
Ao teu sabor, que me deixou em alegria.

Pouco também será as palavras dessa dor
A levar teu doce nome, em melancolia,
Pois na nostalgia, já sinto sem o teu calor.

Foto de BRUCE ALEX

Desamor

Será que sabes do desamor
Em amar e não sentir-se amado
Será que sabes da dor
De inesperadamente ser abandonado

Você sofre mais é bem mais fácil
Quando carente se acalenta em outros braços
Sabe o motivo por estarmos separados
Confia na fidelidade de meu amor imortal

Medo eu também tenho
Mas não de você, de mim mesmo
De um dia não a querer
Desejar outra ao invés de você

Reconquistar, eu não consegui
Se estiver com outra verás como isso e difícil
Aprendi que amor não conquistamos
Que nasce e acaba quando menos esperamos

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