Poemas

Foto de Thiago dos Santos

O preço de amar

Ainda sinto o gosto do seu corpo
O cheiro do seu perfume ainda me deixa louco
Ainda tenho o gosto do seu beijo
Infelizmente ainda sinto um desejo
Na minha boca mora o seu nome
Fico a espero você para te dizer
Que estou pensando agora em você
Mas sito que nada posso fazer
Pois tive que escolher
Em ter paciência ou ser fiel
Você sabe que o nosso amor nunca foi lua de mel
Eu nunca fiz promessas mentirosas
Você sabe que eu nunca lhe prometi um mar de rosa
Mas a vida é assim
Agente se engana quando acha que ama
Mas amar vai muito além da cama
Tem tudo um ritual
Um preparo emocional
Um teatro para chorar
Uma novela para falar
Um sonho para começar
Um fim para acabar
Pois é, isso é o amor
És lindo como uma flor
E que também tem espinho que faz sangrar
E esse é o preço por querer amar.

Foto de José Manuel Brazão

Desilusão


Se tenho desilusão,
já tive ilusão!

Ilusão
como um homem
que se dá,
usa boa fé,
sorriem-lhe,
é bestial,
e outras coisas tal!

No fim
olho à minha volta;
uns tantos sinceros,
outros simpáticos,
e o resto:
indiferentes
que respeito,
apenas respeito!

Serei sempre o mesmo,
com ilusões
ou desilusões!

José Manuel Brazão

Foto de Raycleia Dias

Amar é aMar amAr e amaR...

Amar é SENTIR dentro de si uma dor gostosa de se sentir.
Amar é CORRER o risco sem te medo de CAIR.
Amar é CHORAR e ao mesmo tempo SORRIR.
Amar é CORRER sem ter pra onde IR.
Amar é PARAR e SER FELIZ.
Amar é pensar,correr,chorar e sorrir, é parar para ser Feliz!
Amar é aMar amAr e amaR....

Foto de Carmen Vervloet

Poesia com Endereço

Hoje quero tudo evidente,
pouco surpreendente,
um olhar sorridente,
palavras complacentes...
Sem entrelinhas...
Quero apenas a poesia rainha
como a rosa no seu jardim...
Quero te enviar
o sentimento mais puro
que sai de dentro de mim...
E com caminho reto,
o teu coração concreto,
que por certo
sentirá meu perfume
de jasmim!

Carmen Vervloet

Foto de José Manuel Brazão

Novos caminhos, mas sempre juntos!

Neste grande amor,
vivem-se momentos
de paz e harmonia,
que avivam
nossos sentimentos!

Tivemos
lições de vida,
amor distante,
mas sempre próximo:
tu aqui
e eu aí!

Sentimo-nos!

Viste Luz,
eu serenidade
e caminhamos juntos!

Em missões diferentes,
mas sempre,
sempre juntos,
nos afectos,
nos carinhos
e nas saudades!

Momentos vividos
e não esquecidos,
que constroem
laços de amor!

Tu aí,
eu aqui
e depois…
… para além
da nossa existência!

José Manuel Brazão

Foto de ZAMY PESCi

AMIZADE

Amizade

O olhar é luz solar
O abraço acolhe todo frio
O riso lava a tristeza
Ao pegar na mão o medo torna-se serenidade
Transforma o concreto em campo florido
O desalento em alegria concreta
A solidão em múltiplos risos
O amor em amor puro
Assim
Sem cobrança
Sem intriga
Sem lamento
Sem culpa
Sem ressentimentos
Somente amar por amar

Foto de Carlos Henrique Costa

Poesia da alma

É linda, por vezes tristes, assim sentir!
As mais belas surgem por melancolia,
Aflição da alma, intuição, nostalgia...
Poesia, infinito paraíso de eco e porvir.

Teus belos e alegres traços vão abrir...
Páginas e papiros ao nosso dia-a-dia,
As lágrimas na alma sentem alegria,
E o falso sorriso, não hás de fingir.

Essa oração merece ser lida na terra!
O universo terá no seu firmamento,
Feliz momento, em tempo de guerra.

Mas a paz que ela tem em sentimento,
Traduz todo o amor que se enterra,
No coração, pelo seu lindo surgimento.

Foto de Carlos Henrique Costa

Ao meu povo

É, meu povo! De novo jaz teu filho!
Chora e implora pelo pedaço de pão!
Pão feito de farinha de trigo, de milho,
É a fome que consome essa tua nação.

Não, meu povo! O renovo de um brilho,
Só brilha para poucos, não há multidão!
Multidão sem jeito, que anda no trilho.
E o nome de cada homem é: indagação!

Sim, meu povo! Há um povo com razão,
Por ter Deus no coração tem há solução,
E a vida amarga que tens nessa vida,

Só terá na ocasião dessa estúpida lida,
Que caminha na linha bamba da imperfeição!
Acorda meu povo! Para essa nova criação.

Foto de Carlos Henrique Costa

Menores entre mendigos

Os olhos não querem mais te enxergar,
És indiferente a mim e toda população,
Vives pelo que não presta na ocasião,
O mundo todo detesta esse teu lugar.

Mas são apenas menores a vagar,
Entre os mendigos, no ardor da solidão,
Na fria noite, no açoite da escuridão,
Com sua vasilha na mão a cheirar.

Vagam cautelosos nas esquinas e vielas,
Na contra mão do asfalto, um trocado,
Para se satisfazer entre ondas paralelas.

Mais um tubo de cola, saque no mercado!
E suas vidas tornando-se roxas, amarelas...
Espreita mais um menor abandonado.

Foto de Ricky Bar

Arquitetura do teu Interior

No vão de tuas paredes
Infiltradas pelo prazer
Sustenta nos alisares
De tua porta aberta
A coluna de concreto
De base sólida
Impermeabilizada
O vento forte
Seca a tinta de amor
Com que é pintada
Somente cores fortes
Decoram teu exterior
Deixando transparecer
Toda a arquitetura do teu interior

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