Poemas

Foto de marylife

APANÁGIO...

Sua pobreza é simples apanágio da sua arrogância que refugia desassisado
Na furna do seu orgulho sua alma assemelha-se a um fantasma de angustia
penúria e lamentações. Cerra no próprio peito o túnel intransferível da sua avareza
Comporta seu cérebro que brilha ofusca toda sua maldade possui uma mente fria
Insensível não se arrepende nem compadece quando lança sua tirania .
Seus pedidos de desculpas é apenas o espelho que reflete a você todas as suas manchas crosta na sua face por sofrer o peso da sua própria culpa. Sua plantação feita em terra escura arrojou precipícios da sua revolta da sua incompreensão que carrega martirizando
sua consciência pretrifacto possuindo um desapreço da sua injuria. Gabola! Acha-se sempre
altivez sempre se auto elogiando mas... Não admite e nem percebe que sendo assim não passa de um gajo que na sua elevação pega tudo para si tornando assim galgado não importando
A quem vai derrubar apenas derruba.
marylife

Foto de marylife

SUA AURÉOLA NEGRA!

Sua auréola negra da cor da sua pele em falsos brilhos
Ao cair da noite passa a ter cores volúveis.
Do seu lábio lindas frases ensaiadas que contamine
Sua crescente irritação que sentia não lhe deu tréguas
Um único aparecimento de um objeto a amostras
Maneiras tão flagrante a diferença de nossos temperamentos.

Quem nos assistia pensavam que éramos a propaganda viva
Do amor comum pensando que fossemos feito um para o outro
Os dias foram passando e você cada vez mais longe da minha vida
Estive a ruminar sobre nossos problemas espectro do amor
Depois de ter experimentado tantos candidatos optara por você
O único por quem poderia sentir afeições seria o meu alicerce.

O ponto culminante da minha paixão o mais capacitado
Para oferecer (como marido), o que ainda me faltava
Eu o amava ou julgava amar, mas era provável que posto
Das relações com outras mulheres eram artificiais e instáveis
Não sendo capaz de gostar mais de mim do que das anteriores
Sempre me ajoelhei durante sua transição de pobreza
A opulência para você não passava de insignificante centelha erótica

Sua auréola negra me ofereceu uma luz tão intensa
Esse clarão me ajudou no exame de minha consciência
A revelação de si em meio à claridade impiedosa
Nenhuma ilusão podia dissimular a sua verdade
A verdade sobre você desmascarara pela primeira vez
Sua incapacidade de dar amor e a mais terrível verdade
Seu desmascaramento me repudiou como defeituosa e deformada

Seu objetivo na vida não era valido ao me atingir
Não encontraria nada que pudesse sustentá-lo até o fim
Ao contrario de mim fui capaz de enfrentar suas verdades
Porem não tomei nenhuma providencia exigidas
Se uma mulher não tem licença para ignorar certas verdades
Viver certas mentiras onde ira encontrar essa paz de espírito
Fechar-se no silencio levar a sua vida como se nunca tivesse vivido
Com essa escória miserável do amor.
marylife

Foto de marylife

DECADÊNCIA...

Aceitei entrar em sua vida totalmente conturbada
E nessa minha entrada não pensei no que iria passar ou sentir
Entrei nela como se estivesse indo para uma batalha
E na ânsia de lutar pelo seu amor não percebi as defesas inexpugnável
Eram bem preparadas e bem armadas eu fui à luta apenas com um rifle

Quando se houvesse mais tempo poderia ter um lançador de foguete
Sempre que o encontrava a impressão era o de estar muito ocupado
Sentia que viria com grandes canhões para meu lado
Percebi a decadência desse seu eterno amor para comigo
Seu amor eterno me revelou ter varias faces e você... nenhuma capacidade

Passei a pagar um preço com minha moral pelos fantasmas a sua volta
Todo julgamento em peso que aspiravam as mesmas vantagens que outras
A sua cabeça era o premio exposto em uma bandeja de ouro podre
Acreditei que pudesse esperar as suas petições de me dizer a verdade de todas as formas
Em um diálogo franco de consideração, respeito e amizade
Mas na verdade estava tão ocupado em busca de você mesmo fechado em seu egoísmo

Acabou atraindo para seu coração um novo amor eterno, vivendo cada dia a magia desse novo
Pensando apenas no seu eu, nada mais importava a não ser esse momento a dois
Se esquecendo que a linha da vida de todo mundo não é infinita, mas um circulo fechado como uma jaula
No recanto secreto de sua mente, naqueles momentos fugazes

Havia apenas o aspecto moral do triunfo você pouco investiu na sua atuação
No entanto lucrara muitíssimo não tivera a mínima idéia de uma transação justa
Descobrira o ponto fraco ou suscetível das outras, tomando-se conta delas
Absorvendo-as oferecendo-lhes praticamente nada! Apenas o bastante
Para rete-las nas suas próprias carências depois se assumia o controle e poder de ser amado
Com durabilidade até que a decadência entra em cena restando apenas uma foto elegante
Desapaixonado sorridente rosto glacial não participante.
marylife

Foto de DENISE SEVERGNINI

LUA NUA

LUA NUA

Lua, nua lua,
Despi-me toda...Diante de teus raios
Luz que não é tua...Luminosidade
Que roubas do sol
E exibes como essência natural.
Em verdade, tu és lua nua,
Nua como eu,
Despida de emoções profanas.
Despi-me diante de ti, oh lua!
Humildemente, busco,
Aspergir o perfume da noite morna
Deste fevereiro quente...E interminável...
Sobrevoo o céu azeviche
Envolta em brumas,
Estas tingidas de mil cores,
Como os anéis de Saturno.
Oh, lua! Lua nua...Nua lua...
Despida como minh’alma,
Sem nódoas ou máculas...
Sem pesares ou tristezas...
Eu estou leve!
E a leveza sustenta meu ser,
Transportado no breu da noite.
A escuridão não me assusta,
A lua nua, pendurada na abóbada celeste,
Deixa transparecer uma réstia
De sua luz emprestada
(Ou será roubada?)...
É madrugada!

Almas dormem...
Vagueiam, planejam...
Atuam, amam...
Minh’alma não,
Esta navega num universo paralelo,
Á procura de outros sóis
Que não emprestem
Seus raios à Selene oferecida.
Tu e eu, lua,
Ambas nuas,
Tu de luz,
Eu de tristezas!

Denise de Souza Severgnini

Foto de Felipe Ricardo

Conto sobre o Tempo

Lá estava ele era dia 19 se não me engano de março deste ano que se passou, estava feliz, pois tinha conseguido uma paixão, mas de repente o tempo para e ele não é mais ele então ela surge criatura escura como seus cabelos e sua forma de agi o chamava atenção e eis que então ele segura no braço dela e diz:
― Sei que não me conheces, mas um dia te direi “eu te amo” de maneira sincera, te farei poesias, te chamarei de Ondina, te farei um livro e deixarei você escapa de minhas palavras graças ao meu silencio, tentarei reconquistá-la, mas meus atos não deixaram, pois alem de você existira outra em meu coração, mas te amarei, passarei horas e horas com você apenas para te fazer sorri quando tu vieste de teu trabalho, cansada, te perguntarei como foi o seu dia e você perguntara como foi o meu só para que no fim de cada resposta nós simplesmente cuidássemos de nos mesmo com nossos carinhos, mas poucos serão os seus, pois sempre me dirá que não me amas como eu te amo e sempre te responderei que não me importas como você me ama, pois apenas quero lhe fazer feliz, mas sempre mentirei sobre isso, lhe entregarei uma rosa, você ira adorá-la e me dirá que jamais alguém tinha lhe dado coisa igual e rira da mesma forma quando para ti trouxer uma pequena garrafa de licor, presente que fiz questão de trazer de um festival que irei em breve, sofrerei quando te vires caindo nos encantos de outro ou quando teus amigos te machucarem falando nisso será por uma amizade perdida que te conhecerei, mas em nosso tempo perdida para você ela não será mais, me apaixonarei novamente por você quando cortares o cabelo de forma diferente, mas não se preocupe eles sempre serão longos, e novamente ficarei enamorado por você quando tu os tingirem do vermelho mais escarlate que me possa fascina, te contarei minhas historias de um tempo do qual não gosto de lembra, te contarei meu mais sombrio segredo, ficaras com raiva e não me perdoara com em algumas vezes, conselho quando me vires no Dragão não demore, pois se não tu ira perde tua inscrição do vestibular de estilismo que tu almeja tanto em fazer, mas você não ira escuta e demorara comigo lá e depois disso sempre irei te pedir perdão por te fazer demora e por fim criarei uma forma de poesia só tua, mas te perderei sem jamais saber o verdadeiro sabor de tua menina ― Disse ele olhando fixamente para os olhos dela como se apenas ela importasse naquele momento ―
― E quem é você garoto? ― Perguntou ela o olhando fixamente ―
― “Teu poeta” ― Assim ele a respondeu e em silencio ficou ―
Depois disso ela sai vai para a sua aula de violão e ele volta a ser que era naquela época. Ninguém se lembra do que aconteceu nem ela, ela, nem sequer os anjos que lá estavam, pois aquele que voltou para dar este recado está dormindo agora, pois ele quis que assim fosse.

Felipe Ricardo S. da Silva
09/01/2010

Foto de Maestrorenato

Diferença

A DIFERENÇA

Porque no quase sempre expirar da razão
Existem canteiros pras flores no escuro dos olhos
Pra que ao perpetuar do fôlego exaustivo
Misture-se fogo com o acelerar do coração

Desta forma se mantém os ânimos da alma
E se fazem vivos os encantos
Aos olhos de quem no olha sabendo que
Somos mais que dois em um só mesmo.

E que o mundo inspire aos poetas de seus rios
E Deus me de força, pra que quando ao cair da noite
Na sala vazia da minha alma
Eu não venho morrer de desventura e descontentamento.

E pra que antes que eu baixe a sepultura
Possa o mundo saber que existiu flores em meus olhos;
O fôlego perpetua até exaurir por completo
Enquanto o coração ama profundamente até
Parar de bater.

De um poeta sobre medida para o seu coração.

Renato dos Santos

Foto de Maestrorenato

Diferença

A DIFERENÇA

Porque no quase sempre expirar da razão
Existem canteiros pras flores no escuro dos olhos
Pra que ao perpetuar do fôlego exaustivo
Misture-se fogo com o acelerar do coração

Desta forma se mantém os ânimos da alma
E se fazem vivos os encantos
Aos olhos de quem no olha sabendo que
Somos mais que dois em um só mesmo.

E que o mundo inspire aos poetas de seus rios
E Deus me de força, pra que quando ao cair da noite
Na sala vazia da minha alma
Eu não venho morrer de desventura e descontentamento.

E pra que antes que eu baixe a sepultura
Possa o mundo saber que existiu flores em meus olhos;
O fôlego perpetua até exaurir por completo
Enquanto o coração ama profundamente até
Parar de bater.

De um poeta sobre medida para o seu coração.

Renato dos Santos

Foto de Carlos Henrique Costa

Renegado

Negaste o amor de quem te ama!
Na luz suave que brilha este olhar,
No coração que bate sem parar;
Num amor que a terra proclama.

Qual será a lágrima que se derrama?
A que rola na tez ou talvez no falar?
Mero mentir nunca tive ao te amar!
Hei de fugir do ferir de meu drama.

Completo e perfeito tal ele era!
Assim: genuíno, puro e verdadeiro,
Mas tu o renegaste com quimera.

Sobretudo ainda me sou guerreiro,
E nunca a rosa murchou na primavera...
De quem ama ou amou primeiro.

Foto de Carlos Henrique Costa

Politicagem

Pó e poeira na política, para poder perceber!
A praga que apaga o pobre povo do poder,
Perder e então permanecer na perfeição,
Na paz preciosa e pura da poente paixão.

Um pajem perdura em pendurar seu parecer!
Um papiro de papel, perante pessoas de prazer,
Em plena praça, puxa o pressuposto pendão,
Pretensão prévia do presidente de aprovação.

Porém para o parlamento ser então possível,
A pátria patética será a probatória de provar,
A patente provisão no planalto passível...

O patíbulo peculiar do político, a nos paralisar,
Ao parâmetro paralítico em previsível penar,
Até professarem o preâmbulo em novo patamar.

Foto de Carlos Henrique Costa

Ecossistema

Ria a natureza em alegria ao nascer,
Nasce então: beleza, criação, esperança,
Mundo, porém, em ganância e poder,
Mata a grata alegria de viver, na bonança.

O ar opaco, a terra trapo, o mar alcança...
A poluição e destruição inerte do ser,
Vale apenas a vida plena de insegurança,
E o futuro ainda inseguro há perecer.

Ozônio camada protetora do ecossistema,
Em dissoluto tempo seu manto extinguirá,
Toda criatura humana nesse dilema.

Flutua a lua na esperança de cada olhar,
No seu brilho noturno o famoso tema:
Que só o amor a vida de novo construirá.

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