Poemas

Foto de gilsanjes

gil da rua

Sou o Gil de Diadema
De vaidade caudaloso?
Ruminando desatino,
Gil de sempre tão formoso

Gil de barro amassado
Espremido por demais
Nas olarias do destino
Gil igual, barro não faz.

Gil de pensamento aberto
De fechado seu destino
Convive com a solidão
Mesmo tendo alguém por perto

Gil de Sanjes batizado
É pagão por natureza
Tem certeza do passado
E um presente de incerteza

Gil guerreiro, Gil valente,
Leva em punho a sua espada
Mil conquistas, mil vitórias,
Gil do tudo, Gil do nada.

Gil de sensibilidade
Coroada como a lua
Gil da vida sem abrigo
Gil de casa, Gil da rua

Foto de gilsanjes

adjetos

Saudade bateu no peito
Solidão deixou entrar
A alegria foi embora
A tristeza quis ficar

Saudade ficou na sala
Tomou conta do sofá
Solidão foi para o quarto
Com a tristeza se juntar

Quando amanheceu o dia
Esparziu a alegria
Com tenra recordação

A saudade se mandou
Nem a tristeza ficou
Só a velha solidão.

Foto de gilsanjes

adeus

Decidi não te querer
Quero agora a solidão
Estou cansado de sofrer
Guardarei meu coração

No egoísmo mergulhei
Quero um amor só meu
Dos amigos me afastei
Apostando no amor seu

Mas você não deu valor
Não me deu paixão ardente
Afogou-me em dissabor
Fez de mim homem carente

Nesse jogo maldito
Me fizestes um perdedor
Penso que estava escrito
Eu viver sem seu amor

Por isso não quero mais
Ser escravo da paixão
Nosso amor ficou pra traz
Livre esta seu coração.

Foto de gilsanjes

a saudade

Quem já sentiu saudades
Sabe o quanto ela é ruim
A Saudade é bandida
É feito pelo não feito
Ardendo dentro de mim
Saudade é tombo na arena
Piseiro no coração
Seja loira ou morena
Laçando este peão
Grande ou pequena
Saudade joguei no chão

Foto de gilsanjes

amordaçado a voce

Teu nome foi um sonho passado.
Foi um murmúrio eterno em meus ouvidos.
Som de uma harpa que embalou me a vida.
Foi um sorriso dentre os gemidos,
Teu nome foi ecos e soluços.
Entre as minhas canções, entre os,
Meus passos.
Foi tudo que eu amei, que eu resumia dores,
Prazer, ventura, amor e canto.
Escrevi nos prados verdejantes
Com as flores de uma rosa
Há quantas vezes na asa perfumada
Correu da brisa serena,
Pois os prados secaram,
E guardados no peito
Ficou saudades ou maldições, de um amor...
De seu amor...
De nosso amor...

Foto de HELDER-DUARTE

«LUSO-POEMAS»

Luso és! Eu também!
Sou português de Portugal.
Do pais, que, já cá estava, em...
Tempos remotos. Cá estava, afinal.
Esse pais que Deus usou!
Sim! Usou! E sabeis de que modo!?
Usou, pois. É claro! O grande «Eu Sou».
Foi este. Não outro. Mesmo sendo pequeno.
Não temeu o gigante, do cabo da África...
Não teve medo. E eu penso, que não tenho, também.
E porque não tenho medo? Porque, sou pequeno, bem.
Portucalen, é pequeno, mas força não, lhe falta.
Pois cá está, Dom Afonso Henriques, para lutar.
Sim! Vamos lutar, com uma espada, de ouro.
Bem afiada, para matar e também, salvar...
Essa espada me deu, «o ancião de dias»
Pois esse, que o profeta viu, na deportação.
Para os rios de Babilónia. Onde cantou, cântico de Sião.
Sim. Também a tinha na mão Eliseu e Elias.
Portugal, foi usado. Mas porquê usado?
Para juntar o mundo. As gentes...
Aqueles, que são descendentes de: Sem, Cão e Jafé.
Aqueles, que em yavé, deveriam ter fé.
Mas não têm. Mas a têm, em deuses doentes.
Como a têm, na fátima, que tantos joelhos tem magoado.
E estas gentes... São os que saíram de Babel.
A terra da torre, de antigamente. Elas estão, sem leite e mel.
E têm, fome. Eis que caminham, para a morte.
E separadas de Deus, estão, no sul e no norte.
No oriente e no ocidente. No espaço e no tempo.
E assim,é desde o Adão de antigamente...

E Deus usou, também: Noé, Abrão e Moisés...
E Israel, Babilónia e outros, mais...
E assim, vai dirigindo, o mundo...
Pois é dele e não nosso. Dele é tudo.
E tu, Site! És de Deus... Pois!...
Continuemos, poetas, pois em actos seus.
Agora ainda e mesmo nos tempos depois.
Porque, há papel para escrever poemas teus.
Ai!... Se há!... Tanto cartão, na tua rua.
E também, o há na minha. E gente sem pão e nua.
Mas nua, da verdade. E da liberdade...
Por isso, vos digo... Não escrevamos...
Só no papel e no site de poemas...
Mas canto, agora com força de Camões...
Um cântico de poeta! De poeta de Portugal.
De poeta de Deus, também, afinal.
E tudo o que é verdade digo. Como o Daniel. O dos leões.
Digo, então! Ide à rua! E escrevei, vossos poemas.
Com, da verdade, rimas e temas. E sem métrica, esquemas.
Escrevamos, nossos poemas, nos cartões, da rua.
Onde está a gente sem pão e nua…
Ide! Oh poetas!... Também à cova dos leões!
E falai, sem medo!... Sem medo!...
Sai , não em mim , mas no nome , do que vem , cedo!...
Sai , na força da verdade… e liberdade.
Libertai os povos!... Oh poetas deste site, de caridade!

Foto de Felipe Ricardo

Morte

Morto estou menina não lhe vejo
Aqui em meu peito a sangar por
Antigas feridas que não cicatrizam
E logo caio estou, mas em minha doce

E eloguente morte vou te amando e
Te criando em talvez mil ou mais versos
Qe com o meu sangue escrevo em
Folhas rabiscadas com minha insanidade
Viva e pulsante aqui em minha lacerada
Essencia que apenas agora volta para
Cá, para lhe ver menina dona de minha
Escasa vida que de palavras e versos soltos

Vo tentando viver e vejo-me cair em meu
Prazer tão fulminante de apenas lhe ver de
Lhe tocar de sentir o calor de tua pele, pois
Morto estou, mas em teus nasço como a lua cheia [...]

Foto de Felipe Ricardo

Amizade

Lembro-me muito bem do dia
Que te conheci jovem menina
Estava triste por ter a sutil
Certeza de perde uma amizade

E eu anesteziado por uma ou
Duas tristezas lhe dando conselhos
Tão lucos que ate eu me
Faço as vezes confuso e insano neles
E tu lá na conjunção, nos braços
De tu pai, pois tua mãe estava
A descansar no terno berço da noite
E logo te faço varios sorriso, mas

Como eu quiz esta do lado daqueles
Que me chamm de amigo e com eles
Fui e com amizades comus te deixei
Ah como queria esta com voce naquele dia [...]

Foto de Felipe Ricardo

Felicidade

Ah como não tem nada
Melhor que o sincero brilho
De teus olhos castanhos em contraste
Com tua branca pele menina [...]

Não há manha de sol e nem
Nite de luas e ceus estrelados
Que façam fprça perant a tua
Felicidade cara jovem, filha da lua
Que tanto faz feliz este triste
Filhos dos ventos qe jamais
Quieto fica e sempre infeliz é
Em cada vida e lugar que esta

Ah felicidade imensa eu tenho em te
Escrever nestes poemas aqui menina
Só para no fim ver estes teus olhos
Felizes pelo que faço e assim te fazer digna [...]

Foto de Felipe Ricardo

Dor

Sublime sensação que tu me
Propociona, me lembra um enorme
Apero em minha vida e essencia
Que em certos momentos faz meu

Cansado coração para e ficar
Morto na imensa dor que logo
Depois de instantes de forma
Terna e anestesica fico calmo
E espero por ultima lamina que
De maneira lenta e doloroza
Dilacera mi'alma e estilhasan-do-a
Em tantos pedaços que nem

Por vinte e tres vidas poderia me
Fazer completo novamente, pois
Minha dor se unta a minha nova
Vida e logo logo te vejo, minha dor [...]

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