Poemas

Foto de Carol Carolina

A uma amiguinha que tive na telinha

À uma Amiguinha que tive na telinha.

É difícil explicar,
O meu carinho por ti.
Te conheci na telinha
Pra mim sempre te conheci.

És um raio de sol
Cheio de luz e cores.
O doce cantar dos pássaros.
A mais linda das flores.

Te amo muito e muito
Minha doce amiguinha.
És presentinho de Deus
Em forma de menininha.

Se amor tivesse forma,
Com certeza eu diria
A forma serias "Tu"
E sei que não erraria.

Aceita o meu coração,
Que está cheio de carinho.
Que dou de presente a ti
Juntamente com um beijinho.

♫Carol Carolina

Foto de Carol Carolina

Ave

Ave.

Eu sou uma ave
Que vive voando.
Quem sabe sem rumo
Buscando , buscando.

A procura de algo
Que nunca encontrou.
Buscando um sonho
Que não realizou.

Mas a ave não cansa
Vai voar mais além,
Se ela morrer
Eu morro também.

♫Carol Carolina

Foto de Carol Carolina

Teu Nome

Teu Nome

Tentei gravar o teu nome
Foi em vão não consegui.
Fiz tudo o que podia
Mas sempre te perdi.

Escrevi na areia da praia
A onda veio apagou.
Então escrevi no céu
Passou uma nuvem e o levou.

Gravei no tronco da árvore
Veio o tempo e a casca caiu.
Então escrevi em um livro
O livro também sumiu.

Mas sigo tentando ainda
Teu nome poder gravar.
Em um lugar todinho meu
Onde ninguém possa encontrar.

Já sei! No espinho da rosa
Ali posso te guardar
Pois quando entrar em minha carne
Enfim ninguém irá tirar.

♫Carol Carolina

Foto de Joaninhavoa

Fazendo Teia!

*
Fazendo Teia!
*

O amor está ramificado
em tudo que nos rodeia
E quem quer ser amado
Tem de saber fazer a teia

Estendê-la até à montanha
Bem longe pr`a lá do marão
Depois banhar-se pl`a manhã
nas águas puras que por lá estão

Do rio que é fonte e seiva
Ramal! Parte de mim
e de ti.

Do rio que é comunhão
Hóstia do céu
Nas bocas do mundo

Com véu.

Joaninhavoa
(helenafarias)
01/06/2009

Foto de Paulo Gondim

Recado

RECADO
Paulo Gondim
31/03/2008

Meu beija-flor colorido
Que fica ali escondido
Entre as folhas do jardim
Venha até minha janela
E traga notícia dela
Numa folha de alecrim

Ah, beija-flor atrevido
A me ver assim perdido
Sozinho, pensando nela
Nem percebe a dor que sinto
A dor que sinto por ela
E voa de galho em galho
Pulando de lá pra cá
Todo molhado do orvalho
Das lágrimas de meu penar

Ah, beija-flor danado
Você é que é culpado
Do meu viver isolado
E de ser abandonado
Por quem tanto me amou
Você não deu o recado
Que eu pedi para ser dado
Mas você não entregou

Foto de Carol Carolina

Devaneios

Devaneios.

Escrevendo e pensando,
Me ponho a divagar.
Por entre flores e prados
Em um lindo lugar.

Existem árvores , morros
E também minha casinha.
Com janelinhas azuis
E de cor toda branquinha.

Circundando a casinha,
Existe um belo jardim.
E depois de uma chuvinha
Vem um Arco Iris sorrir para mim.

O amanhecer lá é lindo.
Podem acreditar,
Um coral de passarinhos
Cantam para me acordar.

E continuo divagando,
E quando encontrar
A minha linda casinha.
Vou sentar e descansar.

Carol Carolina

Foto de eda

"Desejos!!!

"Desejos!!!

Suavemente, tocas-me a alma e o corpo... Derretes-me com o teu sorriso doce... O teu terno olhar... seduz-me... conquista-me... Perco-me, de livre vontade, em ti!

Beijo-te levemente os lábios e tu retribuis... beijo-te atrás da orelha e sinto-te vibrar... vou descendo pelo pescoço... desabotoando timidamente a camisa, desnudando-te o peito, que se oferece à minha boca... beijo-o avidamente. Fome de ti, do teu corpo, do teu sabor, do teu cheiro...

Estás visivelmente excitado (tal como eu) e acaricias-me o cabelo, numa entrega total, sem limites, sem pudores, sem receios...

Concentro-me um pouco no teu umbigo... sei que te deixa louco... a proximidade com algo que já pulsa e clama pela minha boca... já sinto o teu odor, que me deixa sem qualquer duvida quanto ao teu estado... vou beijando e mordendo levemente abaixo do umbigo, mas páro antes de lá chegar...

Liberto-te das calças, que te prendem... Olho-te nos olhos... estás visivelmente excitado, numa ansia de me sentir, de me possuir... e, no entanto, o teu olhar... que tanto me seduz!... permanece doce e terno. Sinto-te derreter a cada toque meu, a cada palavra minha...

Concentro-me em ti, no que clama quase desesperadamente por mim... beijo-te, mordo-te, sugo-te...estás inteiro em mim e sei que estás quase a atingir o climax... sentir o teu prazer deixa-me louca!

De repente, fazes-me parar, encostas-me à parede e entras, em fúria, em mim... com desejo, com tesão, com força! Explodes num orgasmo que me faz rapidamente seguir-te e atingir o orgasmo também!

Extenuados, ficamos assim, eu encostada à parede, tu apoiado em mim... Ambos com um sorriso nos lábios e a satisfação estampada nos nossos rostos..."Te Amo"

Autora:Eu.

Foto de Osmar Fernandes

Somos Loucos Por Sexo

Nosso amor é sem-vergonha,
Safado, malandro, sem nojo.
Nosso escândalo é manhoso.
Nosso orgasmo não se cansa.
Beijamo-nos gostoso, sem ética.
É prazer teimoso... é chiclete.
Nossa pegada é magnética.
Somos loucos por sexo.

Entrelaçamo-nos feito bicho no cio.
Entregamo-nos feito dois animais.
Esse desejo é nosso vício.
O segredo guia nossos corpos.
Jorramos, deliciosamente, nossos ais...
É chuva de tesão.
Inunda nossos portos.
É delírio de emoção.

Nosso amor é como fuxico de bar...
Depois de um beijo, vem a tentação.
Nossa química sempre quer voar,
Numa nova sedução...
Nosso amor, na cama, é pervertido,
E dai? Somos assim... Coração conexo.
Que ousa novo grito...
Somos loucos por sexo.

Osmar Soares Fernandes

Foto de Osmar Fernandes

Reconciliação

E eu perdido no meio de mim
Sentei no chão e comecei a chorar...
Parecia fantasia de um poeta e não era.
Parecia fantasia, poesia de uma mulher,
E, também não era.
De dentro de mim uma chama levantou e reclamou...
Mas foi impossível matutar.
Não tive explicações.
A pieguice em mim era total.
A fraude existia contida e fatal.
Oh! Deus, por quê?
Por que guardo calado, cessante,
Este decorrido maligno avante?
Cada instante de meu tudo se foi.
Cada sofrimento tem um conteúdo, eu sei.
Dormi num mundo, fui impaciente, marcou.
Adormeci profundo, fui incompreensível, manchou.
Oh! Deus, por quê?
Por que dormi tão cedo?
Por que fechei meus olhos em segredos?
Uma passagem terrível passei...
Num mundo perdido de lamas andei e errei.
Um caminho vazio, sem sentidos, percorri.
Uma história cruel, iludida, fui eu.
Oh! Deus, aqui de joelhos no chão,
Meus olhos impuros levanto e, de coração,
Suplico-te em gritos e em prantos
O caminho da reconciliação.

Osmar Soares Fernandes

Foto de cafezambeze

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