Poemas

Foto de Lu Lena

SONHOS E PESADELOS NUM GRITO CALADO...(Dueto de Bira Mello e Lu Lena)

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SONHOS-PESADELOS

Sonho por um momento
Que correspondes com plena paixão,
Ao meu amor e meus sentimentos;
Que entorpecem minha mente
Me deixa confuso em pensamentos:
De possuí-la, de ser seu dono,
Seu servo-escravo, seu macho em cio...
Apenas sonho nesse momento
Que sou cego por seu amor
E em braile leio com suaves toques
Todo seu corpo.
Sinto, vejo as nuances de su'alma
Decifro seus ícones...
Seus mais profundos segredos!
Percebo que cristalizas
bem dentro do seu casulo (su'alma)
Apenas por puro medo
De que eu não seja bom o suficiente
E transforme seus mais nobres sonhos
Em tristes pesadelos.
Agora o dia já vem...
Meu despertador acorda-me
Desperto desse meu triste sonho
Só pra ver a minha realidade
Perceber que dentro e fora de mim
Por hora não existe mais sonhos
Tudo é apenas sombrios,
Tenebrosos e eternos
Sonhos-pesadelos.

Bira Mello

GRITO CALADO

Lanço vôo nos lençóis alvos que
descortinam-se no campo estelar
em meus olhos pontos cintilantes
que ofuscam o meu olhar...
na obscuridade, a ardência e o
peso das pálpebras que insistem
em ocultar...
na deriva de meus pensamentos
sensações vibrantes...
no céu...
um pássaro a desenhar
o esboço inglório que resplandece
em ``flash´´ como raios de luz
teu sorriso esmaecido preso em
teus lábios, que atravessa o
tempo e insiste em dizer
que ainda me quer, que ainda
vai me encontrar...
oscilam as recordações que
costurei em retalhos e cerzi
com as marcas e as nuances
nessa incógnita que adormece
minha sobrevivência em ti
varam comigo madrugadas infindas
e na mudez de minha voz trancafiadas
inerte em estado de dormência em
transe...
na garganta ainda presas estão as minhas
lágrimas secas... que ainda insistem
em cair...
magia, divagação nesse contentamento
lá fora sinto o balançar da árvore que faz
ruído com as folhas que se dispersam
na brisa do vento...
em meu silêncio mórbido e trancado
teu nome ecoa dentro de minh’alma
num grito calado...

Lu Lena

Foto de pas_encore

O que sou pra ti

Não tenho sombra.
Mesmo que incidaS sobre mim um feixe luminoso de raios potentes o meu corpo não sombrea nem se faz aparecer.
A minha sombra só pode ser vista quando olhasme profundamente e fazes o teu juizo.
Não sou fecticio mais sou a sonbra que reflete na escuridão, num recipiente fechado, deitado, e até mesmo quando tas a dormir.
Cabe tu olharesme bem e fixares a minha imagen na tua mente a minha sombra fara sentir-se eternamente quando a tua mente focalizar o meu ser.

Eu sou a sombra que tu pensas a todo momento.

Foto de Bira Melo

GOTAS CAEM

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*-*
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*-*
Gotas caem...
Suspiros saem,
Bailados em cadências distantes
Sedução tangenciando amor
Química de corpos exalando feromônios!
Noite de verão
E gotas caem...
Sedas, cortinas e lençóis
Desnudam desejos incontidos.
Incensos vaporosos,
Exala-se muito mais feromônios,
Vai e vem de corpos
E gotas caem...
Nesse ápice: um suspiro breve!
Esse é o teu e o meu:
"Petit mors d'amour."

*Direitos Reservados.

Foto de carlosmustang

"DESCONGELO"

Minha garota esse mundo esta
Cada vez mais difícil de entender
É fundamento se destoando
Instituições se difratando
E as pessoas com medo da gripe
Então é melhor correr

Eu não me queixo, porque amei
E quem ama demais, não quer saber
Se o mundo vai acabar ou continuar?
Garota sou alguém que vive
Pra ti amar

Em todos sonhos que tive
Você é o que valeu a pena

Como é bom um abraço
Nesses momentos de crise
E a paciência e compreensão
E um beijo a quem necessite

Como é bom, ser todos bons
E amar, sentir pra valer

Na mesma figueira
A sombra é pra todos
Sem distinção, de coração
É amor por igual, sem discriminação.

Foto de Jessik Vlinder

Previsão

Eu vou ficar sozinha
Vou ficar abandonada
Já sei o que me espera
O que me aguarda a madrugada
Não quero pena
Não quero compreensão
Não posso ser entendida
Não sou a vítima e sim o vilão
Pelos olhos, por entre as pernas
Derramarei sangue
Por ajuda, por piedade
Minha alma exige que eu clame
Mas não mais valho que um cigarro usado
Não mereço que ninguém me ame
Pois sou veneno, sou pecado
Espero que a voz do inferno me chame
Eu me perdi
E não tem mais volta
Eu fugi
De mim mesma, sem escolta
Minha boca tem vários gostos
Vários hálitos a pertenceram
Inebriados aqueles rostos
Que lascivos meus seios acolheram
Os toques que em minha pele
Subordinaram-se ao meu calor
Pareciam querer penetrar
Nos meus poros que expeliam desejo e vigor
Os mesmos toques que subalternos
A minha astúcia e ao meu comando
Substituídos com frieza foram
Não houve verdade, nem beleza, nem encanto
Meus olhos são ilusórios
mesmo que as palavras não
São apenas sentimentos provisórios
É o despertar inútil de uma paixão
Estou suja, fétida, impura
Exalo perfumes para embriagar
Para confundir, revelar nobreza
Mas não passo de mendigo a se arrastar
Sórdida, incrédula e indefesa
Mas já tive um dia coração
Agora nem mais sei o que há
Poesia, desenho, canção
Um navio perdido a naufragar
Uma pedra, vazio, escuridão
Uma gota largada ao mar...

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

IMAGEM DE MÃE.

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/05/2009. 18h30min.
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Imagem de uma santa concebida,
Criada pelas mãos do redentor,
Nasceste ao mundo pra gerar a vida,
Em meio ao sofrer, sentindo a dor!

Por isso mãe bendita é o teu nome,
Rainha fonte do imenso amor,
Que supre ao peito, da criança, a fome,
Ao colo dispensando seu calor!

Oh quantas noites de sono perdido,
Para ninar ao filho em seus braços,
Quão grande é teu amor e não tem preço!

Eu sou por tudo isto, agradecido,
Receba terna mãe, os meus abraços,
Pois és, do céu na terra, o começo!
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Poeta Malume.
Direitos autorais reservados.

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

HEROÍSMO MATERNO.

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/05/2009. 18h00min.
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No seio da tua alma me teceste,
O fruto da paixão, feito com amor,
Pergunta o coração: E quem é este,
Que nasce da semente entre a dor?

Sou eu, o filho que nasceu ao mundo,
Respondo com ternura e gratidão,
E a vida devo a este ser fecundo,
Que me aceitou sem contracepção!

Quem sabe se eu seria um aborto,
O crime de um simples egoísmo?
Aqui eu estou contando a história!

Sou filho vivo e não um natimorto,
E a minha mãe eu devo o heroísmo,
De me fazer nascer, isto é vitória!
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Poeta Malume.
Direitos autorais reservados.

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

VAZIO DA SAUDADE!

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/05/2009. 21h10min.
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Relembro a estrada solitária,
Que tantas vezes contigo passei,
O manto desta sombra imaginária,
Teu corpo que no caminho amei!

Mas hoje, tudo lembrança apagada,
Que o tempo empoeirou pelo destino,
Assim como uma planta desfolhada,
O vento te levou qual peregrino!

Só resta o vazio da saudade,
Que me faz preso da recordação,
E dos teus beijos que jamais esqueço!

Eu sou um prisioneiro da vontade,
De ter de novo o teu coração,
Porque quem ama paga qualquer preço!

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Poeta Malume.
Direitos autorais reservados.

Foto de Raissa Valmont

Pensando em você

"Fecho os olhos..
Sinto a musica...
Fico extasiada.. feliz..
São muitos sentimentos em apenas um momento..
Quando penso em você..

Sinto seu perfume em todos os cantos..
Quem me dera se você estivesse aqui.
E então as saudades queimam..
e rolam em forma de lagrimas...
Quem me dera se você estivesse aqui.

E as lembranças dos nossos momentos..
Da sua voz..
do seu sorriso,
de você
Estão aqui, gravadas..
na imensidão do vazio em que eu me encontro sem você...
Quem me dera se pudessemos ficar juntas..
Quem me dera se você fosse minha."

Foto de Raissa Valmont

Tudo

"Te achei.
Nada mais importava.
Eu tinha tudo o que precisava...
Você!

Contigo aqui, tudo era completo.
Nada mais importava.
Tudo era para você e por você.

Seus olhos me transmitiam paz,
Sua voz era a mais bela canção.
Fazer a tua vontade me satisfazia ao extremo.
E o seu toque me levava para além das estrelas.

Ah... como eu queria voltar para aqueles dias...
Voltar para aquele sonho, para aquela ilusão.

Quem me dera se tudo que é bom durasse muito!
Que tudo o que eu sonhava fosse realidade..

Te perdi.
Tudo foi em vão.
As palavras foram levadas pelo vento.
Aquelas palavras que me iludiram.
Todas aquelas “meias”-verdades.

Meu coração agora esta em pedaços,
Mas não posso te culpar,
Eu me iludi sozinha.
Você fez tudo muito bem,
Conseguiu fugir sem culpa alguma.
Afinal, você nunca prometeu nada.

Isso tudo só me fez enxergar as suas mentiras
Perceber a falsidade das suas palavras,
Dos seus sentimentos, das suas vontades.
Perceber o quanto você é fraca e traiçoeira.

E depois de tudo,
Quebrar o meu coração não foi o bastante
Você se reaproxima sem querer voltar...
Repete as mentiras para eu continuar a te amar...

Odeio a sua capacidade de me fazer lembrar
De me dar esperanças de realizar aquele sonho..
De brincar com os meus sentimentos.
Odeio a minha incapacidade de te odiar."

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