Poemas

Foto de Carmen Lúcia

Loucos devaneios

Em meio a meus devaneios
Te vejo, te beijo, te desejo,
Com uma volúpia tanta...
Uma vontade sacrossanta
Que até me causa medo...
Tão forte é o enredo!
Que me arrepia, me extasia,
Me arremessa na fantasia
Que é real, que é fatal, descomunal...
Em meio a lençóis em desalinhos
Transpasso montanhas, construo ninhos
De fulgores, de calores, de suores...
Esboço passagens secretas, indiscretas
Que me levam e elevam aos céus.

Em meio aos nossos lençóis, vejo sóis...
Clarão de paixão, luzes de faróis
Que me atiçam, me cegam, me entregam
A um amor sem igual, humano e animal
Que me sacia a sede, me acalma a alma,
Me desassossega e incendeia...
Me apraz, satisfaz, traz a paz!
Em meios e entremeios de sóis...
Nos desalinhos de nossos lençóis.

Foto de Raiblue

Círculos de fogo

Nas labaredas dos olhos
Ardem sonhos devassos
Círculos de fogo
Palco iluminado
Prefácio do nosso ato...
Gosto de adivinhar
O que dizem os seus olhos
Abrir as cortinas
Penetrar suas retinas
Descobrir sua se(Creta) ilha
Seguir sua trilha
Te despir sem te tocar...
Te provocar...
Testar seus instintos
Até o limite máximo do olhar
Abismo profundo
Não é possível voltar
Rompemos os círculos
Nos atiramos no fogo
Deixamo-nos queimar...

(Raiblue)

Foto de Paulo Gondim

Verso da esperança

VERSO DE ESPERANÇA
Paulo Gondim
19.06.2006

Vens, abriga-te em minhas asas
Sou teu anjo
Que alça vôo ao infinito
Com o cantar mais bonito
Sob o solo de meu banjo

Vens, busquemos a felicidade
Deixemos a ansiedade
Vivamos em paz
Ai, eu te darei guarida
Serás livre, destemida
No nosso canto
Com todo encanto
De minha canção

E verás que, para o amor
Não há regresso
Nem retrocesso
Nosso caminho é largo
Livre, sem embargo
Pois terás comigo
Teu eterno abrigo

E quando entrares mesmo
Nos meus pensamentos
Ter-me-ás em todos os momentos
Sem medo, sem pavor
Pois serei sempre teu anjo
Teu Querubim, teu Arcanjo
E estarei contigo, seja como for
Para que vivas, para que sonhes
E não precises morrer de amor

Foto de Dennel

Olhos cegos

Cerro os olhos
Lembranças no passado
Amor perdido

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Foto de Dennel

Tua decisão me guia

Como farol a indicar-me
Na noite tempestuosa
A rota a seguir
Assim, me tens guiado
Com tua sabedoria

Nos momentos difíceis
Conduz-me á vitória
Infundindo-me ânimo

És o amigo de todas as horas
Um pai sempre presente
Um líder por excelência

Diante de tantos obstáculos
Encorajas-me a seguir

A gratidão se faz presente
Em meu coração
No fundo da minha alma

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Foto de pedro gouveia

vida

á gente k diz k a vida é injusta
dizem muito mal pork
a vida é a melhor coisa k
pode acontecer
pro vezes fazemos algum de
errado
e keremos voltar
a tras no tempo
pork achao k nao á soluçao
mas por vezes a vida
conseguirá resolver os
problemas sem darmos
por isso
a vida é brilhante
tao brilhante como o sol
quando nos oferençem a
opurtunidade da nossa vida
recusamos por vezes a pensar nos
outros
por vezes nao arriscamos por medo
de falhar
isso é errado
a vida é mesmo assim
se nao arriscarmos
nunca podemos
ver o k a vida
nos reservou
I LIKE THE LIFE

Foto de Sentimento sublime

Sentimentos Natalinos!

Sentimentos Natalinos!!

São aqueles que nos natais
Vêem em nossos corações
Com mais força e mais esperança
Sentimentos fortes e sinceros
Como os sentimentos singelos de uma criança
Pedindo a Papai Noel
Que os adultos não deixem
Somente no papel
O estatuto de sua infância
Que lhes dêem não somente o pão
Mas que lhes protejam
Em qualquer circunstancia
E lhes dêem segurança
Que as livre da prostituição
Das pessoas maldosas, da mendicância.
Das surras e maltratos
Dos choros silenciosos
Em seus pequenos mundos
Não mais tão encantados
De certos pais e adultos
Que tanto e tanto as maltratam
Se um dia pararmos para ouvir
O choro de uma criança
Perceberemos então
Que seu choro é silencioso
E que muitas de nossas crianças
De tão maltratadas
Já não sabem mais chorar
Que o espírito de Natal!
Habite em nós todos os dias
Para levar a estas crianças sofridas
Um mundo de paz, harmonia.
De esperança e um futuro
Cheio de muita paz, saúde e alegria.
Que tenhamos paz na terra
E que os homens sejam
Realmente de boa vontade.
Feliz Natal a todos nós
Que ainda temos no coração
O espírito de uma criança.
Osvania

Foto de Sirlei Passolongo

Poetas? e Poetas.

.
Nossa... Tenho visto poetas se perderem em meio a vaidades,
Sei que poetas não são deuses e portanto, são humanos dignos dos mesmos pecados como qualquer outra pessoa, mas sempre pensei que a alma do poeta estivesse retratada em sua poesia... que ao falar de amor, ele sabe do que fala, ele sente... ele ama de verdade...ao falar de sonhos... ele sonha como em suas letras, ao falar de amizade... ele preza por seus amigos com a mesma verdade que escreve em suas poesias.
E principalmente, ao fazer poesia ele faz jus ao dom dado por Deus a tão poucos... digo poucos, porque são raros os que podem escrever sem sofrer pra isso, sem que tenham cursado/ estudado pra isso e tocam nossa alma antes de olharmos o nome dele... que nos emocionam e nos fazem viver cada verso e até mesmo, versejar em voz alta com ele.
E, nos últimos tempos, vejo pessoas que se dizem “poetas” contrariando tudo que escrevem, alguns se aproximam de outros por interesse próprio e depois de atingido a meta, se afastam... outros a traírem a confiança dos colegas, usam de meios escusos e venenosos para tentar derrubar o outro, como se alguém estivesse acima de alguém nesse mundo tolo.
E quando digo: se dizem “poetas” é porque ser poeta é ser alma, ser gente de verdade, mas com dom de encantar com sinceridade, com a graça de falar a alma de verdade, de cantar o amor com simplicidade... de levar a poesia com a única ambição de atender a arte, a emoção, e construir amizade e paz.
ou será que tudo isso é sonho meu?
Bem, perdoem-me o desabafo.

Sirlei L. Passolongo.

Foto de Sonia Delsin

NÃO ME PERGUNTE

NÃO ME PERGUNTE

Não me pergunte meu nome.
Eu não direi.
Direi apenas que sou uma folha ao vento.
Passei...
Não me pergunte se as rosas são perfumadas.
Que elas já morreram eu contarei.
Não me pergunte se aquele monte eu escalei.
Direi que não sei.
Não me pergunte se muito amei.
Porque meus olhos calados falarão.
Eles dirão sim mesmo quando eu afirmar que não.

Foto de Sonia Delsin

TUAS FERIDAS

TUAS FERIDAS

Eu lambia tuas feridas...
Saciava tuas fomes.
Ao que fazia eu não dava nomes.
Era tua fêmea, tua companheira.
Era arteira, feiticeira.
Eu era de ti o começo.
Julgava assim.
Que era início, meio e fim.
Como me enganei!
Se muito me entreguei eu não sei.
Não fico medindo o que dei.

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