Poemas

Foto de Sonia Delsin

CARNE E OSSO

CARNE E OSSO

Pulo no teu pescoço.
Sou de carne e osso.
Mostro as unhas...
Sou suçuarana.
Mulher que ama.

Faço todo o alvoroço no meu pensar.
Na saudade que quer me matar.

Deixei tudo passar...
Mas sou de carne e osso.
Uma hora a represa vai estourar.
Preciso falar, gritar.

Foto de PoderRosa

Esta sou eu

Esta sou eu

Eu sou aquela que fica feliz quando a chuva cai, quando o sol sai, quando as flores se abrem, quando o vento balança as folhas das árvores.

Eu sou aquela que fica feliz ao ver o vôo dos pássaros, ao ver o rio que corre, levando a paz do silêncio das suas água.

Sou aquela que fica feliz ao ver as cores das borboletas que trazem a alegria ao jardim secreto do meu coração.

Sou aquela que ainda sonha com seus bejios mesmo sem nunca ter tocado em seus lábios.

Eu sou aquela que sente tua presença através do teu cheiro, sem nunca ter te abraçado.

Eu sou aquela que permanece em silêncio só pra sentir a vibração da tua voz, mesmo sem nunca a ter escutado.

Eu sou aquela que sofre com sua ausência...

Sou aquela que sabe que você está perto, mesmo à quilômetros de distância.

Eu sou aquela que não se importa com sua beleza física ou se você tem bens materiais.

Eu sou aquela cuja alegria se estampa no rosto ao ser iluminado por teu sorriso, porque vejo teu semblante com os olhos do meu coração.

Sou aquela que confia e tem fé que algum dia, irei sentir a paz da tua presença, o acalanto da tua voz e a sua doce vibração de amor...

Esta sou eu...

Foto de NiKKo

Me desvende

Hoje eu quero uma poesia diferente de todas.
Não quero falar de dor, saudade ou ilusão.
Quero algo que exponha em simples palavras
o que eu calo e escondo em meu coração.

Sei que muitos quando me olham não podem ver,
que na verdade escondo-me atrás de uma couraça.
Que brinco, sorrio e falo a todos
que tudo em minha vida é alegria. É graça.

No entanto meu peito é um jardim sem flor.
Meus olhos sem brilho escondem todo um vazio,
e escondo-me e em versos e simples poesias.
Meu mundo de ilusão, eu mesma crio!

Se sou feliz ou não, eu não deixo transparecer.
Vou levando a vida assim de forma a não me ferir.
Levo na alma amores vividos e desfeitos,
e trago a garganta embargada, mas os lábios a sorrir.

Mas não fico lamentando o que passou,
e o futuro eu não temo ou fico a esperá-lo ansiosa.
Vou vivendo a cada dia como se fosse o ultimo,
afinal sei que minha vida é única e é preciosa.

Eu sei que ao meu redor as pessoas acreditam
que meus versos são reflexos daquilo que minha alma cala.
Porém eles são para mim uma musica suave,
que minha existência angustiada embala.

Assim eu me mostro, me crio e recomponho.
E em palavras que nada dizem, eu me deixo revelar.
E somente quem tem a alma pura e sincera,
poderá através de meus versos me desvendar.

Foto de elcio josé de moraes

AMOR PERFEITO

Pela vida caminhei sem me cansar,,
Em busca de um grande amor.
Alguém que me pudesse amar,
E eu lhe desse o maior valor.

Até que um dia eu te encontrei,
Sem que eu pudesse adivinhar.
Mas quando em teu olhos eu olhei,
O meu coração começou a pulsar.

Foi ai então que eu pude perceber,
Que algo novo iria acontecer,
E que mudaria tudo em minha vida.

O amor enfim bateu em meu peito,
O mais puro, singelo, e tão perfeito,
Você! oh! meu amor minha querida...

Escrito por elciomoraes

Foto de Daemon Moanir

Nada de bom

Nada de bom tiro da minha estadia
Em teu ser, no meu fascinio.
Porque falhei em te convencer
O que p'ra mim era certeza,
Mas para ti nada mais que meu designio.

Perdi todo um novo ser,
Que tinha regozijo em viver
E sonhava por acordar mais um dia
Sabendo que te encontraria
No mesmo local de sempre sem sofrer.

Por entre muitos fossos já perdidos
De pecados e sofrimentos nunca esquecidos,
Tu eras como um buraco de abrigo
Onde me davas prazeres que nunca tinha tido
E me ensinavas de novo como é ser humano.

Agora, agora sofro
Atravesso desertos ardentes de paixão
Que me dizes terem de acabar.
Até parece coisa do meu passado.
Parece, então, que é aqui que vou findar.

Foto de Daemon Moanir

Nada de bom

Nada de bom tiro da minha estadia
Em teu ser, no meu fascinio.
Porque falhei em te convencer
O que p'ra mim era certeza,
Mas para ti nada mais que meu designio.

Perdi todo um novo ser,
Que tinha regozijo em viver
E sonhava por acordar mais um dia
Sabendo que te encontraria
No mesmo local de sempre sem sofrer.

Por entre muitos fossos já perdidos
De pecados e sofrimentos nunca esquecidos,
Tu eras como um buraco de abrigo
Onde me davas prazeres que nunca tinha tido
E me ensinavas de novo como é ser humano.

Agora, agora sofro
Atravesso desertos ardentes de paixão
Que me dizes terem de acabar.
Até parece coisa do meu passado.
Parece, então, que é aqui que vou findar.

Foto de Bruno Miguel Resende

Percepções Deflagradas

Pela planície árida se instigava a colorização,
trespassadas formas pelos raios luminosos,
incandescência de rejubilo visual,
plenitude da elevação mental,
fluorescências,
emanadas das mais concretas essências,
visionarismos,
consciência alterada e realidades em anabolismos,
refracções torneadas em formas geométricas,
mentalmente estéticas,
velozes e indeterminadas luminescências frenéticas,
vagas de luminosidades que adocicavam os areais,
envolvências harmoniosas de sonoridades advindas em espirais,
timbres naturais,
das complexidades,
voluptuosas,
das majestosidades,
libidinosas,
refulgências das ondulações vociferadas,
cânticos femininos emanavam das substâncias,
imperceptíveis em cognição,
extasiantes em percepção,
mesclação das sonoridades com a aromatização,
sensível,
aprazível,
apoteótica simbiose dos sentidos,
deflagrações da consciência elevada,
viagem sumptuosa pela clarividência desejada.

Publicado originalmente em: www.liverdades.wordpress.com

Foto de carlosmustang

SIMPLES ESSÊNCIA

Nem mesmo paredes me conteria esses desejos insolventes, impído de ser...
Pela impenitênte, corrida da vida.
Nem mesmo a paixão, se exprime, tão veloz;
Numa louca e branca rosa num jardím,
Deserto de outôno!

E nesse emaranhado...
Onde há duas portas: Uma se abre à um beco.
A outra, da-se à um jardim(até flôrido)
Mas nenhuma deu em nada.

Não poderia deixar "exaurir" em definitivo, minha vontade;
Pois sempre busquei meus próprios subterfúgios.
Asseverando "uma verdade!"

Pois só assim...
A minha conformidade, "um tanto feliz"

E apenas seria, o que sou(no universo, é claro!) e nada mais...

Foto de Carmen Vervloet

Ao Som Do Violino

Ao Som do Violino

O spalla com seu arco de madeira
Fricciona as cordas do violino
Amaciadas pelo breu da noite
Nas crinas do meu cavalo alazão.
Tira um som morno, aveludado,
Varrendo as cinzas do meu coração.
Misturam-se nossas almas...
Tudo é calma!
Seu timbre soprano
Retira-me o eu urbano
E incita-me a cavalgar pelos campos
Em delírios, voz, canto...
Desejos, arrepios, encantos...
Prantos evaporados...
Medos incinerados...
Sonhos perseguidos...
Na garupa do meu cavalo alazão
Ardendo em paixão...
Sem luneta, sem lupa,
Sonhos perseguidos a olhos nus
Em êxtase e luz!

Carmen Vervloet

Foto de Carmen Vervloet

Batida Ritmada

Batida Ritmada

Meus sonhos deslizando
No ouro dos ares.
Minha voz calando
No silêncio
De gestos invulgares.
Minhas mãos postas
Em oração.
E a batida ritmada
Do meu coração
Movimentando a vida
Em várias direções.

Carmen Vervloet

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