Poemas

Foto de Anderson Maciel

QUE OS ANJOS CORAIS DIZIA

Naquela noite fria de domingo
meus braços enrrolavam ao seus
e tudo era tão bom; tão lindo
estavamos num plano de Deus

Sua pele macia decretava o amor
soando como uma fina melodia
entoada pelos anjos corais
que pra nós nos dizia

Ao seu lado estava feliz, feliz...
ja não existia aquela noite fria
pois você era a melodia
que os anjos corais dizia. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

UM AMOR DE NAMORADOS

Aquele dia que não me sai da cabeça
era tarde quando você me encontrou
linda, perfeita em toda sua beleza
encantava meu coração partido

Juntos iamos construindo o começo
lado a lado estavamos a nos beijar
você maravilhosamente me mechia
e nosso amor só aumentava, crescia

Tarde maravilhosa que passei nos teus braços
cheio de amor, carinho e compreensão
amando-te a cada vento soprado
um amor assim de namorados. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

A DOÇURA DOS SEUS BEIJOS

Seus doces lábios me encontram
e em frações de segundos eu deliro
as palavras são tão exitantes
sem elas eu já não vivo

O toque de suas mãos tão belas
regem o meu finito coração
como um filme ou novela
vou compondo esta paixão

Tragado pela beleza do seu olhar
vou enlouquecendo cada vez mais
pela docura dos seus beijos
vou me apaixonando mais e mais. Anderson Poeta

Foto de Carmen Vervloet

Minha Jabuticabeira

No tronco familiar desta jabuticabeira
recosto meu corpo cansado...
Tiro do fundo da minh’alma um som lindo
que encanta os pássaros, as matas, as nascentes
e faz dançar as estrelas do céu...
No tronco familiar desta jabuticabeira,
no ritmo do coração,
eu canto a menina felicidade de outrora...
Sem mágoas, sem remorsos, sem receios...
Plena de bons momentos,
carregada de sonhos.

Foto de sandra santos

o amor é brega

viola uivando pra lua
vela pro santo
nome na macumba

beijo doce
de moça de quermesse
andar de cio
brincando um flerte

beliscão safado
no trem lotado
desejo invadindo
a próxima estação

rima pobre rica de malícia
verso infiltrado na lição

o amor é isso

uma canção do Roberto
um soneto do Vinícius

Foto de Marilene Anacleto

Um Chá Quentinho

Domingo à tarde
Achega-se a chuva
Com vento e frio.

Queimo o açúcar,
Maçã em pedaços,
Esmago o gengibre.

Canela em pau,
Cravo amassado,
Água na medida.

Deixo bem cozido,
Mais uma fervura,
Co’um pouco de vinho.

Afinal, é inverno.
Uma boa bebida,
Afeto e carinho,

Aquece o sangue,
Acelera o peito,
Agita no frio.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"SESSENTA ANOS"

“SESSENTA ANOS”

Diferentemente da maioria das pessoas...
Estou feliz pela proximidade dos fatos...
Sei que talvez para a maioria não seja uma idade boa...
Mas para mim é uma barato!!!

Não sinto tanta diferença...
De dez ou vinte anos atrás...
Sei que não sou mais uma criança...
Mas velho eu não sou, jamais!!!

Vou levar este menino...
Que insiste em mim habitar...
Até o limite do caminho...
Que apenas eu tem que trilhar!!!

Em todas as decisões...
Que sou obrigado a optar...
Pergunto ao meu coração...
Qual delas que devo tomar!!!

Sim ao coração...
Pois minha razão é insensata...
Esquece da emoção...
Dela ninguém escapa!!!

Sessenta anos...
Será uma alegria poder vive-lo...
Comemorarei por muitos anos...
Até os setenta sucede-lo!!!

Foto de Carmen Vervloet

Canção para Santa Teresa

Aqui em Santa Teresa
tem flor, tem flor...
Tem caqui, jabuticaba,
tem amor, tem amor...

Aqui em Santa Teresa
tem beija-flor, beija-flor,
tem canário, sabiá,
tem amor... tem amor...

Tem raízes italianas
nas profundezas deste chão,
tem polenta, macarrão
cheirando de amor no fogão...
Tem vinho, tem pão,
tem fé e religião,
tem ternura no coração.
Tem verdes matas preservadas
e um céu azul anil,
lindas crianças rosadas,
coração quente no frio...
Sonhos dançando no espaço
nos acordes da concertina,
meninas acertando o passo
sob o olhar que tudo acetina...
Aqui em Santa Teresa
o bucolismo da cidade
se transmuta em felicidade!

Tem brilho no olhar,
tanta paz nesse lugar!

Foto de Carmen Vervloet

Metamorfose

Entre nuvens brancas
navegam raios de sol
fazendo surgir o dia,
em asas douradas,
trazendo cântaros de alegria
que saciam almas atentas...

Surge um desejo imenso
de viver a vida intensamente...
Na luz do alvorecer
que inunda o coração
transformo-me em pescadora
de felicidade.

Foto de Arnault L. D.

A dama a quem devoto

Olha só, teu campeão ferido,
trôpego de lutas e em farrapos.
Esperando só te ver sorrindo,
armadura, arruinada, em trapos...

Sou assim, um cavaleiro errante,
a defesa da honra da dama,
mas, se encontra o bravo tão distante,
que apenas ele ainda a ama.

Mesmo assim, o apaixonado enfrenta,
justa inglória e duelos tantos...
No ostracismo, as vezes desalenta,
mas não rende-se, é como os santos.

A donzela, nele nem mais pensa,
mas a ela, zela a jura que fez.
A lágrima que cai e mais densa,
que todo sangue que ver-te em sua tez.

Sou o teu cavaleiro em pedaços,
a manter-me a ti fiel e nobre,
magro e marcado pelos aços,
Se me veres, vês somente um pobre...

Mas deixa assim pensar, a ignorar.
Cala em si, em segredo quem era,
segue sendo tal desconhecido...
Mas feliz, pois seu riso fizera.

Sou assim, teu campeão ferido,
a tombar por teu reino grandioso,
por amor, findo e não sou rendido
se morrer... Jardim farei viçoso.

Pois, meu corpo será ainda teu...
Para ti, fará a terra fecunda,
ao verde e à relva trarei apogeu,
grama fina, que a teus pés se afunda.

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