Desafio aos vaga-lumes que sonham...
Há quanto tempo tolo fui...
Quantas vezes, eu perdido a olhar as estrelas
Sem pensar que seus brilhos pudessem decepar, faze vagar
Perdido entre os astros vagabundos do espaço...
Sem laço, dono, pousada, morada...
Feitos para iludir os tolos na esperança de luz
São escuros, frios, solitários e decadentes
Feito para as mariposas, os ébrios, e
Poetas malucos e errantes que clamam
Ah! Vida que te quero! Suspirar, apaixonar!
Porque me enganas, fere-me, ilude-me como os
Vaga-lume, tanajuras, borboletas e rosas
Que nascem belas nas manhãs e a tarde são defloradas