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Carta aos assassinos com navalhas enferrujadas

Com certeza tenho sabor
não, não pense em orgasmos
eles são repetitivos,
meu sabor reside nessa interação de palavras
e perfumes in convenientes
Com copo a mão leio tuas cartas pensando:
- Que delírio é esse?
A música suspira ao lado alisando a alma
afugentando o cheiro que vem da rua
onde passos apressados
pensam tão somente em dinheiro
canalhices, discórdias
imundos espectros da insanidade...
bebo um gole de leite
na pétala amarelo-delícia
trata-se apenas dum suco de pêssegos
Nossa! Eu os amo assim envolvidos de prazer
descem pela garganta ferida
maltratada da navalha que corta horas
Diga-me, onde enterro cotidianos vagabundos
inférteis e esquálidos?
Onde encontro assassinos
com mãos sujas pedindo perdão?
Eles não pedem
arranham minha alma
com navalhas enferrujadas
Por isso cuspo. Cuspo muito
Desculpe heinn...
posso ter respingado teu vestido.

ThiersRimbaud >>
Junho-2007

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Foto de Paulo Zamora

Páginas

Nada me aconteceu de importante depois que você se foi, a roupa; o guarda-roupas, enfim, nosso quarto; nossas saudades...
Todos os caminhos me geram incertezas, faltou transparência dos sentidos; você brincou comigo, nas páginas do tempo já não posso vê-la como amiga inseparável, porque teve algo a mais, outro sabor, mais doce que o mel, mais azul que o céu.
Quem diria? Os sentimentos se comoveram... sentem sua falta...
As páginas poderiam ser apagadas, esquecidas, ou invadidas por um destino diferente; onde você estaria sempre comigo.
A vida é uma saudade, a vida é uma lembrança, é um dia de amor; outro dia de desesperança... outras páginas, além das inesquecíveis; um dia sonho de criança... um dia a verdade de ser adulto; muitos dias sem você...
Ficar longe é dor no coração, é ser vítima de uma ilusão de quem disse um dia amar; querer estar junto até o eterno; essas páginas devem estar trocadas, não pode ser verdade esta saudade, que me reservou o destino? Uma página que não desejo ler, portanto não deixo de sentir como dói, como sou frágil, indefeso pela força do tempo; e forte em suportar a despedida de uma grande paixão...
(Escrito por Paulo Zamora em 04 de Outubro de 2007)

www.pensamentodeamor.zip.net

Foto de Sirlei Passolongo

O Sol pelo Vitral

Vejo seu olhar
como se fosse o sol
pelo vitral
Não há mais o brilho
dos meus olhos
nos seus

Vejo seu olhar
como se fosse o mar
por uma tela de cinema
Não há maresia,
a neblina das ondas
quando se quebram
na praia
Não sou mais a razão
do dilatar da retina
dos seus olhos

Vejo seu olhar
como o homem
que olha o mar
pelo farol.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Poeta vs Letras

CRIATIVIDADE

Iniciar, começar ou ate desenrolar é o melhor
a fazer para a marca pessoal deixar
Sem medos e com emoção vamos falar pois então

Criar a cri-a-ti-vi-da-de é rimar com felicidade,
mostrar o poder e disparar o que temos de bom para o povo ver!!!

Geração xxi tudo da para fazer, então bora lá o medo perder
e o teu perfil mudar. Estas a captar ou estas a disfarçar?? Cria a tua criatividade

Foto de Poeta vs Letras

OPÇOES DE VIDA

Pro calendário estas sempre tu a olhar e com ele
7 dias pra controlar e 1 mês para gerir o que poderá sucumbir??
Muitas contas para a cabeça matutar e caminhos optar consoante
o guito que tiver e olha !!! SEJA O QUE DEUS QUISER

Estruturar e opções de vida fazer para nunca ficar a dever
Mas a satisfação é receber no fim do mês pois então!!
Pobres podemos ser, mas humildade temos sempre ( pra dar e vender)

Opções são para fazer e para muita gente ver
Na vida esta sempre tudo a mudar e dia –a –dia temos
de nos adaptar e portanto temos de força fazer para tudo
na vida sempre se resolver sem sofrer.

Foto de Poeta vs Letras

PALPITA-ME AMOR

( pum – pum – pum ) Começou Começou a palpitar
isto é o meu coração a bombear amor para uma nina que
esta a passar e fez este sentimento animar.
Pareço um totó porque nela estou sempre a pensar, quer ao deitar e acordar

( aiii ) Palpita Palpita-me amor isto é tão forte sente o meu calor
esta dar esta crescer esta a rolar one love vai ter que dar!!!

É o que esta dar é o que estou a sentir, tenho de expressar
antes de explodir de emoção
Espero te conseguir conquistar menina antes que a
Palpitação me faça desmaiar e por ti ficar a delirar
( em tom alto dizer) “ J’t aime , I love you “ sentes??

Foto de HELDER-DUARTE

Meu amor

Foto de Marta Peres

Farrapos do Coração

Farrapos do coração

Vestindo o que restou dos farrapos,
farrapos de mim do meu coração,
estraçalhado pela dor
vou brincando e tentando sorrir
deste sofrer atroz que aniquila
a alma e me deixa sem chão.

Não sei se consigo pois vivo
ao léu tentando apanhar
o pouco que restou nas franjas dos
ventos, sofro, morro aos poucos...

Já não há mais a esperança no amanhã
pois só tenho noite e nem mais o crepúsculo
ou a força d'aurora me é permitido,
meu céu não tem estrelas
e nem esperança no coração.

Marta Peres

Foto de Marta Peres

Desistir

Desistir

Certa vez pensei em desistir,
Jogar tudo para o alto e pular fora
Deixar tudo que incomoda para traz
e ir em frente, sem mesmo me voltar...
Engraçado, nunca me levei a sério
E nem a pensamentos que pensava,
Não estes...
Por mais cansaço nas minhas pernas
Sentia que havia mais chão nos meus olhos
E minhas esperanças redobravam
E meus ombros pareciam mais leves
Mesmo com todo fardo sobre eles.
As estradas do meu coração e tornavam amplas
E claras e eu podia enxergar longe,
Vislumbrava o horizonte...
O medo dissipava de minha cabeça
e forças novas chegavam, bem de mansinho
e vinham como notas musicais e eu podia
ouvir doce melodia...
As forças redobravam e a ânsia de lutar e vencer
Eram mais fortes que tudo... era hora de desistir...
Deixava o medo e a angústia de lado...seguia...
Feliz...desistia de desistir...

Marta Peres

Foto de Marta Peres

Sem Rumo

Sem Rumo

Com pensamento carregado de apreensões
A poeta põe-se a cismar,
Testa franzida e vencida pelo desalento
Esquece-se de si mesma,
Aturdida e perplexa julga-se fantasma
E a vagar vê-se perdida
Entre o céu e a terra.

Nesta hora sente-se perdida
como vento perdido pelos abismos do mundo,
sem alento, sem rumo a pobre vaga
como vagabunda, sem lar e sem abrigo.

Caminha por caminhos de difícil transpor
E sente pesar desconhecido...
Abatida desce ao charco mais profundo,
Imundo e cruel.

Não tem lugar de repouso
E nem sei onde mora,
Nunca teve, nem nunca encontrou.
Onde fica seu triste pouso?

Segue com seus pensamentos
E eles caminham no escuro
Já nem sabe que lado procurar
E não sabe que rumo tomar...
Pensa:
De onde vim, para onde vou?

Marta Peres

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