Enviado por Edson Cumbane em Ter, 18/09/2007 - 12:36
Jesus é o nome que pronuncio e reluz
É a verdade, a luz o, o senhor da cruz
É o simbolo da vitoria
O esplendor do dia a dia
Viva, viva com essa luz no coração
Seja fiel, leal e real como ele irmão
Jesus é aquele que é, que foi e ha-de vir
Viva nele, seja como ele, para de se iludir
Meu Jesus que morreu por mim
Meu Senhor que lutou até o fim
Meu redentor, meu Anjo, meu Serafim
Meu amigo, meu melhor companheiro
O seu nome supera qualquer dinheiro
Meu Doutor, meu Senhor, meu Engenheiro
Distante da realidade de vida
Vivida em minha trajetória
Rumo à esperada vitória
Deparo com minhas lembranças
Remoendo meu passado
Recordando os passos dados
Junto à felicidade
Momentos de alegrias
Que insistem em castigar
O meu pensar
Num caminho sem sentido
Inverso, mas regresso.
Já não me apresso
O pensamento inerente
Diferente e contente
Dentro da mente
Só consegue recordar você
Vida inseparável
Incógnita recordação
Fere o coração...
Das mais longínquas
forças existentes
dentro do próprio eu
Numa alucinada
e assídua busca
desenfreando meus desejos
ao verdadeiro amor
existente em pensamentos,
criando um mundo lendário,
dum poeta imaginário
Que sonhas com o luar
em amar e amar...
Que consegues duma flor
amenizar a dor
transformando ela em amor
para um lindo beija flor.
Que pensas ter parado o vento
para dar tempo ao intento
das rimas e versos
Quando ao inverso
duma realidade
de pura saudade
a despertar em lagrimas
quentes banhando a face
recordando uma frase
escrita dentro dum desenho
em forma de coração.
O tempo amarelou
a folha branca
Mas não apagou
os instantes daqueles momentos
Que insiste em ferir meu peito
deitado em meu leito,
sonho com tudo,
fico mudo
Só ouço o soluço
do meu sentimento
designado ao tormento...
Hoje acordei com gosto de alfazema
rosas e sedução na boca
estava só
dentro dos pensamentos.
nitidamente senti palavras
roçando-me a pele,
colando lábios quentes.
Pulei da cama com vontade de tê-las
O relógio gritava:
Você tem que ir...você tem que ir...
Vesti-me e saí.
As rosas duraram por todo dia.
trabalhei enebriado.
Juro, quero apenas encontrá-la
letra endiabrada
provocante e sedutora.
Quero lamber teus dedos
abraçar a tépida tez
palidez rósea e macia
vem que a lua nos espera.
enrolados comeremos maçãs
no pecado noturno
devorando e
transgredindo.
Paredes e ouvidos
supostamente ocos
gritam à dedos desvalidos.
aquela noite
ardia vermelha taça
na boca de teus seios
o cigarro parado queimava
enquanto veias entumesciam
era o maldito desejo a dizer:
quero-te!
quero-te no lençol sangrento.
quero-te na noite infernal.
quero queimar sem cinzas
abocanhar tua voz
na renda desenhada
de teu pensamento
perfurando histórias in contadas
e extrovertidas
às gargalhadas.
quero-te na ausência
do cheiro forte que exalas.
quero-te mordendo
até que possas saborear
cerejas desfazendo-se
em roucas letras
ainda por se formar
somente porque
esvaziaste e consumiste
o gole fatal.
sem entender o porque
estou limpo
lavado e barbeado
a espera de que algo aconteça.
Pedra Grande, a cidade inteira, à seus pés,
Vento cantando, e o sol intenso a brilhar.
E nesse recanto tranüilo, e mágico que a natureza criou.
Você se transformou, em milhões de pontos cintilantes.
Cada partícula de cinza, do que se transformou seu corpo,
Foi levado pelo vento, livre e solto pelo ar.
Nas asas transparentes, de um anjo lindo à voar.
E recebendo os raios do sol, ia se transformando.
Em milhares de borboletas coloridas, que voavam pelo céu.
Nesse lugar lindo, e imenso, que quase se mistura ao céu.
Com certeza você, vai continuar a voar,
por entre as nuvens brancas de algodão.
Por entre as pedras esculpidas, pelo força da chuva, e do vento,
Vai cantar e dançar, com a brisa leve, e perfumada.
Fará parte do dia, da noite, do sol, e será arco-íris colorido.
Depois que a chuva cair, como uma gigante gota transparente,
Flores nascerão, por entre as pedras.
E a vida vai permanecer, sobre esses rochedos.
Assim como as ervas daninhas, e as flores, você também viverá.
Pois o espírito não morre nunca, é eterno.
E no espaço, e no tempo, você se eternizou.
Reluzirá em cada raio do sol, todos os dias.
E cada estrela do céu, terá o seu brilho.
A brisa será leve, e perfumada como seu riso.
As chuvas que caírem, serão suas lágrimas,
que apagará o pó, e aliviará a alma sofrida!
Você será isso, e muito mais...!
Você será a própria existência...!
Direitos reservados*
Cecília *Poema feito p/minha filha Fernanda em 10/04/07*
Enviado por Soninha Porto em Ter, 18/09/2007 - 03:36
Meus olhos marejam,
Onde estás meu amor?
Iluminados por lágrimas quentes,
Lembranças... Momentos... Que seja!
Venham... Não tenho medo da dor.
O sorriso à minha frente,
Sorrio também.
O corpo sedutor... Vai e vem,
Lábios macios, beijos ardentes,
Quase posso senti-lo meu bem.
Lágrimas caem...
Lavam o rosto...
Limpam a alma.
Aqueles gemidos de prazer...
A voz rouca, palavras indecentes,
Desejos, delírios, fantasias como torrentes.
Sinto o corpo todo a arder.
Lágrimas jorram... Lindas!
Testemunhas de o meu sofrer,
Companheiras de sensações findas...
A ausência incomoda,
Marcas, pedaços, retalhos.
E agora? Lágrimas.
O silêncio, o vazio, o nada.
Meu corpo ainda é a tua morada,
Tem encantamentos, calor,
Está limpa, enfeitada, perfumada,
À espreita... Ao passares, entra ela é tua.
Estou aqui como à beira da estrada,
soninha porto
um dos mais lidos no recanto das letras
Apenas por um momento
Eu queria acreditar
Que o sol da liberdade entoada em hino
Iria brilhar neste instante
Que a igualdade que se diz penhor
Seria conquistada por pernas fortes
E há liberdade um dia bradada
Seria desafio até a morte
Pátria, amada
Brasil!
Que o sonho intenso vivido
Em 180 milhões de corações
Em amor e esperança
Resplandecesse no céu
Onde o azul infinito desponta
As estrelas resplandecem
E que o gigante por natureza
Belo, forte fosse mesmo virtuoso.
E não desrespeitasse tua grandeza
De terra adorada
Pátria amada.
Brasil!
Mas caminhando placidamente pelo gramado
Ao som onisso de um brado profundo
Entregastes a taça do hexa
Deixando de ser campeão do mundo
Impondo que a Bandeira em haste
Seja enrolada por mais quatro anos
Onde teus campos de matas verdes
O verde tornou-se dólar
De um bosque sem vida
De um amarelo com cor de ouro
Onde as maiores estrelas
Perderam o brilho que cegava os olhos
Que umedecidos acompanharam os abraços
De um acordo bem feito
Que fez doer dentro do peito
Mas amor será nosso eterno símbolo
E nossos corações serão as estrelas
Onde um tapete verde aguarda tua chegada
Mesmo amarelados pela omissão
Do compromisso com tua Nação
Relembraremos glórias passadas
E jamais fugiremos a luta
Adoraremos-te até a morte
Porque és tu Brasil
A minha Nação
País do meu coração
Mesmo que por um momento
Tenha sido esta enorme decepção.