Foto de Marta Peres

Distância

Não foi assim que desenhei minha vida.
Dela queria mais, sonhei mais
e me perdi dentro dos sonhos.
Como numa teia me vejo embaraçada
sem saída,sem um espaço para passar,
não vejo o sol, nem mesmo por uma fresta.
Quero ter esperança,viver livre
em uma liberdade onde a felicidade esteja.
Não consigo me libertar não mudo o passo,
vejo a distância cada vez maior, do meu amor!
Marta Peres

Foto de Marta Peres

Saudade de uma Vida

Lá fora o vento sopra forte
desperto,sei que são outonais,
sinto tremenda nostalgia
uma dor imensa sofro por ti,
sei que não verei jamais!

Não consegui trazer-te à minha essência,
Rompo histórias ásperas, vazias,
Estou cercada de lamentos, tristes ais,
ando aos farrapos alhures, noite e dia!

Tantas feridas estão abertas,
malgrado a luta que as lavrou
sob mentiras e verdades
deixaste-me a herança da tua ausência!

Hoje entrego-me a cultivar saudades
dos tempos que sei não irão voltar
perdi parte de uma vida
onde estão meus ancestrais?
Marta Peres

Foto de Marta Peres

Porto Inseguro

Como um raio você chegou.
Vi você.
Fez-me feliz.
Senti-me a mais ditosa
a mais completa
de todas as mulheres
mas, de repente
tudo mudou, quebrou
como se quebra um vidro.
Você, Porto Seguro
você mudou,partiu
sem rumo
foi se desvanecendo
em brumas de indiferença
de indefinição e incerteza
deixou-me na solidão...
Marta Peres

Foto de Marta Peres

Nostalgia

Quando o sol brilha no horizonte
sinto-me feliz
e
triste ao mesmo tempo.
Uma nostalgia bate no coração
deixando-me pensativa.
Sinto saudades de algo
que não consigo divisar.
Sinto a falta de seu olhar!
Marta Peres

Foto de Marta Peres

Dias Melhores

Sim, dias melhores deverão vir
acredito que nem tudo é noite
que a terra não é árida
há de brotar fruto no coração.
Marta Peres

Foto de HELDER-DUARTE

A FACE

Foto de HELDER-DUARTE

VENTOS SUAVES

VENTOS SUAVES

Vinde, vinde, ventos suaves;
E vós ventos do alto,
Trazei harmoniosos, cânticos de aves,
Sobre este jardim, neste plano planalto.

Tu manso leão,
Do cordeiro, irmão!
Vós rosas de vida!
Também, vós estrelas, no universo nascidas!

Avançai, sobre estes ventos uivantes,
E sobre estas águas, impetuosas,
Que a este jardim, são sufocantes...

Purificai, espaço este, que é vosso. Avançai!
Eis qu´ele já de vós, recordações tem, saudosas.
Paz vossa, aqui deixai! Deixai!

HELDER DUARTE

Foto de Dennel

Equilibrista desejado

Passaro no fio
Equilibrando o vento
Gato faminto

Foto de Dennel

Violando sentimentos

Um balanço vazio
Pensamentos em turbilhão
Não sou criança

Juraci Rocha Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Foto de Dennel

Brincando com o pecado

Senhor, livrai-me das tentações desta mulher, olhai para mim com Vossos olhos de misericórdia. Perdoai-me, se olho para estes seios palpitantes que me atiçam, estas coxas roliças que me fazem perder o juízo, estes cabelos sedosos que me alucinam. Senhor, evitai que eu me atire em seus braços em uma profusão de amor, com doces palavras sussurradas. Impedi que eu aceite o convite que me é dirigido tão docemente.

Que meus pensamentos profanos sejam perdoados; que sejam contidos os desejos mortais que percorrem meu corpo, em eletrizantes ondas de prazer, frente a esta imagem provocante.

Tenho o olhar preso da mais terrível loucura, que me entorpece os sentidos. As mãos suadas querem estender-se e percorrer com as pontas dos dedos a escura mata, explorando, por fim, a gruta dos prazeres infinitos.

Sejam refreados meus pés, que me fazem avançar para esta escultura de deusa, que de tão perfeita, torna-se imperfeita, pela proibição a mim exposta. Os suaves e provocantes aromas de femme fatalle adentram as minhas narinas, fundindo-se com o suor do desejo, exalado por minhas glândulas sexuais, que contra a minha vontade se multiplicam, deixando clara a minha concupiscência, que me lança antecipadamente nas ardentes chamas do Sheol.

Senhor, caso não alcance a Vossa benevolência, deixai-me perdido nos braços desta mulher, deixai que desfrute dos seus beijos, como se estivesse saboreando a fruta proibida. Permiti-nos que encontremos conjuntamente o mel que corre da dura pederneira, o maná produzido no Templo dos prazeres. E, caso morramos, que seja de amor e paixão.

Juraci Rocha Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

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