Foto de Fernando Vieira

Sinhá menina

Sinhá menina
(Fernando Vieira)

Levanta sinhá menina
Acorda vamos ver
Levanta sinhá menina
Ou não tem o que fazer?

Se avexe tenho pressa
Vem logo me ajudar
Passa ai esse café
Põe o cuscuz pra cozinhar

O dia já raiou
Menina venha pra cá
Pois se eu já me levantei
Porque que tu vai se deitar?

Vai catar o arroz
E debulhar o feijão
Prepara o baião de dois
E carne de leitão

Depois que encher o bucho
Nem pense em se deitar
Lave a louça do almoço
E depois vá estudar

Levanta sinhá menina
Acorda vamos ver
Levanta sinhá menina
Ou não tem o que fazer?

Foto de Codinome_UmaCocaCola

Da sua Darlin

Vou viajar para longe,
Não se preocupe eu volto!
Mas enquanto eu estiver longe
Se divirta, chore, ria, odeie, ame
Faça de tudo e não faça nada
Mas, principalmente,
Em todos os momentos
Lembre-se de mim.
Lembre-se de como era bom
Eu e você,
Das nossas brigas e
Das nossas brincadeiras.
Lembre-se de mim.
Lembre-se de nós!
Pois eu estarei fazendo o mesmo.
E se cuide.
Da sua darlin. Te amo!

By Codinome_UmaCocaCola

Foto de DeusaII

Bom dia Amigos!

Bom dia meus amigos!

Sei que não tenho aparecido por cá. Tenho andado um pouco ocupada com o meu 1º livro que vai ser lançada agora a 27 de Janeiro aqui na Ilha da Madeira. Intitula-se "no Silêncio de um Olhar". É um romance em poesia. Obrigado a todos por comentarem os meus poemas, e pelo incentivo que me levou a publicar o livro.
Agradeço igualmente à administração do site, pela divulgação das minhas poesias e por me considerar uma das melhores poetas de Portugal, sem dúvida que foi um incentivo muito grande. Gostaria que todos tivessem acesso ao meu livro, e gostaria de o distribuir a todos vós, uma vez que todos contribuíram para que este se tornasse uma realidade. Amo-vos do fundo do coração. E volto logo que esteja mais liberta.

Foto de Carmen Lúcia

Voo para a liberdade

Ando sem sentir o chão...
Voo? Indecifrável sensação.
Agora já posso voar...
Para onde?
Ainda não sei.
Há muito o que desbravar,
há pouco eu acordei...

Mundo sem fim!
Giro em torno de mim
vagamente,timidamente,
sentindo uma paz envolvente.

Aos poucos, conquisto meu espaço.
Volto e refaço
o mesmo caminho apertado
libertando a liberdade
incrustada em meu âmago,
empoeirada, amedrontada,
aconchegada em minha verdade.

Ameaçada anos a fio,
presa aos desafios
de viver,de fluir,
resplandecer, expandir.

Feito ave livre do cativeiro
alço voo embora rasteiro,
solo, único, primeiro...
Rodeio e volto ao mesmo lugar.
Quero me descobrir antes de partir,
certificar-me de que não vou cair.

Mantenho-me firme e calma,
livre das correntes da alma.
Corro atrás dos sonhos
e sofro pelos que já se foram
tragados pela velocidade do tempo.

Os que restaram,
serão razão pra minha inspiração.
O brilho do sol traz a esperança
que reflete sua luz...
E agora a liberdade é quem me conduz.

_Carmen Lúcia_

Foto de Cellyzinha

Dificil

Dificil é se apaixonar por uma pessoa tão incrivel...
Onde o querer não é suficiente...para que o não poder... possa se tornar possivel...

Foto de Arnault L. D.

Do tempo que não cabe (A canção de Jareth)

A vida continua.
Avulsa de nós
e do que nosso era...
Girando sol e lua,
as vezes lento, ora veloz,
simplesmente não espera.

Eu quero você
e não mais ter memória,
não ter história,
que após, mais nada importe.
Seja a vida, ou a morte.
Quero que mundo acabe,
que o tempo se estanque
que o durante se eternize,
enquanto a amo, seja sempre.
Que num beijo me consuma,
como estrela cadente...
Que tem no êxtase o perder.
Que os “por quês” se resumam
no ápice ao vazio.
Como eu a amo... tanto a amo.
Que vou quebrar o tempo!
Ou... perde-lo...

A vida continua;
avulsa de nós
e do que nos espera.
Girando sol e lua,
as vezes lenta, ora veloz
e simplesmente era...

Foto de CarmenCecilia

POETAS PAULISTAS BRINDAM ANO NOVO COM POEMAS

POEMAS:

Mirian Warttusch

Du Carmona

Carmen Cecília

SÃO PAULO BRINDA ANO NOVO COM POEMAS (NARRATIVA)

LINK PARA ESSE VÍDEO:
http://www.youtube.com/watch?v=jEIBy802mKQ

SÃO PAULO BRINDA ANO NOVO COM POEMAS

LINK PARA ESSE VÍDEO:
http://www.youtube.com/watch?v=S_MwSN4WtgM

Foto de Carmen Lúcia

Despojo

Quero despojar-me de meus bens.
Não os materiais, não os carnais,
mas os que fazem bem.
Não os que o tempo devora
e não devolve jamais.
Os meus bens mais preciosos
que enaltecem minh’alma,
não quando piso em falso
a encarar meu fracasso.
Não o pior, mas o melhor de mim.
Todos os sentimentos nobres
de meus dias melhores
encobrindo os ruins...

À mais exímia bailarina
esse dom que me fascina,
acrescendo a ela , ainda mais.
A alegria que me predomina
quando a noite dá passagem
a um novo amanhecer,
pra quem está prestes a descrer.
A tristeza que é só minha,
que choro quando estou sozinha,
pra quem não sabe chorar
e a dor aliviar.

O passado incrustado
das mais doces recordações,
momentos que nunca têm fim.
Recordar é viver, enfim.
O equilíbrio:razão e emoção,
em igual proporção
pra quem só é coração
e se perde na ilusão.
A dor pra quem não sabe sofrer
e que faz parte da vida...
O sofrimento lapida,
deixa a alma evoluída.

Devolvo essa saudade
que meu peito invade
pra quem se foi e a deixou...
Que a leve, pois ainda não vou.
Todo amor que ainda sinto
cultivado em jardins
pra sentir o seu perfume
exalado de dentro de mim.

E por fim, a minha inspiração,
ao poeta que faz da pedra, flor...
Que salve meus melhores versos
e derrame por todo universo
o amor!...

(Carmen Lúcia)

Respeite os direitos autorais.

28/06/2008

Foto de Carmen Vervloet

No Dorso do Tempo

Como apagar o brilho que emana da minh’alma
se é luz que vem de Deus, me abranda, me acalma?!

Sou uma partícula do divino e com ele tenho compromisso,
faço menos do que posso, mas aos seus ensinamentos,
até posso, (tenho livre arbítrio) mas não quero ser omisso.

Mas a vida nem sempre é generosa e me desvia do caminho,
oferece-me vitrines vistosas e me põe em desalinho.

Busco então reservas guardadas no gene e no coração
e a luz que vem da alma me aponta a direção.

Recomeço a caminhada fortalecida por meus erros,
caminho no passo que posso, sem afobação, nem exageros.

A idade tem sido minha maior aliada,
sobre o dorso do velho tempo faço minha melhor cavalgada.

Peregrino do universo, numa caminhada sem fim,
vou adubando as sementes que caem no meu jardim.

Foto de José Pessoa

Guerra Aberta

Foi ontem quando me pediste
Para levantar a minha bandeira
De caveira negra.

Foi ontem que me disseste
Pela primeira vez que me desprezas
Foi ontem, sim foi ontem
Foi ontem que tudo começou.

Mostraste-me pela primeira vez
Sentimentos, palavras e emoções,
Actos e sensações

Mostraste-me o que é,
O que é viver sem ti,
O que é ter saudades,
O que é a revolta e a angustia,
O medo de não te voltar a ver.

E hoje começou,
Esta guerra aberta
De silêncios e ilusões
Falsas paixões, emoções.

Hoje dou por mim perdido,
Sozinho e sem sentido
Por estas ruas de lobos,
Lobos negros como eu
Lobos que se escondem na escuridão
Dos corações de pedra que enfrentaram
E de todas as dores que enfrentarão.

Hoje dou por mim
A olhar-te nos olhos.
A batalhar-te,
A combater-te,
Neste campo de batalha escuro e gelado.

Se soubesses como é
Ver-te todos os dias
E saber que não voltas,
Viver nesta guerra aberta
Esperar por alguém o resto da minha vida,
Alguém como tu,
Alguém para me amar, marcar
E apaixonar-me uma ultima vez.

Mas quando iremos
Içar as nossas bandeiras brancas
Pôr as nossas diferenças de lado
Voltar ao que éramos e não éramos.

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