Foto de jairo Vianna

Mãe

Certo dia um rapaz chega em casa,mais um dia havia se passado ,ele lembra do haviase passado pela manhã,na qual ele havia tido um desavença com sua Mãe que ralhava com,por suas constantes faltas a escola,com suas más companhias e com total falta de vontade de progredir na vida. Ele porém descordou veementemente dela,e não ficou por baixo,falou um monte de coisas prar ela também, e no calor da discussão,antes dele sair batendo a porta, escutou :
- Filho você ainda irá se arrepender!!!
E agora ele retornara,já era a noite,a casa estava vazia,seus irmãos não estavam,procurei por todos os cantos e não vi ninguém,sai na rua e perguntei a um vizinho,ele ficou me olhando de modo pensativo e receoso mas mesmo assim me disse:
- Sua Mãe.. Ela ...Sua Mãe faleceu...
Fiquei desnorteado, sem rumo,sem chão,neste momento ele se lembra de tudo que tinha feito e falado,seu coração se encheu de amargura e tristeza,podeira ter sido diferente,quantas vezes ele deixou de falar que a amava,de dizer o quanto ela era importante para ele, e agora tudo acabou, se sentiu sozinho, seu mundo desabou e ás lágrimas não cessavam,tudo ficou vazio,pensou até em se matar por causa do arrependimento,mas derrepente uma luz brilhou:
Era sua querida Mãe que entrou no quarto, chamando:
- Filho, acorda amor você não vai a escola??
Moral da História:
Valorize está jóia rara, que chamamos de Mãe e por mais que ás opiniões seja divergentes,ela sempre está falando para nosso bem.
Baseado em uma história real

Foto de Lady Godiva

#4

A distância não traz só a saudade. Muitas vezes, traz também a sensação de que afinal somos capazes de viver sem o outro.

Foto de Carmen Vervloet

QUANDO A POESIA CHORA

A poesia chora...
Quando a cena é a mão que apedreja
e a palavra machuca o coração,
terra sem escape...
Jardim onde a flor fenece
junto ao tempo que passa indiferente
e deixa pra trás uma saudade latente!

A poesia chora...
Quando os ouvidos se fazem surdos
ante os gritos da natureza ensanguentada
que caminha destroçada rumo à morte
e poucos se curvam frente seu infortúnio
e sua sombra se move sobre o futuro,
catástrofes que destroem o porto seguro.

A poesia chora...
Quando ninguém ama ninguém
num mundo onde o egoísmo é rei
e a vaidade apaga a luz que brilha
sem pausas, sem lanternas, sem faíscas, sem velas...
Erva daninha brotada do veio da seca terra,
lâmina afiada que sobre todos se enterra.

A poesia chora...
E já nem molha o papel!
Máquinas, engrenagens, computadores
robotizam os endurecidos corações
e a terra qual fria e impermeável pedra
povoada por semideuses de aço,
sentimento implodido, pedaços de amor no espaço!

E em cada lâmina que fere a vida,
a poesia já nem chora...
A poesia afoga-se em lágrimas
e morre de dor!

Carmen Vervloet

Foto de Osmar Fernandes

O leitor é a alma da obra de um escritor

O escritor escreve o que o poeta, o contista, o novelista, o jornalista sentem. Suas emoções revelam-se nos livros, nos artigos de jornais, na internet... Portanto, o leitor tem que entender que, as inspirações redigidas pelo autor, têm sentimento do escritor, mas, nem sempre se refere a ele. Cada tema, cada assunto, tem suas peculiaridades.
Para o poeta basta ver uma folha cair de uma árvore que, sentimental como é lá vai ele poetizar... Basta ver ou ouvir o problema de alguém que, o escritor se incorpora a um personagem literário e pronto, vem logo um tema, e o conteúdo nasce automaticamente.
Claro que esses sentimentos têm suas variáveis... O poeta, de todos, é o que tem um dom mais apurado, requintado além da terra, dos sonhos, da vida, do coração. Os demais têm um dom pragmático, ousado, que é aperfeiçoado no seu cotidiano. Todos têm o seu valor axiomaticamente.
Não se pode confundir o texto de alguém com a sua ideologia, com seu jeito de ser, de pensar, de agir... O texto nada mais é que um sentimento tomado de uma síncope do momento, do fato, do estalo.
Logo, o personagem pode ter vários sexos, cores, dogmas... Ele é incorporado daquele instante, sem se importar com essas determinantes.
Cabe ao escritor pôr no papel o papel do seu personagem. Ele tem que viajar na sua cabeça e no seu pensamento, e obedecer ao condutor, que o dirige. Confundir o redator e o personagem é o mesmo que não entender o corpo da literatura.
Obviamente que o escritor também pode ser o poeta, o contista, o novelista, o jornalista... Mas, isso é coisa rara. Falar dele mesmo acontece de forma raríssima.
O sentimento tem vida... Ao ler um texto é necessário entender que cada assunto está revelando o que o personagem sente, entende, vive e morre. O leitor é a alma da obra de um escritor.

Foto de Arnault L. D.

Mergulho ( para Witch )

Seu coração é um lago
profundo e sereno
que protege segredos
nos espelho das aguas vago
refletido junto ao céu pleno
de luares, e de medos...

Seu coração é um lago
cercado de verde e flor
distante da estrada oculto.
Onde meu querer naufrago,
onde se esconde o amor,
camuflado, feito um vulto.

Seu coração é um lago
permanente vivo e secreto,
onde calo a minha sede, tanta,
aguas frescas e doces trago
e permaneço quieto
a me envolver nesta manta

Seu coração é um lago
onde me imerso sem dar pé
porque quero o mais profundo.
Quero afogar-me e nada indago,
mergulhar, apenas na fé
deste lago tornar meu mundo

Foto de Carmen Lúcia

Aos olhos da noite...

Aos olhos da noite
tudo pode acontecer...
Em tua penumbra
trancado qual tumba
um grito se cala,
a dor não se abala.

Aos olhos da noite
procuro esquecer
olhos que me olharam,
lábios que me beijaram,
amores que me amaram
e que deixei esvaecer...

Aos olhos da noite
eu tento esconder
o que me consome e me faz sofrer.
A sombra da noite é minha amiga,
na noite escura encontro guarida.

O abraço da noite é o meu acalanto,
é voz que me embala, suave é teu canto...
noite sem lua, tão nua na rua,
despida de afeto, de vida que é tua.

Escondo a nudez envolta em teu manto
enxugo meu pranto, me aqueço em ti...
Aos olhos da noite
sombria, orgia
vazia de lua, de sonho,
de encanto,
magia...

(Carmen Lúcia)
20/06/2007

Foto de Mitchell Pinheiro

Dia dos namorados

Hoje em dia as pessoas têm medo de demonstrar o romantismo para o outro porque não querem ser tomadas por caretas
Têm medo até de gostar e de se fidelizarem a alguém porque isto esta fora de moda
Vivem para se mostrar aos outros e fantasiarem uma satisfação pessoal nos moldes de um comportamento padrão
Não sabem eles que as maiores maravilhas da vida são reveladas quando dois corações se abrem e se sintonizam, quando duas pessoas compartilham com singeleza seus sentimentos mais puros
Uma união que propicia que as alegrias sejam dobradas e as tristezas reduzidas pela metade`
E é por isso que estou fora de moda e sou muitíssimo careta
Pois não tenho medo de retribuir as maravilhas que minha princesa me consagra

Como não ser careta se tenho em minha presença alguém que alegra e encurta o tempo até em fila de supermercado
Como não ser careta se até um trabalho doméstico de retirar vísceras de peixes se torna um momento agradável ao seu lado
Sempre haverão diferenças, mas não existe igualdade mesmo neste mundo, então o importante é o equilíbrio
E em vez de passar o tempo avaliando as diferenças, prefiro curtir as semelhanças e aprender junto novos hábitos
Portanto, neste dia especial, se eu tivesse que escolher por mérito, terias que presentear minha amada com todas as alegrias do mundo. Mas, diante da impossibilidade de tal coisa, ofereço toda alegria do meu coração já que esta grandiosa pessoa é uma das principais razões do meu alegrar.
E assim, valendo-me de toda minha caretisse, quero dizer que todo presente é pouco para alguém que és um presente vivo em minha vida.

Feliz dias dos Namorados

Foto de raziasantos

Alguém para chamar de amigo.

Alguém para chamar de amigo.
Quero um amigo que quando vir falar comigo olhe dentro dos meus olhos.
Alguém que explore meu interior desvendando os mais profundos dos segredos.
Um amigo que me ame e permita ser amado.
Um amigo que me aqueça quando eu estiver com frio.
Que divida comigo o seu pão.
Um amigo que me escute, e saiba ser ouvido.
Um amigo perfeito, mas cheio de defeitos.
Um amigo que não tenha medo de me repreender quando eu errar:
Que saiba dizer não mesmo que tenha que me magoar.
Um amigo que quando eu estiver em caminho errante me de a mão e me ajude encontrar o caminho certo.
Um amigo que me ensina a canção do amor.
Que me abrace, e me proteja do vil tentador.
Alguém que conheça o valor inestimável de uma amizade.
Um amigo do tamanho do meu coração:
Onde possa morar sem me sufocar.
Um amigo que me regue adube, mas nunca se esqueça de me podar.
Um amigo que quando eu for pega pela tempestade, e nas ondas do mar da vida meu barco começar afundar, se lance ao mar para me salvar mesmo sabendo que juntos podemos nos afogar.
Um amigo que saiba sorrir, pular, cantar...
Que esteja presente, na alegria e na tristeza, na saúde e na enfermidade.
Um amigo sem raça, cor, sexo, e sem preconceito.
Que tenha cumplicidade, sinceridade, honestidade.
Alguém que eu possa compartilhar os bons e maus momentos.
Que esteja ao meu lado nas noites solitária.
Alguém para chamar de amigo

Foto de Lucianeapv

VERSOS TANTOS...

VERSOS TANTOS... (Luciane A. Vieira – 08/06/2010 – 22:15h)

Versos são ventos
Lerdos... Incertos...
Voando em traços
Lampejos de sanidade
Ou loucura, talvez...
Quem sabe?
Estão tão retintos de
Pedaços de arte onde
A semente se parte e
Floresce novo amanhecer...
Versos são poucos
Tremeluzentes... Roucos...
Esquivos e soltos
Trôpegos... Marotos...
Trepidam leves
Terminam breves em
Sorrisos serenos ou
Soluços corroídos...
Versos se cantam e
Se encantam... mas
Versos são tanto espaço
Que soltos se firmam
No tempo...

Foto de Carmen Lúcia

Encenação

Como protagonista
executei o meu papel,
dei o melhor de mim,
mais do que podia...
Mais do que se exigia
e fui extremamente fiel
não sei se a mim mesma
ou à história que revivia.

Nunca uma encenação saíra tão perfeita...
Nenhuma cena precisou ser refeita,
não foi difícil encenar aquele amor,
mas foi difícil encarar de novo a dor.

Saí de cena...
(saí mesmo?)
Agora o impossível,
separar a história, a atriz,
da vida verdadeira,
da vida que restou,
da cena derradeira...

Confusa, já nem sei o que é real
...ou irreal...
Saio do palco, perco o chão,
sobra emoção...
E continuo contracenando com a ilusão.

Carmen Lúcia

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