Foto de Ayslan

Do amor, saudade ao esquecimento

Quando um dia pensei em escrever tudo que queria ti dizer era sempre noite o silencio ecoava no ar podia-se ouvir meu coração pulsar... Lá fora o silencia era rompido com a chuva, estou tremendo, mas não sinto frio... Estou chorando, mas já não sei se é de saudade ou de dor... Vai ver que não é nada disso, vai ver que já não sei quem sou... Sabe era de você que deveria aqui está falando, mas você se Foi e durante esse tempo venho tentando esquecer-te. Nos meus sonhos falta alguém, nas minhas lagrimas falta motivo e às vezes preciso lembrar-me do meu amor por você para poder esquecer. Essas palavras de saudades que machucam tanto só mim faz lembrar que um dia tentei deixar de ti amar... Só queria que soubesse que não consegui.

Foto de José Manuel Brazão

O teu olhar


Admiro o teu olhar.
fixo os meus olhos
nos teus…
pensas na vida.
nos sonhos que te invadem,
nas ilusões que tiveste,
nos dramas que esqueceste.

Os teus olhos
procuram os meus gestos,
a minha alegria de viver,
os meus mimos …

Sorris
e os lábios mexem,
com palavras de encanto,
tornando-os sensuais,
desejados
por um amor sofrido,
por um amor contido.

José Manuel Brazão

Foto de DENISE SEVERGNINI

DORMES EM MIM

DORMES EM MIM

Castigo nas rimas de um poema inacabado
Eu amada tua, sobrevivo da força de teu corpo tragado
Atada em ti, tua energia cresce e me abastece de prazer infindo...
Meu corpo assanha e te arranha, como gata no cio
Brinco e avanço na tua posse, sobrevivo
Rompendo as margens do teu rio me adentro
No teu pântano de amor...

Nas tuas entranhas me faço, desato o laço
Sorvo tua essência mais pura e linda , tal qual
Cristal a cintilar nas ondas de amor

Deságua em mim, teu leite morno
Dá-me o conforto do leito amado
Descansa em paz no meu regaço
Eu te abraço e dormes em mim!

Denise de Souza Severgnini

Foto de DENISE SEVERGNINI

PLENITUDE

PLENITUDE

Desdobrando alquimias
Seduzindo magias
Corpos revoltos
Pelos lençóis soltos
Carícias perambulando
As reentrâncias da carne
Cumes e vales que ardem
Ante o prazer iminente
A pele quente reage ao toque
Um ritmo intenso, like a rock...
Urgência de ao ápice chegar

Turgências saciadas e plenas
Grutas orvalhadas e serenas

Plenitude mágica de sedução e amor!

Foto de DENISE SEVERGNINI

DANÇA DOS CORPOS ARDENTES

DANÇA DOS CORPOS ARDENTES

Dois pra cá, dois pra lá
Num bolero magistral
Corpo a corpo deslizando
Num acorde musical
Os braços se abrem bailantes
Tornando-se aconchegantes
As pernas se enroscam feito notas
A deslizarem na pauta,confundem-se
Fundem-se em melodias harmônicas
Os corpos movimentam-se despacito
Como os primeiros passos da bailarina
Vão aumentando o ritmo, acompanhando a valsa
A música abrange o quarto-salão
A atmosfera exala paixão
A intensidade aumenta, a urgência se faz
A cadência muda, um tango traz
São sinos e canhões a espocar
O céu se enche de luz
Assim como a 1812* traduz
O compasso finda, abranda
A dança se acalma, uma berceuse para ninar
O amor ardente dançou
Na sinfonia que cada corpo executou

Denise Severgnini
http://denisesevergnini.multiply.com

*1812 é referência à uma obra de Tchaikowski, onde em seu final há uma explosão de sinos e canhões.

Foto de Carlos Henrique Costa

Há tempo para amar?

Amo a vida e tudo que ela me dá!
Chamo teu nome ao ver outro olhar;
Clamo e perscruto em ávido amar,
O lume que esse amor pode causar.

Perfume que incensa o ambiente!
Cume que se vê do oriente ao ocidente,
Medo de sonhar e não ter mais nubente,
Onde possa vir, a inibir, o ser doente.

É cedo para se amar com total esmero?
Aquilo que o coração não enxerga e quer?
Mas sente a cada batida que há espero.

Esse amor busca e ofusca essa mulher!
A mulher que um dia deslumbro e quero,
Em família viver, até quando Deus quiser.

Foto de Carlos Henrique Costa

Amor penitente

Vera paixão, num sentimento eloqüente,
Sobre fábulas, gestos, olhares, amplexos;
Sujeito a se romper, por não ser nexo.
Mulher, jeito suave de ser pertinente,

Quando no homem nasce, amor penitente,
E sofre de dor, no lindo, porém, veloz reflexo,
Numa qualquer ilusão, que se torna desanexo!
Num amor ingênuo, de um cidadão decente.

Tolo, se não burrice, amar e não ser amado!
O maior dos dons: amar de coração aberto,
Ao bem que está, todo tempo ao seu lado.

É melhor viver união, num amor certo,
Mesmo que tal amor se torne demorado,
Um dia há de chegar, de longe ou de perto.

Foto de Thiago dos Santos

Querer

Querer ter o que não se pode
querer ser o que não se deve
querer falar o que não se explica
Assim eu vivo o dia dia.
A vida ela vai e vem
Você nem sabe que eu existo
Mas eu vou além...
Além de sua imaginação
Além de sua vida
Além de seu desejo
Além da minha vida
Se por um minuto Eu pudesse te falar
Mas não consigo
Pois me falta o ar
Eu correria até você
Mas fico sem chão
Não sei mais o que fazer...
Tento me distrair e não pensar em você,
Mas tudo em minha vida
Tudo em minha volta
Sempre me faz pensar em você!

Foto de Thiago dos Santos

Que seja

Amor és o que sinto por voce,
Fico noites em claro sem saber o que fazer,
As noites passam e nada vejo,
Só lembro do sabor do seu beijo...
Como era bom poder te amar,
O meu maior sonhar é ver o tempo voltar...
Para em seus braços eu me cobrir,
E da sua vida nunca mais sair.

Você é o meu sonho surreal,
Minha paixão sobrenatural,
O Meu desejo infantil,
Amor que nunca mentiu...

A sinceridade me condena...
Mas a minha ignorância é plena.
Eu sei o que sou, e o que eu faço...
Esse sou eu...
Apenas um homem apaixonado.

Foto de Carmen Vervloet

Poema Passageiro

Nasci no tempo de estradas
não pavimentadas
Ônibus saindo na madrugada...
Em dias de chuva
correntes nas rodas,
um dedo de prosa,
alegria no olhar!
Quimeras bailando
junto ao tempo
sem pressa a passar...
Da fazenda até a cidade
coloria-se a realidade
em poesia e encantamento!
Uma magia vivaz
eternizada
em cada momento...
Frutos cobiçados,
buganvílias dependurados,
cachos de felicidade
brotando junto à idade.
Hoje tudo é antagônico
aos meus sonhos anacrônicos.
Aviões supersônicos
que levam junto a paz!
Sou az
de sentinela,
faço-me tagarela
para não ouvir
o medo que me ronda
nessa onda
de violência!
Deus, clemência!

Carmen Vervloet

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