Foto de Sonia Delsin

NEM ME ARRISCO

NEM ME ARRISCO

Talvez amanhã
ou depois...
Talvez ainda nós dois.

Do futuro o que conheces?
E o que eu sei?

Eu sempre te amei...
Nas madrugadas frias.
Nas minhas tardes vazias.

Talvez ainda possamos nos encontrar.
Sentar e conversar.

Abraçar e beijar?
Nem me arrisco a comentar.

Foto de José Manuel Brazão

... mas um dia saberás...!

Como eu vivo
nesta imensa rebeldia,
de procurar
tudo o que é difícil
para conquistar!

Percorri
um longo caminho,
com pedras,
muitas pedras,
que retirei
uma a uma,
para chegar até aqui!

Parei
à beira desse caminho,
recordando imagens,
que ora sorria,
ora entristecia!

Pensei
se teria encontrado
o ser feliz!
Senti silêncio,
mas daí a pouco,
veio uma Luz
em forma de mulher,
que me disse:
…mas um dia saberás…

José Manuel Brazão

Um dia disse à Nanda que eu não sabia o que era ser feliz e ela respondeu-me: "... mas um dia saberás..."!

Foto de José Manuel Brazão

Coração de Mulher

Todos te olham,
todos te admiram.
Uns pela beleza exterior,
outros pela beleza interior.
Esta é infindável,
pelo encanto que transmites,
pelo amor que partilhas,
sem nada pedir.
Dar, dar e dar,
que te cria desilusões,
angústias.

Mulher ternurenta,
quase desistes,
pelos teus sonhos;
brotas lágrimas
como se fosse noite.
Atrás de cada noite,
virá um novo dia.

Numa dessas manhãs,
terás um sol nascente,
com tanta luz,
que encontrarás o caminho
que tanto procuras.

Caminho muito iluminado,
pelo teu coração,
coração de mulher.

José Manuel Brazão

A todas as Mulheres que revejam neste poema!

Foto de DENISE SEVERGNINI

TU ME AMAS...SEM TALVEZ, EU TE AMO

Se tu tens um pouco
Não só uma centelha
Do meu sorriso,
Mas uma tempestade
Tens o melhor de mim
Que faz tua pele vermelha
Diante de ti. Sorrias!
Meu tornado de beijos te invade

Poeta, tu me amas...
Sem talvez, eu te amo

Se tu lês os meus versos
Escancaro meu dicionário
dedicados a ti,
Entre os mais valiosos dos meus poemas
recebo os teus tão delicados
És o brilhante do meu mostruário

Poeta, tu me amas...
Sem talvez, eu te amo

Se tu sentes saudades minhas,
De um jeito que só eu sei
deixo-te as lembranças
Cravo certezas em teu coração
das noites nossas
Beijos loucos e roucos sempre derramei
tão amorosas
Fantasias marcadas com paixão

Poeta, tu me amas...
Sem talvez, eu te amo

Se tu me vês em sonhos
A realidade transita em nossa cama
como dourados sóis
Sinto sua fome saciada com brios
toda noite adoro-te
Tremor quente que inunda nossa chama
como prateada lua...
O amor que esquenta nossos frios

Poeta, tu me amas...
Sem talvez, eu te amo

Denise Severgnini
Gilnei Nepomuceno

Foto de DENISE SEVERGNINI

Eu te amo

Eu te amo

Da minha janela da alma,
Expressão mais pura, calma
Aberta, escancarada,
Que recebe luz encantada,
Falo-te de amor, único e meu.
Lume intenso que sempre ardeu
Desfolho meus rumores
Despetalo imagens em cores
Do lado de dentro, com cuidado...
Desenrolo aquele amor guardado
Sonhos em forma de pensamento,
Tão tênues como suave vento...
Crio primavera, falo com flores
Tinjo belos matizes nas incolores
Quero-as todas, como as quero!
São perfeições da vida que venero...
Daqui de minha janela, com leveza,
Flutuando em ti com sutileza
Balanço na rede do tempo... E espero.
Dedilho expectativa... Supero!
Eu te amo...

Por ti, eu clamo... Eu te amo!

®Sunny Lóra (versos ímpares)

Denise Severgnini(versos pares)

Foto de Thiago dos Santos

Agora eu sei

Agora eu sei
O que eu fiz pra te amar
Agora eu sei
O que você me fez
Agora eu sei
A pessoa que me tornei
Agora eu sei
Que nada pode mudar
Agora eu sei
Que eu já mudei
Agora eu sei
Que foi pra pior
Agora eu sei
Que a vida é assim
Agora eu sei
Que ninguém fica satisfeito com tão pouco
Agora eu sei
Que sempre tentam mudar
Agora eu sei
O que eu fui obrigado a fazer
Agora eu sei
Que gauei o preço com meu sangue
Agora eu sei
Que joguei tudo para o alto
Agora eu sei
Que desistir do amor
Agora eu sei
Que meu coração só tem maldade
Agora eu sei
Que perdi muito tempo
Agora eu sei
Que passei mal quando provei o seu veneno
Agora eu sei
Que você foi um erro
Agora eu sei
Que eu perdi horas pensando em você
Agora eu sei
Tudo que antes eu deveria saber
Agora eu sei
Que é tarde saber
Agora eu sei
Que nunca mais vou amar você!

Foto de José Manuel Brazão

O choro pode durar uma noite...

Pela noite
vem a magia,
o silêncio,
a reflexão!

Vem a a Lua,
com a paixão
e o amor!

Vem a nostalgia,
com a tristeza
e o choro!

Vem o sonho
de ideais, ambições,
lutas:
conquista ou derrota,
mas com a esperança
que o amanhecer
traga a alegria
de um novo dia,
que faça esquecer,
aquele choro…!

José Manuel Brazão

Poema baseado numa frase pública de NANDA Salles:
“O choro pode durar uma noite… mas a alegria vem ao amanhecer…”

Foto de Carlos Henrique Costa

O amor acontece

Eu quis, pude e assim a conquistei!
Senti seu perfume antes de a senti,
Já via seu sorriso, antes dela sorri!
Era um sonho, que um dia já sonhei.

Não sei, o que acontece ao que terei,
Importa hoje é o amor que eu vivi...
Na canção improvisada que escrevi,
Para descrever o sonho real que viverei.

Loucura! Não! É fé, é amor, é paixão!
Onde no coração bate e ninguém vê,
Onde as pernas tremem em profusão,

E onde olhos brilham ao se perceber!
É assim: eterno, sem fim, sem explicação,
O amor de quando se ama algum viver.

Foto de Carlos Henrique Costa

Perfeito, se perfeito for

Fulgura de um clarão que rasga o peito,
E vence o perfeito apogeu de um saber,
É claro que foi sem ao menos perceber,
Mas galgou o adormecido amor desfeito.

E assim venceu a dor e todo o defeito,
Que inferiorizava um pobre povo de poder,
Entretanto, se o sujeito o medo vencer,
Pode também um dia torna-se perfeito;

E enfim, se em tudo buscardes coragem!
Terás a força absoluta para as vitórias,
Que se queira construir na sua viagem.

Mas enquanto permaneceres sem glórias,
Ficaras sempre na mesma paisagem,
Vagando pelas sombras das tolas histórias.

Foto de Carlos Henrique Costa

Nostalgia

Cantei meu amor, entre o azul do céu!
O mel de tua boca, quando teu beijo,
Sentir no ar que respiro, divino ensejo,
Grau diminuto no olhar precioso do teu véu.

Sobre as nuvens gotas do colírio vejo,
Fragmenta o chão telúrico desse réu,
Na fria face, o doce desejo ao léu,
Em buscar o amor na dor que prevejo.

É fantasia, é ilusão o sonho utopia...
A magia extrema da solidão do dia,
Quando a saudade arde no coração.

Aquele dia amarga triste recordação,
Teu beijo; quero mergulhar na nostalgia,
Por não cantar mais a nossa canção.

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