Foto de alentejana

««Mundo dorido««

As dores do mundo eu queria tomar
Queria atá-las num laço apertado
Num rio profundo as ia deitar
E o homem podia dormir descansado

Neste velho mundo cansado
Entre guerras, fome, e dor
É tão difícil passar ao lado
Do mendigo que só quer amor

Do velho que esconde a dor
Num triste sorriso sem graça
Tentando conter o clamor
Do grito que cala com raça

Velhos e meninos sentados na praça
Vão estendendo a mão, pedindo o pão
A quem por eles com pressa passa
E nem os olhos levanta do chão

Será que o passante não tem coração
Ou será que se esqueceu de dar
Será que vive na ilusão
DE QUE NUNCA IRÁ PRECISAR!!!!!!!!!

Antónia Ruivo ... Novembro de 2007

Foto de tiago morao

Meio homem inteiro

Meio homem para viver
Meio homem para morrer
Mei homem para amar os que os ama
Meio homem para falar com aqueles que o admira
E um Homen inteiro para dizer como e bom a vida
Enquato a vida a esperança na paz da terra e no mudo inteiro.

Foto de tiago morao

Algo que podia mudar em mim

Eu sou um rapas rebelde mas eu nao sei como mudar se souberem de algo que me pssa fazer mudar porfavor digam :-/

Foto de tiago morao

Um grande amor que eu desejo

A uma raparia que eu tanto gosto que ela nem sabia mas houve um dia que lhe disse mas ela disse que so queria ser minha amiga e eu tive que asseitar porque uma amizade vale tudo mas eu nao vou desistir de a ter ao meu lado e o nome dela e suzana.

E uma rapariha bonita simpatica e meiga tudo o que uma rapariga pode ter e que eu gosto ela comprimenta-me quando a vejo e ela sorri para mim eu fico parado e abismado sem fazer nada e agora não o que fazer para a conquistala.

AMO-TE Suzana

Foto de Sonia Delsin

ÁGUAS PASSADAS

ÁGUAS PASSADAS

Moinho do tempo...
Envolto num nevoeiro.
Tudo tão passageiro!
Sabe o que é balançar-se numa pinguela a sorrir?
Será que alguém consegue resistir...
às sensações que volta a sentir?
Mil sementes no vento a explodir!
O pântano das lembranças...
Uma vitória régia.
O vôo de um paturi.
O estridente som de um tiro certeiro.
Ó não! Que dor!
O passado me volta inteiro.
E meu coração... às lembranças...
quer sucumbir.

Foto de Sonia Delsin

BEIJOS DE AMOR...

BEIJOS DE AMOR...

Lábios entreabertos...
Chamando para um beijo.
Era tanto desejo.
Tanto querer e tanto sofrer.
A mulher os tinha úmidos.
Ávidos.
Quentes.
Exigentes.
Os dois caminhavam por uma estrada vazia.
A vida corria.
Imaginavam tantos nãos.
Quando a vida dizia sim.
Quando tudo podia ser tão simples assim.

Foto de Darsham

Perdão Meu Deus!

*****
****
***
**
*
Mais um dia de terror. Não conseguia aguentar mais. Ela simplesmente bateu a porta e disse não ao seu presente. Deslizou pelas escadas, encontrou caras, ouviu vozes dispersas, de conteúdo vazio. Procurou na sua memória onde estava estacionado o seu carro. Desejava teleportar-se naquele momento para os confins do universo, onde não fosse mais que uma pequena partícula, desejava que as vozes que teimavam em toldar-lhe a mente se dissipassem nos segundos que marcavam o tempo e que se transformavam em passado.

O frio que se fazia sentir, naquele dia, apesar de o sol se querer mostrar, gelava-lhe a alma e no entanto sabia-lhe bem, atordoava-lhe os pensamentos, sacudia a sua mente e transportava-a para outro plano.

Chegou ao carro, entrou, trancou as portas, ligou o rádio e chorou…baixinho, para que só ela ouvisse. Ficou assim apenas durante o tempo em que a música, tão sua conhecida, ecoou naquele lacrimejado silêncio.

Já na estrada, a sua condução era absorta…se o carro se movimentava, era porque sabia onde tinha que chegar…
Até que, algo lhe rasgou o manto taciturno em que estava envolvida e naquele momento temeu pela sua vida. Uma força desconhecida apoderou-se de si e travou o carro a fundo embatendo fortemente com a cabeça no volante. Naqueles milésimos de segundo, ela penetrou a escuridão e as trevas, para de novo alcançar a luz…

Tomou o comando do carro, agora com extrema atenção e lançou-se dali para fora, querendo apagar aquele momento da sua existência. O seu coração ainda estava acelerado pelo susto, na sua fragilidade recordou porque se encontrava naquele estado e chorou novamente…as lágrimas caíam desgovernadas pela sua face, para depois morrerem no seu pescoço.

Dirigiu-se para a praia. Só o mar lhe poderia dar o aconchego de que precisava naquele momento. Enquanto via a estrada à sua frente e o movimento frenético das ruas, tão próprio da quadra natalícia, apenas conseguia pensar que não pertencia a este mundo. Seriam as pessoas que não a compreendiam ou o inverso? Porque razão olhava para as pessoas próximas e lhe pareciam estranhos, defendendo a sua clausura, deixando que esta a absorvesse? O mundo era um lugar desconhecido para ela…

Sentia-se no término das suas forças e aos poucos ia abandonando o seu corpo. Parou o carro e dirigiu-se à praia. Descalçou-se e começou a caminhar junto à água.

As ondas batiam ferozmente nas pedras, enquanto o dia escurecia e a lua o anunciava…
Na vastidão dos grãos de areia, vislumbrava-se apenas um corpo prostrado, uma alma perdida que gritava na sua muda voz…

Num acto de extremo desespero brada aos céus:
- Deus? Estás aí? Não me ouves? Não me vês? Estou sozinha! Não tenho nada, já não acredito em mais nada, não sou nada! Ajuda-me! – E chorou, desesperadamente, como se a raiva e o desespero das suas lágrimas contivesse algum veneno lancinante, que acabasse com aquela agonia.

Desafiando todas as suas convicções e crenças, levanta-se do chão, ergue as mãos ao alto e berra:
- Acreditei em Ti, depositei em Ti toda a minha fé e hoje vejo que acreditei numa ilusão. Se Existisses não Deixavas que eu morresse em vida, vazia, desabitada…Já não tenho mais fé, já não sou ninguém… – Deixou-se cair sobre a areia e assim ficou, impávida a olhar o mar.
Repentinamente o vento acalmou, dando lugar a uma brisa suave. A água deveio cetim e as estrelas pronunciaram-se sobre o céu, ganhando vida própria.

Ela continuava exactamente no mesmo lugar, mas agora já não estava sozinha. Ao ouvir o seu nome, ao longe, reconheceu aquela voz e virou-se para se certificar. Ao levantar-se sentiu-se inundada por uma sensação de estranha paz e sorriu perante a confirmação do que havia pensado quando ouviu o seu nome ser chamado. Era a sua amiga, aquela a quem tantas vezes havia chamado de anjo por sempre a tentar resgatar da solidão em que vivia.

Abraçaram-se cúmplice e carinhosamente. Após um olhar repleto de palavras, deram as mãos e caminharam até à ausência dos grãos de areia. Ela apertou a mão do seu anjo, em sinal de agradecimento, fechou os olhos e disse baixinho:
- Perdão Meu Deus!

Foto de sinhinho

Teu Beijo

Quero me libertar do tempo
Imagino como será além desta vida
Queo me deixar levar
As minhas esperanças não as encontro
Estão perdidas, perdidas no tempo
Perdidas no espaço

Olho em volta e pergunto-me
-” Terei eu forças para lutar???”
Queria saltar para uma nuvem
E assim aprender a voar

Estes sonhos vãos, que se afastem,
Estas ilusões que se quebrem
Estou cansada da solidão
Estou cansada da dor que permance no meu coração

Queria apenas sentir o vento
No cimo de uma montanha
Abrir meus braços, sentir minha dor aliviar
Queria sentir a dor destas cicatrizes sarar

Queria permanecer assim , à mercê de ti
Vazia de dor, saudade, solidão
Queria sangrar, esperar teu calor
Entregando-me ao teu doce beijo
O beijo que me irá acordar.

Foto de sinhinho

Abraço

Queria um só abraço
Aquele abraço que tem sabor a carinho
Queria senti-lo no meu peito
Senti-lo como se fosse um ninho

Queria sentir, ouvir, cheirar,
O calor, o som, o sabor
O teu coração a palpitar
Enquanto o meu parava
Para o teu não perturbar

Peço-te um abraço
Para me aquecer
Tal uma manta
Onde me pudesse refugiar

Se o sol aparecer
Deixá-lo penetrar
Por entre as brechas do teu abraçar
Mas não será o sol que me irá aquecer

Dá-me um só abraço
Afasta os meus medos
Realiza os meus sonhos
Dá-me um enorme abraço
Onde possa imaginar as nossas vidas

Quando o momento terminar
Deixa o teu abraço comigo ficar
Pois será tão grande quanto o futuro
Pois será tão belo e intenso quanto o teu olhar.

Foto de sinhinho

Na noite

Acompanhada pela minha sombra,mais uma noite passada sozinha.
Nasce uma orquidea, fruto das lágrimas soltas a cada noite sem ti...
Nas noites sem luar,nas noites como esta, em que as lágrimas percorrem meu rosto triste e cansado
As lágrimas caem na jovem orquidea que nasceu, cada pétala enxagua, as lágrimas desta solidão
Encosto a a cabeça na minha mão...Lembro então o teu sorriso, o sorriso que por vezes me dás, que trazes com palavras, e palavras não encontro para o descrever. Teu sorriso é como uma luz, traz claridade, ilumina meu caminho. Teu sorriso vem agora numa brisa, uma brisa que faz as pétalas da orquidea dançar, meu cabelo esvoaçar.Traz o sabor dos teus lábios, retoca o sentido da saudade.
- Não te tenho, mas mesmo assim presinto o teu inigualável tocar.

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