Foto de Carlos Lucchesi

Poeta menino; amigo meu

...Desde menino sempre foi calado, quieto; do tipo que sentava na última carteira da sala de aula. Aulas de matemática?...Nem pensar! Seus pensamentos vagavam distantes nestas horas. Geometria era um verdadeiro horror! O que ele gostava mesmo, era ver o velho professor de literatura entrar por aquela porta, da sala de aula. Num instante seu sorriso se abria. Sentava-se ereto na cadeira, como se preparado para um momento especial. Olhos atentos, e mente reflexiva, voltados para o velho mestre. E quando ele começava a falar... Nossa! Não se continha em alegria.

Da última carteira, apressava-se em passar para a primeira, e ai de quem estivesse ocupando aquele lugar! Todos já sabiam: Na aula de literatura, aquele primeiro lugar pertencia ao menino-poeta, como era chamado por todos. O mestre falava e ele ouvia, como se as palavras tivessem algum tipo de mágica e exercessem sobre ele um feitiço inexplicável. O menino-poeta, logo se apressava em anotar tudo no seu pequeno caderno: cada palavra, cada frase. Nada passava desapercebido. Nem se dava conta do final da aula, ficava lá depois que todos saiam. Só mesmo quando alguém gritava: "Vai dormir aí menino?" É que ele voltava de sua viagem do mundo da poesia...
Ir para casa era um desafio: Os olhos pregados em suas anotações desviavam sua atenção dos carros que passavam quase na mesma velocidade que seus pensamentos. Volta e meia alguém gritava: "Quer morrer seu doido?" Com sorte chegava em casa! Lá, como na escola, não tinha muitos amigos. Podia contá-los nos dedos de uma de suas mãos, e ainda sobrariam alguns dedos acanhados. Poucos entendiam aquele menino solitário que só "batia bola" com seus livros.

Seu grande prazer era quando sua mãe lhe dizia: "Escreve menino uma carta pra sua tia". O mundo das letras era estranho a seus pais , mal sabiam escrever seus nomes, e nestas horas, era o menino que pegava lápis e papel, sentava-se em sua cadeira preferida e por sobre a velha cômoda, suas pequenas letras pareciam bailar. Que ninguém lhe chamasse nestes momentos; nem que fosse para comer! Sequer ouvia. Ficava lá envolvido em seus pensamentos.

Tive a sorte de ser um desses seus amigos contados nos dedos de uma das suas mãos. Sempre fomos grandes amigos na infância. Gostava dele pelo seu modo diferente de ser, e de ser capaz de falar comigo até pelo olhar. Eu também não era lá estas coisas que costumam chamar de "normal". Tinha lá meus parafusos a menos!

O fato é que nos tornamos grandes amigos e dos dedos de sua mão, passei a fazer parte do seu coração e ele do meu. Crescemos juntos, assim como nossa amizade. Ficava impressionado como as meninas gostavam das coisas que ele escrevia. Era admiração mesmo! Éramos tão ligados que ficava triste nas suas dores e me alegrava quando o via sorrir.

O tempo passou e o menino se fez homem. O coração do poeta batia mais forte, era inevitável um amor no meio do caminho.

Ele nunca quis me dizer o nome exato dela. A chamava de Ray. Só sei dizer que aquele amor transformou o meu amigo. Ficava impressionado com a forma que ele se referia a ela. Quase que eu mesmo me apaixonei, só de ouvir ele falar dos seus olhos cor de mel, da forma do seu caminhar e do brilho que tinha nos seus olhos. Meu amigo estava mesmo apaixonado! Ótimo, pensei! Seriamos três nessa nossa grande amizade. Foi engano meu, isso nunca aconteceu!

O mesmo menino que eu vi crescer, de pegar o lápis na alegria menina de escrever, parecia ter chegado em uma rua sem saída.

Depois disso nos vimos poucas vezes. Creio que ele até me evitava. Talvez vergonha do amor frustrado. Sei lá!...

Mudou-se sem nem mesmo se despedir de mim. Escrevi-lhe pedindo que mandasse notícias, e a carta voltou: "destinatário não encontrado". Tempos depois, descobri que o poeta que nunca deixou de ser menino morava aqui dentro de mim...

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

O VENTO...E BOAS NOTÍCIAS!

Cabelos soltos ao vento,
Notícias ao lento,
Estou feliz neste momento.
Belo o surgimento.

O vento me traz você.
Coração quer te ver.
Estou louca pra te abraçar.
Em teu corpo me enroscar.

O Vento é forte vindo norte,
Estou com sorte,
Tua chegada esta perto.
Não tem mais amor incerto.

Vento das boas vindas,
Traz meu amor, sem dor.
Ao leito desta flor.
Que exala amor.

Tua chegada, é um presente.
Como um dia quente,
Com os raios de sol, a nos aquecer.
Eu e você.

Vento como agradecer,
A tua ventania, só me trouxe alegria.
De trazer a minha alma,
Quem sumiu de mim, um dia.

Vento, vá avisar a todos, que estou feliz!
Traga-me, mas noticias, do meu amor.
Diga que estou repleta de amor.
Aqui á esperar a sua chegada.
Coração apaixonado.
Minha tristeza o vento levou.
E trouxe meu amor!

Anna *-* A FLOR DE LIS. (A.C.M.S.MARTINS)

Foto de CarmenCecilia

POR AMOR

POR AMOR

Por amor
Procurei-te nos meus sonhos
Imaginei-te caminhando
Ao meu lado
Fiquei com o coração descompassado
Em ritmo acelerado
Por amor...
Perdi-me para poder me achar...
E aí quem sabe te encontrar...
Aconselhei-me com a lua...
E brinquei com as estrelas.
Fui atrás daquele cometa...
Pra alcançar minha meta.
Por amor
Viajei pelas profundezas do mar
Em tempos de calmaria
Ou de tempestade
Fui metade ambulante.
Andarilho sem rumo
Com o semblante errante...
Mas a todo instante...
Tinha a ti em mente
Por amor...
Desenhei com as cores mais brilhantes.
Um mundo fascinante.
Nada me conteve
Nada me deteve
Pois por amor se escreve...
Nas areias do tempo
A todo o momento
Qualquer sentimento
Errei? Não sei... Nem questionei
Quis somar o meu sonho
Com outro sonho
Que também fosse seu
Para que assim você e eu
Não mais caminhássemos a esmo
E nada mais fosse o mesmo...
Simplesmente por amor...
Por amor simplesmente...

Carmen Cecilia

Foto de CarmenCecilia

POR AMOR

POR AMOR

Por amor
Procurei-te nos meus sonhos
Imaginei-te caminhando
Ao meu lado
Fiquei com o coração descompassado
Em ritmo acelerado
Por amor...
Perdi-me para poder me achar...
E aí quem sabe te encontrar...
Aconselhei-me com a lua...
E brinquei com as estrelas.
Fui atrás daquele cometa...
Pra alcançar minha meta.
Por amor
Viajei pelas profundezas do mar
Em tempos de calmaria
Ou de tempestade
Fui metade ambulante.
Andarilho sem rumo
Com o semblante errante...
Mas a todo instante...
Tinha a ti em mente
Por amor...
Desenhei com as cores mais brilhantes.
Um mundo fascinante.
Nada me conteve
Nada me deteve
Pois por amor se escreve...
Nas areias do tempo
A todo o momento
Qualquer sentimento
Errei? Não sei... Nem questionei
Quis somar o meu sonho
Com outro sonho
Que também fosse seu
Para que assim você e eu
Não mais caminhássemos a esmo
E nada mais fosse o mesmo...
Simplesmente por amor...
Por amor simplesmente...

Carmen Cecilia

Foto de CarmenCecilia

POR AMOR

POR AMOR

Por amor
Procurei-te nos meus sonhos
Imaginei-te caminhando
Ao meu lado
Fiquei com o coração descompassado
Em ritmo acelerado
Por amor...
Perdi-me para poder me achar...
E aí quem sabe te encontrar...
Aconselhei-me com a lua...
E brinquei com as estrelas.
Fui atrás daquele cometa...
Pra alcançar minha meta.
Por amor
Viajei pelas profundezas do mar
Em tempos de calmaria
Ou de tempestade
Fui metade ambulante.
Andarilho sem rumo
Com o semblante errante...
Mas a todo instante...
Tinha a ti em mente
Por amor...
Desenhei com as cores mais brilhantes.
Um mundo fascinante.
Nada me conteve
Nada me deteve
Pois por amor se escreve...
Nas areias do tempo
A todo o momento
Qualquer sentimento
Errei? Não sei... Nem questionei
Quis somar o meu sonho
Com outro sonho
Que também fosse seu
Para que assim você e eu
Não mais caminhássemos a esmo
E nada mais fosse o mesmo...
Simplesmente por amor...
Por amor simplesmente...

Carmen Cecilia

Foto de DAVI CARTES ALVES

GARIMPAGEM DE DIAMANTES NAS SEARAS DA LITERATURA 06

“ A resignação é um suicido cotidiano ”

Goethe

“ Poeta é um ente que lambe as palavras e se alucina ”

Manoel de Barros

“ Tu te tornas eternamente responsável aquele
a quem cativas ”

Saint Exupéri

“ Liberdade é fazer tudo o que a lei permite ”

“ Ninguém consegue escrever sem ter ao menos cem escritores em suas mãos...
ser irmão do silêncio, da areia, do céu constelado...”

“ Não há paraísos, há provisórias suspensões da dor ”

Cees Noteboom – Escritor Holandês

“ Cresci naturalmente, como crescem as magnólias e os gatos...”

“ Antes cair das nuvens, que do terceiro andar . ”

Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas

“ A literatura infantil, em vez de ser a que se escreve para crianças, teria que ser, a que as crianças lêem com agrado.”

“Literatura não é um passatempo, é uma nutrição”

Cecília Meireles

“ O autor, poeta, tenta esmaltar e envernizar com recursos estéticos, o que em outros é neurose pura ...”

“Não existem gêneros menores, mas pessoas menores diante de certos gêneros. ”

“A poesia é casulo de metáforas pungentes e radiantes ”

“ Neruda é um ciclone de imagens ”

“ Ele estava em uma felicidade de juntar guris ”

“ O autor que diz que na África quando um velho morre, uma biblioteca se queima...”

“ Se alguma coisa ajuda você atravessar a noite, não é de todo mal. ”

Acima,
frases extraídas do livro A Cegueira e o Saber, de Afonso Romano de Sant’Anna

“ Ser original é fazer do seu modo, o que os outros já fizeram ”

Ary Fontoura

poesiasegirassois.blogspot.com

Foto de Joaninhavoa

CHEGUE AQUI!

*
Chegue aqui! Ao pé de mim

Vem amor com jeitinho
Esse que só tu tens meiguinho
Como ninguém...

Vem dá mais um passinho
Um dois não tenhas medo
Chega aqui bem pertinho...

De mim. E toca-me leve levemente
Como passarinho macio e quente
Ai! Que me arrepias... meu bigoux
Encantado...

Ai! Que me arrepias...
Baixa essa rama estendida
Ainda agora récem nascida

Antes que a virtude lhe atiçe
O teu número Um de loucura
E depois? Eu que o visse

E ouvisse gemer por mim seria
Na secreta do dia que acarreta
N`alma do poeta... meu bijoux
Encantado...

Chegue aqui! Ao pé de mim

Vá não tenha medo…

Joaninhavoa, In "O Meu Amor"
(01 de Julho de 2008)

Resposta ao poema
"Vem Amor...", de Teresa Cordioli

Foto de adautophd

Adauto é para sempre...

Vai ver ele é um eloqüente...
Diz sempre o que tem em mente...
Porém é itermitente o que ele sente...
Uma coisa ardente...
Que aparece de repente...
Que não deixa seu coração ausente, carente...
Mas não tão dependente.

É tão Surpreendentemente equivalente...
Fiz esse poema porque sou diferente...
Então se fizer frio deixe que eu te esquente...
Porque nunca se sabe o que tem lá na frente.

Tente Nunca esquecer de mim completamente...
Pois certamente...
Você estará em minha mente....
Para todo sempre...
Mas o que importa é que o Adauto gosta de você realmente.

Eternamente....

Infinitamente....

Foto de Maria Goreti

PARA MANU HAWK E DEMAIS ESCRITORES DE POEMAS DE AMOR

.
.
.

Peço-lhes que leiam até o fim.

Hoje é, talvez, o dia mais feliz da minha vida!

Hoje tenho a oportunidade de me retratar diante de uma pessoa, com a qual cometi um grave erro e com toda a Comunidade Poemas de Amor.

Manu, não conheço você, ou talvez nos conheçamos até demais, já que aqui você se apresenta com pseudônimo.

Ao ler o teu poema Sinfonia, pela aparência muito forte com antigos versos meus, fui ver o seu perfil. Intrigou-me a data do seu nascimento. Imaginei, é mais um fake tentando tumultuar o site.
Tenho sido vítima deles no orkut.
Entrei imediatamente em contato com Fernanda pelo orkut, através de depoimento e aguardei resposta. Depois comentei com a minha parceira de poesia e algumas amigas muito íntimas. Quando uma delas me falou que também assina “Howk” em Poemas de Amor e, por não ter recebido nenhum pronunciamento de Fernanda, até aquele momento, vim e publiquei o poema “TOCA-ME” em parceria com Verluci Almeida e, num impulso emocional, denunciei o plágio.

Foi quando Verluci mandou para mim a seguinte mensagem:

“ *Verluci:
Boa Noite parceira de poesias e amiga querida!

Goreti... a nossa parceria é de 11-01-2007

Veja este link em 17-08-2005
http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=1411592&tid=
8921803&kw=sinfonia+manu+hawk&na=3&nid=
1411592-8921803-120778433&nst=55 ”

Fiquei muito embaraçada. Afinal, os versos que se assemelham aos do seu poema, contém palavras de um antigo poema de minha autoria, adaptado para compor a parceria com a Verluci. Perguntei-me como poderia isto ter acontecido, se os meus manuscritos datam de 1980 (tenho como provar, se necessário) e eu só estou no orkut há três anos, onde comecei a postar meus escritos?

Meu primeiro impulso foi apagar o texto, mas, uma vez lançada a pedra e se alguém saiu ferido, nada mais a fazer senão procurar o medicamento certo para a cura.

Não apaguei, nem apagarei, para que sirva de lição a todos, assim como está servindo para mim.

Como eu disse à Fernanda, por e-mail e depoimento no orkut, foi um erro meu acusá-la de plágio.
Reconheço que plágio é um termo muito pesado e até evito usá-lo. Releitura seria o termo mais correto, no caso, porém nem isto caberia, pois o meu poema estava no meu caderno e só foi digitado, já com as devidas alterações, para compor a parceria com Verluci.
Não sei que tipo de sintonia houve entre nós, se é que podemos dizer que houve, já que não acredito em coincidências, para escrevermos palavras tão próximas em épocas tão diferentes.

Sei dos transtornos e aborrecimentos e tristeza que causei a você e a toda a comunidade Poemas de Amor e peço desculpas a todos.

Quanto a você Manu, peço perdão, se conseguir perdoar.

Deixo-os muito à vontade para interpretarem da forma que melhor lhes aprouver.

Assumo meu erro, minha responsabilidade e suas eventuais conseqüências.

Agradeço a atenção de todos.

Maria Goreti Rocha
Vila Velha/ES – 01/07/08

Foto de Algeísa

Até quando?

Às vezes me pego pensando em você...
Por que não posso ser feliz ao seu lado?
Qual é o seu problema? Medo?
Ou o problema sou eu?
Será que não tenho todas as qualidades que você procura?
Será que eu não mereço ao menos que você tente?
Você conhece meu sentimento... Sabe o quanto gosto de você!
E não se trata de um gostar apenas...
Não se trata de querer um alguém comigo...
Trata-se de querer “você” para compartilhar meus dias...
Minhas horas...
Minhas conquistas e minhas derrotas...
Dividir com você minhas alegrias e minhas frustrações!
Dividir com você o que tenho de mais puro e sincero... O amor!
Amor que por vezes me sufoca e machuca o peito por saber que para você não passo de uma amiga...
Até quando vou agüentar?
Até quando vou suportar essa angústia...
Até quando terei de me comportar na sua frente e me segurar para não cair em seus braços pedindo um pouco de carinho?
Até quando?

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