Enviado por like_a_stone em Qui, 27/03/2008 - 14:08
Todos os dias que me sento nas escadas
Contando o antes e o depois
pergunto-me se algo
esqueceu-se da realidade
Oiço barulhos
vindos do piso de cima
olhando para a janela descodifico
os passos que eles dao
sozinhos no escuro
sentada sozinha
nao percebo o tempo que ja passou
olhando para as estrelas
percorro o maior caminho
que de soslaio
chama por mim
e nao me preciso de importar
por td o que ja passou
por td o que ja foi
por tudo aquilo que eu sou
continuo dormindo longe
daquilo
que outrora foi
e ja nao é mais
cada música que soa neste
piso diferente dos outros
morre devagarinho
com um respirar lento
terno
meigo
caindo no esquecimento
pq a chave deste lugar
nao quer ser encontrada
corre e brinca
com os sentimentos daqueles
que mais querem entrar
neste piso que nda
pode dar
Fica a janela
como ligação
do mundo
azul
uma muralha da realidade e da ficçao
fazendo td parecer interminavel
dentro das nossas cabeças
quebrando o ruido
pois hoje fico a olhar de dentro para fora
para um mundo que nunca
há de me fazer sentir importante
por aquilo que eu sou.
Enviado por Sonia Delsin em Qui, 27/03/2008 - 13:13
TE OFEREÇO
Eu venho te oferecer.
O azul infinito.
Veja como é bonito!
Venho te entregar numa bandeja de prata
uma estrela cadente.
Não ficas contente?
Venho te dar minha boca, meu riso.
Não é um convite para o paraíso?
Eu venho te dar muito prazer.
Sei que jamais vais me esquecer.
Essas flores que entremeias
nos arranjos da sua arte poética
ficaram ainda mais lindas e perfumadas,
qual ikebana de sensações n’alma,
um doce haicai floral
Que fragrâncias não emanam
deste arranjo multicolor,
incensadas num coleante e delicado
“vaso” de poesias & deleites
seus movimentos, inflexões, meneios
ao sopro-beijo do vento
possuem a mesma graciosidade ,
a mesma leveza sutil
que há nas curvas da jovem tulipa,
sob a brisa melíflua em fim de tarde
a mesma graciosidade,
que há no pouso da borboleta,
no mar de flores do campo,
espelhando e refratando
arco-íris perfumados n’alma
a mesma graciosidade e leveza,
o mesmo bojo de delícias
desta sublime orquídea,
que derrama de sua suave corola
aljôfares e ternuras,
no esguio tronco alquebrado
Essas flores que entremeias
nos arranjos da sua arte poética
ficaram ainda mais lindas e perfumadas,
qual ikebana de sensações n’alma,
estrelicías, gérberas, azaléias,
"cachos de acácias " ...
Enviado por carlosmustang em Qui, 27/03/2008 - 04:58
Algumas pessoas, são elas mesmas
Mesmo com a baixaria, a mixaria
São, o quê são, sem estripulias!!!
Elas riem, por estarem tristes.
Nao são compreendidas no seu ser
Só querem ter o prazer:
de viver a vida.
Convenhamos...
Um chicléte, uma porcária.
Que é pra ser curtida!
Com respeito e amor ao próximo;
Sempre como eu, procurando um simples viver!
Afinal so nascemos pra querer.
E, aqui estamos para "vencer"
Somente uma vida de amor...