Foto de Xiclarana

Amo-te

Se queres saber quanto eu te amo
multiplica as estrelas do céu
pelas gotas do oceano

Foto de HELDER-DUARTE

Amor

Quem me dera ser
Lágrima, e nos teus olhos nascer.
P’elas tuas faces correr
Abaixo, e nos teus lábios morrer.

Quem me dera ser
Água e p’elas fontes correr,
Para os teus lábios beijar, quando fosses lá beber.

O destino quis um dia
Com o nosso amor brincar,
Pensava, ele que podia,
O nosso amor separar!

Este poema é de: ARMANDO MEIRELES

Amigo de PESO DA RÉGUA

HELDER DUARTE

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"QUEBROU...."

“QUEBROU........”

Meu coração...
Quando dispôs dele e não o cuidou!!!

Minha esperança...
Quando a arrancou do meu peito!!!

Minha juventude...
Quando me fez acreditar que já era velho!!!

Minha saúde...
Quando tirou a crença da minha mente!!!

Minha inocência...
Quando me fez desistir dos sonhos!!!

Minha liberdade...
Quando me prendeu a ti!!!

Meu sorriso...
Quando entristeceu meus momentos!!!

Minha individualidade...
Quando me condicionou a teus caprichos!!!

Minha seriedade...
Quando me obrigou a mentir!!!

E por fim....
Minha tristeza...
Quando fostes embora!!!

Minha doença...
Quando mudei de hábitos!!!

Minha solidão...
Quando não me senti mais só!!!

Minha velhice...
Quando descobri que tudo ainda posso!!!

Minha prisão...
Quando descobri que posso voar!!!

Minhas lagrimas...
Quando me descobri sorrindo!!!

Meu desamor...
Quando me senti bastante amado!!!

Foto de Carmen Lúcia

Em busca de palavras, na rota do Sol...

Sigo a rota do sol,
Quando o vejo bem longe
Irradiando sua luz já branda,
Expondo um entardecer tranqüilo
De cores tênues e pálidas,
Antes do anoitecer...
Vou a busca de palavras
No lusco-fusco, esparramadas,
Abandonadas ao ocaso...
E minha alma se inunda
Nessa cascata que magia infunda,
Aura abençoada, tobogã dos sonhos,
Ondulações de cores
Suaves como o outono
de folhas caídas,
Tapete verde-musgo
mesclado de amarelo-ouro...
Trilha para a fantasia...
Crepúsculo que finaliza o dia
E que sacia a alma ávida do poeta,
Transvestindo rotas em magias
Ao nascer da mais etérea poesia.

Carmen Lúcia

Foto de Babyzinha

vida

Minha vida é um mar
Cheio de paixão
Mas tudo isso não diz
Tudo que está no coração

Apesar de tudo
Continuo viva
Tentando entender
O que é a vida.

by>Barbara C. G. Sevalho

Foto de Dirceu Marcelino

O TREM DA VIDA - DUETO - "AS LOCOMOTIVAS, SEUS CARROS E VAGÕES...

O TREM DA VIDA - DUETO
Dirceu Marcelino & Osvania Souza

I
Acordei.
A máquina a vapor apitava,
Despertava minha atenção.
Eu olhava a nuvem de fumaça,
Que se formava
E sonhava,
Eu queria ser maquinista de trem.

O tempo passava
As máquinas se acabavam,
Elas se transformavam.

Algumas
Lançavam pouca fumaça,
Outras nem isso lançavam.

Mas meu sonho continuava.
Eu queria ser maquinista de trem.

O tempo passava
As máquinas se acabavam
E eu estudava
Estudava
E queria ser maquinista de trem

O tempo passava,
Minha graduação aumentava
E estudava,
Estudava.

Agora
Olho o tempo que passou.
Não poderei ser mais
Maquinista de trem.

Mas, não tenho tristeza
Meus livros aumentaram
E sinto sou maquinista de trem

Do trem da vida,
Vida de meus filhos.
Que puxo,
Puxo pelos trilhos da vida,
Sem sombras,
Sem nuvens de fumaça
Com que eu sonhava !
I I
“LOCOMOTIVA DA VIDA!
(Osvania de Souza)

Olha meu amigo!
Você conseguiu vencer
Ser não somente um maquinista,
Mas uma locomotiva na vida.
Dedicando todo seu tempo.
Carregando bagagens valiosas.

Bagagens estas que te deram alegrias
Que preencheram teu mundo
Tuas horas vazias:
De sabedorias e fantasias.

Pensando bem meu amigo
Teu mundo foi mais divertido
Que o de uma maquinista de trem.
Teve ação e reação,
Verdades e ficção.
Choro, alegria e emoção.

Você com seus quatro vagões
Souberam tomar direções
Sem parar em estações.

Você meu amigo
Soube dar a teus filhos lições
De respeitar os direitos dos outros
E amar sem distinções.

Parabéns as duas locomotivas
Que souberam tão bem
Conduzir nos trilhos da vida
Os filhos preciosos que tens.

Vide vídeo-poema com o mesmo enredo em You Tube, endereço:

http://www.youtube.com/watch?v=7fE5aNx-zQ4

Foto de maria joaquina

A solidão de uma paixão

Eu não agüento esse dia
Esse é o dia mais...
...mais triste da minha vida
Com água, mar sem fogo e dor.
Mas isso não me importa
Nada me surpreende mais
Nenhuma dor me faz chorar
Mais parece um espinho de rosas
Em meu coração
A dor da solidão
A dor de não ter um perdão
De um perdão de coração.
Meu coração parece mias um mar de rasas
De rosas sangrentas
De rosas machucadas
Todas elas espinhadas
A dor de uma solidão
De um coração sem perdão
Mais isso não me surpreende mas
Nada já me satisfaz
Jamais um coração cheio de perdão
Ou um coração de uma grande solidão.

Gabriella Angelino

Foto de maria joaquina

Eu te amo

Eu amo ouvir tua voz
me dizendo coisas.
Eu amo ficar do teu lado
sentindo teu corpo no meu.
Eu amo teus beijos,
que saciam minha sede,
que cala a minha alma.
Eu amo teu perfume, teu jeito de ser.
Tudo em você me completa.
Ter encontrado você foi a melhor coisa que me aconteceu.
Sinto me feliz ao teu lado.
Voce é muito especial para mim e com certeza transformou minha vida e mudou meu mundo, me fez ver cores e flores que antes eu nao via, e com tantas as transformaçõesque fizestes em minha vida.
É porisso que hoje eu te digo com todas as letras, com todo coração: EU TE AMO.

Foto de diny

Amor

AMOR

ME LEVA PRO TEUS SONHOS
ME EMBALA NO TEU CARINHO
MOSTRA-ME O CAMINHO DA FELICIDADE...

AMOR VEM...DIZ BAIXINHO:
SINTO FALTA DE VOCÊ,
PRECISO DO TEU QUERER
DO TEU AMOR,
PRECISO DE VOCÊ JUNTINHO,
AH COMO PRECISO DE VOCÊ!

AH AMOR VEM ... DIGA,
QUE PRECISA DE MIM
QUE PODE FAZER TUDO
PRA ME LEVAR PRO SEU MUNDO
ME LEVA; QUE VOU!

POIS AMOR,
EU SEMPRE TE QUIS,
TE QUERO!
E PRA ME FAZER FELIZ
BASTA DIZER:
TE AMO...

DINY

Foto de Carmen Lúcia

Viaduto (in memoriam)

Nível divisório (e ilusório) entre dois mundos,
Que não se encontram, mesmo perto, sempre juntos,
Realidades paralelas, não se cruzam, se recusam,
A apoteose e o apocalipse, a discrepância, a discordância.

Em cima o sol, a passarela, a vida bela,
Poder sonhar, a ostentação, a ambição.
Embaixo a escória, restos de vida, degradação,
O submundo, o escracho, a solidão.

No alto, a vida indo ao encontro do sucesso;
Debaixo, escorrendo ao retrocesso.
Passa o burguês, indiferente à desigualdade,
E indiferente, o indigente...o que perdeu a identidade.

Muitos despencam lá de cima, lá do luxo,
Feitos suicidas, enclausurados pela dor...
Sombras que assombram, que retratam o desamor
São bichos-homens, vira-latas, degustam lixo.

E permanece lá em cima, a indiferença.
Todo o glamour, a arrogância, a burguesia,
E os maltrapilhos, recolhidos, embevecidos,
Com os out doors, os pisca-piscas...Zombaria!

Até quando esse cenário revoltante?
Só se aproximam pra tirar fotografias,
Virar manchete nas colunas de jornais,
Tão cordiais com tais problemas sociais!
E as soluções? Ora, quanta hipocrisia!

Quando acolhido pelo abraço maternal
E acarinhado pela morte, o indigente,
Seu corpo jaz, caído ao chão, sobre um jornal,
Do pedestal (aí se cruzam), a sociedade
Vem dissecá-lo para o bem da Humanidade.

(Carmen Lúcia)

Obs:Já havia postado essa poesia, mas não a encontro.

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