Foto de Bira Melo

VÍ, VINHA E VINHAS

Ví,
Vinha e vinhas
Vinhos saídos das vinhas
Maturados pra saciar a sede
dessa musa ou rainha!!!
Tu és bela Vi..., linda vinha.
Gosto do seu jeito suigênere...
Menina, moça, criança,
adulta e sozinha.
Sol que irradia as chamas lunares
De quem viu Vi e as vinhas!
Vinha tu, linda vinhas
Pra beber do néctar das fontes
Donde correm as águas das puras vinhas.

Seu CaraMelo (Bira)*

*diereitos autorais reservados

Foto de YUSTAV

Santo Antídoto

Vídeo-Poético: "Santo Antídoto" by Gustavo Adonias
.

.

SANTO ANTÍDOTO

"Meu coração imolado
Pela áspera lâmina da paixão
Corte transversal e profundo na alma
Mar alto de desejo e sofreguidão
Grito seco e alado
Faz estremecer os alicerces
E ruir as altas muralhas do espírito
Sem teu hálito noturno
O desespero é o meu mundo
Sob teus olhos me sinto vivo
E ao mesmo tempo vigiado
Doce claustro
Ser livre e prisioneiro
Salvo e condenado
À rubra fogueira de tua boca
Que amordaça minhas dores
E liberta-me o sumo do prazer esquecido
Louco veneno
Santo antídoto..."

(Gustavo Adonias)

*Poesia registrada na Biblioteca Nacional*

Foto de Jane Rossi

Trigueira

Trigueira
É na vida ,é na música
Igualdade e união
Teclas brancas e pretas
Formam a linda canção

É o preto e o branco
Que se unem no amor
O arroz com feijão
Tem um belo sabor

E a forma mais linda
De acalmar um debate
É a pausa que finda
Em leite com chocolate

E é dessa mistura
Que surgiu a trigueira
Cheia de formosura
Toda linda e faceira

Jane Rossi

Foto de Jane Rossi

Triângulo

Triângulo

A caneta dá um toque
Na folha, pinga a tinta
Desenhando levemente
Palavras, triste e bonita

Na folha, a deslizar
Transmite o pensamento
E o peito vai se livrar
Da angústia, do tormento

Essa dor que dói no peito
Ao papel foi transferida
O sofrimento, sem jeito
Está na página da vida

Poeta, papel, caneta
Entendimento milagroso
Na escrita se projeta
Um triângulo amoroso

Jane Rossi

Foto de Dirceu Marcelino

Ó MUSAS DO JARDIM ENCANTADO II

Ó MUSAS.

Ó POETAS,

Também, meus antigos e atuais Professores, ajudem-me a responder duas perguntas do Menino Marcelino, Bom Menino:

É possível escrever uma poesia sem letras?

Se alguém escrevê-la, que denominação daríamos a ele?

Não é enigma, pois, também, não sei a resposta.

Ó Diretora da Escolinha da Fernanda,

Me ajudem...

Por favor

Obrigado, a todos e me desculpem se a pergunta for inconveniente e inoportuna.

Foto de Raiblue

Corrompida mente...

.
.
Acordo...
Em desacordo
Com o tempo...
Entre as nuvens
Do travesseiro
Seu cheiro
Desperta
A fome...
Lasso anseio
Numa tácita manhã...
Hiberno no meu quarto
Inverno por um dia inteiro...
No blues da distância
Bebo as lembranças
Sorvo o sumo
Extraído do corpo
Nos dedos molhados
Procurando por ti lá dentro...
Pulsando...latejando...explodindo...
Absorvo teu gosto misturado ao meu
Vinho e veneno
Absolvo-te
Do delito maldito
Ex traída
Corrompida
Pelo apetite
Voraz da carne
Crua...lasciva...
Num sádico delírio
Claustro divino
De um deus pervertido
Demasiada mente humana
Desejo!

(Raiblue)

Foto de Bira Melo

POETAS

Vivo aportado
No cais de suas imaginações
Não é estranho,
Tão pouco salutar...
Pois , os poetas vivem
No cais de suas emoções
E por viverem sem razões
Aportam e criam.
Na retórica : sustentam-se,
Observam e vão
Como eu, vou e vôo!!!
Porque simplesmente somos
Puramente poetas.

S. CaraMelo (Bira)*

* direitos autorais reservados.

Foto de Bira Melo

LUXÚRIA E DESILUSÃO

O calor e a noite
O luar e a guarnição estrelar
O beijo e a ausência
Do diálogo abortado,
Do teu choro calado
Do meu riso debochado
Por teus projetos adulterados,
À espera da próxima poesia,
Do encanto que sentira
Ao conhecer o teu sexo
Tão cheio de tesão...
Tão desprovido de preconceitos
Que fragilizara meu coração!
Hoje , página suja e marcada
Na luxúria e desilusão.

S. CaraMelo *
* direitos autorais reservados.

Foto de Daemon Moanir

Pouco sei sobre amor

Pouco sei sobre amor.
Sei o que escrevem,
Sei o que sinto,
Mas pouco de tal é amor.
Tenho saudades de quando me era simples
Lidar com tudo isso, ou não,
Altura em que o frio era eu
E o amor só em poemas aparecia.

Sim, falta-me amor.
O bem que eu mais anseio,
Que me foge ou que me não tem…
Não vem…
Nunca me vem…não me ouve…
Não sei…

Como posso obcecar-me com o desconhecido?
Como posso procurar,
Se não conheço seu toque, seu cheiro ou sabor?
Como posso eu vê-lo,
Se não conheço suas vestes ou silhueta!?
Mas como posso ser eu,
Se assim eu não for?

Foto de Dirceu Marcelino

BOM DIA - Terça-feira - Retribuição a uma Boa noite de Segunda-Feira

“Tenha lindos sonhos . Deus o abençoe grandiosamente”

Estou lhe oferecendo um Bom Dia
Pois, recebi ontem uma Boa Noite.
De tu amiga que mui nos extasia

Com tuas poesias...

Dormi serenamente,
Com aquele acalanto
Em minha mente.

Acordei sorridente,
Levantei-me e escovei
Meus dentes.

Peguei meu neto no colo,
Saí andar sob os arvoredos.

Apanhei algumas flores silvestres
Uma pequenina
Amarelinha,
Outra azulzinha.

Mostrei-a para meu netinho,
Ele quis comê-la,
Tão pequenino,
Tirei de tua boquinha
Com carinho.

Retornei p’ra minha casa,
Passei no quintal,
Que já não é jardim,
Pois, nele só existe,
Agora um “pé de jasmim”.

Apanhei uma das florzinhas,
Tão cheirosas,
Formei um pequeno buquê.
Coloquei em meu porta-lápis
E comecei a escrever.

Não sei, agora quais são os odores
Que sinto,
Sé é do jasmim
Ou é a da Rosa (e)
Que olhas para mim.

Com brandura,
Com uma amiga,
Cheia de ternura
Por tudo isto te oferece,
Este amigo
Esse pequeno buquê
Ainda molhado pelas relvas do campo
Pelo sereno da noite bem dormida
Por tua boa noite,
Retribui-o
Com este singelo
Bom dia!!!

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