amor

Foto de Alexandre Montalvan

Amor Eterno

A terra úmida envolvia meu corpo
Desfalecido, lenta agonia
Que intensa dor jamais sentida
Era terra, e por terra cai minha teoria

Findo todos lindos sonhos
Turbilhão de falsos risos
Falácias e fatos imprecisos
Teias que desfazem o desconhecido

Desassimilo os meus encantos
Não posso, nem vou cair em prantos
Excito a dor que é alivio
Para meu pensar tão dolorido

Em meio às sombras eu te pressinto
Você me aponta o caminho
Estende as mãos buscando as minhas
Tirando-me desta cova fria

Neste momento eu reconheço
Eu te abraço não quero esperar
O nosso amor eterno
Nem a morte consegue nos separar

Alexandre

Foto de Anderson Maciel

AQUELES MOMENTOS

Lembro-me dos eternos e grandes momentos
que me regia a vida e me dava a esperança
crescendo eu ia pensando únicamente em você
pois seu amor era algo tão especial para mim

Fechei a porta de minha vida e pensei
nos dias em que choramos juntos
onde eu com meu violão cantei
a canção que jamais esquecerei

Um passado jamais esquecido
duas vidas apaixonadas
unidas por um único motivo
de amar até o infinito. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

JÁ NÃO DA PARA ESCONDER

Entre o brilho do seu olhar eu me perco
permeado de loucura e demasia
fico a sonhar com os momentos lindos
de uma noite encantada, ilustrada

Queria poder ser o garoto dos teus sonhos
a inspiração para os teus versos e poesias
cultivando aquele antigo amor
de uma moda antiga e fiel

Você é a mulher de minha vida
que me constrange em cada momento
me trazendo tudo quanto eu preciso
para poder ser feliz e viver. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

ENTRE AS DORES DA VIDA

Eu já não consigo imaginar
como ontem alegre sorria
e hoje triste fico a chorar
morrendo por dentro de mim

Vendo pessoas sem o sentimento
vivendo em plena falta de carinho
onde o nada circula e o coração não bate
mas parado vai morre sozinho

Grande e demasiada é a dor
que me faz relembrar dos dias
dos meus tempos antigos
onde o amor era sim o amor. Anderson Poeta

Foto de Arnault L. D.

Voz silenciosa

Se as palavras desaparecessem
ao sentir não faram diferença.
Pois, no tentar expressar, fenecem,
aquém da verdade, totalmente imensa...

Somente a fé no silencio meu,
para alcançar teu lado indizível.
Que ele me veja a mim, e veja eu.
Tal quero ao seus olhos ser visível.

E o que transcende os fonemas
no cantar dos olhos, no vibrar da vida
que os pensamentos brotem em poemas
além do que falam, onde a alma lida

No limiar do que não fala:
O gesto, olhar, toque e sorriso.
Na certeza calma, que se cala,
por mais que diga... Mais preciso.

E se o mundo fizer quietude,.
somarei a esta, minha pausa
Que neste não ouvir se desnude
a silenciosa voz de uma musa .

Foto de Carmen Vervloet

Coisas do Cotidiano

O pão quentinho sobre a mesa,
o bolo de laranja exalando um cheiro de infância,
a mesa posta despertando novas certezas,
alimentando a fé que a vida tentou levar com redundância.

Em cada gole de café que sorvo com prazer
um gosto de bem-querer por viver...
Açúcar que adoça o dia que se inicia
colocando minha mente em estado de euforia.

O espírito aberto em alerta,
dentro deste meu reino encantado,
ao redor a família que me completa,
no peito o coração feliz que bate acelerado.

São nestas pequenas coisas do cotidiano
que encontro minha imensa felicidade,
escudo que me protege de cruéis enganos,
milagre que ocorre com a maturidade.

Foto de Lucianeapv

AO SOM DE UM VIOLINO

AO SOM DE UM VIOLINO...
(Luciane A. Vieira – 30/01/2012 – 19:31h)

Na doce melodia eu me perco
E sinto ufanas notas em meu seio
Gracejando do ir e vir de compassos parcos
De meus passos se entregando ao vento...
Singelamente eu revoluteio
E sinto leves os meus pensamentos
Delineio a vida altaneira e lúdica
Ao som doce e singelo de
Flautas, oboés, violas, piano,
Permeio em nuvens plúmbeas
Ao solo cadente de um violino.
Música divina...
Música insana...
Repete... Estremece...
Esquece... Fenece...
Instaura a sua flama e depois
Em delírios se perde...

Foto de Anderson Maciel

SORRIR E NÃO CHORAR...

A dor aperta a minha alma
Os meus desejos já não são puros
Posso ver o fim da calma
Com a chegada de um infortúnio

Gritos de agonia eu ouço em meu leito
O sentimento me permeia a mente
Como uma droga vai caindo, lentamente
Deixando-me a beira de uma cruel solidão

Amores dolorosos de vidas perdidas
Pessoas a quem confiar uma verdade maldita
De onde não se vem aquele antigo sentimento
No qual nos faziam sorrir e não chorar. Anderson Poeta

Foto de Alexandre Montalvan

Amar Infinito

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