amor

Foto de Ozeias

Por você, por nós.

Se eu morresse hoje
por Deus, não ligaria
por nós, eu viveria
por você, eu morreria

Depois daquele olhar
Deus me livre eu continuar
vivendo sem seu me amar
sem meu te achar.

Foto de Magno Aquino Miramontes

Vintém do teu olhar

_ Vintém do teu olhar
_________________ Magno Aquino Miramontes
______________________________________

Ensaiei horas a fio a minha fala
Dediquei-me com afinco
Insisti muitas caras
E bocas
Investi n’outros trejeitos
Nem tão meus
Pra te agradar
Pra te ver olhar
Mas qual nada
Nunca olhas
Ataviar o teu dia
Eis meu plano
Tua cama enfeitei
Decorei enorme texto quintanesco
De Bandeira herdei a dor
Adornei ceciliamente
Cada verso e pausa
Com voz de fada menestrel e anjo
Vesti-me de intrépido
De insólito
Quase estúpido
Pra te agradar
Pra te ver olhar
Mas qual nada
Nunca olhas
Pintei a cara
Desandei a boca
Criei tipo
Troquei nome
Mudei hábito
Deixei casa amigos
Pra te agradar
“Até morri muitas vezes
Pra ressuscitar “melhor”
Pra te ver olhar
Mas
Qual nada
Nunca olhas
E se olhas finges tão
Bem ou mal me tornei teu
Pronto e perto sem igual
Ofereço-me com as damas
Da noite dia hora qualquer
Pra te agradar
Pra te ver olhar
Mas
Qual nada
Nunca olhas
Ignora até o fado que aprendi
Pra ti
Desmerece o sentimento
Da angústia que sustento
(Rima infame!)
Pra te agradar
Pra te ver olhar
Mas
Qual nada
Nunca olhas
Olha aqui moça
Qualquer hora dessas
Me canso
Não mais canto
Nem tento mais te agradar
De esperar inda me enfado
De sonhar-te me abalo
De pensar que vens desisto
De achar me perco e então
Faço verso pra primeira
Virgem louca ou rameira
Dou-me inteiro
Pra essa ou aquela que me der
Um vintém que seja
Do olhar teu que não tenho
Debruço-me nesse verso
Ameaço
Prá te ver
Mesmo sem me olhar
Nunca olhas mesmo
Se pudesse desfaria tantos versos
Que faço pra dizer da dor
De fazer tanto
Pra te agradar
Pra te ver olhar
Mas
Qual nada
Nunca olhas
E
Se olhas finges tão
Que nem sei se quero
Descobrir
Se um dia olhou
Sem se perturbar
Com esse fazedor de verso
Mas qual nada
Mudei meu fim
Pra te agradar
Pra te esperar
Pra desistir de desistir

Foto de Arnoldo Pimentel Filho

SONETO DA DISTÂNCIA

A distância não me impedirá de te amar
Porque é nela que me alimento
É nela que sinto seu paladar
É ela que acalma meu sofrimento

É a distância que me faz sonhar
Sonhar com o dia que olharei nos seus olhos
Que não resistirei seu encanto
Que enxugará o meu pranto

É na distância que te amo tanto
Que sinto o perfume da sua flor
Que demonstro todo meu amor

É a distância que diz que um dia vou ter você
Que num dia de sol acabará minha solidão
Num dia em que sol tocar seus cabelos terei seu coração

Foto de Sergio Bispo de Oliveira

Como eu te vejo....

Como eu te vejo...

Eu quero dizer
em poucas palavras
como eu te vejo....

Olho dentro de mim
e vejo flores num campo lindo
onde a calma e a paz estão cada dia mais
fortalecidos...

Vejo nesse meu interior
que o sol brilha e a sombra que
as belas árvores me oferecem
me faz descansar de forma tranqüila

Breve vem a noite...
E vejo que dentro mim
algumas estrelas que brilham
como se fosse o seu olhar

Essa luz que ilumina meu caminho
que me faz decidir
que me faz ajudar, me doar, sorrir e chorar
são oriundas dessas estrelas que brilham

E quando vem o sono
Já bem a noite, quase à meia noite
Deito em uma cama...sozinho....
Apago a luz e vejo as estrelas sorrirem para mim...

Ao passar das horas as estrelas desaparecem...
Começo a sonhar algo que quase sempre não me lembro
Mas a sensação que me passa que alguém me abraça
O tempo passa....e breve é o amanhecer...

Olho para dentro de mim...
E me sinto confortado...
pois mesmo que você não está lá...
Você me fez sonhar....

Me fez sorrir,
Me deu carinho....e emprestou-me a sua imagem
Para que eu pudesse guardar dentro de mim
Aqui...do lado esquerdo do meu peito...

É assim...que eu te vejo.

Autor: Sergio Bispo de Oliveira
Mestre de cerimônias, Contador especialista e professor
sbispol@hotmail.com

Foto de Dennel

Eu bem sei, bem sei, terminou

Eu bem sei, bem sei
Que não mais verei seu rosto lindo
Teu sorriso, tua face iluminando
Fazendo-te semelhante a anjo

Eu bem sei, bem sei
Que o tempo não regressa
Que não disponho do perdão
Que tanto almejo, desejo

Eu bem sei, bem sei, acabou
Que nossas horas de riso, de amor
De intimidade, de tanto querer
Coisas do passado, presente me faz sofrer

Eu bem sei, bem sei
O quanto lhe quis, amei, me entreguei
Mas também sei as desventuras que passei
Do quanto inseguro me sentia

E assim, dia-a-dia te perdia
De ciúmes me consumia
A razão desvanecia, não te compreendia

Tuas palavras não aceitava
Ciúmes, insegurança, de tudo desconfiava
Nosso amor perdia-se, acabava

Bem sei, que depois de tanto tempo vivido
Boas lembranças guardo comigo
O Passado não volta, sou passaro ferido

Foto de Joaninhavoa

CAMALIÃO...

*
CAMALIÃO...
*

«Levo a mão ao suposto
coração
E converso! E ele
comigo
Diz-me; - Porque
choras sumo de limão
Água benta em retaliação!?
- Corro minha casa
meu trajecto e espaço
Como louca! E não
te tenho
Vou buscar o que procuro
E ao chegar
Hiberno! Um inverno
Choro
- Uma pena lastimosa!
Água pé e vinho de mesa
de missa vencias
Pecados! Dos mortais
Do rio oculto
Aparecias! Do camalião
És o azul turquez
Sob o dourado...
em vez.»

Joaninhavoa
(helenafarias)
1/12/2009

Foto de Metrílica

"Fazer Amor"

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Meu Amor, minha Inspiração, meu Poeta!
maravilhosa, a forma como expressas o sentir,
o desejar,
o seu modo de amar,
o fazer amor,
o gozo ao rubor da face,
na minha boca ainda sinto o gosto do teu beijo,
enrosquei-me entre desejos e suspiros,
enrosquei-me na paixão de tuas palavras,
amazona extasiada,
cavalgar selvagem,
rumo ao paraíso,
delirei ao som de seus gemidos,
me fizestes perder os sentidos!
presente dos deuses,
corpo, alma e mente,
ingredientes poderosos,
meu poeta alquimista!
bebas da poção em meu cálice,
o elixir da vida!
verta teu sagrado veneno,
veneno que entorpece,
veneno que vicia,
musculos contraídos,
espasmos,
corpos entorpecidos,
inicia o bailar suave,
o cálice trasborda!
o gozo nas rubras faces!

by Metrílica ;-* for Anibal Minotaur
Dezembro_2009
"Fragmentos"

Foto de Rose Felliciano

SEM PRESSA

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SEM PRESSA

"Já pensei ser maior que o tempo.
E, mais veloz que o vento,
Corria em disparada...

Lacei sonhos e também pesadelos
Andei na contramão
Tentando achar a saída

Então encontrei Jesus Cristo
E hoje já consigo
Viver a passos calmos, porém seguros...

Coloco nas mãos do meu Mestre
Os meus mais íntimos anseios
E seus conselhos direcionam meus passos

E já, sem cansaço,
Consigo atingir meus objetivos.
Devo tudo a Jesus Cristo
Que é a Luz para meus pés

Não sou mais um ser qualquer
Já não preciso correr..." (Rose Felliciano)

.

*Mantenha a autoria do Poema*

.

Rose Felliciano
http://www.rosefelliciano.com/visualizar.php?idt=1986407

Foto de Jamaveira

Voltei

Voltei!

Abriga-me em teus braços
Deixa que eu faça parte
Já fui longe o bastante
Nada lá encontrei
Meu abrigo és tu eu sei.

Não digas ser tarde
O amanhã sedo despontara
Nas garras do destino
Quero ser teu menino
Jamais perder o tino.

Jamaveira®

Foto de jessebarbosadeoliveira27

EU DESEJO UMA VIAGEM SERENA Á MINHA AVÓ

(EM MEMÓRIA DE BEATRIZ BARBOSA MENEZES,
MINHA AVÓ BEATA)

Caso haja chegado o momento,
Eu desejo que a senhora parta serena e sem padecimento:
Impiedosa, a vida já lhe impôs
Muitos flagelos e descontentamentos.

Como fora abnegada:
Privava-se dos alimentos
Para que a seus filhos
Não faltasse nada.

Como fora abnegada:
Com a muralha do pesar
Sobre suas costas,
Por ter perdido sua primogênita
Princesa de Ébano,
Ajudara a cuidar da prole desta,
Recebendo como recompensa
A rosa da ingratidão
Mais seca, mais perniciosa e mais pérfida!

Amara hermeticamente
Habitantes do planeta dos vórtices violentos:
Um prisioneiro da bebida
E um escravo do ígneo temperamento;
Perdera-os para seus destinos turbulentos.

Sempre tivera de trilhar a alameda de Caetana:
Testmunhara o crepuscular da luz dos pais;
O crepuscular da luz dos seus irmãos;
O crepuscular da luz da sua primeira filha;
Encontrando na mais nova
A estrada para uma existência,
Apesar das dolências emocional e física,
Um pouco mais duradoura, leniente, tranqüila!

Aqui, sentado sobre o divã dos meus pensamentos,
Contemplo a constelação das estrelas
Da glória, da imponência, da grandeza e do orgulho
Pairarem sobre o seu firmamento de sentinela da labuta:
A quituteira, a lavadeira, a engomadeira,
A fibrosa e teimosa mulher guerreira,
Todas a formar o mais majestoso sol da decência.

Caso haja chegado o momento,
Vá serena e em paz,
Filha da nação dos bantos.
Vá em paz e serena,
Minha Jóia Pequena!

JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
http://www.myspace.com/nirvanapoetico
• http://twitter.com/jessebarbosa27

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