Brancas ondas do mar Que vestem em rendas as areias Embalam barcos a navegar Encrespam os cabelos das sereias...
MÃE
Água
CIGARRO
Não quero chorar, Quando a mágoa apertar-me o peito E atingir minha alma. Quando tudo se for E apenas restar escuridão e vazio. Não quero esmorecer,
Dá asas, faz voar pelos céus de mundos desconhecidos... Embrenha-nos num bosque de emoções onde a razão se submete ao coração
Diante da cruz que nos ameaça Não vamos sucumbir à submissão Cristo no seu calvário nos ofereceu a graça, Da resistência, da esperança, da salvação.
Eu dono de mim,assim já tão sem autoridade Voz fraca e pouca idade Me afasto e espero a sentença Que a voz seja doce Que os dias sejam brisa fresca
M E U S I L E N C I O
S I L E N C I O
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