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Foto de José Manuel Brazão

O teu olhar


Admiro o teu olhar.
fixo os meus olhos
nos teus…
pensas na vida.
nos sonhos que te invadem,
nas ilusões que tiveste,
nos dramas que esqueceste.

Os teus olhos
procuram os meus gestos,
a minha alegria de viver,
os meus mimos …

Sorris
e os lábios mexem,
com palavras de encanto,
tornando-os sensuais,
desejados
por um amor sofrido,
por um amor contido.

José Manuel Brazão

Foto de DENISE SEVERGNINI

PLENITUDE

PLENITUDE

Desdobrando alquimias
Seduzindo magias
Corpos revoltos
Pelos lençóis soltos
Carícias perambulando
As reentrâncias da carne
Cumes e vales que ardem
Ante o prazer iminente
A pele quente reage ao toque
Um ritmo intenso, like a rock...
Urgência de ao ápice chegar

Turgências saciadas e plenas
Grutas orvalhadas e serenas

Plenitude mágica de sedução e amor!

Foto de Carlos Henrique Costa

Há tempo para amar?

Amo a vida e tudo que ela me dá!
Chamo teu nome ao ver outro olhar;
Clamo e perscruto em ávido amar,
O lume que esse amor pode causar.

Perfume que incensa o ambiente!
Cume que se vê do oriente ao ocidente,
Medo de sonhar e não ter mais nubente,
Onde possa vir, a inibir, o ser doente.

É cedo para se amar com total esmero?
Aquilo que o coração não enxerga e quer?
Mas sente a cada batida que há espero.

Esse amor busca e ofusca essa mulher!
A mulher que um dia deslumbro e quero,
Em família viver, até quando Deus quiser.

Foto de Carlos Henrique Costa

Amor penitente

Vera paixão, num sentimento eloqüente,
Sobre fábulas, gestos, olhares, amplexos;
Sujeito a se romper, por não ser nexo.
Mulher, jeito suave de ser pertinente,

Quando no homem nasce, amor penitente,
E sofre de dor, no lindo, porém, veloz reflexo,
Numa qualquer ilusão, que se torna desanexo!
Num amor ingênuo, de um cidadão decente.

Tolo, se não burrice, amar e não ser amado!
O maior dos dons: amar de coração aberto,
Ao bem que está, todo tempo ao seu lado.

É melhor viver união, num amor certo,
Mesmo que tal amor se torne demorado,
Um dia há de chegar, de longe ou de perto.

Foto de Thiago dos Santos

Querer

Querer ter o que não se pode
querer ser o que não se deve
querer falar o que não se explica
Assim eu vivo o dia dia.
A vida ela vai e vem
Você nem sabe que eu existo
Mas eu vou além...
Além de sua imaginação
Além de sua vida
Além de seu desejo
Além da minha vida
Se por um minuto Eu pudesse te falar
Mas não consigo
Pois me falta o ar
Eu correria até você
Mas fico sem chão
Não sei mais o que fazer...
Tento me distrair e não pensar em você,
Mas tudo em minha vida
Tudo em minha volta
Sempre me faz pensar em você!

Foto de Thiago dos Santos

Que seja

Amor és o que sinto por voce,
Fico noites em claro sem saber o que fazer,
As noites passam e nada vejo,
Só lembro do sabor do seu beijo...
Como era bom poder te amar,
O meu maior sonhar é ver o tempo voltar...
Para em seus braços eu me cobrir,
E da sua vida nunca mais sair.

Você é o meu sonho surreal,
Minha paixão sobrenatural,
O Meu desejo infantil,
Amor que nunca mentiu...

A sinceridade me condena...
Mas a minha ignorância é plena.
Eu sei o que sou, e o que eu faço...
Esse sou eu...
Apenas um homem apaixonado.

Foto de Carmen Vervloet

Poema Passageiro

Nasci no tempo de estradas
não pavimentadas
Ônibus saindo na madrugada...
Em dias de chuva
correntes nas rodas,
um dedo de prosa,
alegria no olhar!
Quimeras bailando
junto ao tempo
sem pressa a passar...
Da fazenda até a cidade
coloria-se a realidade
em poesia e encantamento!
Uma magia vivaz
eternizada
em cada momento...
Frutos cobiçados,
buganvílias dependurados,
cachos de felicidade
brotando junto à idade.
Hoje tudo é antagônico
aos meus sonhos anacrônicos.
Aviões supersônicos
que levam junto a paz!
Sou az
de sentinela,
faço-me tagarela
para não ouvir
o medo que me ronda
nessa onda
de violência!
Deus, clemência!

Carmen Vervloet

Foto de Flávia Simplicio

Educação ou Detenção ?

Educação ou Detenção ?

Domingo nublado,
parece futuro lançado.
Família reunida,
com a saudade presente,
trás a dor, abre ferida,
que protocola a ausência.
Ausência que marca a história,
de quem busca viver o agora,
de quem parte pelo mundo afora,
para buscar sem deter,
tudo que precisa para vencer.
E, nesta cidade aconchegante
um presídio a construir.
Será esta a merecida chance,
Para os jovens não mais partir?
Ou é a sorte que nega
No aprendizado intervir ?
Essa pergunta virou moda
Nas ruas, arquibancadas,
ônibus, jardim ou calçada,
que sem resposta nem nada,
segue com omissão,
para sua conclusão.
Por que não á educação?
E por que sim á detenção?

O povo se revolta
É um caminho sem volta
É preciso reagir
É preciso interferir
É preciso manifestar
É preciso lutar.
Somos povos com direitos
Merecemos respeito.
Somos mais que votos,
objetos de eleição,
Somos filhos desta terra,
somos parte desta Nação,
Amamos a natureza,
o verde em profusão,
e para que haja beleza.
que viva a educação.
Igualdade de todos,
descrita na constituição,
Onde o” Estatuto da Criança”,
É mais que embromação.
E se, aquela rua fosse minha,
não mandava ladrilhar
muito menos decorar,
ela tem seu próprio enfeite,
a natureza está lá,
protegendo o ar que se respira,
sem que a liberdade expire,
onde vive passarinhos,
que com amor fazem seus ninhos.
um lugar de criança brincar,
não para presídio alojar.

Flávia Simplício Rodrigues
Todos Direitos Reservados

Foto de Flávia Simplicio

No cair da noite

No cair da noite

No cair da noite,
Tudo acontece,
Os pássaros se calam,
E a noite emudece.

Por aonde a noite chega,
Cada animal se aconchega,
Mas nem por isso,
O tempo para,
E ao uivo de um lobo,
O coração dispara.

No cair da noite,
Nada se ouve e nada se vê.
O sol some no horizonte,
Gaivotas voam por trás do monte.
Mas ainda é calada,
A noite enluarada.
Até o caçador,desiste da caçada.
A noite é fechada.
O sol e a lua entram em um consenso,
E resta somente,
O silêncio.

A noite se cala,
O silêncio transborda,
Então o sol acorda, trazendo o dia,
Que é pura cantoria.
Mas hoje, mais tarde,
Haverá... O cair da noite!

Flávia Simplício Rodrigues
Todos Direitos Reservados

Foto de Flávia Simplicio

Vinicius de Morais o eterno poetinha

Ah Vinicius,

Quantas saudades você deixou,

Que o tempo não apagou,

Nem apagará,

Sua eterna poesia,

E seu eterno romantismo,

Se eternizarão,

Como grãos intermináveis

De areia no chão.

Quantas vezes esse galanteador se casaria?

‘’quantas forem necessárias’’

Nosso poetinha dizia

Ah nosso eterno poetinha,

Só quem leu faz ideia,

Da paixão que ele tinha.

Saudades tu deixaste,

Mas no céu,e no nosso coração,

Sua estrela brilhará,

Num fabuloso contraste

Você não fazia poesia,

Se expressava em forma de arte.

São humildes minhas palavras,

Comparadas as tuas,

Meus versos parecem apenas,

Pequenas frases nuas.

Você ficará em nossa memória,

Sua paixão por poesia,

Ilustrará a nossa história,

Ficará nos sonhos dos poetas,

E nos nossos objetivos,em cada simples palavrinha...

Vinicius de Morais nosso eterno poetinha.

Flávia Simplicio Rodrigues
Todos Direitos Reservados

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