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Foto de Sonia Delsin

“Tempo de mudanças”

“Tempo de mudanças”

Mudanças.
Nos enchemos de esperanças.
Pode um homem o mundo mudar?
A mídia está a exagerar?
Vamos esperar...
Vamos ser otimistas.
Esperar.
Os erros do passado não se pode corrigir.
Mas, colocar mais luz no caminho novo, podemos conseguir.
Mudanças.
Tempo novo.
Tempo de mudanças.
Vamos ter esperanças.

Foto de Shyko Ventura

"HOMOGÊNESE

" Homogênese "

"Nós e Eles,
Todos eles;
Porquanto nos olhem
Serão sempre eles.
Não são Você, e não são Eu
Eu e Você,
Por tanto te olhar, me apaixonei
E por tão profunda paixão me entreguei.
Você e Eu,
Por me entregar, Você me amou,
E nesse calor intenso do amor,
Você se tornou Eu,
E Eu deixei de existir,
Em nossos passos, havia uma só pegada,
Em nossa vida, existia um só pulsar,
O branco com o preto,
O ar com o vento,
O fogo com a água,
O riso com a dor,
O amor com o ódio.
Nós e eles,
De um infinito de dúvidas,
Nunca entenderão,
Que de dois extremos, se criou um meio,
Um meio de ser feliz,
Um meio de se viver,
Um meio de Eu ser Eu,
Um meio de Você ser Você,
Um meio que, adicionado a outro meio,
Se tornaram um inteiro para se amar inteiramente eterno!"
________________________________by Shykko280109.

Foto de Sonia Delsin

“Tua amada” - Poetrix

“Tua amada”

Sou uma manhã ensolarada.
Fêmea te chamando numa cama perfumada.
Simplesmente quero ser a tua amada.

Foto de DAVI CARTES ALVES

A VIAGEM DA BOLINHA DE SABÃO

No calçadão densamente povoado
as pessoas correm pressurosas,
como se o intumescido formigueiro humano
fosse pisoteado

num impactante contraste
a bolinha de sabão,
feito jóia irisada, centelha de colibri
faz seu pequeno périplo ascendente, suave
sublevando como que sob o som,
de violinos enternecidos

lá embaixo, o olhar adocicado da garotinha
com o dedinho de nacar apontado
obstinada, é puxada com força pela mãe
para o sumidouro arfante das gentes

de súbito, o término da sua viagem encantadora
pluft ploc!
Pensei em como a vida é efêmera
quanta fragilidade, fugacidade
e aquela tenacidade das coisas,
se dissolve, orgulho e prepotência
tudo tão evanescente,
quanto uma bolinha de sabão

dulcificado, lembrei do meu amor
ela é um anjo, é uma mulher?
Não, é um abraço afetuoso,
e perene
o palpitar de minha vida
tão deseperadamente desejada
neste momento do dia...

poesiasegirassois.blogspot.com

Foto de pttuii

O homem que quis matar a luz

Disseram-lhe que a luz morria quando contida num frasco opaco. Bem definida a separação, levantou o cós da bainha do mundo em que tresandava, e pôs-se à coca daqueles raios que os outros falavam em dias de reflexões preconcebidas. Queria sentir nas veias, nos traços azuis de hesitação que lhe pintavam os braços, a dor de decidir o destino ou a felicidade dos que dependiam disto para simplesmente andar. Lembrou-se dos pais do pai que chorava nas tardes de chuva. Eram dois velhos sem pernas, que adoptaram aquele cagalhão, que depois cagou o cagalhão que era. Na súmula destes deslizes, nasceu um mundo cónico. E fora dele corria tudo o que verdadeiramente interessava, porque dentro do irreal já existe o que as pessoas pensam que não lhes fará falta. A luz é sinónimo desta inenarrável certeza de quem respira. Fez de si mesmo aquela chuva de recordações cinzentas que pintava o chão de farelos do mundo que contava, para depois vir o que se prometia. Rasgou o céu acobreado, deu um silvo na água suja que mexia em musica aquele torpor apetecido do entardecer, e morreu tão depressa como havia dealbado. Acocorado, percebeu que tinha hipóteses de sobreviver a um mundo que não conhecia. O que contava depois seriam os instantes fatais de querer ter mais depois de um momento que pouco mais foi que menos.
De novo o céu encolheu o esfíncter. De acobreado a amarelo, e quando o vermelho se desenhou em manchas etéreas, já estava posicionado para o destino. A luz caiu no ponto de não retorno, mas não morreu. Eram pequenas criaturas risonhas que se movimentavam, num bulício dificil de explicar. Agitou o que lhe pareceu ser um momento de viragem no processo da criação, e da luz fez-se noite. E da noite, consumou-se o amor com a madrugada. E quem morreu foi quem quis mudar o que o destino nunca pretendeu deixar de controlar.

Foto de Rose Felliciano

REFORMA ORTOGRÁFICA NUM CLIQUE

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Recebi de um amigo, por e-mail, e quero compartilhar com vocês:

*Um site que corrige automaticamente a sua escrita de acordo
com as novas regras ortográficas*

http://ramonpage.com/ortografa/

O site deve ser utilizado apenas para as novas regras ortográficas.

Abraços,

Rose Felliciano.

Foto de pttuii

Pelo menos sou são II

Lavanda de cheiro de morte,
e recordo-me quando saí da mercearia,
vi uma mulher acabada,
mal cheirosa,
perturbada,
pisou-me a alma que eu vi na ponta do pé.
Vinha a ler poemas de escárnio,
e a suspirar por um cavalo de cubrição.
Estava sozinho na vida, e segui caminho.
Prosas são o meu jogo,
e disse-lo a um cão lustroso.
Estava preso a uma corrente de ferro,
e ladrava até o desespero lhe tolher os latidos,
fazendo-os a soar a música de câmara.
Lavanda de cheiro de morte,
Cortei a cabeça ao cão
e sobrevivi mais uma noite

Foto de DeusaII

Como me encanto comigo!

Olho-me ao espelho
Nunca estive tão bonita como hoje.
Sinto uma admiração crescer dentro de mim,
Como se fosse a pessoa mais importante do universo.
Contente comigo própria,
Saio à rua, bela a sensual,
Com o meu vestido brilhante,
E sapatos de brilhantina,
Meu ar confiante, demonstra a beleza de meus passos,
Como se as pedras que piso,
Tivessem que pedir licença aos meus pés.
Meu ar encantador, domina tudo o que existe em mim.
Sem medo, avanço pela rua,
Metida comigo própria.
Minha mente divaga, por meu corpo,
Por minha perfeição...
Todos me olham admirados,
E continuo a passear-me,
À espera que alguém fale da minha beleza,
Mas ninguém me diz nada.
Meu corpo quase perfeito,
Contorna a esquina da rua,
E então, um sentimento incompleto,
Começa a dominar-me.
Vejo apaixonados de mãos dadas,
Num amor quase completo e repleto de sentido.
Vejo pessoas idosas passeando,
Com um ar de felicidade estampado no rosto.
E eu, que sempre me admirei
Que nunca procurei outro amor, que não eu própria,
Deixo-me abater por um sentimento de solidão.
Revejo então, os dias que passei em minha companhia,
Os risos disfarçados pelas conversas comigo própria,
Os sentimentos de amor eterno que nutri apenas por mim,
E então, uma onda de paz toma conta de mim,
Enquanto avanço destemida pela rua,
E penso que minha beleza nunca terá fim.

Foto de Darsham

Gotas de Pecado

Amarga-me a boca!
Sinto-a seca…
Tão seca que sabe a cortiça!
Definho por uma gota d’álcool!
A água não me sabe, e é no álcool que me sinto…
Demasiadas emoções embriagadas cambaleiam,
como num compasso, lento e fugidio…
As raízes do desassossego remexem-se na terra,
como prenúncio de tempestade…
A noite, escorraçou o sol com tamanha agressividade,
que já nada se vê diante do espelho…
Pele Seca!
Sangue quente!
Um arrepio dentro de uma garrafa já vazia e tombada…
Um aroma suave e quente aconchega-se,
no silêncio da saudade que as gotas de espírito cantaram…
A espera arde!
Canivete ácido!
Incisão perfeita!
A mente atravessa o breu à procura do líquido sedento,
de uma outra garrafa tombada,
que contaminou toda a água…
com a cor do pecado!

Foto de Izaura N. Soares

Alma de menina moça

Alma de menina moça
Izaura N. Soares

Ah! Vida que passou sem eu te ver
Aventurando-se no prazer de um amor!
Perdendo o desejo do corpo vivo
Subindo ao céu um corpo de mulher,
Que com sua virgindade fez-se cabaré!
Sua alma de menina moça perdeu-se
Na aventura dos desejos e delírios!
Entre nuvens que cobrem o véu,
Bate um coração em chama!
Doce como o mel os olhos te chamam,
O amor verdadeiro, da menina que clama,
Um leve sorriso daquele que ama.
Perfumou-se a bela virgem
Esperando seu príncipe chegar
Para tirá-la do mundo imundo
Antes que caia nesse mundo da perdição.
Oh! Sonhos que passam as noites acordados
São imagens que fazem perder o sono,
Fingindo sonhar um sonho que nunca teve.
Suas vestes rasgada no fogo da paixão
Seus pequeninos seios são apertados,
Dentro de um frágil coração!
Traga de volta o sonho de criança
A inocência refletida em sua face
Onde o sol possa aparecer e brilhar
Com ele, também a fé e a esperança
De uma menina inocente dos contos de fada!
Ah! Vida que faz o tempo passar,
O mundo gira e o tempo a cantar,
Cantando versos de ninar
Para a bela menina voltar a amar.
Na vida sofreste os pecados,
Nos sonhos a glória de ter sonhado,
Um amor que lhe custou à vida.

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