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Foto de VenOon

Arrependimento Passional

Trago na alma o sorriso desolado
Forçado, por consequeências cometidas.
Por tanto lutar já me sinto fraco
Podedo produzir esperanças sofridas.
Desprezei por tanto tempo,
Aquilo que me foi oferecido.
A mácula promovendo o desalento
De todos os presentes, esse foi o mais querido.
Como um néscio, assim eu agir.
Representei erros passionais
Por não enxergar o seu amor puro,
Devorei de forma estulta a nossa paz.
Hoje meu coração respira ares soturnos,
Lembrando dos atos perversos, aumenta a mancha.
Caminho com meu espírito noturno,
Tentando recuparar de volta a chama.
Era uma chama, forte, viva e acesa.
Que graças a minha morbidez conseguir apagar.
Como fui tolo, a ponto de ocultar
O amor que agora peço que transpareça.
Me preocupai com o que estava longe e oculto,
Não notei o que estava mais próximo e visível
Formulei a chaga que devastou o meu mundo,
E essa doença a dor é inexaurível.
Com vilipêndio tratei o que me dera;
Tentar resgatar, talvez seja tarde.
Trago no peito o ego ferido que arde,
E me consome como calor a primavera.

Foto de Dirceu Marcelino

ABANDONO, mais que uma covardia

*
* Autorizado e inspirado em poesia
* de Rose Felliciano a quem homenageio
*
Abordaste um tema de complexidade
Amiga e grande poetisa, Rose Felliciano.
Encanta-nos nessa obra tua simplicidade
Leva-nos a refletir o contemporâneo.

Será que José e Maria pais da cristandade,
Serviriam como exemplos a tanto abandono?
Aos pais tão covardes e às mães sem bondade?
Se a Santa Maria, que viveu há muitos anos,

Sempre foi e será exemplo da dignidade,
Da sabedoria, santidade e devoção,
A todos, ou seja, a toda humanidade:

Ao homem ou mulher que vive sem ambição,
Aos que abandonam pelas ruas da cidade,
Os filhos rejeitados por seu coração!?

Foto de Martorano Bathke

Hoje? Hoje não.

Hoje? Hoje não.
Hoje eu queria escrever um poema, mas não posso.
Seis horas da manhã, estou chegando em casa. Saí no começo da noite, fui confraternizar com amigos, bebi minhas cervejas, e por curiosidade resolvi esticar a noite, fui a muitos lugares da época em que em que saía para paquerar.
O choque de início é gradual, fui filmado e marcado com tintas cintilantes, entrando o choque é corpo a corpo sou chamado de tio, até aí tudo bem.
Depois sou eletrocutado, tio paga uma cerveja, tio dá um dinheiro para eu fumar, tio dá um dinheiro para eu cheirar, tio quanto vale o meu corpo, tio transo contigo se me deres um dinheiro.
Volto a minha mente para o dia anterior e lembro que fui visitar e abracei a minha mãe de noventa anos. Olho para a minha filha de doze anos, que está dormindo, e choro, choro as lágrimas da incerteza.
Ronald Martoraro Bathke.
*Publicação permitida: desde que conste o nome e e-mail do autor.

Foto de Dirceu Marcelino

DESEJO DE AMOR - IV - O TEU OLHAR

*
* OLHARES
*
Vejo a minha imagem no teu olhar!
Olhar reluzente que me enfeitiça,
Mesmo à noite onde só há luz do luar,
Resplandece ele o lume que me atiça.

Faz meu correspondente se levantar,
Sob o viço que de leve o iça,
Deixando-o pronto para te amar,
No ritmo exato em que precisa,

Para todas suas vontades saciar
E em breve instante tua voz calar,
Eis que em tua íris tudo vai reiniciar,

Sempre em balanço de ondas do mar,
E se renova num novo acariciar
Dos meus olhos que te faz assim corar.

Foto de Cecília Santos

MINHA ALMA POETA

MINHA ALMA POETA
#
#
#
A noite cansada, me deito.
Logo meu corpo, adormece.
E quando adormeço, minha
alma desperta.
Sonha, se inspira e escreve.
Compõe versos inebriantes.
Estando dormindo, nada vejo.
Mas tenho plena certeza,
Que os anjos do céu é que
sussurram os versos pra ela.
E minha alma poeta escreve
com emoção.
O que vai dentro do meu coração.
Quando acordo, minha alma adormece.
Mas o poema está pronto dentro
da minha cabeça.
Reescrevo, transcrevo, com
minhas mãos ágeis.
Reconheço cada palavra, cada
ponto, cada vírgula.
Pois traduzo a inspiração da minha
alma desperta.
Num poema adormecido e sonhado.

Direitos reservados*
Cecília-SP/02/2008*

Foto de Rosita

R E S P O S T A

Nada mais tenho que perdoar
E vou até o final de escutar
Agora vou te fazer companhia
Pois estou também a chorar.

Como podes me fazer rir
Quando neste momento
Sinto uma dor meu peito ferir?

Entrei em tua vida sem saber
Que iria um dia te machucar
Garanto que não foi por querer
Não planejei nos separar

Choro de tristeza ao te ver chorar
Não quero rir, nem te magoar
O amor, às vezes, não é eterno
Não sofras tanto nesta forma de amar.

Se não estais ao meu lado
Junto ao meu coração
É porque tive que partir
E viver uma outra emoção

Não te entregues a esta treva
Não machuques mais teu coração
Tenhas ânimo, tire da vida o calor
Chega de lágrimas e dor

As lembranças serão guardadas
Momentos de felicidade lembrados
Mas precisas compreender
Que tudo isto só te faz sofrer

Digo-te agora: estou a chorar
Ao ouvir o que estás a me contar
Acredito no amor que tens por mim
E por isto tenho carinho para te dar.

Agora te peço, para de chorar
Deixe estes momentos passar
E o sol em tua vida vai brilhar
E quem sabe voltes a amar.

Rosinha Barroso
28/02/2008

OBS.: Este poema foi inspirado após leitura de ns "lamentos" escritos por um amigo muito querido.

Foto de Henrique Fernandes

DAR TEMPO AO TEMPO...

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Dar tempo ao tempo, é como dar um copo de água ao mar!!!

Foto de Dirceu Marcelino

RESPINGOS DE PAIXÕES XVI - CARRILHÕES DE BEIJOS - Cap II

*
* CARRILHÕES DE BEIJOS II
*

Adormeci satisfeito,
Mas depois de algumas horas,
Acordo daquele jeito...
Com o peito inflado e todo intumescido
E o que faço agora,
Sob o som de uma melodia
“Melodia de amor”
Que, automaticamente,
Reiniciava-se com o raiar
Do dia.

Vejo-te ao meu lado,
Adormecida e seminua,
Coberta por um lençol de cetim
Com tuas curvas graciosas
Tuas ancas voluptuosas
E te passo o braço
Direito na cintura
E te acaricio
Suave
E vagarosamente,
Sussurro baixinho em teu ouvido
“_ Eu te quero, outra vez”
E tu me respondes roucamente:
“_Yo también mi querido”
Então, te beijo
Apaixonadamente,
No início levemente e
Ao ver teu olhar brilhar.
Atiçando-me um fogo
Com os raios de tua íris estelar.

Então, me perco, nesse olhar,
Recomeço lascivamente a te beijar,
Busco o céu e o mel em tua boca
E em tua saliva o sal
Do mar.

Alvoroço-me,
Cheiro-te e suspiro em teus poros.
Sinto o perfume feminino
Que exalas e roço
Com a boca
Teus seios.
Meus pelos,
Escovam-te e tu explodes
Em ondas de gozo espumante
Em borbulhas embranquecidas pela
Volúpia de tuas ondas de amor.
E arrepia, mas, te sacias,
Mas sempre, queres mais
São verdadeiras ondas do mar,
Ou de amar...

Num balanço sensual de um sobe e desce
Enleva-me no mais alto do horizonte
E de lá do alto mostras-me tua face corada
Reluzente e brilhante
Como o carmim,
E demonstras que se entregas,
Eternamente
Para mim,
Neste mar
De cetim,
Em tua
Cama.

Foto de Darsham

Semear Sorrisos...

Não sou médica, não sou especialista em nada, mas vivo e estou aqui, observo e sinto e sei que muitas vezes um sorriso, uma gargalhada é muito mais eficiente do que um medicamento, uma droga…
Não tenho muita experiência em voluntariado, não posso dizer que tenho contribuído muito nesse campo, mas o meu coração diz-me muito mais do que posso transmitir aqui sobre o nobre acto de nos disponibilizarmos para ajudarmos o próximo…
Muitas vezes comento com pessoas que me são próximas que gostaria muito de fazer voluntariado em cuidados paliativos com crianças, ao que me respondem que é uma tarefa muito ingrata, que não tenho estrutura para tal, que não tenho estofo para ver um sofrimento tão atroz no rosto das crianças, sendo elas tão indefesas, precisando de ser protegidas…
É verdade, é muito injusto que estas coisas tenham que acontecer, principalmente às crianças, que deveriam ter o direito de viver e crescer e ter a oportunidade de ter oportunidades…
Mas não considero uma tarefa ingrata, uma vez que, e apesar de não podermos arrancar a doença e o destino de quem está à nossa frente, podemos fazer coisas simples que ajudem a que os últimos momentos não sejam passados em extrema agonia…
Contar uma história, ouvir um desabafo, fazer uma brincadeira, provocar um sorriso…
Só de pensar em conseguir fazer sorrir alguém que esteja em grande sofrimento enche-me a alma e leva todos os males da vida embora naquele momento…
É preciso ter muita coragem, não nego, pois é ponto assente que em certos casos vai chegar um dia em que já não se poderá tentar encontrar um sorriso perdido num olhar de desalento, mas sim a ausência de um corpo, de alguém que partiu para sempre…
Mas esse momento chegará para todos nós um dia, cedo ou tarde, ele é certo…então porque não aproveitar o que temos aqui e agora ajudando…semeando esperança…
A esperança, a fé não são apenas necessárias para todos os que estão de pé e gozam de saúde, e desejam realizar sonhos, alcançar objectivos. É necessário também para quem sabe que a sua partida está para breve, para que a dor seja minimizada, para que não se revoltem contra algo que é irreversível…e para que possam descansar em paz…
Tentemos todos plantar sorrisos e sementes de esperança para que a nossa existência possa ter um significado e sentirmos que importamos, que tudo valeu e vale a pena…

Foto de Henrique Fernandes

O VALOR DO SILÊNCIO...

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Se o silêncio é de ouro, só tem valor se alguém o quebrar!!!

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