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Foto de Xaverloo

E por falar em mimos e flagelos

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Esperas que eu venha em sinais e gestos dissolver meus olhos em rendição
Na pureza e beleza dos teus
Que por encanto bem passariam por correntes de maldição

Esperas pela força que me arrasta
Me prende
Sufoca
E se estende até onde não há dor ou felicidade

Esperas
Pelo calor e perfume que exalas
Me desarma
E após liberta.
Liberta-me inda que por tuas palavras mudas
Teus sinais
Teus gestos

Esperas que eu me renda ao teu vicio nato em tornar-me teu
Possuir-me por objeto de uso ou desuso
Acaso e descaso
Visível ou desprezível
E eu insurja jamais.

Pois rendo-me
Sem hesitar ou resistir
À esse movimento oscilante entre prender-me e livrar-me a ti e de ti
Por precisar-te demais
Por respirar teus encantos
Por entender que fosse a vida resumida em uma só palavra
Esta seria o teu nome
Em letras garrafais
Em cores fortes e berrantes
Em grito ecoando aos céus de todo o mundo
Teu nome e nada mais.

Xaverloo

Foto de Arnault L. D.

Mas não direi

Talvez, noutra vida,
talvez, noutra encarnação,
talvez, noutra estação...
Que não seja final de outono,
que não tenha o abandono,
folhas mortas no chão

É certo que é crime,
ou será um pecado?
Não estar ao seu lado.
Sei que está tudo errado,
a estrada a bifurcar
para longe a lhe levar
e o amor, mutilado,
a se desperdiçar.

Não devia ser, então.
Não devia ser assim,
você longe de mim.
Como o certo deu errado?
virar sonho acabado,
dilacerado...
Mas, não direi que é o …

Foto de Nailde Barreto

"Miopia do amor"

Miopia do Amor.

Hoje, observei o raiar do sol,
E, por um instante, parei.
Pensei na incerteza do futuro,
Pensei na indecisão do presente,
Pensei no caos que é a dúvida da emoção,
Então, por que tenho que viver aqui,
Figurante em meio a tanta encenação?
Enquanto os canais lacrimais insistiam em gotejar,
Revelando o intrínseco desejo
Do coração que apenas quer o amor reverenciar.
Preciso de direção,
Para encontrar o caminho, ainda turvo
E desenganar os meus olhos,
Que ainda teimam em vendar-se com ilusão.
Vendar-se-á? Vendar-se-ia?
Por migalhas de amor,
Pura ilusão de ótica, miopia!

_ escrito em 27/06/11_

Foto de CarmenCecilia

PARIS É UMA FESTA...FOTOGRAFIA E HOMENAGEM

Paris é uma festa é uma homenagem a Cidade Luz e ao grande amigo arquiteto e fotógrafo Roberto Matheus por seu aniversário.

Fotos magníficas e de uma beleza ímpar. Um verdadeiro cartão postal dessa cidade maravilhosa.

E o que diria Ernest Hemingway:

Sem a intensidade da paixão,
a vida é, sem dúvida,
uma cilada cujo limite
é a comodidade,
cuja verdade
é o medo de ir demasiado longe"

Ernest Hemingway

Sans l'intensité de la passion,
la vie est sans aucun doute
un piège dont la limite
est la commodité,
dont la vérité
est la crainte d'aller trop loin "

Ernest Hemingway

Magnifique!
La vie est belle, Paris est une fête!

Carmem Cecilia

"Uma viagem não se inicia quando se cai na estrada e não termina quando se chega ao destino estabelecido. Ela começa muito antes, e na prática nunca termina. Já que a fita magnética da memória continua girando na cabeça".
(Ryszard Kapuscinki)

"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
(Amyr Klink)

Foto de Anderson Maciel

QUE OS ANJOS CORAIS DIZIA

Naquela noite fria de domingo
meus braços enrrolavam ao seus
e tudo era tão bom; tão lindo
estavamos num plano de Deus

Sua pele macia decretava o amor
soando como uma fina melodia
entoada pelos anjos corais
que pra nós nos dizia

Ao seu lado estava feliz, feliz...
ja não existia aquela noite fria
pois você era a melodia
que os anjos corais dizia. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

UM AMOR DE NAMORADOS

Aquele dia que não me sai da cabeça
era tarde quando você me encontrou
linda, perfeita em toda sua beleza
encantava meu coração partido

Juntos iamos construindo o começo
lado a lado estavamos a nos beijar
você maravilhosamente me mechia
e nosso amor só aumentava, crescia

Tarde maravilhosa que passei nos teus braços
cheio de amor, carinho e compreensão
amando-te a cada vento soprado
um amor assim de namorados. Anderson Poeta

Foto de Anderson Maciel

A DOÇURA DOS SEUS BEIJOS

Seus doces lábios me encontram
e em frações de segundos eu deliro
as palavras são tão exitantes
sem elas eu já não vivo

O toque de suas mãos tão belas
regem o meu finito coração
como um filme ou novela
vou compondo esta paixão

Tragado pela beleza do seu olhar
vou enlouquecendo cada vez mais
pela docura dos seus beijos
vou me apaixonando mais e mais. Anderson Poeta

Foto de Carmen Vervloet

Minha Jabuticabeira

No tronco familiar desta jabuticabeira
recosto meu corpo cansado...
Tiro do fundo da minh’alma um som lindo
que encanta os pássaros, as matas, as nascentes
e faz dançar as estrelas do céu...
No tronco familiar desta jabuticabeira,
no ritmo do coração,
eu canto a menina felicidade de outrora...
Sem mágoas, sem remorsos, sem receios...
Plena de bons momentos,
carregada de sonhos.

Foto de Izaura N. Soares

Uma Borboleta Tristonha (Mini Conto)

Uma Borboleta Tristonha ( Mini conto)
Izaura N. Soares

Hoje, em um dia sereno e ensolarado, resolvi pescar.
Peguei minha varinha de pescar, arrumei as iscas num recipiente e partir para um lugar calmo onde pudesse pescar os meus peixinhos.
Encontrei um rio num lugar lindo e maravilhoso, era um lugar encantador donde os pássaros cantavam e desejavam boas vindas.

Sentei-me na beira do rio e lancei o meu anzol fiquei a espera de pegar nem que seja um peixinho mesmo que depois eu fosse soltá-lo. Fiquei horas esperando num silencio total. Até os pássaros também fizeram silencio silenciando suas cantorias. De repente percebi que a varinha balançava em minhas mãos, e sentir um peso enorme, disse pra mim mesmo, ufa! Deve ser um peixão, pois a vara envergava a tal ponto de eu não mais agüentar. Mas com calma eu consegui puxar para fora.

Qual não foi minha surpresa, não era um peixinho, não era um peixão, era apenas uma pequena borboleta que havia caído no chão e rolado para o rio. Minha surpresa aumentou, como pode uma pequena borboleta ficar tão pesada ao ponto de eu não agüentar puxar a vara. Não sei como aquela borboleta agüentara ficar na água e ainda com dificuldade ela se mexia. Minha curiosidade aguçava ainda mais, me aproximei do pequeno ser e indaguei-me.

– Hei borboleta, como pode você, tão pequenina pesar tanto quase a me derrubar?
- A borboleta tão cansadinha de tanto se debater contra a água me respondeu com ar de tristeza. - A minha tristeza é o peso que eu carrego nas costas por ver os meus jardins se definhando e eu sem nenhum lugar para pousar.
A minha solidão é tamanha que não encontro mais os amigos que antes viviam a me cortejar. Cortejavam-me devido a minha beleza, as minhas cores variadas.
Lágrimas, não existem mais, pois as deixei tudo no fundo do rio.

Fiquei ouvindo e assistindo a luta daquela pequena borboleta para sobreviver. Pensei, quantas vezes deparamos com problemas tão simples e fazemos deles um campo de batalha achando que somos os únicos a passarem por isso! Então, resolvi ajudar a borboletinha, peguei a em minhas mãos, aqueci a com o calor dos meus dedos coloquei a de pé novamente. Que alegria eu senti, vendo a bater as asas livre rumo à liberdade!

Continuei sentada na beira do rio sem nenhuma vontade de continuar a pescar. O lugar era tão lindo, as árvores eram imensas, as flores eram belíssimas, mas a tristeza da pequena borboleta era tão grande que ela não conseguia enxergar a beleza daquele lugar. Mas algo me incomodava, as lembranças me castigavam. Lembravam de pequenos momentos, pequenas alegrias que não dava nenhuma importância.

Hoje, vendo um pequenino ser lutando pela vida, lutando para sobreviver é que percebo que não precisamos de muito para ser feliz.
Basta apenas um amor correspondido, um sorriso espontâneo até mesmo de alguém desconhecido.

Para um pequeno e frágil ser como uma borboleta, voar é necessário, ser feliz é preciso... Pois a borboleta com toda a sua fragilidade é o símbolo da verdadeira liberdade!
Que pena que ela não sabe da grandeza do seu voo e muito menos da beleza das suas cores que ofusca o olhar de quem a vê.

04/06/2011

Respeitar os direitos autorais de um poeta é respeitar a si mesmo!

Foto de JORMAR

Um dia a menos

Um dia a menos,
que bom seres tu minha primeira visão ao acordar
ao ver-te sinto meu coração acamar
tuas palavras consolam-me
por não te encontrar
obrigada pelas flores
e também pelos beijos
teu corpo nu me provoca desejos
esquenta meu coração
e me faz sentir emoção
ao lembrar-me de quanto é bom
o contato de nossos corpo
ainda quando sentia frio
e depois no amor...
aquele arrepio.
que as horas passem ligeiro
e os dias corram bastante
pois quero sentir o teu cheiro
e não quero mais estar distante

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