Enviado por carlosmustang em Qui, 23/06/2011 - 06:40
No mundo há uma grande prateleira
Ao qual colocamos algumas coisas
Há espaço para um amor, um cachorro que late
Alguns papeis...e o precedente da minha familia
E o meu time que perdeu(e nunca vence)
E eles encaparam essa ideia
É bom. mas essa saida não tem fim
Enrolada, mas bem pensada, há de dar certo!
Olhando pra cima serei feliz
No suicidio todos irão reflitir
Por ser a dor invalida
E a culpa fica a flor
O totem cheio de problemas vai-se
Na misera vida
Enviado por Arnault L. D. em Qui, 23/06/2011 - 05:18
Desde sempre, desde antes,
minha vida já buscava a sua.
Até mesmo antes de saber
o que buscavam os amantes.
A esmo, eu já sondava a Lua,
a buscar de seu amor reconhecer.
E cada história a se somar
como as peças de um mosaico,
quebra-cabeça, ou como fosse...
Os dias se encaixando a nos montar,
sem dizer a consciência e laico
antevi a crer em algo mais doce.
No silencio tal cancão inacabada,
notas salpicadas na pauta a imprimir,
a abrirem-se em acordes e harmonia
mas nada ouvia, pois não era entoada,
até vir a melodia de lhe ouvir.
Desde sempre, desde antes eu sabia...
E tudo antes foi um crescente ao solo,
e eis que musica ouvi, completar em si.
O mosaico e a canção, completos estão.
Se antes Lua, busco agora o seu colo.
Eterno em “ritornello”, tons após ao Si...
Para sempre, desde antes, desde então...
♥ Aos Românticos de Plantão...♥ uma apaixonante e linda canção...
Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=wukPcA9BfJM
Edição:Enise Lilases
http://blogdolilases.blogspot.com
Cântico festo da sua mocidade tão bela!
Esparze encantos qual flor da primavera,
Taciturno afã que o desgraçado espera,
O virtual amor que a minha diva esmera.
Sedutora, por que oculta su'alma vera?
Feitio de desejo, é assim que se espelha,
Fragrância e beleza tem da flor da enotera,
Altiva mulher! Veja! Não é mais donzela!
Efêmera beleza que o momento revela,
Fatuidade inóxia, que a pinta em tela.
Cerceia o amor com sua fiel sentinela,
Ao cisne branco que no lago a venera.
Majestoso anseio que a minh'alma gera,
Na quietude bucólica, um amor quisera,
Ambiciosa, com a su’ardileza alavela,
Mesmo em mágoa, ainda gosto dela!