Cegueira

Foto de Arnault L. D.

Minha linda

Minha linda, meu pensar em ternura,
a que me volta se penso no amor
e que se alonga através das histórias.
Permanece sobre as marés, flui segura
feito ponto de luz as nuvens a transpor
sobre o céu nublado das memórias.

E se esta névoa me torna isolado,
nasce então de dentro da cegueira.
Pois meus olhos não me levam à fora;
dentro, minha linda é ao meu lado.
Se não corro me alcanço, me alcança inteira,
tal sombra ao meio dia, que em si mora.

Foto de Arnault L. D.

Senhor

Quando não tenho o que falar
e as idéias não vem, eu creio.
Quando as mão não podem alcançar
esticando a vontade, eu creio.

Que Deus, há de ouvir meu vazio,
que meu silencio lhe chame a atenção...
Que não me resta nenhum brio,
somente o arfar da respiração.

Eu acredito, que na parte escura,
se esconda ainda um anjo de luz.
Que ao meu lado, a amável figura
me venha em ajuda, ah, meu bom Jesus....

Que a teimosia, que me faz em pé,
não seja apenas a vontade bruta
Mas, seja a certeza etérea da fé,
que ainda resta e que por mim luta.

Ah, Senhor Deus... ah, meu Senhor...
ouve-me as preces emudecidas,
porque eu te amo... e és amor...
em ti espero nas forças vencidas.

No impalpável, meus olhos procuram
diante a cegueira um milagre que for,
mas, se não vejo, fecho, os olhos curam.
Na certeza creio ... creio em ti senhor.

Foto de natalia_m

Amor e solidão

Ah amor, sentimento que me fazia esquecer o mundo,
E que mais tarde fez o mundo me esquecer,
Que me fez cair no buraco mais profundo,
De tristeza, solidão e me fez sofrer.

Se o meu pertence a ela, como posso ser feliz?
Se a vida me abandona, como não negar a Morte?
Essa dor que sinto agora, não me acaba por um triz,
E o coração, na balança do tanto faz, escolhe a sorte.

Eu aceitei com todas as forças as condições de lhe amar,
Mesmo sabendo que mais tarde isso me machucaria,
E encarei todas as maldades que me fizeram afastar,
Da verdade da solidão, que meu coração um dia cederia.

E como o tempo sempre demonstra-se inimigo,
De todas as almas que desejam encontrar o Amor,
Procuro então, em algum espaço do coração, um abrigo,
Que me acolha de todas as iras, de toda dor.

Seu amor é o cativeiro que me mantém presa,
É a escuridão que me dá segurança ao não ver,
É a dor que consegue eliminar toda e qualquer tristeza,
É a liberdade jogada fora, por querer lhe ter.

É estar certa com todas as incertezas,
É a vontade de querer não fazer nada,
É o ânimo encontrado nas tristezas,
É o estar bem por poder ser amada.

É a esperança que encontro quando não espero mais nada,
É a luz que encontro em anos de cegueira,
É como se depois do deserto, encontrasse a primeira estrada,
É depois de perder, me sentir uma guerreira.

Foto de Carmen Vervloet

Teus Lábios

Teus lábios tocam os meus lábios
roubando um beijo inocente,
mas meu coração que é sábio
reconhece um sabor diferente.

Sabor de morangos pequenos,
orvalhados pelo sereno,
que acorda meu desejo
em acordes de realejo...
Faz tremer o meu corpo
deixa meu coração louco!

Minha sorte está lançada!
Início de nova caminhada
no escuro da madrugada,
contra o tudo ou o nada,
no desconhecido da paixão,
na cegueira da razão...

Entrego-me sem medo,
atiro-me qual bêbado
a este sentimento que surge
e me aturde...

Na vibração do meu corpo,
na essência deste horto...
Eu aspiro ardentemente você!

Foto de Jean Marcell Gomes Albino

A paixão e o Amar

O amar lhe dá asas - A paixão lhe dá correntes;

O amar lhe dá sabedoria - A paixão lhe dá insipiência;

O amar lhe dá frutos, sementes - A paixão lhe dá loucura e brinca com a sua mente;

O amar lhe dá um dádiva para o coração - A paixão lhe dá o ápice da emoção;

O amar lhe dá bênçãos e faz mover sua fé - A paixão lhe dá doença, não lhe permitindo ver quem é;

O amar lhe dá luz a vida - A paixão lhe dá cegueira, abrindo feridas;

O amar é meu bem mais precioso - A paixão é meu mau mais doloroso;

O amar me fez ver o que é o amor - A paixão me fez ver como é a dor;

O amar gera o amor e eternizou-se em minha vida - A paixão marcou minha história, abrindo muitas feridas (...) que me custam arrancá-las da memória...

O amar, quando o encontrei, fez a mim compreender
Que a paixão cega e faz sofrer
Que um grande sentimento, mesmo assim, é capacitado a esmorecer
Que parasita em mim, alimentando-se de minha fragilidade
Que há sim, muita maldade (...) Mascarada em ensejos de felicidade!!

Quando encontrei o amar (...) Choro só de lembrar (...)
Não me canso de agradecer...
Pois as correntes que outrora me prendiam
Não mais se encontram em mim
Curado fui da paixão! (...)

Hoje vivo a pregar o amar... Digo-lhes: Quando aprendi a amar, foi quando aprendi a viver!

Existe um lugar onde encontrar este amar que vos falo
Encontra-se num livro bem antigo
Que apesar de velho continua novo
Onde estou sempre a aprender
Sempre que o leio remeto-me às águas passadas...
Choro... e choro... sem parar (sorrisos)
Mas posso enxergar a enorme alegria em meio a tristeza - Um paraíso em meio a escuridão!!
Transbordando-me de pura felicidade continuo a escrever "de montão", sem parar (sorrisos) [...]
Fascinado ainda com a importância de aprender a amar

Ops! Só pra constar: O novo livro velho (sorrisos) é a bíblia, onde tudo que é velho permanece sempre novo! Tocando em meu coração com os mesmos dizeres (risos e mais risos)... Um prazer tão grande que nenhum outro "amor" foi capaz de me proporcionar!

Sábio és aquele que busca aprimorar-se na arte de amar!

Jean Marcell Gomes Albino

Foto de von buchman

AS DORES DE UM AMAR E DE UMA ETERNA PAIXÃO...

AS DORES DE UM AMAR E DE UMA ETERNA PAIXÃO
Deixar lesões que podem ficam por uma eternidade,
Deixado sentenças de opressão e
depressão que persiste por uma vida inteira...

Por um amor que se foi..
Uma paixão não corespondida
Um casamento desfeito por brigas de ciúmes ou adultério...

Sentencia uma vida para a dor da perda
De um amor no flagelar de seu coração...
Com marcas mui profundas e aguçadas..
Que aparecem só no pensar
No sonhar e no desejar...

Que as dores de nosso coração é um aprendizado,
Por que o maldito é o homem que confia em um coração...
Este coração bandido que não avisa nos levando a perdição,

chegado ao matar...
Uma chegada devassadora da paixão
Faz-te um eterno sofrer
Sem cessar...

Quando se ama apaixonadamente
Deixamo-nos exposto a nossa auto estima,
Que é devassada com uma separação
Vem como uma punhalada forte e frontal,
Perfurando lentamente nosso peito,
Atingindo e perfurando mortalmente
o nosso sofrido coração...

O sofrimento vem como uma dor aguda,
Onde você sente o rasgar do peito que arder,
Levando-lhe ao buraco da depressão...

Esta dor e tão intensa que leva o ama-te
Ao estado de loucura e desordem mental...
Nem um dos melhores especialistas mentais
Não conseguiram entender a tal dilacerante dor,
Se o mesmo não viver esta paixão...

Cuide-se , para que você também não venha a cair
No abismo de uma louca paixão,
Onde a cegueira e a insensatez
Leva-nos a nossa autodestruição...

O cheiro avassalador da sedução,
Chega a nosso corpo, pois o mesmo é mui envolvente,
Levando-nos ao embriagar da perdição,
Seduzido-nos ao louco e delirante apaixonar...
Que é letal e fatal!
E final,
Para quem ama de paixão....
Que nos leva a perdição do amar
E nuca ao realizar de um coração...

http/www.recantodasletras.com.br/vonbuchman

http://www.poemas.de.amor-net/vonbuchman

http://www.poemasdeamor.com.br/vonbuchman

http://www.becodospoetas.com.br/vonbuchman

http://www.youtube.com/vonbuchman

Autor: VON BUCHMAN

Foto de von buchman

A LOUCURA DO AMAR AO APAIXONAR...

As dores de um amor,
Deixar lesões que podem ficam por uma eternidade,
Deixado sentenças de opressão e
depressão que persiste por uma vida inteira...

Por um amor que se foi..
Uma paixão não corespondida
Um casamento desfeito por brigas
de ciúmes ou adultério...

Sentencia uma vida para a dor da perda
De um amor no flagelar de seu coração...
Com marcas mui profundas e aguçadas..
Que aparecem só no pensar
No sonhar e no desejar...

Que as dores de nosso coração seja uma aprendizado,
Por que o maldito é o homem que confia em um coração...
Este coração bandido que não avisa
nos levando a perdição, chegado ao matar...
A chega Devassadora da paixão
Faz-te um eterno sofrer
Sem cessar...

Quando se ama apaixonadamente
Deixamo-nos exposto a nossa auto estima,
Que é devassada com uma separação
Vem como uma punhalada forte e frontal,
Perfurando lentamente nosso peito,
Atingindo e perfurando mortalmente o nosso coração...

O sofrimento vem como uma dor aguda,
Onde você sente o peito arder
Levando-lhe ao buraco da depressão...

Esta dor e tão intensa que leva o ama-te
Ao estado de loucura e desordem mental...
Nem um dos melhores especialistas mentais
Não conseguiram entender a tal dilacerante dor,
Se o mesmo não viver esta paixão...

Cuide-se , para que você também não venha a cair
No abismo de uma louca paixão,
Onde a cegueira e a insensatez
Leva-nos a nossa autodestruição...

O cheiro avassalador da sedução,
Chega a nosso corpo, pois o mesmo é envolvente
Levando-nos ao embriagar da perdição,
Envolvendo-nos ao louco e delirante apaixonar...
Que é fatal!
E final,
para quem ama....

Que nos leva a perdição do amar
E nuca ao realizar de um coração...
von buchman

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Pela Última Vez

O que transcende o tempo e as memórias
O que transcende o silêncio do que é abafado por
Interesses questionáveis
O que transcende a saudade
Mais que a certeza estabelecida nos discursos
Nas inverdades absolutas
Imposições dos tipos mais frios

É quente, inevitável, legítimo
Encontra-se ferido
Agonizando
Com a branda consolação de permanecer vivo
No fio de uma suave esperança
De ressuscitar o que parece desenganado
Na cura de um olhar impossível
Falsa cegueira
O laço que se tenta indispor
Que de tão firme não se desamarra preso ao que existe de fato

O que transcende
E não pode ser admitido
Perpetua-se de modo
Inapagável
Como sentimento que de tão sufocado
Explode
Na sinceridade dos dias que passam e nunca param

O que não importa não é proibido
O que não releva não causa sofrimento

Assim te declaro meu amor pela última vez

Foto de Carmen Lúcia

Entre espinhos e pétalas

Várias foram as estradas por onde passei
pra chegar onde cheguei.
E não vou parar...
Tenho muito que andar.
Feri meus pés em espinhos
e os esfacelei nas pedras;
também os reguei de carinhos
caminhando sobre pétalas.

Caí e me levantei.

Em tempos escuros me desviei.
Percorri outros caminhos. Desnorteei!
Retrocedi. Parei. Olhei pro chão. Desanimei.
Ergui a cabeça e abri os olhos...
Consegui vê-las!
Mostraram-me o caminho, as estrelas.

E um brilho intenso livrou-me da cegueira.

A ponte podre me levou ao fundo;
senti que ia se acabar o mundo...
Usei todas as forças, até as que me impus,
as que recriei...
E vi no fim do túnel surgir aquela luz...

Segui-a firmemente, até que me repus.

Várias foram as lutas que me derrubaram;
muitas as vitórias que me levantaram.
Planos que não deram certo,
enganos descobertos,
afetos, desafetos,
amores encobertos,
oásis no meio dos desertos...

Enfim, hoje, estou aqui.

Parei pra descansar, mas não estacionar.
A vida é como um rio;
morre se não chega ao mar,
que o espera, submisso,
abaixo de seu nível
facilitando-lhe passar.

É crer sem ver, ou desacreditar.

Durante as caminhadas
encontram-se gravadas
as grandezas da vida,
que muitas vezes
passam despercebidas.
Só quem as percebe,
mesmo sorrindo ou sofrendo,
pode bater no peito, clamando:

-Estou vivendo!

Carmen Lúcia

Foto de ALEXANDRA LOPUMO SILVA

Febre de amor

Cegueira que apaga a verdade
Surdez que cala a razão
Dor lancinante que enlouquece
Arde, queima, com poder de autodestruição
Como um vício maldito
Fissurante , que alivia a fome e a sede
Anulando o seu eu, para sobreviver
Mar de destruição, chuva de emoções
Paixão

Ale

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