Céu

Foto de naymaximo

Resp: BARCO

olhando alem do mar,pude ver a imensidão,ver até onde vão os limites,os desejos e a luxuria. só eu e vc no paraiso,contemplando um ao outro,
olhos que falavam num só olhar,corpos que se tocavam a distancia,bocas que susurravam bem baixinho esse é o céu!

Foto de Ayslan

Palavras que eu posso sentir

Eu finalmente encontrei o amor de minha vida... Priscila Esta o seu lado e sentir seu coração batendo sua respiração ansiosa ao me beijar seu amor através de um abraço, nossa não posso descrever... Perco-me em um vazio onde não existem palavras, meus olhos são os únicos que podem refletir a felicidade e vida batendo no meu peito por amor. Você despertou a vida em me, deu brilho as estrelas no céu, fez as noites frias de lua cheia românticas... Eu te amo Priscila... Ninguém mais sabe como é sentir esse sentimento como eu sinto...
Ninguém mais pode saber o que quero te dizer apenas você entende a mensagem em sentimentos deixados nestas palavras. E se pode existir uma coisa que eu quero de verdade é esta com você durante toda minha vida... Quero está o seu lado em tudo, durante e eternamente...
Prometo-te meu coração e lindos contos de sentimentos verdadeiros o que te peço é apenas que me ame e escute sempre atentamente com seu jeitinho tímido e lindo de me dizer silenciosamente palavras que eu posso sentir, quando seus olhos respondem “Eu também te amo”

Para: Priscila

Foto de Carmen Vervloet

Metamorfose

Um copo de cristal sobre a mesa inventa as cores todas do arco-íris... Mário Quintana

Metamorfose

Uma taça de cristal vazia
vazio também o coração
transporto-me na fantasia
buscando nela um naco de compaixão

Pinto um arco ires no céu
envolvo-me em sete cores
no devaneio faço um escarcéu
cubro em silêncio as dores

No vermelho busco paixão
com laranja escrevo canção
pinto um sol em amarelo
os olhos se acendem e enxergo o belo

No verde encontro esperança
no azul o herói da minha infância
que me contempla com olhar anil
deixa-me ávida pela vida ... febril

Desperta o sutil com o violeta
e a luz explode afinal
renasce a alma em alegre borboleta
sobrevoa em sete cores a taça de cristal.

Carmen Vervloet

Foto de Rosinéri

O MAR E MEUS PENSAMENTOS

O mar puxa por mim a poesia
As ondas são as Musas que me inspiram
E seja a bem, ou fantasia,
Há versos novos que no mar surgiram!

São sobre as ondas escritos os meus versos
Olhando aquele céu acinzentado
E com os pensamentos mais diversos
Escrevo, porque sei que estou inspirada!
Aproveito a hora que as Musas
Se chegam até mim aqui no mar
E se ideias tenho confusas
Nesse momento eu as sinto clarear!

O mar é um tormento
Mas muita coisa bela tem pra dar
Pois em mim são férteis os momentos
Em que há vontade enorme pra rimar!

Foto de Graciele Gessner

Uma Aventura Amorosa. (Graciele_Gessner)



Categoria: conto




Ela conheceu aquele capaz de levá-la ao céu sem pedir nada em troca. Já se conheciam de outros tempos, mas a aproximação foi recíproca. Ele havia abordado ela num dia qualquer, dizendo que queria conversar, que queria marcar um dia que melhor fosse para ela. Deixou o seu cartão com ela, pedindo que ligasse que daria um jeito de se encontrar.

Então, depois de quase um mês, ela ligou. Para a surpresa dele, ela pediu apenas onde ele estava, e ela foi ao encontro. No local marcado, ele esperava ansioso fora do carro, abriu a porta para ela entrar e foram para longe da cidade.

Ele tinha um mistério, e obviamente que ela também tinha os seus mistérios. Algumas perguntas são necessárias: Por que ambos precisavam sair da cidade? Será que eram comprometidos? Será que estavam fazendo algo de errado? O que aguardava este encontro? Por que ele insistiu que ligasse quando fosse possível para ela? Qual era o mistério entre eles?

Além de serem amigos, durante o dia conversavam como pessoas normais, mas era a noite que o mistério prevalecia. O encontro aconteceu, e algo a ser desvendado... À noite eram amantes por aventura. Ambos se sentiam atraído um pelo outro, e denominaram a relação como uma aventura amorosa.

O grande mistério por parte dele um dia foi revelado, ele era casado. Dizem as boas línguas que o seu casamento era de fachada, mas se continua vivendo com a mulher e tem relações é porque isso não passa de safadeza masculina.

Só que existe um detalhe, ele pediu que ela não se apaixonasse. Será que uma relação tão íntima e prazerosa pode viver só de razão? Será que em algum momento o coração não se manifesta?

Quanto a ela, seus mistérios ainda não foram descobertos. Porém, um pequeno detalhe nisto tudo, ela mantém esta amorosa relação às escondidas. Será que ela também é comprometida? Quais seriam os seus mistérios?



04.03.2010

Escrito por Graciele Gessner.



*Se copiar, favor mencionar a devida autoria. Obrigada!

Foto de Arnault L. D.

Encanto ( Um poema para Witch )

Entre dois enigmas:
A feiticeira lê nos astros estigmas
dentre a noite felina beleza
enquanto a Lua cheia surge acessa

A Lua transpõe reflexos do além
e para as gotas d'água estrelas vem
e no olhar da feiticeira, bem de perto
o céu refleti-se inteiro e aberto

A feiticeira cavalga a noite na crina
sob a alva, ambas de alma feminina
mas apenas a feiticeira é mulher
somente dela um sol pode nascer

A Lua, mutável, distante e fria
a feiticeira a pele morna, arrepia
A lua se despe e o céu cintila
e a feiticeira mesmo nua se veste de magia

As madrugadas me fascinam.
nuvens do lufar dos lábios instilam
Gotas de orvalho banhadas de prata,
uivos de loba, ronronares da gata

Apaixonado, expresso o encantamento
Pela madrugada, noite, Lua e vento,
mistérios ocultos num breu de azeviche
E por uma feiticeira, … Witch.

Foto de naymaximo

res: barco

olhando alem do mar,pude ver a imensidão,ver até onde vão os limites,os desejos e a luxuria. só eu e vc no paraiso,contemplando um ao outro,
olhos que falavam num só olhar,corpos que se tocavam a distancia,bocas que susurravam bem baixinho esse é o céu!

Foto de onil

A PAZ DO MAR

SENTEI-ME NUMA PEDRA JUNTO AO MAR
NO HORIZONTE PERDI O MEU OLHAR
E NO MEU PENSAMENTO FICOU O VAZIO
NAS ONDAS QUE VINHAM NA PRAIA PARAR
A MINHA VIDA COM FORÇA TENTEI EMBALAR
COMO ESTE MAR EMBALA NA ONDA UM NAVIO

TENTO BEM FORTE MINHA ALMA CONFORTAR
VENDO AS ONDAS NA PRAIA REBENTAR
DE AS VER NO MEU PEITO SINTO PRAZER
VENDO O MAR ACALMA A MINHA MENTE
E O CÉU AZUL NO LONGINCUO HORIZONTE
DÁ-ME A ALEGRIA DE PODER VIVER

ÁS VEZES SINTO-ME VAZIO
NO PEITO TENHO UM ARREPIO
POR DE ATITUDE NÃO MUDAR
MAS TENTO MUDAR MEU VIVER
COM PENSAMENTOS MAUS CORRER
PARA A MINHA MENTE NÃO BARALHAR

VEJO AO LONGE BEM DISTANTE
O VAZIO ENTRE O MAR E O HORIZONTE
E MINHA ALMA TENTO CONFORTAR
GRAVO NA MENTE A COR DO MAR
PARA QUANDO ESTOU LONGE AGUENTAR
E A ANGUSTIA DO MEU PEITO AFASTAR

O MAR AZUL CONSTANTE ME ACALMA
O SOM DAS ONDAS LIBERTA MINHA ALMA
DE FORÇAS NEGATIVAS E MALDOSAS
ASSIM É CONSTANTE A LEMBRANÇA
DESTE MAR QUE ME DÁ A ESPERANÇA
FAZ-ME PENSAR EM COISAS MARAVILHOSAS

14/12/09
ONIL

Foto de Sérgio Carapeto

Tu que em paz ficaste

João

I

Hoje perdi um grande amigo,
Mas os pais….
Esses perderam um filho.

Apesar de tudo…
Sei que estás comigo.
Apesar de tudo…
Sei que ainda estás vivo.

Agora habitas o céu sem fim,
Esse maravilhoso jardim,
De rosas floridas,
E pedras preciosas,
Onde tu passas sonhador e distraído,
Pelas mãos majestosas,
Dessa Deusa vagabunda,
Que a tua passagem,
Todos, destrói e inunda.

II

Apesar da dor que é não te ter,
Eu sinto em meu ser,
Que tu nos olhas lá do céu,
E a todos os que te amaram,
Cobres com o teu véu.

Espero que estejas num lugar melhor,
Do que esta terra maldita,
Impregnada de dor,
A tua alma seja bendita!

Mas o muito sofrimento,
Que momento a momento,
Nos consome e destrói,
E a vida já era,
E o amor já se foi.
E a saudade palpita e bate,
Até que a dor nos mate.

III
Tenho pena da tua família,
Aquilo que estão a sofrer,
Mas tu desse paraíso…
Hás-de ver…
O quanto choram por não te ter.

A tua mãe grita loucamente,
E chama por ti,
O seu olhar é triste e descontente,
E cravado de lágrimas,
E tudo o quanto existe,
É doloroso e triste.

O teu irmão nem consegue acreditar,
Como foi possível,
Que tu o pudesses abandonar?

Ele chora,
Mas não grita,
Deixou de falar,
A tua morte é fogo,
Que nos queima,
E não se pode apagar,
Volta por favor!
Deixa-nos te amar.

IV
As saudades são imensas,
E a vidas estão suspensas.
Se não voltas…
O que havemos de fazer?
A vida é tão curta,
E depressa pode perecer.

Será que vale a pena viver?

V

Tu eras uma vida cheia de esperança,
Agora és cadáver sem memória,
Triste o olhar dessa criança,
Que me conta a tua história.

Se vives,
É graças a nossa recordação,
Que trazemos de ti,
Aberta a ferida no coração,
Não se fecha e deixa sangrar,
Não morremos mas queremos,
Estar perto de ti,
Todos sofrem,
Mas ninguém sofre o que eu sofri.

Ninguém lamenta mais que eu,
O abraço que não te dei,
Mas ninguém sente o que eu senti.
Por isso morro,
Desde que te vi
Levado pela brandura da morte,
Que semeia a vida e agora te colhe.
Sem pedir licença.
VI

O teu funeral é tão triste,
Todos te choram,
E gritam por ti,
Apesar de tudo o que já vivi,
Esta dor eu nunca senti.

Agora sabes,
A tua morte é a nossa morte,
Sei que já não há volta,
Mas tento ser forte.

Todos se abraçam e choram,
Pedem e não são atendidos!
Os seus pedidos,
São simples palavras,
Levadas pelo vento agreste,
A dor todos visita e veste.

Até as arvores e as montanhas,
Clamam o teu nome,
Os riachos e as fontes choram,
E te procuram em vão,
Tu bem sabes,
Quem te amou com o coração.

VII

Desde a tua funesta casa,
Até ao teu sepulcro,
Todos caminham ao teu lado,
E o Deus mal amado,
Vivo!
Mas destroçado,
Chora a tua ida,

Triste partida.
Deste mundo para o outro,
Nem mesmo morto,
Te deixamos de amar.

Foto de Sérgio Carapeto

Tu que em paz ficaste

João

I

Hoje perdi um grande amigo,
Mas os pais….
Esses perderam um filho.

Apesar de tudo…
Sei que estás comigo.
Apesar de tudo…
Sei que ainda estás vivo.

Agora habitas o céu sem fim,
Esse maravilhoso jardim,
De rosas floridas,
E pedras preciosas,
Onde tu passas sonhador e distraído,
Pelas mãos majestosas,
Dessa Deusa vagabunda,
Que a tua passagem,
Todos, destrói e inunda.

II

Apesar da dor que é não te ter,
Eu sinto em meu ser,
Que tu nos olhas lá do céu,
E a todos os que te amaram,
Cobres com o teu véu.

Espero que estejas num lugar melhor,
Do que esta terra maldita,
Impregnada de dor,
A tua alma seja bendita!

Mas o muito sofrimento,
Que momento a momento,
Nos consome e destrói,
E a vida já era,
E o amor já se foi.
E a saudade palpita e bate,
Até que a dor nos mate.

III
Tenho pena da tua família,
Aquilo que estão a sofrer,
Mas tu desse paraíso…
Hás-de ver…
O quanto choram por não te ter.

A tua mãe grita loucamente,
E chama por ti,
O seu olhar é triste e descontente,
E cravado de lágrimas,
E tudo o quanto existe,
É doloroso e triste.

O teu irmão nem consegue acreditar,
Como foi possível,
Que tu o pudesses abandonar?

Ele chora,
Mas não grita,
Deixou de falar,
A tua morte é fogo,
Que nos queima,
E não se pode apagar,
Volta por favor!
Deixa-nos te amar.

IV
As saudades são imensas,
E a vidas estão suspensas.
Se não voltas…
O que havemos de fazer?
A vida é tão curta,
E depressa pode perecer.

Será que vale a pena viver?

V

Tu eras uma vida cheia de esperança,
Agora és cadáver sem memória,
Triste o olhar dessa criança,
Que me conta a tua história.

Se vives,
É graças a nossa recordação,
Que trazemos de ti,
Aberta a ferida no coração,
Não se fecha e deixa sangrar,
Não morremos mas queremos,
Estar perto de ti,
Todos sofrem,
Mas ninguém sofre o que eu sofri.

Ninguém lamenta mais que eu,
O abraço que não te dei,
Mas ninguém sente o que eu senti.
Por isso morro,
Desde que te vi
Levado pela brandura da morte,
Que semeia a vida e agora te colhe.
Sem pedir licença.
VI

O teu funeral é tão triste,
Todos te choram,
E gritam por ti,
Apesar de tudo o que já vivi,
Esta dor eu nunca senti.

Agora sabes,
A tua morte é a nossa morte,
Sei que já não há volta,
Mas tento ser forte.

Todos se abraçam e choram,
Pedem e não são atendidos!
Os seus pedidos,
São simples palavras,
Levadas pelo vento agreste,
A dor todos visita e veste.

Até as arvores e as montanhas,
Clamam o teu nome,
Os riachos e as fontes choram,
E te procuram em vão,
Tu bem sabes,
Quem te amou com o coração.

VII

Desde a tua funesta casa,
Até ao teu sepulcro,
Todos caminham ao teu lado,
E o Deus mal amado,
Vivo!
Mas destroçado,
Chora a tua ida,

Triste partida.
Deste mundo para o outro,
Nem mesmo morto,
Te deixamos de amar.

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