Conversas

Foto de Minnie Sevla

Abortando o sentimento

O canto do sabiá num cipó
Traz consigo as lembranças ternas
Das nossas doces conversas
Quando o coração geme de dar dó

Estou numa estrada perdida
Tentando retomar minha vida
Abortar este sentimento
Deixá-lo evaporar-se com o vento...

Não se arranca um amor assim
Quanto mais tento esquecê-lo
Mais trago-o para perto de mim

Uma flor com espinhos e mel
Feri, rompe as barreiras do céu
Descortina no horizonte o sol
Faz brilhar no infinito um farol

Ramgad/Minnie Sevla

Foto de diego_drigo

POR MUITO TEMPO , CALEI

Por muito calei
Por muito tempo deixei de dizer o que sentia
Por muito tempo se contentei com um beijo, ou por um simples abraço,
Mas aconteceu uma coisa ,
Percebi que sem você não sou nada
E sem você , minha vida não é nada
Ser só seu amigo?
Não dava mais
Uma louca paixão possuiu meu coração e minha razão
Paixão ao qual ainda me faz feliz, e nunca me deixa desistir de tentar te conquistar.
Por muito tempo venho sozinho pensando em você
Ficava Pensando como seria te namorar...
Um esperança Tomou meu coração,
Sua voz , me fez refletir nossas conversas,
Me fez lembrar seu sorriso meigo , os seu olhos.
E uma dor me tomou ,
Uma dor “tão” saudável
A dor da saudade,
Por que, a saudade é a única maneira de sabermos que realmente amamos alguém.
Não há amor sem saudade,
E nem saudade sem amor.
Cada encontro nosso, o sentimento de amizade foi mudando,
E me apaixonei.
Não tinha como evitar,
Amo estar ao seu lado, ouvir tua voz, olhar teus olhos, beijar sua boca
Você é muito importante pra minha vida, e sem você não sei viver, quero você sempre ao meu lado.
Viver cada momento do seu lado,
Te fazer a pessoa mais feliz deste mundo??? È o meu grande objetivo
Deus trilhou nossos caminhos e ninguém nos separará.

Foto de Soninha Porto

E X C I T A Ç Ã O

Alguém surge do nada,
sem querer...
Conversas, risos,
toques ousados,
sensações,
sentimentos,
Prazer...
Expostos sem poder fugir,
viajam, sonham...
Em seus mundos,
entregam-se aos devaneios,
corações palpitam,
sexos latejam,
sedentos de abraços,
carinhos, calor...
Completam-se,
entregam-se ao tesão,
olhos fechados,
imagens de amor...
Palavras percorrem
corpos á mostra,
bocas entreabertas,
frenesi do amor a dois.

Foto de JGMOREIRA

A FALTA

A FALTA

A falta que amo
Adormece em nácar
Desperta sob marfins.
A falta hedionda que mata
Dorme ao meu lado, impune.
Incólume, na distância do
Meu desejo.
Pela minha falta de ti
Calculo tua falta de mim
E morro pensando que morres
Da minha saudade de ti.

A falta que amo tanto
Sussurra seu nome nas conversas
Dos amigos; abraça-me
No vazio do abrigo.
A falta, que é tanta
Cavalga-me em leitos em cio
Sob o som de mil chicotes
Em noites de trêmulo pavio.
Noites a fio.

Desafio a falta que não sei se me ama
Na minha falta, que ama.
Desejo-a em todas as minhas palavras,
No leito imenso dos solteiros.
Sob edredons em desalinho
Na feiúra do linho,
Quando penso na blusa
Da sua pele morena
Me abraço sozinho
Desespero solitário.

Ardo em outros corpos
Bebo outras bocas
Aceito palavras
Mas não perco o senso
Que reside na falta
Que amo.

Topométrico, meço minhas subidas e descidas.
Faço mil cálculos sem obter a medida
Exata da falta
Que não sei se me ama.

Assalto mil castelos
Atravesso os inimigos
Com a espada do silencio.
Lanceio meus amigos
Com desejo enorme da falta,
De tão imenso.

Ela ressona em azuis
Cavoucando meu abismo.
Conduzo meus demônios e archanjos
Para o pasto verdiço
Como fora apascentar
O desejo da falta que angustio.

A falta retoma a jornada dos anos.
Prossegue comigo, massacrando-me,
Desfazendo cada carapaça, armadura
Da sua longa pele moura
Renasce meu desejo infinito.

A falta me rouba o tempo,
A respiração, o sono, o amor.
Ela levou o amor.
O amor foi, cordeiro,
Ao chamado da falta.
Correu ao seu encontro
Como se ela fosse a presença
Que ama. E não falta.

O que ama a falta, soluça
Na pele escura da blusa
Da falta obscena.
O homem acena à falta
Que não ama: recusa
O que ama na falta da cor
Além da bruma, blusa,
Que nem sei se ela usa.

Foto de CristinaCosta

para o mais p e r f e i t o, meu Homem $:

Meu amor aos poucos fui come,cando a amar-te.
As nossas conversas, as nossas brincadeiras, os nossos sonhos...
tudo contribuiu para qe o meu amor por ti crescesse [L]
ja' passa'mos por momentos bons e menos bons, meu bem tu fazes parte da minha vida, fazes parte de mim, como tal, já não sei viver sem ti =$
a tua ause^ncia dilacera-me por dentro, sem ti, perco uma parte de mim, a minha vida fica com uma pe,ca em falta.
e' uma dor demasiado insuporta'vel quando te deixo, eu so' te quero ter ao meu lado SEMPRE , sentir o teu toque, o teu beijo, o teu amor...
'e nos teus braços qe quero perder, nos teus olhos me quero encontrar.
Para sempre quero-te a meu lado meu bem...
@ AMO-TEE

Foto de NiKKo

Fazendo um brinde

Ao ouvir o toque da campainha naquela noite
Meu coração bateu muito mais acelerado..
Pois eu tinha preparado tudo especialmente
Para te receber da forma mais adequado.

Deixei a champanhe no balde de gelo
Na mesa o jantar seria a luz de velas
Flores perfumavam a casa inteira
Na cama pétalas de rosa a deixavam mais bela.

O jantar foi tranqüilo e gostoso
Em meio a conversas triviais eu ficava a te olhar
O som que enchia o ambiente era suave
Ate que te convidei para dançar.

Nossos corpos colados ao som da musica
Foram despertando em nós o desejo
Por momentos infinitos nos olhamos
E calamos nossos sentimentos em um beijo.

Deixamos a emoção falar mais alto naquela hora
Nos entregamos com ansiedade aquela paixão.
Nós perdemos uma no corpo da outra
Vivemos ali a momentos de loucura e sedução.

Mas o dia já despontava lá fora
E envolta nos lençóis um brinde eu quis fazer
Afinal eu precisava deixar claro a minha alegria
Embora fosse a primeira e ultima vez que eu iria lhe ter.

Eu sabia que quando ao nascer do dia
Você para outros braços você iria voltar.
Mas eu não conseguiria seguir meu caminho em paz
Se pelo menos uma única vez eu não fosse te encontrar.

Porque eu te amei e você sabe disso
Teu corpo foi meu e ainda me quer
Você despertou em mim todos os sentidos
Em meus braços foi “amante e mulher”

Por isso eu hoje estou aqui sozinha
Em minhas mãos uma taça de champanhe
Talvez você ao lado de seu novo amor
Envolta nas nossas lembranças meu brinde acompanhe.

Foto de Professor

"Impacientite rancoróide depressiva"

Afeta grande parte da população em uma determinada época da vida a partir dos 12 anos.
Tem início lento com discreto prazer e tendência ao vício, podendo evoluir para a escravidão.
A pessoa apresenta períodos de enorme alegria e satisfação e num outro momento experimenta um estado de angústia, inquietude e depressão típicas da doença.
Evolui com problemas de desordem social podendo afetar trabalho e vida familiar.
O indivídiuo torna-se monossilábico e com baixa tolerância a conversas mais complexas.
Tem vontade de estar só e mesmo acompanhado tem a sensação de realmente estar só.
Não fala sobre o assunto a não ser com a pessoa que o contaminou.
Fica caracterizado um estado de dependência química e física, necessitando de constante feedback com seu agente etiológico (causador da doença).
Na ausência desse intercâmbio entra num quadro de impaciência severa, rancor e depressão que finalizam o quadro.
Normalmente o ser contaminante é ausente física e/ou sentimentalmente o que agrava a doença.
Nos casos de ausência sentimental do agente etiológico os sintomas são duradouros e o tratamento é mais prolongado.
Já nos casos de ausência física, a terapêutica é simples e eficaz.
Basta aproximar o indivíduo infectado do agente causador. Neste caso específico, eu de você.

Foto de Ednaschneider

Preciso de ti

Preciso de ti agora
Não suporto essa demora
Minha alma implora.

Preciso de ti, veja.
Meu corpo te deseja;
Minha boca sua boca almeja.
Minha intimidade lateja.

Preciso tua voz ouvir
Encanta quando sorri
não tenho para onde ir
Quero ir para perto de ti.

Meu bálsamo de cura
É sua língua que minha língua procura
Abre-se nessa união de forma tão pura
A porta para amorosas loucuras.

Tenho saudades dessas loucuras de amor
Preciso de ti, não importa para onde vou;
O que importa é sentir o teu sabor
Pois minha vida cinza precisa de mais cor.

Preciso de ti, dos teus beijos.
Preciso do teu toque, seus desejos.
Pois também desejas, no teu olhar eu vejo.

Preciso de ti e de mim, tu precisas
Em cada palavra, cada olhar tu confessas!
Confissão sutil, nas nossas conversas.
Diga que me ama com coragem e sem pressa.

Vamos o amor saborear
Venha...Venha me amar.
Ao acabares de confessar.
Entrega-se ao meu pulsar;
E aceite a felicidade que tão perto de ti está.

22 de maio de 2007 Joana Darc

(Este poema é registrado. Copyright: Todos os direitos reservados à autora dos mesmos, não devendo ser reproduzido total ou parcialmente sem a prévia permissão da respectiva autora, estando protegido pela lei, ao abrigo do Código dos Direitos Autorais)

Foto de Nana ´De Má

Um grito.

Cante uma vontade, grite um desejo.
Peça ao infortúnio um pouco de sossego,
Grita para todo o tamanho do desespero
Que é amar sem provar,
Sentir sem tocar,
Falar sem ouvir.

Mas olhes os dias e todo esse tempo,
São horas, são dias, semanas e meses,
Algo está acontecendo,
Bom ou ruim?
Será que mereço?
Ai de mim que sofre assim.

Peço e canto a todas as manhãs,
Sempre sopro ao vento um desejo,
E a voz do lírio continua a entoar.
Pensas,
Sempre vou escutar.
Em meus mais lindos sonhos você vai estar.

Hei de gritar-te sempre pra vires a mim.
Em nossas conversas com cheiro de lírios, se fundem promessas, e cantos em desalinho,
Nem ligo muito só sinto, deixo correr, mas planejo bem os detalhes de nosso sonho,
Quero gritar, quero chorar, mas não quero e nem ouso me entregar, nego-me sempre.
Sou forte, sei o caminho, tenho a direção, e muito mais,
Por isso canto a vontade e grito o desejo.

Ai de mim que já não tenho mais sossego,
Penso em ti dia e noite, noite e dia,
E nesses devaneios planos são feitos,
Para um futuro lindo, cheio de aconchego,
Quero provar, quero sentir, quero tocar todo o seu ser.
E um dia poder gritar, e agradecer as graças por te ter assim, tão estrela pra mim.

Foto de Edilayne Campos

Recordações

Nessa tarde escura, sentado à beira de minhas velhas recordações fico a recordar o tempo em que ainda podia te ter.
Lembro me das nossas conversas, dos nossos passeios, e até das nossas descussões.
Lembro me das viagens que fazíamos aos nossos desejos, dos nossos beijos, lembro me bem.
Lembro me de nós sentados na calçada esperando a noite chegar. Lembro me do nosso filho brincando, casando e indo com sua esposa morar.
Viver sem tudo isso foi o que consegui superar. Mas sua ausência, ó minha viúva, ainda arde em mim em parar...
Sento me aqui, na frente do nosso lar, pra ver se algum dia ainda te verei novamente por aqui passar.
Sinto seu cheiro, quando começo em ti pensar.
O vento que passa e balança meus cabelos é para mim como o seu carinho, aquele que você me fazia antes de eu ir dormir.
Ó minha viúva, por que partiste? Por que fostes para longe de mim?

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