Olhos

Foto de angela lugo

Meus versos de Natal (para vós poetas)

 

Neste Natal não quero presente
Quero algo que minha alma alimente
Que no coração fique permanente
São vossos versos escritos docemente
Que meus olhos consumiram alegremente
Durante mais este ano que estive presente
Quero vossas amizades eternamente
Mesmo que vivamos separadamente
Alguns o mar separa, mas não a mente
Outros são as estradas infelizmente
Neste Natal não quero estar indiferente
A todos um maravilhoso Natal cordialmente
Saúde e amor para viver cada dia plenamente
No próximo ano quero estar aqui novamente
Lendo e relendo seus textos fluentemente
Porque tudo na vida passa rapidamente
E antes que o ano termine categoricamente
Deixo aqui a minha mensagem já saudosamente

Feliz Natal caros poetas e poetisas


Foto de Noslen

Obrigado

haaaaaaaaaaa...
Não consigo dormir,
Cada vez que tento fechar os olhos penso em ti...
Navego no escuro do meu quarto e rompo as paredes inflexíveis deste silencio ensurdecedor...
Consumo e absorvo toda esta catadupa de pensamentos que me invadem a mente...
Afogo-me nas ondas de sentimentos que me inundam o peito...
O destino quis que seguissemos caminhos separados...
Mas aqui mando eu...
No mundo dos sonhos mandamos nós...
Sem precisar-mos de pensar no que irão os outros pensar ou sentir...
Somos donos e senhores para divagar á vontade...
Volto aquele beijo meio roubado...
Aquele tempo de inocência...
Reescrevo a nossa historia...
Mas...
Na realidade agradeço por ter a tua amizade...
Mais importante que qualquer outro sentimento guardado no tempo...
Não mudes, continua a seres tu mesma linda...
Obrigado por me deixares fazer parte da tua vida...
Que a nossa amizade perdure acima de tudo...
Obrigado pelo teu sorriso...
Obrigado por estares desse lado...
Simplesmente, OBRIGADO...

Foto de Marta Peres

Tristeza

Tristeza

A tristeza invade minha alma
Quando me perco em divagações...
Quando eu fechar os olhos
não levarei dores deste mundo,
quero levar a certeza de que,
a meu débito, não deixarei ninguém
a padecer de dor e de lágrimas.
Assim pensaria, filhos, não os tivesse!

Marta Peres

Foto de TerrArMar

Milagre de Natal

Milagre de Natal

Há muitos anos, havia um país onde viviam dois irmãos, eram completamente diferentes um do outro, um, o mano mau, vivia só par fazer maldades ás outras pessoas, só ficava contente quando conseguia fazer mal a alguém, o outro, o mano bom, era precisamente o contrário, vivia para espalhar o bem, só se sentia feliz quando conseguia ajudar alguém.
Um dia, o mano mau foi ter com o mano bom e disse-lhe:
- Olha lá, tu já viste, que todo se aproveitam d tua bondade? Tens mas é de fazer como eu, deixares de t importares com os outros e pensares mais em ti.
O mano bom respondeu unicamente:
- Consegues ser feliz assim?
- Ser feliz, o que é lá isso de ser feliz?
O mano bom resignou-se, ele sabia que nunca conseguiria mudar o modo de viver do irmão, contentava-se em o ir desculpando perante as pessoas a quem ele magoava e ofendia.
Passados dias o mano mau foi ter com o mano bom e disse-lhe:
- Mano, estou desgraçado.
- Desgraçado porquê o que é que e aconteceu?
- Meti-me numa trapalhada e agora estou desgraçado.
O mano bom que não podia ver ninguém mal, muito menos o seu próprio irmão, disse-lhe:
-Oh Homem, senta-te e conta-me o que se passa.
- Mano, preciso urgentemente de uma grande quantidade de dinheiro, tenho uma divida e ameaçam matar-me se não pagar.
- Mas quanto homem?
Mano mau disse-lhe quanto e o ma bom fico incrédulo, onde iriam arranjar tanto dinheiro.
- Mano, o que acabas de me contar é e facto complicado.
- Tu é que me podias valer, toda a gente gosta de ti, podias pedir no banco e eu ia-te pagando.
- Não, o banco não me empresta tanto dinheiro.
- Podias ao menos tentar, promete-me que tentas. Só tu me podes salvar a vida.
O mano mau sabia como enganar o mano bom.
- Está bem, prometo-te que vou ao banco, mas não te prometo mais nada.
- Obrigado mano, eu sabia que não me virarias as costas. Agora tenho de ir falar com o tipo a quem devo o dinheiro.
Saíram ambos, o mano bom em direcção o banco e o mano mau em direcção ao encontro de um homem.
- Então, conseguiste enganá-lo?
- Claro, caiu que nem um patinho, vais ver que não tarda muito temos o dinheiro para ir festejar o fim de ano como nunca festejámos.
- Podes acreditar, isto é que vai ser, tudo do melhor.
Passados poucos dias mano bom lá conseguiu o desejado empréstimo e assim que recebeu o dinheiro apressou-se a entregá-lo ao mano mau. Quando soube que tudo não passara de mais uma mentia do irmão ficou em pânico, ele tinha ido embora, desaparecera e agora quem pagaria o empréstimo? Bem talvez o irmão voltasse rápido, o seu bom coração não lhe deixava pensar mal de ninguém.
Foi na semana do natal que a noticia chegou, o mano mau morrera, tinha apanhado uma grande bebedeira e caíra ao mar, não conseguiram resgatar o corpo. Estava desgraçado, como iria pagar o empréstimo? Pensou em suicidar-se, preparo uma corda e fez o laço, atirou-a sobre a viga da velha casa e preparou-se para o desfecho final, subiu ao banco, colocou a cabeça entre o laço e…
Aquelas três pancadas na porta acabaram por lhe salvar a vida.
- Amigo, tu! O que estavas a pensar fazer?
O mano bom acabou por contar a sua desgraça ao amigo providencial.
- Tu vens comigo para minha casa, logo arranjaremos uma maneira de resolver o problema.
O mano bom aceitou a ajuda, caminharam rua abaixo e passaram defronte de uma casa de apostas:
- Anda ali comigo, quem sabe se está ali a resolução de todos os problemas, os teus e os meus.
- Qual quê, amigo. Há quanto tempo tu jogas?
- Desde que começou o loto.
- E o que é que já te saiu?
- Bem, na verdade nada. Mas tenho fé, estamos no Natal e é por uma boa causa.
Lá foram, entraram e o mano bom disse:
- Tenho estado a pensar no que me disseste, ser Natal e não sei quê mais e também vou jogar.
Assim o fez. Passaram-se os dias e nunca mais se lembrou do loto, era a primeira vez que jogava, além de que andava preocupado.
- Amigo, tu já viste o teu loto?
-Eu não, nem sei ver isso.
- Onde está o bilhete?
- Aqui mesmo.
Deu-o ao amigo, este desdobrou-o, fitou-o muito bem e começou a ficar pálido.
- O que foi homem, sentes-te mal?
- Não meu amigo, sinto-me muito bem. Tu estás milionário, tu acertaste no loto. Tu tens o teu problema resolvido.
O mano bom nem queria acreditar o que ouvia, ajoelhou-se, apertou as mãos, elevou-as ao ar e exclamou:
- Obrigado meu irmão, se não fosses tu eu nunca jogaria.
Levantou-se, abraçou o amigo contra si e passado um pouco colocou-lhe as mãos nos ombros, olhou-o nos olhos e disse:
- Há aí uma coisa que não bate certo.
. O que é que não bate certo, homem?
- Tu disseste que eu estou milionário e que o meu problema está resolvido.
- Sim.
- Não.
- Mas como não?
- Eu não, nós estamos milionários e os nossos problemas financeiros estão resolvidos, tu ajudaste-me na pobreza e eu não te iria abandonar na riqueza.
Levantaram, ambos, as mãos ao céu e exclamaram:

“Milagre de Natal”

Moral da História: “ Não hesites em ajudar quem nada tem, porque será ele quem te poderá valer um dia”

FrancisFerreira

Foto de Cecília Santos

COMO UM SONHO

COMO UM SONHO
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#
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Você passou em minha vida,
como um sonho.
Quando os olhos abri, ficou
a incerteza.
Se você foi real, ou fantasia.
Real ou não as marcas ficaram
em mim.
A doçura das palavras trocadas.
A ternura que existia entre nós.
Os sonhos desejados, que a
realidade se fez
O brilho do seu olhar, que era
luz à me guiar.
O seu cheiro, que impregnou
minha vida.
O vazio que agora ocupa o
seu lugar.
Minhas mãos vazias de carinho,
tateiam seu travesseiro.
Que agora esfria minhas mãos
num toque frio e sem graça.
Como se tornou minha vida,
e o meu coração.
Desde que passastes em minha vida,
deixando sua doce recordação.

Direitos reservados*
Cecília-SP/12/2007*

Foto de Cecília Santos

O CÉU E O MAR

O CEÚ E O MAR
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Quantas vezes me pego olhando o céu.
Num diálogo silencioso, converso com a
lua e com as estrelas.
Elas me entendem, e me ouvem.
Não me recriminam, não riem das
minhas lágrimas que caem.
À elas posso contar tudo, meus desejos,
meus segredos, minhas saudades.
Se sorrio, meu sorriso se ilumina com o
brilho que delas emanam.
Se meu pranto teimar e pela minha
face deslizar.
O céu manda uma brisa leve e suave
pras minhas lágrimas secarem.
O mar também é meu aliado.
Quantas vezes meus olhos se perdem
no horizonte acompanhando o mar.
Quantas vezes desenho seu nome e
frases de amor na areia branca da praia.
Que as ondas se encarregam de
levá-las até você.
Quantas vezes já falei com a lua, com
as estrelas e com o mar.
Quantas vezes já vi uma estrela na terra cair.
Quantas vezes já vi a onda espumante lavar a areia.
Foram inúmeras às vezes que sozinha,
conversei com o céu e com o mar.
E inúmeras foram às vezes, que não me
senti sozinha.
Pois o céu e o mar se juntaram me
fazendo companhia.

Direitos reservados*
Cecília-SP/12/2007*

Foto de Sirlei Passolongo

Fuga

       
Ando recolhida em mim, escondendo-me do mundo
tentando dormir sem sonhar; acordar sem chorar
sorrir sem fingir, ando fugindo de mim.
E vez por outra volto a encontrar os sonhos que deixei nas gavetas, as sombras que não me seguiam mais, e quando fecho os olhos salto para os braços do passado que tenho tentado enterrar, e os flashes da memória aparecem como se fossem as cenas de um filme que eu já conheço o final, e a trilha sonora é a mesma que embalou meu sorriso e minha solidão...
Outra vez, a tentativa inútil de abandonar os fantasmas
E assim me recolho... Me escondo num conto que não desejo real.
       
       

Sirlei L. Passolongo

Foto de Noslen

Sei onde te encontrar

Dorme bem linda...
Depois de falar ctg, sinto-me leve...
Vou para a minha cama e aceito no meu corpo o contacto do vazio...
Adormeço e procuro nos meus sonhos o toque da tua pele...
Aceito no meu peito o suor k cai do teu rosto enquanto fazemos amor...
Sinto nos meus dedos o entrelaçar dos teus cabelos...
Absorvo a tua respiraçao ao ritmo da uniao dos nossos corpos...
Acordo em sobresalto...
Rompo o silencio da noite e procuro o teu calor em vão...
Não estas ali comigo...
Fecho os olhos e adormeço...
Sei onde te encontrar denovo...

Foto de Raiblue

No cio dos seus olhos

Vi cio
Nos seus olhos
Vício
Dos meus...

Seus olhos
Meu vício
Seu cio

Meus olhos
Viram cio
Nos seus...

No cio
Dos seus olhos
O meu...

Sacio
Meu cio
Com o seu...

Sou sua
É meu...

(Raiblue)

Foto de PoderRosa

VOA ANJO, VOA

Voa anjo, voa

Voa anjo, voa
Pra bem longe daqui
Leva em tuas asas o recado
Pra quem eu te pedi
Diga pra ele que eu
Preocupo-me demais
Nos caminhos que talvez
Ele não volte mais
Que a saudade é grande
Que a falta é imensa
Que os olhos vivem inquietos
Enquanto a cabeça pensa
Diga pra ele que volte
Sem demora, sem tardar
Diga que me sinto muito só
Sem ao meu lado ele estar
Diga que é preocupação de amigo
Que ele não se preocupe
Pois o amor em meu coração
Não mais se ocupe
Voa anjo, voa
Bate as asas bem depressa
Porque a dor da saudade
É demais e não presta
Leva então meu beijo
Para o amigo distante
Diga a ele que eu
Penso nele, neste instante.

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