Sempre

Foto de Serafina e Tatiana

Hoje não sei quem Sou!

Sinto que já não sou o que um dia fui
Toda a ternura, simpatia e vontade de viver se foram
Morreram no dia em que cai no abismo
Abismo esse que me arrastava para uma realidade
Triste, dura, desagradável...
Afinal não era um conto de fadas, mas sim um sonho que
Se transformou de repente em pesadelo e me assombra ate hoje

Foram dias, noites, semanas e mesmo anos...
Uma dor e angustia insuportável, ou pelo menos era o que me diziam...
Mas ali estava, impávida e aparentemente serena, sempre a teu lado....
Sempre pronta para aparar os mais duros golpes que a vida proporcionava...

E depois?
Depois chorava, chorava, chorava... ate não poder chorar mais...
Ate afogar o desespero que sentia, toda a dor... Que não passava apenas atenuava...

Mas reagia, e cada dia com mais força e convicção e dizia...
É hoje!!! É hoje!!! Hoje as coisas vão melhorar...

E tu partias... uma e outra e outra vez...
Sempre com a mesma promessa, sempre com a mesma mentira...
E eu?
Acreditava!!! Claro!!! Estávamos juntos!!!

Mas tu voltavas.... E nada mudava!
Voltava a dor, morria a esperança e morria um pouco de mim....

Tantas vezes partiste e tantas vezes voltaste que acabaste por levar tanto de mim
Que hoje já não sei quem sou...

Foto de Serafina e Tatiana

As 1027 coisas que odeio em ti ou não …

Odeio quando me ignoras...

Odeio quando me dizes “Estava só a brincar” e no fundo ambos sabemos que não...

Odeio quando me perguntas “ E isso que vais vestir?” e eu te pergunto porque e a resposta é sempre “por nada”....

Odeio quando sais e não me contas como foi... Ate parece que tens algo a esconder....

Odeio quando me perguntas mil vezes a mesma e coisa depois de eu já te ter respondido á primeira...

Odeio quando fazes uma amiga nova e passas o resto da noite a dizer o quanto e porreira!

Odeio que nunca estejas de acordo comigo...

Odeio as tuas 1027 amigas do Hi5 que dizes sempre que nunca viste na vida
(Basicamente odeio não saber tudo sobre ti e as tuas 1027 amigas do Hi5)

Odeio quando estas on-line no MSN e optas por não dizer nada! (LOL esta é clássica...)

Odeio estar contigo, não porque não gosto, mas porque os joelhos tremem...Sim e uma incoerência e depois? Coisas de gaja! LOL

Odeio que me tires o fôlego só com o olhar...

Odeio quando falas baixinho... porque me obrigas a aproximar...

Odeio beijar te porque sabe me sempre a pouco!!!!

Odeio o teu perfume porque cola em mim....

Odeio estar contigo porque no dia a seguir e não sei bem porquê ando com um sorriso estúpido na cara que não desaparece nem que o mundo desabe!!!!!!!

Odeio ver te porque depois tenho saudades...

Odeio ter vontade de falar contigo e nunca saber o que dizer...!

Odeio ver-te, sentir o teu olhar e não conseguir fazer nada...

Odeio ter o teu número e saber que não posso ligar...

Odeio o teu ar de bad boy que eu tanto adoro... confusa????

Odeio não saber se pensas em mim, se te lembras de mim como eu de ti....

Odeio estar do outro lado da mesa e ter de manter a “pose”...

Odeio o meu medo.... A incerteza... e se...

Odeio-te porque tens tudo o que eu adoro!!!!!

Odeio estar a teu lado e não te poder tocar ....

-by Serafina Cristina e Tatiana Micaela

“a pior forma de se estranhar alguém é estar sentado a seu lado e saber que nunca o poderás ter”

-by Gabriel Garcia Marquez

Foto de Serafina e Tatiana

Será que o problema é mesmo dos homens?

Confesso que cada vez mais acho que nós é que realmente somos complicadas e gostamos da “complicação” (e contra mim falo).

Pensemos nas nossas amigas, nem todas é claro, e como nos relacionamos com elas! Se nós que somos mulheres a lidar com mulheres chega a um pouco que “NÃO HÁ PACHORRA!!!!”.
Supostamente devíamo-nos entender, compreender e aceitar mas por vezes somos a primeiras a não aguentar tanta dúvida, incerteza, e perdoem-me a expressão “mariquice”.
Posto isto imaginem os homens para quem tudo é preto no branco? “Ai que me sinto sozinha, não tenho ninguém, os homens não me ligam nenhuma!”; uma semana depois: “ Ai estou que não posso, o gajo é um chato, está-me sempre a ligar, a mandar mensagens a dizer que me ama, como é que me livro dele?” Realmente nós somos demais! Não há quem aguente!!!

Tenho dias que realmente gostava de ser gajo!!!! A vida era tão mais simples… isto de ser gaja cansa!!!! E amiga de gaja, vá lá vai…

Foto de Serafina e Tatiana

Os Homens do nosso Tempo!

Homens…

Perdidos no tempo, agem como adolescentes…
Sem consciência ou pudor, atacam em manadas como leões
Sempre em competição feroz… Qual irá conseguir a presa mais valiosa?
O troféu!!!
Mais um na prateleira pensam… Nunca lembrando que os ditos troféus têm nome.

Mas vamos imaginar este filme, de 2ª categoria devo frisar, ao contrário…

Mulheres caçando em grupo, á procura de mais um troféu para exibir em suas paredes…

Inimaginável certo? E porque?

Não necessitamos de troféus na parede, nem de medalhas nas prateleiras…

Tudo o que fazemos, fazemo-lo por um motivo, uma razão, ou uma causa….
Ou simplesmente porque a dado momento da nossa vida tivemos vontade o fazer, logo não necessitamos de o exibir, apenas de o lembrar e sentir…

Já o Homem…

Tudo gira a volta de uma necessidade constante de afirmação, por mais que não seja a dita competição,
A necessidade voraz de se mostrar, de ser mais forte, mais ágil… melhor!

Resultado, vivemos num pais de Gigolos medíocres, verdadeiros Zezes Camarinha sem nível, que nem os pés sabem mexer e que acham que cada vez que atingem o seu objectivo, que nos vergaram a sua vontade!
Incrível não é?

O que eles não sabem e que existe uma coisinha chamada compaixão que só nos conseguimos dominar de forma a atingir os nossos objectivos e por isso sim, somos mais inteligentes e não necessariamente mais fortes!

-by Serafina Cristina Micaela dos Santos Conceição e Tatiana Micaela Dos Santos Conceição

Foto de Cretchu

AMANTES DA NOITE


As luzes da cidade lá embaixo contrastavam com a noite sem estrelas. Pousei suavemente na sacada, em frente à janela do apartamento dela, que veio me receber vestida apenas com uma camisola branca transparente, sem mais nada por baixo do lingerie. Ela abriu a janela de grandes vidraças, com seus longos braços, e me disse sorrindo:
- Entra, amor.
Aceitei o generoso convite, e nos abraçamos. Beijei seu pescoço macio. Ela me empurrou suavemente, sorrindo, e fechou a janela. Veio até mim, pegou-me pela mão e me sentou em uma poltrona. Sentou-se ao meu colo. Acariciei seus quadris.
- Obrigado pelo convite. eu disse, enquanto ela passava seus cabelos por meu rosto. – Não é sempre que isto me acontece.
Ela beijou meus lábios, mordiscando-os. Segurou minha cabeça entre suas mãos. Disse-me, baixinho:
- Eu quis você desde que te vi ontem à noite, na biblioteca.
Sorri, feliz. Peguei-a no colo e a levei para o quarto. Ela não resistiu quando a coloquei em sua cama. Seu rosto tinha um ar tímido. Despiu-se da camisola, enquanto eu também ficava nu. Depositei a capa sobre uma cadeira e o resto das roupas deixei no chão. Deitei-me ao seu lado e a abracei. Ela me retribuiu o abraço e nos beijamos. Minhas mãos percorreram todo seu corpo, e ela me acariciava o dorso, a barriga e o pênis. Chupei fortemente seus lábios, beijei seu pescoço. Estendi-me sobre seu corpo, beijei e chupei seus mamilos, sua barriga e lambi sua vagina. Puxei seu grelo com a língua, ele se adaptou aos meus lábios e foi chupado com sofreguidão. Ela gemia baixinho, segurando-me pelos cabelos. Um jorro molhou meus lábios. Beijei e mordisquei suas pernas, seus pés. Subi por todo seu corpo, lambendo-o em todas suas partes.
Segurei-a pelo queixo. Introduzi lentamente o pênis em sua vagina, que o recebeu lubrificada. Entre suas pernas, cavalguei-a devagar até que o pênis entrasse totalmente. Aumentei o ritmo, empurrando meu pênis até o fundo de sua vagina. Ela me abraçava fortemente, acariciava minhas nádegas e minhas coxas com seus pés. Retirei o pênis, virei-a de bruços e tornei a penetrar sua vagina, enquanto com meus quadris massageava seus glúteos. Meus braços e mãos percorriam o dorso daquela mulher, eu pegava seus seios e os apertava por baixo de seu corpo esguio.
Levantei-a com uma certa violência, mantendo meu pênis dentro de sua vagina, e sentei-a sobre mim. Puxei-a para mim, com toda a força que pude, penetrando-a completamente. Seu corpo transpirava. Esfreguei suas axilas com minhas mãos, tornei a apertar seus seios, enquanto a puxava freneticamente contra mim, tocando o fundo de sua vagina. Ela se curvou para a cama e me disse:
- Não goza tudo, não! Deixa eu beber um pouco!
Livrou-se de minha penetração, virou sua cabeça para o meu lado, seus cabelos tocaram minha barriga, e colocou meu pênis em sua boca. Deitei-me de costas na cama, enquanto ela subia e descia sua cabeça com meu pênis dentro da boca. Chupou-o em todas suas partes. Lambeu meus testículos pela frente e por trás. Voltou a colocar o pênis inteiro na boca. Meu pênis encontrava o céu de sua boca e sua garganta, sua saliva o molhava. Eu acariciava seus cabelos, agarrava-os com força, massageava sua cabeça. Assim, gozei dentro de sua boca. Parte do esperma jorrou para fora, e ela o lambeu com volúpia.
Ela se deitou de lado, eu me deitei abraçando-a por trás. Puxei seu corpo contra o meu. Meu pênis logo voltou a ficar ereto, e eu o esfreguei em seu rego, tentando atingir seu ânus. Os glúteos daquela mulher foram cedendo, a ponta de meu pênis encontrou seu ânus, tentando forçá-lo. Mas ela me empurrou pelos quadris, dizendo:
- Não! Isso dói!
Repliquei:
- Você acha que eu vou te machucar? Jamais faria uma coisa dessas.
Ela se levantou rapidamente e foi até o banheiro. Voltou com uma bisnaga contendo um creme. Deitou-se de bruços, após me dar o creme. Não era um creme adequado para penetração anal, mas iria funcionar sob o aspecto psicológico. A mulher queria evitar a dor. Passei um pouco do creme nos dedos, deixei a embalagem sobre o criado-mudo ao lado da cama. Introduzi os dedos indicador e anelar lambuzados de creme em seu ânus, lubrificando-os bastantes. Ela empinou a bunda e eu me deitei sobre ela, segurando-a pela cintura. Seu ânus se contraía e abria. Iniciei uma lenta penetração, e seu ânus engoliu todo meu pênis. Ela soltou um “ai” lamentoso. Novamente a puxei, sempre agarrando sua cintura, colocando-a de quatro, sem retirar o pênis. Meu pênis ia e vinha em movimentos rápidos, o ânus perfeitamente adaptado ao seu diâmetro, enquanto ela gritava “fode, fode”. Meu pênis percorreu toda a parede de seu ânus, que estava mais molhada que úmida. Quando percebi que iria gozar novamente, deitei-me sobre ela, que se estendeu sobre a cama. Agarrei-a com força e joguei meu gozo dentro de seu ânus. O esperma ficou todo em seu reto. Ainda mantive meu pênis lá dentro por algum tempo, e por fim o retirei.
Fiquei deitado sobre ela, descansando e alisando seus cabelos, passando a mão por seu corpo. Depois deitei na cama. Ela se virou para mim e pousou sua cabeça sobre meu peito. Brinquei suavemente com seus cabelos, alisei seus quadris e suas costas, dizendo-lhe palavras doces ao ouvido. Aos poucos ela foi adormecendo, e por fim, dormiu suavemente, com sua respiração leve balançando os pelos de meu peito. Beijei sua cabeça e a deitei na cama.
Levantei-me e fui até o banheiro, onde tomei um banho. Voltei para o quarto, ela ainda dormia. Observei-a por um momento. Ronronava tranqüila em seu sono. Suas pernas levemente abertas me mostravam seu grelo inchado e úmido. Vesti as roupas, joguei a capa sobre meu corpo. Fui até a cama onde ela dormia virada de lado, e lhe dei um beijo nas pernas, outro nas nádegas, nas costas e no rosto. Beijei delicadamente seus lábios. Saí do quarto, abri a vidraça da mesma janela por onde havia entrado. Passei para a sacada e fechei a janela por fora. Subi no gradil da sacada. Não havia movimento de transeuntes naquele horário noturno. Desci lentamente, com os braços abertos, a capa esvoaçando, e pousei na rua.
Caminhei um pouco e fiz o que nunca tinha feito em todos estes séculos. Virei-me para trás, olhando em direção ao apartamento onde eu havia sido amado. Ela acordara e me olhava pela grande janela, com os braços em cruz sobre a vidraça. Vestia a mesma camisola transparente. Levei a mão aos lábios que ela beijara e que se molhara de sua saliva e seu mel. Não tive coragem de jogar o beijo, mas ela entendeu.
Sim, ela entendeu quando virei as costas e olhei a noite à minha frente. Eu não poderia voltar. Nem ficar. Sou um ser da noite. Devo ficar com a noite, e não com esta mulher que vai viver sua vida. Ela vai ter amores e rompimentos, talvez filhos, marido. Talvez se separe, volte a casar. Quem conhece os rumos do trágico destino humano? Mas estarei sempre a proteger esta mulher que me amou. Não vou deixar que se machuque. Velarei por ela durante seu sono, quando estiver em perigo, quando a noite chegar. No momento em que ela morrer, deixarei uma flor em seu túmulo. Será mais uma perda nesta eternidade à qual arrasto minha maldição.
Suspirei profundamente, sorvi o ar noturno. Segui meu caminho, deixando para trás o apartamento e a mulher que me amou. “Adeus, minha querida!, pensei”. “Mas eu vou te ver sempre”. E, caminhando lentamente, entrei no corpo escuro e sagrado da noite à qual pertenço.

Foto de Anderson Maciel

AMOR GRANDE AMOR

amor que hoje aqui aparece
amor que vem como a calada da dor
amor que hoje aqui despadesse
amor o grande amor
amor que me faz recitar
amor que me faz falar
amor grande amor que me faz dizer
amor que me faz amar vc
amor que me faz caminhar
amor que me faz ser sinsero poder amar
amor o grande amor
amor te amo e seja la como for
amor para sempre vou te amar
amor hoje feliz estou aqui para te amar
amor, amor, amor
feliz hoje porque sei que vc está na minha vida eu estou. Anderson Poeta

Foto de DeusaII

Esperei... Esperarei para sempre!

Numa cabana feita de olmo
Onde os apaixonados de amam,
Onde os sentimentos fluem
Ao sabor dos dias que passam,
Esperei por ti...
Minha vida criou raízes,
Minha alma findou com o tempo,
Meu coração esqueceu-se de amar.
Neste paraíso desconhecido
Onde deixei tudo de mim,
O sol já não se põe
E a memoria do que foi
É uma permanente saudade.
Nesta espécie de vida,
Onde os sentimentos andam
A uma velocidade alucinante
Esperei por um sinal teu,
Por algo que pudesse devolver-me a esperança,
Criei calos, com o tempo,
Mas esperei...
Sentei-me na areia molhada pelo mar,
E vi os dias passarem...
Vi as noites morrem,
Vi pessoas passeando,
Deixando suas marcas na areia,
Vi pássaros voando,
Em busca do seu destino....
Vi crianças sorrindo,
Como se o mundo fosse delas
E esperei....
Olhei o mar, distante,
Com o seu brilho esplendoroso,
Com a sua mágica cor.
Vi enamorados clamar à lua,
E no entanto continuei esperando...
No fim...
Já sem forças, já sem alma,
Levantei-me,
Olhei em meu redor....
Vi as gaivotas lá no céu azul
Entoando seus cânticos...
E continuei esperando....
Como sempre vou esperar....
Até meus olhos se fecharem
Para sempre!

Foto de TaTa_WEbAs

Me tira da solidão, por que ainda te amo!

Equanto me reviro em meus lençois,
ja nao consigo pensar em nada,
saiu pela porta á caminhar pelas ruas,
mas só penso em sua falta,
olho as estrelas abaixo dos meus pés,
novamente a saudade emersa,
novamente essa tua ausencia,
e você esta ai, que teima, insisti em mi fazer sofrer, pois,
a saudade esta nas gavetas, e nas fotografias e nas letras de musicas, que eu ouço sem parar, mas eu nao precisava sofrer mais,
uma ou duas vezes ja é o suficiente,
para você acreditar que te amo!! e sempre irei te amar!!!

Foto de Graciele Gessner

A Morte. (Graciele_Gessner)

Como é complicado escrever sobre a morte, ainda mais quando muitos afirmam que a morte é algo natural da vida. Penso que não estamos preparados para a perda dos nossos entes queridos.

Nascemos, crescemos e acreditamos que jamais iremos morrer. Mas por incrível que pareça um dia, a morte bate na nossa porta e avisa que chegou o nosso momento.

Há quem diga que temos a hora e a data marcada para este momento. Como se tivéssemos dia, hora e ano para nascer e morrer. Já pensou?

Creio que a morte é apenas uma passagem para um lugar muito melhor. A morte é o momento de nos despedir de quem deu a sua contribuição na história da existência.

Quando nascemos somos paparicados com muita alegria e emoção. Quando morremos somos lavados com as lágrimas dos nossos queridos familiares, amigos e conhecidos.

Como é contraditório o momento que nascemos e morremos. Viemos ao mundo, crescemos, evoluímos e acreditamos que somos capazes de viver eternamente. E quando percebemos, a vida é curta e precisamos valorizar os pequenos momentos que nos restam. Questionamo-nos o que podemos encontrar após a morte? Talvez encontre um lugar que possamos viver uma nova vida.

Por fim, a morte sempre será uma incógnita.

12.06.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Nota: Inspirado nas minhas condolências à uma mãe que perdeu o seu filho num acidente de automóvel.

Foto de Graciele Gessner

Declarando Amor Pelo Monitor. (Graciele_Gessner)

Oi, meu eterno amor!

Sabe?! Estou feliz de alguma forma de ter você novamente, mesmo que por uma telinha. Acho que acabei por me acostumar de tê-lo do outro lado do monitor. Também penso que estranharia a sua ausência, em não ver a plaquinha do MSN subindo e dizendo: "Meu amor acabou de entrar". Ah, sim! A sua poetisa está sentimental hoje, na verdade está amando sem saber ao certo aonde chegaremos com este total envolvimento.

Fico há imaginar o dia que você me "faltar", me refiro quando a morte chegar, isto se eu não for antes. Acho que vou visitar-te todos os dias, pois lá sei que não encontrarei ninguém a te vigiar. Até que Deus tenha piedade de mim e me busque para poder te encontrar onde estiver.

Sim, meu amor, eu te amo! Aprendi a amar de longe, você não imagina quão grande é o amor que guardo por ti. Se no passado eu deixava você livre de mim, deixando sair sozinho, hoje, faria de tudo para estar em sua companhia, para estar com você. Eu sei que devia ter valorizado antes, mas tudo tem um jeito, ou melhor, damos um jeito. E o meu jeito é de te amar de longe, em silêncio.

Meu amor, você é o sentido que me faz acreditar em alma gêmea. Você é aquele capaz de me fazer suspirar de prazer. Aquele dos olhos azuis que me apaixonei e acabei amando sem limite. Você é a pessoa oposta de mim, somos muito diferentes, e ao mesmo tempo muito iguais. Você me entende?!

Você me conhece tão bem, como ninguém jamais conheceu! Gosto dos seus beijos intensos, envolventes, que faço questão de serem lentos para senti-los mais meus. E de alguma maneira sentir-te me possuindo e me amando, me desejando, me querendo sua, por todo sempre, eternamente.

Ah, meu amor! Eu posso não tê-lo fisicamente ao meu lado, mas tenho em meus pensamentos, em meus versos e em meu coração. Tenho você nas coisas simples da vida, e tenho saudade de tudo que vivi e senti contigo. Saudade de senti-lo bem juntinho de mim, pertinho, num enroscar de pernas, numa aproximação de corpos que se torna um só. Você é a minha saudade, é meu amor!

Amor, tudo que escrevo é a minha definição real do que é amor, do que sinto e vivo por você.

Tudo isso, porque simplesmente, eu te amo!

Sua eterna poetisa.

11.06.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

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