Sempre

Foto de Anderson Maciel

GRANDE AMOR

aparecestes na minha vida e mudasse o meu coração
aparecestes na minha vida como aquelalinda canção
fisestes de mim um homem, um heroi
fisestes de mim ser aquela pessoa mais feliz
fisestes eu ser o que sempre quiz
fisestes eu ser um poeta ser feliz
pois hj fico aqui a nesse mundo viver
estar ao teu lado ser também vc
ser hum homem que ninguem ja vil
fazer o que gosto fazer o que quero
fazer o que sei que é certo
pois estou la
caminhando sem cesar
pois junto com um grande amor vou sempre estar
sempre feliz a como aquela canção cantar
sou feliz sou poeta, sou feiz vivo a cantar, sou feliz, sou poeta,
vivo a pra vc me declarar.
pois sou o seu grande amor que te ama e aqui nesse mundo vai estar
a te fazer feliz e a te adorar
a te dar carinho e amor
pois seja la como for
aqui vou estar
te amando minha linda ate o dia que vc aqui não mais estar
pois quando vc for embora prometo não mais amar
pois seu grande amor para sempre aqui vai estar. Anderson Poeta

Foto de Braulio Meloso

Declaração de Amor

Sempre que te vejo há algo
Estranho dentro de mim,
Eu te juro e te confesso
Eu Nunca me senti assim…

É uma dor dentro do peito
Que não consigo parar,
E um doce sentimento
Que não consigo evitar.

E como se meu coração
Quisesse para fora pular,
E como se eu quisesse rir,
E ao mesmo tempo chorar.

Quero falar,
E eu Também quero calar,
Eu me sinto sufocado
Meio Doido, Baralhado,
E as vezes sem saber
Ate sonho acordado,
Resumindo e concluindo…

Por ti estou apaixonado.

Foto de Sonia Delsin

UM A UM

UM A UM

Sei que eles irão.
Um a um.
Posso ir antes, depois...
Quem é que sabe quando é nossa hora de partir?
Eu me entristeço porque sei que não mais os abraçarei.
Mas sempre os amarei.
Então...de certa forma sempre os terei.
No coração.

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" ORAÇÃO PARA OS POETAS"

*
*
*
*
Meu pai, senhor Deus.
Venho por essa simples oração
Pedir-te com devoção e clamor.
Para dar benção a todos os poetas.

"Paz no coração", e delicadezas nas mãos.
E sentimentos cheios de inspiração.

Que ilumine o caminho de cada um
Que lhe de bênçãos em inspiração.
Moldando a leitura com dedicação.

Que muitos poetas possam a ti declamar.
Que muitos poetas continuem transmitindo
Ao mundo a maravilha de sonhar,
Num mundo de poemas e encantos.

Pai, que os poetas, nunca percam
A inspiração, que sempre nos presenteie
Com seus esboços de fascinação.
Mostrando-nos a vida com inspiração.

Pai perdoe aqueles poetas meios desorientado.
Que a ti não tem procurado, mas que sabem que você
É o único Deus do amor, que da ao poeta.
A arte de descrevê-lo.

Não poderíamos escrever tantas belezas.
Se não fosse suas benções acompanhada
Do dom que foi consumido, por escrever
Sobre temas vividos, extraídos.

Pai aqui termina minha simples oração
Para te agradecer com devoção
Essa linda arte em oração.
Que é usar minha inspiração.
E fazer do nosso mundo,
Uma lendária biblioteca dos sonhos.

Peço-te proteção aos poetas.
Dádivas para escrever,
E compreensão a quem nos lê.
E use nosso dom para poder
Continuarmos a fazer do mundo a poesia.
E a poesia um mundo de fantasia.
Que a todos contagia.
Amém!!!

*-*Anna A FLOR DE LIS.

*-* Embora não seja o mesmo assunto: Minha fonte de inspiração, foi a postagem de nossa amiga Poetisa" Carmem Vervloet "com sua postagem "PERDÃO". Me deu vontade fazer em poesia uma oração a todos os poetas. Espero que gostem, foi da alma.

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Sonia Delsin

FLORES PARA QUEM PARTIU

FLORES PARA QUEM PARTIU

Ela caminhava observando tudo. Os pássaros livres a recordavam que também conquistara sua liberdade.
A máquina fotográfica dependurada no pulso. Os cabelos ao vento, um agasalho de caminhada, um bom tênis, óculos de sol.
Caminhar é tão bom. Respirar o ar da manhã.

Quatro anos se passaram. Quatro anos.
Uma outra vida dentro de sua vida.

Lara ia pensando que a vida é feita de ciclos. Recordou a infância, a juventude, o dia que se apaixonou por Leonardo. Como ele era bonito! Lindo mesmo...

Uma vida ao lado dele e o fim. Quatro anos se passaram desde aquele dia. O adeus doeu demais e ela sabia que precisava esquecer tudo que se passara. Tudo.

Mas esquecer vinte e tantos anos ao lado de alguém?
É possível esquecer do primeiro beijo ao último olhar, as últimas palavras?
O grande vazio que ficou?

Um pássaro tão lindo numa cerca lhe chamou a atenção. Claro que o fotografaria. Claro.
E as buganvílias floridas então! Não podia deixar de fotografar.

Ia distraída a olhar tudo e as lembranças começaram a aparecer como ondas que o mar insiste em trazer para a praia.

Ela era um rochedo. Nada a abalaria. Nada.
Virou a máquina e tirou uma foto de si mesma ao lado de um arbusto. Cadê o sorriso? Ele não chegou, mas a foto não ficou feia. Todos diziam que ela era linda quando sorria. Talvez mais tarde o sorriso chegasse.

Apanhou uma florzinha azul e lembrou do tempo que apanhava flores do campo para levar ao marido. Ele não a acompanhava nas caminhadas. Preferia ficar na cama deitado e depois se levantaria, tomaria um café e fumaria.
Como ela odiava vê-lo fumando tanto. Quando pedia que fumasse menos ele discutia. Nos últimos anos tudo era um pé de briga.

Esmagou as florezinhas na palma da mão. Tanto tempo e o esquecimento não chegava, não chegava.

Não que tivesse esperanças ainda. Não. Em absoluto. Compreendera neste tempo sozinha que não tinham afinidades. Nem conseguia crer que viveram tantos anos juntos. Mas ficara uma dor, uma vontade de mudar o que o já não podia ser mudado.
Não era remorso. Era vontade que tudo tivesse sido de outra forma. Sem discussões, sem lágrimas.
Mas existe um casamento que termina sem brigas? Pelo menos quando acontecia era algo raro. Ou não?
Ela queria que tivesse sido sem brigas. Queria... tanto isso. Sem brigas.

Passou por uma árvore carregada de amoreira carregada e resolveu apanhar algumas amoras madurinhas. Gostava tanto que nem ligava a mínima em sujar as mãos.

Continuou a caminhar e o pensamento mudou de rumo. Pensou noutras coisas. Esqueceu a dor. Era sempre assim. Aquela dor vinha e ia. Como ela e suas caminhadas.
Pegou rapidamente a máquina para fotografar duas andorinhas que revoavam ao seu lado. Esqueceu o passado. Pelo menos por hora.
Olhou o relógio no pulso. Era hora de voltar para casa. O sol já estava ficando forte e ela não passara protetor solar.

Outras manhãs a aguardariam até que o outro ciclo se fechasse. Ela apertou de encontro ao coração a máquina pensando que tirara boas fotos naquela manhã.
Não levaria flores. Ninguém a esperava. Ninguém.

Foto de Sonia Delsin

ANOS DE TERNURA

ANOS DE TERNURA

Hoje uma libélula entrou pela porta aberta da minha sala de visitas e por um tempo ficou debatendo-se tentando encontrar a saída. Quando ia ajudá-la, ela acabou por si mesma encontrando-a.
Lembrei de meus tempos de criança. Tive mesmo uma infância encantadora e desde pequena sempre adorei insetos, animais, a terra, as plantas. Eu me sentia parte integrante daquela natureza que me rodeava.
Vou contar um pouco do lugar onde passei toda minha infância. Era naquele tempo uma terra agraciada com recantos deliciosos (o tempo passou e muitas coisas mudaram).
Entrando por uma velha porteira seguíamos por uma estradinha muito singela, onde meu pai havia plantado de cada lado coqueiros de pequeno porte. Um verde e um roxo. Ele tinha verdadeiro amor pela estradinha, e todos os dias a varria com uma vassoura de bambu. Essa estradinha passava por um velho paiol onde guardávamos o milho que mais tarde se transformaria em fubá.
Andando mais um pouco já avistávamos o jardim de mamãe. Belo jardim! Rodeava a casa, que era muito simples. Andando mais pela estradinha chegávamos a um rancho, que foi o cenário de muitas fantasias minhas.
Tínhamos várias cabras sempre e me lembro de muitas aventuras que tivemos com elas. Todos os filhotes ganhavam nomes. Lembro-me como se ainda estivessem diante de meus olhos, e pareço ainda sentir os puxões de cabelos (tentando mastigá-los) que elas davam quando me aproximava.
Na chácara tínhamos muitas jabuticabeiras, talvez umas noventa. Não sei se exagero, mas eram muitas. Próximo ao nosso jardim havia uma fileira de umas cinco delas, muito altas; onde meu pai fazia balanços para brincarmos.
Deus! Quando floriam, que perfume! Aquele zum zum zum de milhares de abelhas... as frutas nas árvores depois de algum tempo!
O pomar era uma beleza, tínhamos grande variedade de frutos e nos regalávamos com toda aquela fartura.
Havia o moinho de fubá que foi o meu encanto. Aquele barulhinho, parece que ainda o ouço.
O vento nos bambuzais, aquele ranger e os estalos. Gostava de caminhar entre os bambus, mas meu pai nos proibia de freqüentarmos aquele lugar, devido a grande quantidade de cobras que costumava aparecer por lá.
Havia dois córregos e mesmo proibida de entrar neles eu desobedecia algumas vezes.
Tínhamos um cão muito bonito que participou de toda a minha infância, recordo-o com seu pêlo preto brilhante, e meus irmãos se dependurando nele para darem os primeiros passos.
No meio do jardim tínhamos uma árvore que dava umas flores roxas, São Jorge nós a chamávamos. Não sei se é esse mesmo o nome dela. Ela tinha um galho que mais parecia um balanço e estou me lembrando tanto dela agora.
Eu, vivendo em meio a tudo isso, estava sempre muito envolvida com a natureza que me cercava e muitas vezes meus pais surpreendiam-me com os mais variados tipos de insetos nas mãos. Eles me ensinavam que muitos deles eram nocivos; que eu não podia tocar em tudo que visse pela frente; que causavam doenças e coisa e tal. Mas eu achava os besouros tão lindos, não conseguia ver maldade alguma num bichinho tão delicado. Não sentia nojo algum e adorava passar meus dedos em suas costinhas.
As lagartixas, como gostava de sentir em meus dedos a pele fria! Eu as deixava desafiar a gravidade em meus bracinhos.
Muitas vezes meus pais me perguntavam o que eu tanto procurava fuçando em todo canto e eu lhes dizia que procurava ariranha. Eu chamava as aranhas de ariranha e ninguém conseguia fazer-me entender que o nome era aranha e que eram perigosas.
Pássaros e borboletas, eu simplesmente adorava. Mas fazia algumas maldades que hoje até me envergonho de tê-las feito. Armei arapucas e peguei nelas rolinhas e outros pássaros mais, somente para vê-los de perto e depois soltá-los.
Subia em árvores feito um moleque e quantas cigarras eu consegui pegar! Também fiz maldades com elas e como me arrependo disto! Eu amarrava um barbante bem comprido no corpo das pobrezinhas e deixava-as voar segurando firmemente a outra ponta nas mãos, claro que depois as soltava.
Mas se por um lado eu fazia essas coisas feias, por outro eu era completamente inocente e adorava tudo que me cercava.
Os ninhos, eu os descobria com uma facilidade incrível porque acompanhava o movimento dos pássaros que viviam por lá. Adorava admirar os ovinhos e os tocava suavemente. Eu acariciava a vida que sentia dentro deles. Visitava os filhotinhos quando nasciam e quantas vezes fui ameaçada pela mãe ciumenta.
Estas são algumas das recordações de minha infância, do belo lugar onde tive a graça de ter vivido, acho que é por este motivo que gosto de contar sempre um pouco dela. Era mesmo um lugar privilegiado aquele e gostaria que todas as crianças pudessem também desfrutar de uma infância tão rica em natureza e beleza como foi a minha.

Foto de Sonia Delsin

O JARDIM... DO ESPELHO

O JARDIM... DO ESPELHO

Acredito que para crescermos interiormente passamos muitas vezes por situações muito delicadas, muito difíceis, por fases dolorosas...
Algumas pessoas se revoltam com o sofrimento, tornam-se amargas. Perdem o amor pela vida. Mas às vezes ele é um mal necessário, mesmo que nem nos apercebamos disso.
Ninguém deseja sofrer e quando acontece de sofrermos precisamos sempre procurar tirar algum proveito disto no sentido de crescermos.
Vou contar aqui fatos ocorridos há muitos anos. Uma fase negra, que sei que devia ter apagado de minha alma, de minhas lembranças, de meu eu. Mas como nunca consigo encontrar o apagador... vez ou outra estas lembranças também voltam, vem à tona e agora mesmo estou me lembrando delas.
São dores que já não doem, doeram no seu tempo. Doeram demais e marcaram irremediavelmente minha vida.
Triunfei sobre esta fase e nem devia mais tocar no assunto, mas vou narrá-la para que alguém ao lê-la possa tirar algum proveito. Não é bem por aí, porque não é com as lições dos outros que aprendemos mais, mas com as nossas próprias experiências. Mas tudo bem! Vou contar assim mesmo para quem quiser conhecer um pouco mais de mim.
Vou contar o milagre de um espelho.
O fato aconteceu numa primavera. Naquele tempo eu mal completara dezesseis anos e estava presa a uma cama por quase um ano. Sem perspectivas de melhora eu definhava no leito, sofrendo muitas dores e causando também muito sofrimento a todos meus familiares.
Revoltada com o que a vida me oferecia naqueles meus anos de menina-moça eu me tornava muitas vezes uma doentinha intratável.
Minha mãe com muita paciência e tato enchia o quarto com revistas, com livros que eu tanto gostava e deixava que nosso cãozinho me fizesse companhia quase todo o tempo. Não tínhamos uma TV e só um pequeno rádio me trazia um pouco de distração, além da leitura.
As paredes pintadas de um verde claro, os poucos móveis, um quadro de Jesus e Maria, uma cômoda coberta de remédios, um pouco do céu que eu conseguia enxergar através da janela eram as minhas imagens visuais todo o tempo.
Eu via a vida correndo e sem poder andar, ou me sentar eu já nem sabia mais sonhar. Esperava aquela tortura acabar de uma vez. Entregava-me à dor, ao sofrer.
Um dia, mal amanhecera, minha mãe me fez uma proposta, perguntou-me se eu desejava ver o seu jardim.
Então eu argumentei com ela que nem me levantava, se quisessem me carregar eu sentiria mais dores, me sentiria mal. Não queria sair da cama, que me deixasse em paz.
Ela não aceitou a minha recusa e sugeriu que eu poderia ver o jardim através de um espelho.
Achei bobagem. Que graça teria?!
Ela deixou o quarto e minutos depois apareceu com um espelhinho na mão e foi até a janela. Botou o braço para fora e ajeitou-o para que eu visse o canteiro cheio de flores, perguntando se dava para ver a roseira carregada de belas rosas vermelhas.
Vi as rosas, também as dálias, as margaridas e tantas outras.
As flores todas, que de meu leito só sentia o seu perfume.
Ajeitando-o melhor, com muita paciência, minha mãe me trazia para dentro do quarto os beija-flores que visitavam o seu jardim naquele dia e as borboletas que iam de flor em flor.
Não a deixei guardar tão cedo o espelho. Queria ver mais. Queria trazer para dentro do meu quarto de doente, a primavera que despontara lá fora sem que eu a pudesse apreciar.
Na manhã seguinte ela voltou com o espelho e eu vi as mudanças que se operaram num só dia naquele jardim. Vi que havia mais borboletas, abelhas e que também novos beija-flores o visitavam. Até me pareceu ver ali do leito uma gota de orvalho sobre uma rosa cor-de-rosa.
Quis todos os dias repetir a experiência e minha mãe perdia um tempo enorme ajeitando o espelho, para que eu visse melhor o que acontecia lá fora enquanto eu definhava no leito.
Eu aguardava a manhã chegar para assistir todas as manhãs aquela primavera lá de fora, que um espelho conseguia me trazer.
Assim, os três meses se passaram, e eu comecei lentamente a melhorar. Comecei de novo a achar que tudo valia a pena, que a beleza não morrera porque eu não participava dela. E poderia ainda participar, havia um mundo lá fora e eu ainda o poderia desfrutar.
Na primavera seguinte eu já pude ir ao jardim numa cadeira de rodas e no outro com minhas próprias pernas, numa vitória conseguida com muita luta, persistência, esperança e fé.
Vejam o milagre que um simples espelho consegue operar numa pessoa!

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" ANDO TE OBSERVANDO "

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Minha mente se funde, confunde.
Antes era um amigo,
Agora mexe comigo.
Em predicados, educado.

Deixa-me a pensar o resultado.
Queria me lançar à chama.
Mas cuidados me reservam.
Meu coração às vezes me engana.

Vejo sua alta precipitação.
Sempre querendo me agradar
Querendo me conquistar,
Ando pensando como te responder.

Me encontro perdida em tantas
Palavras doces que me atira.
Fico perdida na redoma que
Criou pelo seu amor a mim.

Não pensas que não estou a te analisar.
Não pensas que a minha vontade
E tentar, experimentar,
Essa porta segura que vem a me oferecer.

A única coisa que posso dizer.
Que você esta fazendo carinho
No meu jeito de ser.
Quem sabe assim você acaba
Por me convencer

*-*
Anna A Flor de Lis.

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de von buchman

...MINHA LOUCURA...MEU ETERNO AMAR...Dedete & Von (due)

Quanta magia em teu doce olhar,
que vive a me enfeitiçar,
desejando sempre me abraçar,
trazendo-me de volta para os braços teus...
(Dedete)

É teu olhar meu amor
Cheio de muita sedução...
Teus abraços me provocam arrepios...
Não posso negar que vivo uma louca paixão...
(VON)

Quanto querer nessa tua linda boca,
que invade, percorre,desnuda meu corpo,
deixando-me insaciavelmente louca,
de beijos molhados que em ti provoco...
(Dedete)

Nada mais gostoso do que o deslizar de minha língua no teu corpo desnudo...
Quando estás insaciavelmente louca,
tu me enches de desejos...
Tua boca carnuda e molhada me faz um eterno desejar...
(VON)

Quantos carinhos nesses teus braços longos,
que depois de um triste abandono,
volta dengoso, meloso, correndo,
pedindo os meus, pelo amor de Deus...
(Dedete)

Meu amor, isto jamais voltará a acontecer..
Hoje vejo quanto tempo perdi nos meus repentinos abandonos...
Mas te compensarei, te dando meu pobre coração, cheio de amor e pura paixão...
(VON)

Quanta paixão nesse teu gostar,
e me coloco a imaginar,
se serão sonhos, desejos, devaneios,
ou serei mesmo eu,
que de tanto te bem querer,
já não estou ficando louca,
por te amar ?...
(Dedete)

Meu anjo do amar...
Não só você vive um dilema...
Muitas vezes fico a pensar
Que não te mereço...
És bela,
És uma paixão...
Uma deusa do amar...
És meu sonho e desejo...
E por isto meu coração vive a te desejar...
(VON)

Querida poetisa Dedete juntei ao seu poema
e fiz um lindo e puro dueto de amor e paixão ...
Espero que gostes, fiz com muito amor e carinho...
Tenhas meu carinho e admiração...
Bjs e mimos de coração...

AS SEMENTES DO MEU PURO AMOR,
SÃO COMO FLOCOS DE NEVE...
ELAS SÃO REGADAS COM AS LÁGRIMAS DO MEU CORAÇÃO,
POR VOCÊ MINHA ETERNA PAIXÃO . . .
ICH LIEBE DICH ...
Von Buchman

Foto de crystina

Eu sempre te amarei

Eu sempre te amarei

Sonhos tão sonhados sonhos
Que o tempo veio apagar
A luz deixou de brilhar
Causando momentos tristonhos

Deixando um enorme vazio
Penetrando a solidão
Provocando arrepio
E frio no coração

Talvez venha a passar
Quando vier me aquecer
E voltes a me amar
De amor vamos viver

A luz brilhará em um novo caminhar
Voltarei a sonhar, sempre irei te amar!!

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