Solidão

Foto de geisiane

A fenix

De repente quando tudo parece não ter mais nada para se consumir,quando a dor e a solidão ja devastaram todas
suas emoçoes,eis que resurge como um raio em meio a madrugada fria,se lançando outra vez contra o vento.sentindo novamente o sabor do amanhecer.E seu olhos,antes febris, agora assumem seu brilho costumeiro retomando a altivez.

sempre nos extremos dos sentimentos, as vezes trevas, as vezes luz,
icógnitar em cada pensamento.Assim é o passar dos seus dias,
sem saber ao certo quando se tranformará em passaro e quando
se consumirá em cinzas.

Foto de Lu Lena

A BUSCA

Naquele teu represado olhar
roubaste-me um beijo
num indício de enigma no ar
entre o mistério e o desejo

E nessa incrível descoberta
buscamos juntos a transgressão
numa caixa esquecida entreaberta
encontram-se resíduos da solidão

Venha e deciframos esses segredos
Dê-me teu corpo e tua mão
juntos sem culpas e sem medos
entregamo-nos em luxúria e sedução

Acorda-se em nós sonhos adormecidos
que fervilham como lavas de vulcão
fragmentos remotos e reprimidos
sedentos em busca do Pecado e paixão

Foto de eltinho

te amo muito minha nequinha.

Te amo muito.
pensei que nunca fosse amar alquem do jeito que eu te amo.
Em voçe encontrei uma amiga que me apoia,que me ajuda a decidir como a vida tem que ser tomada,e acima de tudo se sentir amado por alquem que amo.

Espero que esse nosso namoro seja apenas o começo para uma vida bem mais feliz do que já é.

Espero sempre sentir teu calor quando minha alma estiver com frio da solidão.sentir teu beijo quando meus labios secarem de desejos por tua boca,e olhar nos teus olhos quando os meus não consequirem mais enxergar a beleza da vida,e perceber que cada minuto longe de voçe faz muita falta.

te amo muito minha nequinha.e espero que esse sentimento tão puro e bonito nunca acabe.

Foto de CarmenCecilia

QUANDO EU SONHAVA VÍDEO POEMA

POESIA
JOANINHA VOA

EDIÇÃO
CARMEN CECILIA

MÚSICA
UN NOM D' UNE FEMME

Quando eu sonhava

Sempre que eu sonhava
Pensava ter teus sonhos
Nos meus!...
E no sonho
Eu via-te e sentia-te
E quando acordava
Tu estavas lá
Não eras uma imagem
Fugidia
Eu tocava-te
E alcançava-te
Sabia de prazer
E de dor
Agora desperta
Que vejo eu?
Raio incerto
Um trajecto
Descaminhado
Vagão descarrilhado
Imensa solidão
D´um pensamento
Atrofiado
Que nunca foi projectado
No tempo que era tempo
No tempo que era dado
Quando eu sonhava
Pensava que tínhamos
Os mesmos sonhos
Os dois!...

Foto de Sirlei Passolongo

A Saudade Do Caipira

Seu moço!
Eu vim da roça.
Lá deixei minha palhoça.
Esposa em estado de graça.
E cinco filhos pra criá.

Deixei uma vaca no pasto,
Quase sem leite nas tetas.
Uns pezinhos de mandioca,
Que a seca não deixou vingá.

Antes de sair de lá...
Comprei sarilho pro poço,
Esperança da água de novo
Quem sabe nele brotá.

Lá, deixei meu violão,
Um papagaio espoleta
E tudo que pus na maleta
Foi a esperança de vortá.

Aqui na cidade grande
A solidão me invade...
Quase morro de saudade,
Vendo ano a ano passá.

Sem saber da minha terra.
Se meus filhos já são homens
Ou se morreram de fome
E minha mulher como tá?

Não sou homem de leitura.
Paguei pra escrever as linhas
E sem resposta alguma,
Minha esperança definha.

Seu moço!
Essa minha história...
Já se foram vinte anos,
e eu nesse desengano
Sem nunca vortá pra lá.
Mas a fé em Padrim Ciço
Não me deixa desanimá.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora.

Foto de Robson Coelho

Amor

Amor

É um momento de felicidade
Uma beleza que emana do coração
Uma esperança que ressurge em qualquer idade
Mesmo em um momento de solidão.

É a minha vida gritando por um significado
Meu sofrimento pedindo pra ser cortado
Meu coração querendo aprender a te fazer feliz
Mas é também esse mesmo coração pedindo pra ser feliz.

A como deve ser bom amar e ser amado
Mas como é ruim a dor de quem ama e não é amado
De quem sente sede e não é saciado
De quem lembra mas não é lembrado

Mas também como é belo o amor
Pois forte é
Bonito é em tudo
Na alegria na tristeza na saúde e na doença.

E como é bom amar, pois só os fortes amam
Só os nobres de coração
Só os com pureza e mansidão
Pois apesar das incertezas reconhecem o valor desse galardão.

Quero viver o amor
Quero dar e recebe
Quero chorar e me alegrar como o amor
E quero, pois tudo suportar, tudo crer tudo viver
Pois o amor é invencível, infinito e indestrutível.

Autor: Robson Coelho de Araújo Neri

Foto de syssy

O HOMEM E O JARDIM

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Ele vem toda manhã no jardim, sentar-se em uma
Pedra fria, para pensar. E como que por
Encanto o jardim sabe lhe ouvir.
Ele fecha os olhos, os seus lábios tremulam,
Como se em uma prece estivesse a orar.
Rola-li uma lágrima esquecida,
Talvez um amor...
Talvez uma dor...
E passa-li uma leve brisa nos cabelos já
Grisalhos pelo tempo, trazendo-li o aroma
Do seu Jardim, que se fazia seu, um refúgio
No secreto do seu ser.
Fitando atento o arado do Jardim, ver-se ao
Longe os nardos, verdejantes, cristalinos.
Menino que dantes brincava feliz, hoje
Triste a sofrer senta-se na pedra fria
Pra pensar, se perde em lembraças
E quando passa seu eterno minuto, que
Jaz perdido nas horas ali sentado.
Estático, imóvel, como se moldado há tempos,
E ali esquecido, envolto por sua prece emudecida
Ao longe ouvi uma voz de menina, ia-li correndo e com
O vento subia na voz de menina à sinfonia de um
Anjo angelical, no choro do homem a dor
Da solidão.

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Foto de Henrique Fernandes

NORTADA DE SENTIMENTOS

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Ao sentir que o tempo me foge na pele
Deixo cair o pensamento num fosso de razão
Parando o meu respirar no conforto de uma reflexão
Que não desmente o sentido sem prática que me adoece
As fantasias inóspitas que me enganam o ego
Sendo tocado por um vento frio de norte
Chegado numa nortada de sentimentos carentes
E desabrigados nos meus gemidos de socorro
Que me gelam o olhar com melancolias sóbrias
Quebrando-me a voz na alma embriagada de nada
Por vácuo de silêncio que exibo nas mãos
Mantendo-as estendidas a uma esperança ténue
Que ganha corpo no longínquo que me chama
Com chamamentos de um amor que não se apresenta
Nem a mim chega através de uma cortina de medos
Ao de leve absorvo uma paixão que bate á porta
Sinto-a como um chá bem quente de loucura
Um fervor percorre a todo o vapor o meu corpo
Vigorosamente desmaiado sobre um ninho de solidão
Onde evito lamentos e atiro-me em queda livre
Ao desconhecido que tão bem conheço
Tratando por tu os mistérios dos meus desejos
Após ter reflectido sinto-me perto de um sol verenal
E caminho pelo meu defeito por defeito de sempre
Em ilusões de uma guilhotina suspensa á minha espera
Baixada por desilusão que abraça o meu chegar até hoje

Foto de Bira Melo

SÓ E SEM

Quando adentro minha tapera,
Me sinto só, me sinto sem...
Amigos pra que
Se nesse mundo não sou ninguém?!

Quando nasci estava só
Foi de complicado parto pélvico
E já sabia que não seria ninguém!
Com os meus pés no chão, nasci e sou só, sou sem...

Meu anjo sujo me falou:
Vai seu bobo, à procura de alguém,
Descobrirás que só terás teu dezembro ou janeiro
Pois nesse mundo tu és fadado a ser só, ser sem...

Se insisto em procurar companhia
É só tristeza, dissabor e agonia
A solidão me completa nos meus dias
Pois só vivo a alegria de ser só e ser sem...

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

AMOR PROIBIDO

*
*
Meu fruto proibido,
Minha fonte de prazer
Que não posso ter.
Quero te ter,
Mas não posso ter,
Quero te amar,
Mas comigo não esta.

Queria que fosse meu,
Mas de outra já és...
Sentir os teus lábios,
O teu corpo,
Mas de outra já lhe pertence.
Meu desejo é sentir teus beijos,

O meu coração queima uma chama,
Que não é consumida.
Tenho de me fazer fingida,
Não deixando meus sentimentos
Transparecer,
Para não prejudicar você.

Amor proibido esse que me consome,
Não posso dizer teu nome,
Para que não haja comentários,
Ou motivo para tê-los...

Amor proibido ,
Nas horas de solidão,
Sofre meu coração
Por não ter então:
E longe de minha visão.

Meu amor proibido,
Estou nesse infinito espaço
Vazio e cheio,
Vazio de não te ter
E cheio de falta de você.

Amor proibido preciso
Definir-me,
E parar de te sentir.
Pois eu vivo na ilusão
Da solidão alimentando
Uma falsa paixão
Tu és proibido,
Mas não posso me enganar,
Que no silêncio, vivo a te amar.

Anna: 30/04/08

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