5º concurso

Foto de CarmenCecilia

ONDE ESTÁ VOCÊ

Onde está você?

Que me trouxe alegria...
A razão de viver...
Aquela música naquela sintonia...
Que endoideceu de prazer...

Conheceu meus segredos...
Mais ainda meus medos...
E me encantou com paixão.
Meu coração, agora pura emoção.

Silenciou minhas carências...
Fez de mim só eloqüência...
Ritmando em fantasia...
E não mais melancolia...

Sonhos palpáveis como algodão
Trouxe-me de montão enredo
Revirou meu coração...
Num vai e vem de sensações

Ah! Quanta cadencia...
Na tua urgência
Que me silencia com beijos
Sentenciando-me desejos...

Carmen Cecília

02/04/08

Foto de CarmenCecilia

VOCÊ

VOCÊ

Quando você chega...
Com esse teu jeito
Vem e me faz um chamego
E logo acende meu desejo...

Fico toda acesa...
Nem espero você a mesa...
Fico querendo e querendo...
Você me saboreando

Você me entende...
O olhar transcende...
E brilha argentino...

Como a lua lá fora
Que fica enamorada
Da nossa morada.

Carmen Cecília
01/04/08

Foto de Drica Chaves

Meu Herbário

Disponho de um herbário
Ervas finas, delicadas, perfumadas
Enchem de aroma e leveza
Meu coração...

Na doce lida diária
Inundam de paz a casa
Cheirando a alecrim e manjerona
Meus clareados pensamentos...

Viagens de verdes tons
Delicados sabores,
Chás calmantes
Adocicados frescores...

Temperam a comida
Perfumam o ambiente
Transportando o substrato da vida
Em dose diferente.

Drica Chaves.

Direitos autorais reservados.

Foto de Bira Melo

IMAGINEI

Imaginei...
Um chão coberto
de pétalas de todas as flores.

Imaginei...
Uma alvorada matizada
em nuances de todas as cores.

Imaginei...
Um inverno quente
Num leito rechedo
com teus beijos cheios de amores.

Imaginei...
Que volverias hoje
suspirando sem medo,
sem dúvidas e sem dores.

Imaginei...
Que eras diferente
Tornou-te mais humana
não trazes mais meus dissabores.

Imaginei...
Em pura imagem
Imaginei em sonhos alheios
Imaginei e só imagino :
você é somente apenas o meu devaneio.

Foto de Henrique Fernandes

EXISTO???

.
.
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Psiquicamente falando sinto-me atraído
A saltar para o precipício do amanhã
Liderando livre de muitos amanhãs
Confesso agoniantemente a saudade
Quanto não tenho sabendo o que não quero
Murmuro á pedra dura não saber o que quero
Com o silencio do meu olhar
Contesto vorazmente o alarido
Apregoando os meus instantes sepultados
Sobre uma lapide a peso de frustrações
Lamento-me deslizando num gume de aço frio
Afiado por lágrimas que abrem valas
De angustia no meu rosto já cansado
Ouço o batuque dos tambores anunciando
A chegada da felicidade que sinto tão longe
Na rédia curta de uma certeza incerta
Acertando que apenas existo

Foto de Sirlei Passolongo

O Balé da vida

Eu quero ouvir o som da chuva
Dançando sobre o telhado
Banhando as flores
Que enfeitam a primavera
Fazendo brotar o grão
Pra saciar toda miséria

Eu quero ouvir o som das cachoeiras
Quando dançam sob as pedras
Irrigando os riachos...
Que abrigam a vitória-régia

Eu quero ver os peixes na piracema
Bailando sobre a água transparente
Ver o rio encontrar o mar
Sem óleo, lixo ou qualquer poluente

Eu quero mostrar pros meus netos
a beleza das açucenas...
Quero acreditar no futuro!
E não pensar que a água
Poderá ser vista apenas
num filme de cinema.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Henrique Fernandes

INFERNO...

.
.
.

O calor do inferno sente-se no frio da solidão!

Foto de Laura Marcelino

PANELA ENCANTADA (Lição de casa, minha segunda poesia )

*
* Lição de casa
*

A PANELA ENCANTADA

Assim era conhecida
A velha panelinha
Da menininha.

Certo dia a pobre família,
Não tinha sequer comida
E então aconteceu o que nos extasia.

Pediu a linda menininha:
_Cozinhe panelinha!

E vejam que maravilha!

A panelinha sozinha,
Cozinhou uma sopinha
Muito gostosa
E cremosa.

A mãe já empanturrada,
Pois, a panelinha não parava
Ficou muito assustada,
Eis que começava
A esparramar:

_Tinha sopa na rua,
Na casa da vizinha,
Enfim em todo lugar.

A mulher não sabia
O que fazer...

Até que chegou a menininha
E, calmamente falou:

_Panelinha você já pode parar!

A panela parou.
Mas o pior
É o que aconteceu
Quem quisesse na cidade entrar
Tinha que lamber
Pois, a sopa tinha que comer...

Foto de Daemon Moanir

Beijo sem tempo

Quero um beijo sem tempo,
Agarrado aos amores que de ti sinto,
Às palavras que rondam meu coração.
Sem tempo quero eu estar agarrado,
A ti, com meus lábios tocar nos teus
Mais perfeitos que alguma vez pedi,
Neles me descobri,
Tal como no cheiro que em teu pescoço voa
Para me tentar, que a chamar meu nome
Te sobrepõe ao resto que há.

Estou a ficar louco de novo
Mais uma vez por ti,
Louco pra te dizer que te amo
Mais que ontem, menos que amanhã…
Amo-te! Quero dizê-lo à tua frente
E beijar-te a seguir.

Em fervorosa paixão beijar-te
Que a tua boca sabe-me a mil.
Descer ao teu pescoço
E deixar-te como estou eu
Apaixonado, teu.

Foto de Daemon Moanir

Alma apaziguada

Apaziguado que nem espírito qualquer
Vejo-me ao espelho e vejo-me e vejo-me,
Vejo-me inteiro, consigo-me ver
E vejo-me feliz com o que tenho.

Não direi que nada mais queria,
Mas sou feliz assim,
Sou contente que nem petiz
A comer doces e a brincar na rua
E é esta felicidade pura e simples,
Sem complicações que me dás
Que partilhas comigo
Que me faz querer sufocar em ti

Amo-te, pudéssemos nós fugir
Para longe do mundo de hipocrisias
E nunca mais ninguém ver,
Era isso que fazia,
Mas assim temos de aguentar
Os dias menos bons e os melhores
Para podermos juntos ficar,
No futuro ainda mais me alegrar.

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