5º concurso

Foto de Sonia Delsin

RISOS NA RUA...

RISOS NA RUA...

A rua é uma guardadora de segredos?
É?
A rua é solidão e pedras.
Mas além disso a rua é guardadora sim.
Dos nossos risos.
Lembra aquela noite, amor?
Nós dois... um abraço apertado.
Um olhar apaixonado.
Nem faz tanto tempo assim.
E eu aqui a contar.
De uma rua quieta.
Dos passos...
De um intenso amar.

Foto de Dirceu Marcelino

HOJE É QUINTA FEIRA, BOM DIA - Homenagem a VANESSA BRANDÃO

*
* Homenagem a Vanessa Brandão
*

"Vejo que em seu sangue,
Corre desejo, paixão, amor
E sua alma grita por esses alimentos..." (Vanessa Brandão, em Enigma das Rosas )

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HOJE É QUINTA FEIRA, BOM DIA...

Surgirás como sempre bela e sedutora!
Sentará muda sem dizer: Bom dia!!!
Não precisas falar. É musa inspiradora
E ao acordar já senti os raios que irradias.

Agradar-te-ei. Chamando-a: "Salvadora".
Mas antes de aparecer – te eu já a via.
Imponente entrando dominadora,
Já sentia o teu sorriso que extasia.

Não aparecestes no esplendor da alvorada,
Mas quando meus olhos entristecidos
Achou-te em meio de pássaros em revoada.

Espero aquele teu beijinho umedecido,
Cumprimento não de uma namorada,
Mas de incentivo a um homem tímido.

Foto de pétala rosa

QUERIA AMAR UM POETA

QUERIA AMAR UM POETA

Vestida de luar te espero meu Poeta!!

Tambem de paixão me vesti para te amar, Poeta!!

Vem !!!!

Abraça o romantismo duma pétala abrindo e beija-me

nos cotornos do meu olhar.

Quero-te num caminho atapetado de mil desejos

E numa ilha de damascos

Pintar aguarelas desta paixão.

Vem !!!

Quero ouvir de ti gemidos de eternamente

E nos olhares da tua fantasia

Embriagares-me em chamas de desejo.

No cetim dos lençóis dançar a valsa da vida

E

Pintar um espaço branco em arabescos dourados,

na noite

onde te beijo, depois de te amar.

Ah! Meu Poeta Amante como posso esperar

Mais um outono para te amar, se os meus

olhos

Se perdem nas margens da minha cálida nudez, como?

Não quero segredos nem solidão, não quero escutar o vasio

das paredes, não quero o medo no perfume duma rosa.

Ai, saberás o que é o amor, um gesto, uma caricia,

Uma luz que cintila nas fronteiras do tempo.

Vem!!!

Lentamente...caminha no silêncio desta noite, onde a ternura

Se vestiu de madrugada, dentro de mim...

Amália Lopes

Numa noite de luar, março 2008

Foto de pétala rosa

RELICÁRIO DE SONHOS

RELICÁRIO DE SONHOS

Ternura enigmática que em ti se consome.
Flor deslizando misteriosa
gota-a-gota.
Gotas que bebemos duma loucura feita paixão,
ternura, gestos, e,
com labaredas nas veias.

Dá-me um dia do tamanho da vida
e,
enfeita-me de felicidade.

Semeia a paixão na orla do meu coração
e diz-me palavras divinas.

E numa canção ao cair da noite
dá-me o teu AMOR e traz-me a tua TERNURA...

Amália LOPES
lisboa. 2007
http://momentosdepoesia.blogs.sapo.pt

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"O MISTERIO DA ROSA TRISTE"

“O MISTERIO DA ROSA TRISTE”

O orvalho escorria rápido por suas pétalas...
O rubor já não era tão forte...
Sua beleza estava um pouco mais fraca...
Aos poucos murchava, prenunciando sua morte!!!

O que será que maculou esta rosa...
O que pode ter lhe acontecido...
Antes tão altiva, esguia, orgulhosa...
Agora descansa em um canto num vaso esquecido!!!

Foram tantos os momentos sublimes...
Que a todos ela proporcionou...
Ora agoniza, vitima de um crime...
Quem será que tanto lhe desapontou!!!

Será que foi a tristeza da dona...
Ou será o mau humor do senhor...
Ou ela já fez sua silenciosa escolha...
A de morrer pela falta de amor!!!

Foto de sergiomorsan

UM SOM

UM SOM

Sinta o som
Sinto o som Sinta o som
E a batida Frenética
Que sai do violão na mão

Do microfone
Ecoa o som
Das cordas
Vocais, musicais

Que ressoam
Estridentes
Nos alto-falantes
Caixas acústicas

Amplificadas
Na potência máxima
Dos interruptores
Quebrando

Todas as barreiras
Existentes entre
O silêncio
E o nosso som

Sinta o som
Sinto o som, sinta o som
E a batida Frenética
Que sai do violão na mão

Na freqüência
Das ondas
Etéreas
Constantes

Expressas
Radiações
Sensoriais
Equalizadas

Sai do movimento
Inédito
De nossas
Inspirações

Causadas
Pelo efeito
Sonoro
Ilimitado do som

Foto de Henrique Fernandes

CULTO DO AMOR

.
.
.

Atravesso o tempo com vitalidade
Envolto num saber autêntico
Sou feição genuína de vaidade
Em notas soltas de um cântico

Hino que contempla a chama
Desse fogo culto do amor
Aceso e vivo em quem ama
Cumprindo um ritual de louvor

Cujo átrio é a satisfação
Imolada por árduas venturas
Vitimado de paixão
Alicerçando quenturas

Amar é a capital do existir
É ver labaredas em cerimónia
Em fogo de artificio do sentir
No positivo de uma insónia

Foto de Drica Chaves

Mais você

Eu sou assim,um tanto você e um pouco de mim.
Às vezes procuro uma forma de buscar
Algo que me faça acordar
Da sua magia,melancolia
Que faz sonhar.
Traz agonia,força que se desfaz
Quando encontro seus olhos.
E neles se esclarecem todas as dúvidas
Mais sentidas,mais contidas
Consigo arrancá-las,desvendá-las
Para vir,enfim
Uma vontade devoradora de ficar
Perto de ti,viver,sentir cada instante...
Um passo à frente da luta
na labuta
De uma maneira simples
Inconsciente,reluzente
Até sentir novamente
Mais você e menos de mim.

Drica Chaves

Direitos autorais reservados.

Foto de Drica Chaves

Contratempos

Sei que amanhã irá partir
Já estou pensando como ficar sem você.
Vou correr entre flores e cores
Buscando acordes para bailar
Sem você...
Cantarei os rumos dos contratempos
Contra o vento,no desalento.
A brisa suaviza o meu rosto molhado
Pela tempestade que não veio tarde.
Escondo o pranto na Primavera
Que traz flores e não minha metade.
Preciso renascer das cinzas
O meu esconderijo fragmentou-se pela fosforescência.
Da casualidade veio a ilusão
Trazendo você refletido
Não pela luz do sol
Mas pelo espelho mágico da vida
Quebrado pela ingratidão
Colado?
Mera suposição.

Drica Chaves

Direitos autorais reservados.

* Este poema virou música (arranjos e melodia de Zé Costa)

Foto de madim_shakur

poemas soltos do sentimento

A realidade da vida
é que tudo têm um preço
Nada é oferecido
nada é garantido.

É cruel ser vítima
da infelicidade
ser um ser sem valor
algum.
É duro perceber a
realidade,
que mata qualquer um.

ha quem tema o fim
da vida,
o medo da luz que
não é querida.
Mas como eu,
que ja não teme
tremendo fim,
vivo preso no sofrimento,
desse não acabar.

Não temo a loucura
ela que me perdura.
Sou um ser imaculado,
sempre o mesmo em
qualquer lado.

À procura da sanidade
esqueço o ego que vive
em mim.
Começo a sonhar acordado
Não vivendo chegando ao
fim.

Como doi o pensamento
invadido de tantas sensaçoes.
é pouca a alegria,
mas abunda a hipocrisia.
É dor sem cura alguma,
doi até a urna.

Agora até a escrever
doi no coração
Cada letra que escrevo
é um pico
cada palavra um
apagão
Ao fim de um verso
ja não bate,
no fim da obra
jaz pela arte.

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