Poemas

Foto de Joao R.Costa

CYBER HEART

CYBER HEART

Sofro por tentar
administrar um coração
sem ¨BRTURBO¨.

Foto de Ana Idualc

DESCAMINHOS

Abdiquei da pretensão
de definir-me.
Acabei por conceber-me
no que possuo de vário.
Após ter-me desnudado
das minhas cascas
com o intuito de conhecer-me.
Percebi-me sem elas
incompreensível.
Tendo que para encontrar-me
vestir-me delas novamente.
Nesse movimento incomum
sigo meu próprio rastro.
Buscando reavê-las
uma a uma.

Foto de @ngel

Minha alma

Porque se debate no peito
porque se dá o direito
de me fazer sofrer,

sentir a dor que sinto
de não te lo perto
em todos os momentos,

um coração que sofre
por amar ,
por querer,
por desejar
não sofrer,

Por que não vejo
em teus olhos
o mesmo desejo
nem em teus lábios
o mesmo sorriso
e o mesmo gosto
no beijo,

Diga as mesmas palavras
que um dia me me fez ouvir,
tranquilize minha alma
me faça de novo sorrir

@ngel

Foto de sidcleyjr

Cantil de Vodka

Vinda teus reflexos no meu paladar
Descobri que a insegurança é apenas uma máscara
E vesti a solidão em desespero.
Aprisiona-me no ritual de seus cabelos
E se esvai dentre nossos delírios
Custeando os primeiros corpos úmidos sobre a cama.

O polimento da matéria
Recato do amor em aquarela
Murmúrios...
Mútua asma em segundos
Arranha-céus
Coagulação
Explosão de batimentos
A flor e o cosmo.

Foto de sidcleyjr

INTEGRAÇÕES

Rompi uma década
E continuo vendo os meus fantasmas quixotescos
TRAVESSEI MURALHAS
Mas abismos aparecem como calçadas
D-I-V-I-D-I-N-D-O A RUA.

Trabalho com orc's de gravata
E promovo piadas sem graças
Para alimentar uma sensação medríocre.

Sinto MaiÚsculos SonHoS Reeeepentinamente
E durmo como um girassol amarrotado
Exposto no varal de Quuuuuarenta GRaus.

Mas TRAJO esta rosa no peito
Sinônimos de afeto
Que guardo como amoleto
Cravado nos momentos singelos
Que estive ao seu lado
E lhe trago em desafio
O perfio de dereito enamorado
Sagrado, pelas linhas de Deus

Foto de carlosmustang

RESTOL

Xutei algumas pedras em meu caminho
Apenas porque queria viver
Mesmo chorando lamentando-se
Meus joelhos sangrando

E eu, sem saber de nada
Só de algum suposto carinho
Que poderia me abondara a qualquer
Correndo atras de você

Me encontro através de você
Para uma realização, uma parada
Somente sós!

E se alguma. Realização desejável
A qual me deito em algum colo
E repouso finalmente em Paz.

Foto de Arnault L. D.

Exposição

Das tramas da história fiz tela,
neutra e alva de ingênua pureza
Tons de branco, lapsos de memória.
Busquei por armação eu e ela
e dos cravos ao peito, a fiz presa,
cavalete, tela sem estória.

Co’o emaranhar de nossa vida
fiz pincéis, juntando-o em maços.
A meu modo aparei as verdades.
Com o fio d’sperança partida
amarrei aos meus dedos por laços,
dez trinchas eu montei de saudades...

Dos planos, extrai pigmentos
e dilui os tons em lágrimas,
da base, ao nada doei gameta.
Cor primária mesclei de fomentos
e menti matizes de obras primas.
Minha pele distendi por paleta.

Do d’oiro de seu cabelo fiz sol,
e da paixão pincelei o carmim,
do céu de ilusão fiz o infinito,
das auroras não tidas, arrebol
e dos planos que ficaram sem fim,
sombras, perspectiva descrito.

Pintei um quadro belo de nós dois,
criei, por estes que não fomos nós.
Do rascunho preenchi os vazios,
sobrepus demãos, antes o depois...
Corrigi proporções e o após,
cores quentes para sonhos frios.

Pintei este painel, cheio de mim,
secando-me de forma espaçada.
Usei do ardor, luz para a exposição,
numa galeria de vazio sem fim.
Apenas nosso quadro e mais nada,
em salão fechado, o meu coração.

Foto de Gracivaldo

Meu amor

Declaro o meu amor por voce!
Eu dedicando as noites insones pensando em você,
Fico a caminhando lentamente pelas ruas e avenidas e calçadas,
Imaginando, e vendo seu lindo rosto em cada lugar que eu passo

Me Declaro aqui nestas pequenas linhas
para que todos possam ver, e sentirem
todo o meu amor que sinto por voce

Saiba que abaixo de Cristo você é a minha segunda luz
Pois Você tem aliviado o peso da minha cruz
Também tens sido o bálsamo pra minha dor
Por isso que estou a te amar com muito fervor

Publicamente te faço esta declaração de amor
Receba de coração oh minha amada e linda flor!...

Foto de Elias Akhenaton

ALMA CAMINHEIRA


Livre como o vento
Assim é minh’Alma caminheira
Viajando e trilhando longas estradas
Do meu Sagrado destino...

E em minhas andanças tenho
Contemplado alguns fenômenos
Naturais como o Crepúsculo do sol
Se pondo na linha do horizonte
Deixando um halo de Luz avermelhado
Que divinamente
Desaparece...

São prenúncios,
Prelúdios
Místicos
De uma noite serena, enluarada
E encantada...

É o momento de quietude da
Minh’Alma cigana.
E sob o brilho das Estrelas no Céu
Com os cintilantes pisca-piscas
Dos pirilampos, adormeço
Sobre a relva macia...

Tenho sonhos com o VERDE
Esperança da Mãe natureza
Em toda sua plenitude,
Sutileza e beleza...

Sonho com flores e suas
Delicadas pétalas coloridas
Flutuando soltas no ar
E o leve toque do seu perfume
A impregnar o meu sonhar...

E lá está à rosa VERMELHA
Com a sua cor de pura emoção
E sedução
A aflorar todo meu ser
Numa grande paixão...

Ao acordar sinto em meus lábios
Gotículas de orvalho da madrugada
E ao meu lado a rubra flor delicada.
Transformando em realidade
Os meus sonhos de quimera...

No oriente meus olhos vislumbram
O nascer de uma nova Aurora
Um novo dia se inicia
E lindamente principia...

E o sol no céu totalmente AZUL
Mostra-me uma nova rota, uma nova
Estrada a trilhar com
Minha Alma caminheira,
Livre como o vento.

Elias Akhenaton

Foto de jessebarbosadeoliveira27

VIAJANDO NA VIAGEM...

Portão enclausurado
Brisa empalada por chaveiro
A lira erudita é a filosofia
Do estéril cancioneiro

Quero amanhecer a luminescência do ensejo
Adormecer sob o aconchego do mundano seio
Oceanos da paz desejo
Solfejar cânticos de Ioruba no terreiro

Penso em deslizar por desfiladeiros
Acossar insanamente o desterro
Naufragar minha coragem nos mares do desassossego
Encharcar a minha mente
De Raul Seixas
Ao entrar em êxtase
Por beber vinho seco

Sou o beijo que beija a todos e a si mesmo
Favelas incessantemente recrudescendo
Faca cortando o tédio e o engarrafamento
Lança lançando o lamento
Faísca faiscando o incêndio
Vento que venta sobre o meu vento

Sinto o sentido sentimento
Morro no morro do momento
Produzo o pão do penoso pensamento

Ando azulejando aragens
Passo o passado da passagem
Vivo viajando na viagem

JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA

http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/
• http://twitter.com/jessebarbosa27

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