Poemas

Foto de lua sem mar

Rumo e ausente...

“Rumo” 17/06/2009

Quero-te amar,
Quero-te contar,
Abrir o meu coração
E a ti o entregar,
Mas não sou capaz
De esquecer tudo lá atrás.

Inverno frio que passei
Onde meu coração se fechou,
Mas nunca congelou,
Amor de verão o presenteou.

Mas eu aqui estou,
De fraqueza patenteada,
Coração que chorou,
Chora! Pela frieza amada.

Um sonho que tanto lutei,
Esperança que nunca apaguei,
Não mais a enfrentarei.

Irei seguir o caminho,
Aquele que nunca desejei, sonhei…
Não mais te prenderei,
Príncipe meu!
Desejo meu!

Seguirás teu destino, teu rumo,
Como antes, como sempre!
Chorarei tudo que preciso for,
Mas eu ultrapassarei…

Teu nome será eterno,
Eternamente Abençoado,
Por mim foi e será muito amado.
jnh

“Ausente” 16/05/2009

Perdida de ti,
Assim fiquei,
Não avisei, pois,
Achei que não precisei,
Meu amor engrandece,
Tristes horas ausentes,
No canto da lua estou presente,
Não corro para as lágrimas,
Também eu as derramei,
Precisamos ou talvez precisei,
Foi apenas o que achei!
Longas lágrimas de solidão,
Que a mente não esquece,
O príncipe por vezes desaparece,
Com frieza me acolhes,
Na chegada que até eu a quis,
Mas, meu tempo desvanece,
E meu coração enfraquece.
De novo quero ser feliz!
jnh

Foto de KEKE

Agora que voltou

Agora que voltou

Agora que você voltou tudo está em paz
Meu sorriso ressurgiu
Você felicidade me traz
Que bom que deus nos uniu;

Como ansiei por este momento
Como sonhei com o nosso instante
te guardei meu sentimento
Pois em teu amor eu fui confiante

Estamos juntos agora
E um belo futuro nos espera
Essa é a nossa hora
A época de sofrimento já era

Vamos nossos planos fazer
Nossos segredos compartilhar
A partir de agora minha vida vai ser
Apenas te amar;

Peço ao pai que nos mantenha assim
Um só corpo um só coração
Se quiser ficar juntos será nosso fim
E vamos viver uma bela emoção;

Foto de MARTE

A DANÇA




Docemente o teu corpo me enfeitiçou,
Os teus lábios nos meus tocou,
Os teus desejos os meus laçou,
O teu beijo quente os meus lábios queimou,
O teu corpo no meu tocou,
Nos meus braços se  lançou,
Se enroscou...
E ficaste sensível como uma flor,
A nossa pele se tocou,
A paixao nos arrebatou,
Maos a passear,
Toques,
 Caricias...
Beijos,
O prazer da dor,
O amor,
Esse ficou!
Sussuraste,
Estremecendo...como uma  flor,
Versos nas petálas declamados,
Tu ficaste,
Suplicando no teu interior,
E dançaste...dançaste...
Tudo se tornou,
Numa dança em perfeita sintonia,
Numa dança do amor...
Rodopios, passos, compassos,
E tudo ficou,
Muito sensualmente,
Vibrante,
Quente...quente...
Nesta dança excitante,
Algo ficou para sempre,
O AMOR!

  Autoria : Marte/JCarvalho Direitos @utorais Reservados Formataçao : Marte/JCarvalho    

 

 

Foto de Felipe Ricardo

Poesia de Letras

A sim deixo dito não ha nada melhor que o
Bê-a-ba de uma pagina escrita onde tudo se
Completa tudo se faz da maneira mais sutil e
De tudo um pouco se unta e logo vimos o jeito
Especial que cada coisa se colocar neste mundo

Fanzendo-se assim mais calmo, perfeito, singelo
Gentil aos nosso olhos já tão triste com esta vida.
Há se todos podecem ver os mais sublimes atos de
Infinito amor que nos temos mesmos quando nada
Já nos basta para fazermos felizes e sublimimente

Largamos as esseencias guardiãs que assim nos
Modifica, nos deixando mais leve e pensantes e
Nos tirando estes pensares que logo logo nos deixam
Preucupado com os verdadeiros valores e sentidos
Que nos cercar e nos pondo a toda prova sobre quem

Realmente somos ou se realmente podemos ser
Simplismente pessoas boas em nossas vidas e mentes.
Tudo que a nos foi ensinado deve ser aceito de bom grado
Unicamente aceito já que somos seres que simpliemente

Vivemos á aprender sobre nos mesmo e encontra sempre o
X da questão de nossas existencias, pois somos abelhas que
Zumbem por respostas, mas quem é melhor que um professor
Para nos ensinar e deixarmos pronto para esta vida tão cruel?

"Poema Feito e dedicado a Professora
Maria Herilene
Obrigado professora por tudo que a senhora me ensinou"

Foto de Felipe Ricardo

Compasso

Musico sem causa
Violão sem cordas
Flauta sem o teu sopro
Precusão em silencio
Nada mais que pausa
Caio em linha feitas
Naquilo que nao gosto
Onde esta este teu sol?

Mostre as chaves disso que
Amo em te amar sabemdo
Que tu amas este meu amor
Que ja nao amo mais [...]
Mostre estas tuas batidas
E assim veras minha harmonia
Sem jamais pulsar por estes
Teus lindos compassos e erros

Diga-me esta tua escala e me
Deixe brincar de ser musico
Pois minhas paixões nascem
E morrem e Sí porém por Dó
Rézares por Mí Fáças do jeito
Que o proprio Sol Lá no céu Sí
Cale perante toda esta cor mas
Não deste amor e sim da flor

Que agora em silencio te entrego
Sei que jamais será aquela nota
Que muito amei, mas qual a
Musica que nao tem compasso?

Foto de Felipe Ricardo

Cadência

Logo vi este novo ritimo nascer
E morre sem nuna ter experimentado
Tua doce e suave cadência, onde como
A noite nasce de forma triste e silenciosa.
Silencio bom este que agora vivi em
Minhas muscas, silencio frio que as
Pausas em meus compassos, que já não
São mais como eram antes deste ritimo [...]

Talvez quiz mito viver em tuas pautas
Dando e retirando os sons que tanto
Gosto e não mais os escuto, sinto o
Esvair de minhas mãos para linhas sem
Ritimo, compasso, pulsação e cadencia [...]
Sei que sufoco e abafo este son que
Por tempos decifrei de teus olhares e sorrisos
Quando em silencio estava perdida em pausas

É nada mais sei sobre tua musica que
Há tempos tentei colocar em pautas, linhas e espacos
Confeço-te estou para acabar a tua musica, a minha
Maior prova de sentimento a ti garota. mesmo
Se tudo acabara em um futuro proximo
Tu verá meus sentimento em ritimos e compassos
Talvez se admire, talvez jamais sabera sobre
Isto que agora escrevo, talvez fique triste com

As mudanças que agora viram, mas saibas
Que a essencia que tirei disto que um dia
Senti estara nesta musica que novamente por
Brincadeira fiz, talvez estava brincando com o amor.

Foto de Jonas Melo

Prometi

Prometi

Prometi não chorar,

Prometi não querer mais te ver;

Prometi para sempre esquecer você;

Prometi não desejar mais seus beijos,

Nem teus carinhos,

Pois eles, por algum tempo deixam marcas do amor em mim,

Prometi não desejar mais nada que viesse do seu mundo carnal,

Afinal, esse seu mundo sabe muito bem como me seduzir,

Além de me deixar refém dos teus quereres;

Prometi não lembrar dos momentos vividos ao seu lado,

Dos nossos passeios, dos sonhos sonhados,

Muitos deles sonhados acordados;

Prometi não lembrar principalmente do seu jeito carinhoso e sedutor,

O qual me encanta e me aremessa a você instintivamente;

Prometi muita coisa que eu nem sei se vou ou não cumpri,

Simplesmente, pelo fato de quando chegas perto de mim,

Olvido o que prometi;

Jonas Melo !

Foto de Bernardo Almeida

Amor Lumière (Plus belle)

Amor Lumière (Plus belle)

Alguns filmes de amor
Podem causar-nos mais espanto
Do que qualquer filme de terror
Pois revelam em nós sentimentos
Dos quais nem sabíamos ser possíveis
E podem fazer emergir em nossas vidas
A estranha, macabra e horripilante sensação
De que, talvez, nunca passaremos
Por nada daquilo que é encenado
E que possivelmente morreremos frustrados
Por nunca termos cinematograficamente amado

Bernardo Almeida (www.bernardoalmeida.jor.br)

Foto de Bernardo Almeida

O segundo toque

O segundo toque

Os dentes da moça ansiosamente rangiam
Como as desarrumadas camas que abrigam lúbricos amantes
E acobertam as paixões recônditas dos indecisos furacões
Que sussurram em tons pastéis e revelam sem reverências
A força que não têm diante do amanhecer e da esperança perdida

Mas os mesmos que antes traziam sossegos, promessas e flores
Enfurecidamente jogam agora jarros uns contra os outros
E o descuido das janelas abertas me deixam participar
Do espetáculo que, ao término, não aplaudirei

E as pernas que abriam caminho para que o desejo
Pudesse soletrar livremente o amor a plenos pulmões
Agora chutam as portas da desistência e da solidão
Sem deixar espaço para um cartão de reconciliação

Bernardo Almeida (www.bernardoalmeida.jor.br)

Foto de Bernardo Almeida

Lança fortuita

Lança fortuita

A vida acontece sem que tenhamos tempo para decidir
Sobre o que parece, o que é e o que perece
Apenas vislumbramos um foco de exatidão
Um calafrio pela não vivência, pela incerteza
Devemos fazer dos próximos segundos
O desafio sagrado de nossas existências
A vontade não-linear do risco inevitavelmente estabelecido
O compromisso assumido, a verdade renegada
A geração do modelo reprovado, a superação do possivelmente aceito
O estalo canhoto da fortuita intenção imprevisível
A espera que nunca alcança, a vela que jamais apaga
Como o espetáculo que nunca se finda ou o barco que jamais naufraga

Bernardo Almeida (www.bernardoalmeida.jor.br)

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