Poemas

Foto de Rozeli Mesquita - Sensualle

Cinco Sentidos

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A mão toca.
desencadeia desejos, paixão,
fantasia do meu homem
Toca-me o coração.

Os olhos me fitam
Perco-te de vista,
E os sonhos acontecem
Vejo-te me completar

Ouço teus gritos, delírios
Ouço seu querer sem fim.
Ouço o silencio do desejo
Ouço tua aflição

Teu cheiro embriaga
E a essência do teu prazer,
é o teu orgasmo
que exala, entontece.

Ah...essa boca gostosa de beijar
Que fala coisas inocentes
Que fala coisas sem razão
Que revela toda sua excitação,

São os cinco sentidos que
Sucumbe-me ao teu amor
Sem querer te esquecer
Sem querer interromper!

Foto de DAVI CARTES ALVES

LAVÍNIA, ESQUEÇA O QUE ELES PENSAM

Eles sempre acham que, “ tanto faz!”
Mas gosto desta sua escolha
De charmoso tailleur na quinta
E de arrebatador top crochê na sexta

Ambos nesse brilho labial
Recomendaram, aos meus hormônios
Algumas caixas
de gardenal

Eles sempre dizem, por mim!?
Mas gosto da tua atitude
Em vez de chutar o balde,
Aumentando a matança lá fora
Oferece um olhar demorado pra violeta na janela
E corriges as lindas madeixas
Com tua tiara da paz

Eles sempre querem ir nesse
Mas gosto da sua prudência
De esperar o próximo,
Pois este sempre sai entre palavrões
E seres ejetados pela avenida
E no próximo, posso contar as gérberas
Na tua mini-saia florida

Eles nunca perceberam mesmo
Mas de, outrora
vespa beliscada e ruidosa
A “esbofetear” em vão as almas de vidro

Tu engolfaste minha alma
Na paz comedida
De peixinho discreto
A mordiscar as algas
No teu mar de bonanças.

poesiasegirassosis.blogspot.com

Foto de lua sem mar

lua

Procuro-te num sonho,
Nas noites que durmo,
Sou espaço vazio,
No dia do teu fim.

Não desisto da dor,
Não perco o sofrimento,
Contigo tive muito amor,
Hoje não quero perder-te.

O meu olhar te sorri,
Uma lua carente,
Desfecho que não vi,
Preciso de ti presente.

A lua era medieval,
No dia que te vi,
De olhos bem espetados,
Nunca me fizeste mal.

Já não tenho olhar brilhante,
Perdida numa lágrima,
Em horas constantes,
Foi o fim de duas luas cintilantes.

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" TALVEZ!"

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Talvez eu tenha que partir...
E saudade irá sentir..
Talvez eu tenha que te esquecer...
Mas minha alma pertence a você.

Talvez eu vire mentirosa.
Querendo te chamar atenção
Por ser dengosa....
É um jeito de dar melodia a prosa...
Partir, não! Brincadeirinha!

Talvez eu seja sua menina..
Querendo fazer parte de sua retina.

Talvez eu queira mesmo
Ser sua mulher...
Entregando-me ao teu corpo.
Deixando-me virar de ponta cabeça.

Talvez eu queira te provocar.
Mostrando meu corpo seminu
Para poder de ti ousar e amar....

Talvez você pense que sou
Uma menina.... Mas isso por,
Não conhecer meu lado mulher...
Que faz de tudo, para mostrar
O quanto te quer...

Talvez, talvez, talvez!
Eu repita tudo outra vez.
Eu quero mesmo,
Enfeitiçar-te de vez!!!
Falar o mais claro português.
Talvez, não! Com certeza!
" Sou sua"!

*-* Anna A Flor de Lis.

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Teresa Cordioli

Meu grande amor

*
MEU GRANDE AMOR
Teresa Cordioli
*

Meu grande amor

Como posso sobreviver a este amor?
Que invadiu meu peito, fez terror,
Preencheu meu eu, até fazer dor,
A me olhar, já não sei quem sou.

Como posso viver sem este amor?
Que fez dos meus versos um louvor...
Cantado-os ao mundo como tenor
Não se vá, fique comigo, por favor!

Ah! Amor que tanto me alimentou,
Hoje, te vejo partindo deixando dor,
Ainda me lembro do primeiro olhar...

Ah! Amor o que de ti em mim restou?
Foram lágrimas que de meu rosto rolou?
Ou um grande amor, que minha vida marcou?

Repostado... esse momento passou, ficou a saudade...

Foto de Sirlei Passolongo

Ruas da Infância

Havia risos
nas ruas de infância,
meninos e meninas
brincavam à tardinha
vestidos de inocência.
Havia sonhos...
Entoados por lindas canções,
bancos nas calçadas;
amigos conversando nos portões.
Ao cair da noite, de longe se ouvia
as danças de rodas, gargalhadas
das crianças que eram convidadas
a entrar na roda de dança, e uma
a uma se revezavam numa alegria
que contagiava a festança.
Havia tempo...

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Sonia Delsin

A VIDA NOS APROXIMOU

A VIDA NOS APROXIMOU

Nos conhecemos de uma forma singular.
Dissemos.
Que maneira foi a nossa de nos encontrar.

Eu estava tão longe de ti.
Tu tão longe de mim.
Íamos por estradas paralelas caminhando.
Era bem assim.

Eu sofria de um mal que pensava incurável.
Dor de amor.
Tu também morrias de dor.

Nos tornamos amigos.
Mais que amigos.
Confidentes.

E descobrimos com o correr do tempo que somos mais.
Estamos apaixonados e juntos sentimos uma enorme paz.

Foto de Sonia Delsin

ABRINDO PORTAS PRA TI

ABRINDO PORTAS PRA TI

Eu estava fechada.
Fechada.
Me sentia tão desesperada.
Vivia assim do mundo afastada.

Me magoara tanto o passado.
Criei à minha volta uma cerca de arame farpado.
Meu coração era como um cofre trancado.

Mas talvez os anjos de mim tenham se compadecido.
Numa manhã acordei muito cedo e te conheci.
Nem imaginei naquele dia o quanto te tornarias para mim querido.

Fui abrindo portas e janelas.
Que teu sol me invadisse
fui deixando.
Um dia me senti tão diferente.
Estava te amando.

Foto de Sonia Delsin

ME CATIVAS

ME CATIVAS

Me cativas com este teu lindo sorriso.
Este teu olhar.
Não consegui me controlar.
Por ti fui me apaixonar.
Se é certo ou errado?
Quem pode julgar?
No coração rédeas não podemos colocar.
Me cativas.
Nasci para te amar.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

" VIDA DE ARTISTA "

VIDA DE ARTISTA

Nem só de gloria vive João, pois há de se prover o pão.
Numa luta incessante, João não tem tempo o bastante.
Para ser um desportista, nem tão pouco um artista.
Pois aos seus precisa acolher
Com seus parcos vencimentos, sem lamurias ou lamentos.
Aos seus dar o que comer
Nem só de gloria vive João
Não adianta o estrelato, pois é como cidadão comum.
Que João se sente frágil, não importa ser hábil bonito ou ágil.
E é no anonimato, que João sente a realidade.
Pra que tanta vaidade, se os seus não estão amparados.
Sente uma enorme depressão, de um lado a fama e a glória.
Do outro, a fome e a miséria.
Mas que vida tão inglória, não era isso que João queria.
Ao se deparar um dia, com o glamour e a pobreza.
João chorou de tristeza, pois ao representar com alegria.
Esconde no peito a agonia, de aos seus não conseguir amparar.
Na sua alegre fantasia, João sonhou um dia.
Seu personagem trocar.
Ao contrario do que parece
Ele aparenta ser rico feliz e sem problemas
Mas bem sabe que só ele apenas
Tem um prato para comer
João queria ser artista famoso
Ser saudável rico e charmoso
Mas a realidade é sincera
Não mente esconde ou adultera
A condição de qualquer cidadão
Mas João é perseverante, para levar seu sonho adiante.
Trabalha de dia e representa de noite
O teatro lhe realiza, mas a verdade é um açoite.
Oh dura fantasia, ou será realidade.
João é um homem de verdade
Sem ferir sua hombridade, até mulher teve que ser.
Existem Jogos por toda parte
Cada um exercendo a sua arte
Que para realizarem seus sonhos
Amargam tempos medonhos, para seus ideais alcançar.
E neste ir e vir, só nos resta aplaudir.
Pois o show não pode parar.
E João terminou sua parte, realizou sua talentosa arte.
Agora é hora de ir pro barraco, vestir seus humildes farrapos.
E pro trabalho ir se entregar, porque a vida também não pode parar.

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