Poemas

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

TIVE SORTE DE ENCONTRAR VOCÊ.

Você me da sorte em tudo, na vida.
na trajetória do meu caminho.
Tive sorte do seu caminho
cruzar o meu.

Tive sorte de te encontrar, des de então:
minha vida mudou aprendi a ver as coisas
com os olhos do amor, porque você é amor.
você é meu professor.

Tive sorte de ser amada e amar você,
de me sentir envolvida em teus braços.
sentir o gosto de seus beijos
Tive sorte de olhar para os teus olhos,
que ofuscam os meus, com tanto brilho
que me seduz.

Tive sorte de conhecer
esse ser humano maravilhoso
que é você.
Tive sorte do seu coração
bater por mim...

Não somos um casal
perfeito, brigamos como
todos os casais,mais até
nas brigas tive sorte de encontrar você.
Porque brigamos e depois nos amamos.
e aprendemos um com o outro.

Agradeço a Deus por ter
a sorte de encontrar você.
Que magnifico essa sorte
que chegou em minha vida.
Tive sorte de encontrar você.

Anna 14/04/08

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"ALEM DO PROPRIO CORPO"

“ALEM DO PROPRIO CORPO”

Quero você toda...
Nua...
Entregue!!!

Quero você toda minha...
Frágil...
Despida...
Sincera!!!

Quero você toda...
Feliz...
Sublime...
Amada!!!

Quero seu sorriso farto...
Tranqüilo...
Honesto...
Escancarado!!!

Quero teus sonhos...
Realizados...
Perfeitos...
Impecáveis!!!

Quero sentir tua vitória...
Na vida...
Nos sonhos...
Na gloria!!!

Quero você...
Serena...
Plena...
Independente!!!

Depois disso...
De você totalmente realizada...
Se você me quiser...
Vou adorar amar você!!!

Foto de Dirceu Marcelino

DEVANEIOS - DUETO ou TRIETO EM DUO - Homenagem a 'LU LENA'

*
* Homenagem a "LU LENA"
*

DEVANEIO EM TI

Contemplo a nudez do teu corpo
onde minha imaginação caminha
no campo da fantasia
ressurgindo sonhos e magia

pintando tua nudez numa tela
com todos os matizes em aquarela
vejo tua alma levitar
Suave brisa do vento no ar

Extasiada nesse devaneio em ti
minha alma entra em tua nudez
perpetuando essa imagem
teu corpo toma forma da realidade

ouço anjos tocando harpas
num acorde perfeito
pincel crepita entre meus dedos
quando pousa em teu peito

instante que sinto em meu ventre
águas cristalinas de uma vertente
jorrado desse êxtase profundo
sussurro teu nome entre os dentes. ( Postado em 13/4/2008 por
LU LENA )

*************
DEVANEIO - ( Escrito em 1973 por Dirceu Marcelino )

SONHO! Não sei por quê? Constantemente.
Imagino-te e passo a contemplá-la,
Meiga e singela com transparente
Vestimenta e então desejo amá-la.

Não sei por quê? O verde do opala,
De teus olhos me ofusca, amargamente,
E, não consigo, bem de perto olhá-la,
Para confirmar se és tu, realmente.

Parece que há muito te conheço,
Estremeço ao sentir tua presença,
Toda vez que levemente adormeço.

Como agora, a todo instante na crença,
Que já te conheço e não a esqueço
Por isso escrevo, antes que desvaneça.

DEVANEIOS II ( Escrito em 14/04/2008 )

Em tuas escritas há algo que reconheço,
Inspiração, desejo e quero permaneça,
Entre nós o vínculo poético do apreço,
E do nosso dom adquirido de nascença,

Por isso é que te digo e não esmoreço.
E te digo, sinto aqui a tua presença.
E com isso, embora a brisa me aqueço,
E te envio para que também te aqueça.

Os raios de sol, com que rejuvenesço
E ao mentalizá-la em minha consciência
Eu renovo meus votos de grande apreço

Por iluminares minha inconsciência
Com esses versos tão belos e te agradeço
Eis que não há quem explique, nem a ciência.

(Eventuais erros, considero próprios da "licença poética", em proveito das rimas ) - Dirceu Marcelino.

Foto de Maria Goreti

O BEIJO

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O BEIJO

(Oswaldo Genofre & Maria Goreti Rocha)

Pela sua existência, só fantasia.
Eterna viagem ao encantamento,
Ávidos, ternos, de muita alegria.
A imaginação nas asas do vento!

Às vezes, de carinho, molhados.
Com o gosto do desejo, ardente,
Provocadores de tão ousados,
Do paraíso, a própria serpente!

No rosto, doce sinal de amizade,
Na mão e na testa... muito respeito.
O coração a pulsar forte no peito...

O caminho certo para a intimidade,
Chega a fazer-nos perder a razão,
Os corpos, de tão unidos... explosão!

*Direitos Reservados aos Autores*

Foto de Lu Lena

SONHO AUSENTE

Olhos que lentamente acordam
ao amanhecer...
como se fossem duas janelas
que se escancaram dando
boas vindas ao sol...
que resplandecem com seu
brilho e em meu corpo
vem me aquecer...
por uns instantes fecho
novamente os olhos
e nesse devaneio
viajo até voce....
suas palavras são
como borboletas
que esvoaçam num
campo à cada alvorecer...
poetizando um bosque
com flores frescas do campo
exalando perfume em todo
o meu ser...
vejo meu corpo inerte num
jazigo em mármore perdido
o vento sopra vultos com
véus esvoaçantes que
se perdem no horizonte
esculpido num jazigo
em letras reluzentes
aqui jaz um' alma morta
no passado...
acordo desse devaneio
não me encontro...
Estou viva
foi apenas um
sonho ausente
de voce...

Foto de Henrique Fernandes

POR CULPA DO CIÚME

.
.
.

Ouço cegamente a visão muda do teu afastamento
Pela recta do silêncio que desagua na distância
Tão perto do longe afiado por sensações mentirosas
Que me fazem cair fragilizado nos braços da saudade
Obcecada em controlar todos os meus passos
Pé ante pé sobre a dor de emoções adiadas
Poderosamente irritadas no altar que elogia o vazio
Revelado em agonia nua numa lágrima que tarda
Sucumbir no frio de um beijo anónimo da noite
De verdadeiras razões do início quente do romance
Ao dia sem sol que nos engole num terror gélido
Marcando o fim de uma musa no interior do destino
Rispidamente empurrado para o profundo do sentir
Tristeza imensa depois do teu adeus desinibido
Pasmadamente despercebido no teu olhar alheio
Bisbilhotado por perguntas do não acreditar em mim
Desconheço o valor mais correcto deste sentimento
Assíduo na luz da verdade escurecida no teu ciúme
No badalar momentos de beleza em todos os sentidos
De termos acontecido sem saber o que faleceu em nós
Mas mantenho-me firme no meu pisar as madrugadas
A soletrar o teu nome com orgulho doce de paixão
No meio de nadas que derretem o meu tempo ferido
Por sombras que vivem ás custas de arrependimento
Internando-me numa culpa de pés e mãos atados
Á silhueta de uma múmia preenchida por contornos
Sem o eco da voz vestida de pretextos para afastar
O Inverno das colinas do inferno da alma num grito
De uma fogueira onde ardem os nãos da nossa separação

Foto de Vlad Silva

UMA MULHER, QUANDO QUER...

Uma mulher, quando quer,
Quer por inteiro
Não aceita doses homeopáticas

Uma mulher, quando quer,
Quer de janeiro a janeiro
E ainda lamenta o fevereiro

É capaz de suportar
uma árdua jornada
Para estar um átimo
Junto à pessoa amada

É capaz de pular de um precipício
Para sentir os pés no chão
Ou de inventar um vício
Só pra distração

Uma mulher, quando quer,
Sabe fazer o mundo girar
Para o lado que lhe convier

(Vlad Silva)

Foto de Cecília Santos

PROMESSAS EU FIZ...

PROMESSAS EU FIZ...
#
#
#
Promessas eu fiz...
Mas não cumpri, desfiz.
Jurei não mais chorar.
Mas é tão difícil parar.
Choro minha vida vazia.
Choro por não saber,
como preenchê-la sem ti.
Noites mal dormidas.
Devaneios sem rumo.
Caminhos atalhados.
Choro por minhas
lágrimas caídas.
Choro por teu
sorriso desfeito.
Choro as lembranças
espargidas.
Sei que promessas, eu fiz...
Juro que tentei cumpri-las.
Mas foi impossível pra mim.
Choro a saudade doída.
Choro a paz que você queria.
Choro a vida que você teria.
E chorando vou seguindo.
Contando as estrelas do céu.
E os grãos de areias do mar.

Direitos reservados*
Cecília-SP/04/2008*

Clip musical (KLB- Ela não está aqui)

Foto de Lu Lena

DEVANEIO EM TI

Contemplo a nudez do teu corpo
onde minha imaginação caminha
no campo da fantasia
ressurgindo sonhos e magia

pintando tua nudez numa tela
com todos os matizes em aquarela
vejo tua alma levitar
Suave brisa do vento no ar

Extasiada nesse devaneio em ti
minha alma entra em tua nudez
perpetuando essa imagem
teu corpo toma forma da realidade

ouço anjos tocando harpas
num acorde perfeito
pincel crepita entre meus dedos
quando pousa em teu peito

instante que sinto em meu ventre
águas cristalinas de uma vertente
jorrado desse êxtase profundo
sussurro teu nome entre os dentes

Foto de Joaninhavoa

O BEIJO

Embrenhei-me na música...
Respirei música...
A atmosfera era de pautas
E colcheias! O ar estava
Empregnado de sinfonias
Sonatas, árias, de prelúdios
E tocatas...
Os sons dos violinos...
E flautas... faziam-se ouvir...
E a orquestra dançante parecia
Abraçar-me, envolvente...
Registei sonoridades divinas...
Majestosas e delicadas...
Hipnotiza-me! Arrebata-me!...
E, subitamente como se enfeitiçada
Estivesse! Chegou junto a mim
E beijou-me nos lábios!...

JoaninhaVoa, In "Vidas"
(2008/04/13)

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