Poemas

Foto de Sirlei Passolongo

Gramática

.

Amor é Substantivo
Transformado em verbo
E se adjetivo
nem sempre é belo,
quando substantivo
é sempre abstrato...
E nas vezes que é verbo
nem sempre é sincero.

.
(Sirlei L. Passolongo)

Foto de diana sad

¨*sou eu¨¨*

Ter coragem de olhar a vida olho no olho
Sorrir e com ela brigar
Namora-lá e confiar
Chorar e cantar. Com a vida casar.

Eu creio em mim
Em algo maior
Vejo meu valor e dos meus irmãos
Sou ferro e fogo
Sou ar e solidão
O bem e o mau
Sou eu...
Do que o vizinho diz bossa até o carnaval
O meu sangue tem nome é rock
Eu amo alguém
Mais ainda no amor não tive sorte
Um dia eu cantarei pra você
Em versos simples teus olhos
Da forma que eu os vejo
Cantarei a sua boca da forma
Que eu imagino seus beijos

Enfim sou eu...
Tentando confiar na vida que deus me deu
O poeta escreveu
O que aos poucos sem saber leio e sem entender às vezes
Eu teimo, sem saber que cada estrofe tem o seu por que.

Ter coragem de gritar o amor encravado dentro do peito
Dar e receber respeito
Olhar olho no olho o sujeito: ser humano
E fazer de minhas vontades o meu ritual
Ri do que eu achar extremamente necessário
Chorar sim mais só pra aliviar...

Foto de carlosmustang

TRANSE

Se eu fosse só
Até aceitaria!
Mas sua falta é maior
E eu não suportaria.

Se imagino seu ser
E apalpo meu corpo, estou aqui!
Puxa! Que prazer
Isso é ser feliz.

E caminho rumo, a felicidade
Amor-perfeito
Tudo desfeito?

Chorei essa manhã!
Porque esqueci que sou gente
E me mataria decentemente... com um beijo.

Foto de Cecília Santos

NEM TUDO É UM MAR DE ROSAS.

NEM TUDO É UM MAR DE ROSAS
#
#
#
Sempre caminhei com
passos amplos.
Nem sempre consegui
conquistar vitórias.
Mas nem por isso deixei
se sonhar.
De buscar meus ideais.
Eu buscava meus sonhos...
Minha alma, o infinito...
eu buscava meu presente...
Buscava meu passado...
Buscava meu futuro...
E nesta longa busca.
Por caminhos contingentes
me perdi.
Pois a vida não foi, o que
sonhei um dia pra mim.
A vida não foi aquilo que eu
esperava que fosse.
Naveguei num mar de rosas
e olores diversos.
Onde o céu azul se perdia
no horizonte.
Mas meu barco naufragou.
E o mar de rosas, em real
se transformou.
Meus sonhos se dissiparam.
E no raiar do dia, com ele
minha realidade nasceu...

Direitos reservados*
Cecília-SP/01/2008*

Foto de Vlad Silva

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

Que deus condenará
um pássaro por cantar
e encantar a tantos
com seus belos cantos?

Que deus condenará
a flor por exalar o seu perfume
e exibir sua beleza,
se isso faz parte de sua natureza?

Que ame o côncavo um outro côncavo!
Que sejam felizes os dois convexos!
Para o amor,
assim como não se escolhe idade e cor,
também não se escolhe sexo.

Ninguém pode ser julgado
se o seu maior pecado
É deixar transbordar
o amor que está contido.

Se por amar e ser amado,
alguém for condenado,
injustamente estará sendo punido.

(Vlad Silva)

Foto de Vlad Silva

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

Que deus condenará
um pássaro por cantar
e encantar a tantos
com seus belos cantos?

Que deus condenará
a flor por exalar o seu perfume
e exibir sua beleza,
se isso faz parte de sua natureza?

Que ame o côncavo um outro côncavo!
Que sejam felizes os dois convexos!
Para o amor,
assim como não se escolhe idade e cor,
também não se escolhe sexo.

Ninguém pode ser julgado
se o seu maior pecado
É deixar transbordar
o amor que está contido.

Se por amar e ser amado,
alguém for condenado,
injustamente estará sendo punido.

(Vlad Silva)

Foto de Sirlei Passolongo

Desenhos de menina

A menina
Dança nas nuvens
Nos sonhos que desenha.
Tece estrelas e lendas...
Princesas e dragões,
Fadas e duendes
Rabisca flores
Por toda a cena.
Faz da noite escura
Um iluminado véu de renda
Pincela na face da lua
Um sorriso... E a inocência
Transcende.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"A VIDA IMITA A ARTE"

“A VIDA IMITA A ARTE”

Conceitos errôneos explicitados em nossos lares...
Mensagens subliminares impregnando as mentes...
Influencias negativas dignas de pesares...
Programações indecentes!!!

Historias contadas sem a devida censura...
Influenciando conceitos e condutas...
Paradigmas quebrados sem a menor lisura...
Vitimando pessoas e transtornando suas vidas!!!

A vida imita a arte...
Se lá pode eu tambem posso...
Só que aqui é um desastre...
Não tem VT, é real, é de carne e osso!!!

O bandido na telinha vira galã...
Na vida real é cadeia pura...
Mas não adianta, somos todos fãs...
Desta incrível falta de censura!!!

São crimes, assaltos imitando os artistas...
Amores desfeitos em nome da modernidade...
São pessoas arrasando suas existências...
Tudo em prol da interatividade!!!

O controle remoto não funciona em nosso sistema...
A vida da “Isabella” não vai voltar...
A “Sylvia”(Duas Caras) já difundiu sua trama...
O que nos resta é apenas lamentar!!!

Foto de Bira Melo

RAINHA DAS FLORES

Vivo numa cidade
Pacata, atrasada, sei não...
Limpinha, bonita e atraente
É um bom pedacinho do sertão.

Lá não tem luxo,
Luxo, nem bailes ou sedas
Lá somente, somente tem bares
E nos ares da maledicência
Me disseram é o dono dos mares.

Leio livros,
Cordéis,
Pinto quadros,
Ouço músicas,
Vejo MTV
E por morar em tão bela cidade...
Só não quero morrer por ali.

Moro numa cidade
Que para o Castro Alves
A Sultana das Flores, era ela
Para mim é a Rainha, sei não...
Embora triste esteja agora por ela, ou não...
Contemplo e vislumbro de minha janela
Seu belo luar do sertão.

Bira Melo*
*direitos autorais reservados "in" Anjinho de Carvão.

Foto de diny

TE ESQUECER

TE ESQUECER

Amor vem, vem aqui
Outra vez chamei por ti
E não vieste pra me ouvir
Então outra vez escolhi
Demais te esquecer

Na voz das tempestades
Nos sussurros do vento
Nos lamentos das chuvas
Nos suspiros de saudade
Decidi te esquecer!

Nas tardes cheias de calor
Nas copas das arvores
No belo sol em flôr
No verde que me invade
Eu resolvi ter esquecer!

Em noites sofridas
Em dias de prazer
Nas horas cheias, vazias
Dos ciclos dessa vida
Eu entendi te esquecer!

E fui eco de lágrimas
Esgarçando a madrugada
Sem interrupção e calma
Como balada de solidão
Gotejando dentro da alma.

E fostes ecos rasos d'água
De soluços desesperados
Gotejados entre magoa
Assaz profundo nessa dor
De não amar-te mais, meu amor.

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