Enviado por Arnault L. D. em qua, 01/07/2015 - 03:33
A luz de meu raciocínio
ilumina meus pensares atormentados,
não possuo o dom da loucura.
Apenas a consciência em domínio,
a vislumbrar, abismos revoltados
Enviado por Arnault L. D. em sab, 09/05/2015 - 03:25
Ah, se esta chuva pudesse lavar
o pó que norteia a história,
levar as folhas mortas, a sujeira,
e entregar mais uma vez ao olhar,
a vista clara, que guarda a memória,
Enviado por Carmen Lúcia em ter, 31/03/2015 - 21:43
Da janela vejo as folhas se entregarem
voando lentamente ao outono, com o vento,
buscando o alento de efêmeras moradas,
cumprindo a missão que lhes foi predestinada.
Deus gostaria de entender meus sentimentos,, entender por que fico tão infeliz quando as coisas não saem do modo que planejei,, mas também não sei o que fazer para mudar,, por mais pecadora que já
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