Enviado por odias pereira em Seg, 07/03/2011 - 04:17
Esperei o dia inteiro o meu celular tocar,
A minha anciedade era enorme.
Eu queria ouvir tua voz te escutar,
Quero saber se estais bem, me informe.
Ligue agora que vou estar a tua espera,
Me preocupei com você o dia inteiro.
Nenhuma informação obtive da galera,
Liga pra mim e me diz onde é seu paradeiro.
Ligue-me agora e diga-me a onde foi,
Vou te buscar amor, por favor ligue no tim.
Não me importa se não der liga no oi,
Eu espero você ligar pra mim.
Já revirei todo lugar e não senti seu faro,
Nunca passei por um momento assim aberrativo.
Liga pra mim por favor liga no claro,
Não importa a operadora, meu amor liga no vivo.
Os meus numeros você já sabe quais são,
Estão ligados as vinte e quatro horas do dia.
A anciedade de ouvir a tua voz já me afeta o coração,
Liga pra mim meu amor e acabe de vêz com essa agonia.
São José dos Campos SP
Autor: Odias Pereira
06/03/2011
Enviado por Arnault L. D. em Seg, 07/03/2011 - 03:40
Esse amor, meu amor,
foi assim perdido.
Boiando, num mar de lágrima
até o horizonte, onde ido.
Até o além do sentido,
até o romper da “ânima”...
Foi-se indo, de mansinho,
lentamente, a mim sumir...
Seguindo noutro caminho
distanciando o meu seguir.
Nada, além é a paisagem,
do não ter prosseguir
Mas, quando, aonde, esteja.
onde a mão se cansa;
onde eu não mais veja;
no morrer da esperança.
Na inanição do que almeja;
no esforço do que não alcança.
Por quando, onde, haja,
o não saber que se eterniza.
Nas rimas de uma poesia,
no coração, que o paralisa.
Num oculto de fantasia,
que ao sonhar, me ameniza.
O amor meu, que não é meu,
nos olhos, verdes, brilhante.
O sorrir, calmo e feliz,
que para mim já se deu...
mas, o mesmo obstante,
por mim, nada mais diz.
As palavras que me disse,
usadas foram de novo.
Já não mais para mim.
Agora e como se novo,
como se o eco repetisse
o amor que não sabe o fim.
Ah... tristeza que me mata,
que em ecos reflete-se,
que transpassa e refrata,
tanta que entorpece.
E o querer se esquece,
de querer-se e fenece,,
mas, se outro eu tivesse
não trocaria o meu mal.
Esse amor... meu amor,
terminou... Sem final...
Enquanto me desfazes no cinzeiro do teu ser,
Eu acordo, lavo a cara, olho-me ao espelho e saio.
No caminho da minha vida,
Deixo cair uma lágrima,
Suave, fresca e sincera.
Queria sentir-te enquanto dormias.
Queria saber destinguir-te por entre a mágoa e a dor.
Hoje sou só eu.
Sem fábulas espantosas como outrora.
Com uma mente brilhante presa a uma alma estragada,
Deitada num qualquer cinzeiro público.
Esquecida, estropiada e novamente esquecida.
Sou um homem que chora baixinho.
Sou um sentimento disperso.
Sou uma caixa de música bonita oferecida no dia dos namorados.
Sou uma data qualquer.
Sou o mundo todo e, por isso, não sou nada.
A minha dor é desprezível
Como um produto caríssimo no supermercado.
A minha dor é melancólica
Como uma canção de Yann Tiersen num deserto.
A minha dor é velha
Como o vinho que o meu pai guardava em casa.
Faço parte de tudo o que ouves.
Faço parte de tudo o que sentes.
Faço parte de tudo o que dizes
Sem pertencer a nada mais que aquilo que é meu,
E por isso não faço parte de nada teu.
Sinto-me tão baixo que até toda esta escrita me mete tédio,
Escrita que deveria fazer-me bem, não espelhar o tédio desta situação.
Sinto-me como um copo partido,
Caído num qualquer mata-sede,
Caído pelas tuas mãos.
Hoje trago o tédio no bolso da camisa que me ofereceste
E vou matando-o como um cigarro.
Vou fumando-o.
Fumando-o e desfazendo-o no mesmo cinzeiro público,
Onde despejaste o meu ser e todas as palmas que te dava.
Vou fumando-o enquanto houver para fumar
Ou enquanto o divino me der vida para continuar a fazê-lo.
Vou fazendo isto tudo com um toque pessoal.
Amanhã acordo, lavo a cara, olho-me ao espelho e saio.
E continuarei a fazer o mesmo, todos os dias.
Porque não sei fazer outra coisa
E sinto-te demasiado para conseguir deixar de te sentir.
“Respondi às perguntas e às dúvidas com o tempo, ninguém me explicou o que passei, ninguém percebeu, acho, tenho a certeza que o meu pai ainda espera que um dia chegue a casa com uma mulher como tu pela mão, numa obrigação de filho, obediente, como quando lhe mostrava os deveres da escola depois de jantar.” (…)
Em passos lentos neste lugar sombrio...
Silêncio, ouça o meu coração...
Ele está acelerado...
Parece que estou com medo...
Minhas pernas trêmulas...
Estou suando frio...
Não quero olhar para trás...
Pressentimento ruim...
Desconfio da minha própria sombra...
Ouça; um barulho !
Tenho que sair daqui...
Parece que vou enlouquecer...
Passos lentos...
Olhos atentos...
Coração acelerado...
Tenho que achar a saída...
Estou sendo perseguido...
Posso sentir sua respiração...
As batidas de seu coração...
Salve-me...!
(Desespero)
Ei; uma luz.. !
Sinto uma mão que segura a minha...
Ouço uma voz que me acalma...
Ele veio me Salvar...
E, Ele estar ao meu lado...
Sinto-me seguro...
Sigo suas pegadas até a saída...
Estou livre...!
"Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos."
(salmos 40:2)
Dançarina cheia de graça,
Tantas quedas,
Tudo passa!
Face viva se apresenta,
Grande sorriso,
Corpo agüenta!
Ora fada, ora mágica,
Muitas palmas,
Ilumina-se a face!
Pupilas riem, braços se abrem,
Curva-se ao público,
Luzes se apagam...
Missão cumprida, plena de graça.
E recomeça: outros treinos, outros tombos.
Feliz da vida,
Tudo passa!
Marilene Anacleto
Publicado em: http://rotadaalma.spaces.live.com/
Publicado no site http://www.itajaionline.com.br/colunas/marilene/marilene.htm, em 05/11/06
Sinto-me como uma pedra, fria e insensível. Beijar tua boca é como beber um copo d’água não estando com sede alguma. Olhar em teus olhos me faz criar um bloqueio nos meus não permitindo que enxergue nada além de duas esferas de um castanho escuro e sombrio. Teu perfume me agrada porque exala uma fragrância gostosa e não porque está em ti. Quando tuas mãos percorrem meu corpo me sinto invadida, molestada. Teus toques não me excitam mais e não consigo te projetar em meus sonhos felizes. Teu sexo não mais me satisfaz e não é tua voz que quero ouvir todas as manhãs me dizendo “Bom dia”. É fato: Mais uma vez... Não te amo mais.
Preciso tanto aprender
A esse amor fazer crescer
E assim deixar de te enganar
Porque eu te quero tanto
Mas meu amor é, entretanto
Uma gotinha em meio ao mar
Mar esse de sentimento
Que como estrelas no firmamento
Ilumina todo teu ser
Enquanto a imensa melancolia
Ocultada pela minha hipocrisia
Faz meu coração gemer
Gemer de desmedida dor
Por não sentir o mesmo amor
E ver isso me sucumbindo
Pois não consigo imaginar
Como seria para ti escutar
“Não mais te amo, estou partindo.”
Partindo você me veria
E junto a mim toda alegria
Todos teus sonhos, tua ilusão
Os dias seriam um tormento
E eu ouviria teu eterno lamento
Sangrando angústia e decepção
Decepção? Amargura?
Que nome dar a tão cruel agrura
De me arrancar assim do teu peito?
Eu não posso, não sou capaz
E quanto ao meu amor fugaz
Morrerá silenciosamente em meu leito.
Enviado por odias pereira em Dom, 06/03/2011 - 22:07
Olhei para o céu derrepente,
E vi que uma estrela brilhava.
Era uma estrela cadente,
E parecia que me chamava.
Seu brilho era intenso,
Um brilho fora do normal.
Seu faixo de luz era imenso,
Clareava o espaço sideral.
Me vei na lembrança você,
Sentava-mos aqui na pracinha.
Era tão lindo a gente vê,
O brilho das estrelas a noitinha.
Quando vejo uma estrela brilhar,
Lá no céu no infinito.
Uma lágrima no meu rosto cai a rolar,
Por lembrar, de como o nosso amor era tão bonito.
São José dos Campos sp
Autor Odias Pereira
06/03/2011