amor

Foto de Enise

Jasmim

.
.
.
.

Saudade
Do bem
Que eu sentia
Quando me fazias
Bem

Agora
Isso
Jaz
Em
Mim

.

Enise

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

TUA AUSÊNCIA

***
***
**
*

Já não me conheço dês de então quando partiu.
A tua ausência já nem sei o que dizer:
A tua Ausência transformou-se em semente seca no
Meu pobre coração;

A tua ausência é o cheiro do perfume
Que já não sinto mais,contigo foi...
O sabor o gosto as delicias , se tornaram amargos
A tua ausência os transformaram em coisas sem existência
Assim como tua ausência se foi...

A tua ausência só traz dor, melancolia
Faz-me chorar, me faz sentir o vazio
Em minha cama todas as noites
Todas as manhãs.

Na mesa sempre seu copo, com café
E leite esta!....Suas torradas, sempre fresquinhas
Tudo isso...só para cobrir tua ausência.
Mas não permito que ninguém sente em seu lugar.

Volta amor, a tua ausência esta me causando insônia,
Falta de apetite falta de sede, a única sede se chama você
Sinto falta da vida, sinto falta de você
A tua ausência me traz insegurança.

A tua ausência me deixa de alma ferida.
Volta amor que me conduz,
Venha viver outra vez nosso amor.
Já não agüento mais a tua ausência.
Ainda não inventaram vacina para
Apagar a tua ausência! Volte!

Anna AFlor de Lis.

Foto de DAVI CARTES ALVES

ELA

Encontrei na sua alma
resíduos das asas de um anjo
mel, batom e alfenim
e no sumo do coração
as impressões digitais
de um querubim

poesiasegirassois.blogspot.com

Foto de pétala rosa

VELA VERMELHA

VELA VERMELHA

A nudez das palavras
te assusta.
A minha liberdade fechou a tua prepotência.
Resta um mistério dolorido, e o
meu corpo dessarumado.
Mas, no fascínio deste tango que
não dançámos, ouvirás os acordes duma paixão
soltando-se na noite dos infieis.
Serei eu a DEUSA a descansar
na folhagem da tua sombra, e nos teus
abraços vazios de paixão.

E no florir de mais um dia, passo por ti
sem te olhar, e dos teus olhos cairá uma lágrima
que vai chorar por dentro dessa pele fria
e da tua existência dum amor ausente.

Os gestos vazios de sentindo serão a
companhia nas tuas noites nos lençóis brancos
e das paredes que falam da
minha nudez.
Não te conheço mais no espelho da minha
imagem, não sinto mais o ritual dum orgasmo sem nome...

Apaga a vela vermelha, o filme acabou...

Amália LOPES

Foto de HELDER-DUARTE

MONTES DE ALVOR

Minha aldeia e dique!
Em ti fui criança!...
Sem ter, infância.
Quando, aos seis anos, vim de Monchique.
Meus amigos, oh Montes de Alvor!
Não foram, teus meninos, que me batiam,
Sem a Deus, terem temor!
Nessa escola, onde os gritos de Maria Emília, entoavam.
Mas meus amigos, foram:
As hortas, com as batatas…
E o milho, que meus pais, semeavam.
Montes de Alvor! Montes de Alvor!
Foram ainda, as tourinas vacas.
Sim tu aldeia! Dos meninos sem amor!

Foto de Joaninhavoa

EU SEI!...

Sei lá...
É nada e é tudo
É um tudo de nada
Não! Não digas, sei lá...

Eu sonhei que eras tu! Só tu
Neste sonho! O meu príncipe encantado
Eu sei!...

Algures em terras onde as águas
brotam em cascatas alvas...
Sereia, eu deslizo volupta
e sumptuosa...
Ao nosso encontro marcado n`alma
Eu sei!...

Há anos que te espero! Não sei quantos...
Tantos que já nem lhes sei o conto…
Leva-me e transforma-me! Como só tu
Sabes! Metamorfoseando! Evidencias
outros voos...
Os dois num só! nós dois...
Eu sei!...

JoaninhaVoa, In "Vidas"
(06/04/200)
Inspiração/Resposta, Poema "Sei lá...", de Bira Melo

Foto de Joaninhavoa

Diálogo, de namorados (d`outros tempos...)

D`ideias brilhantes
Surgiam como diamantes
Na nobre donzela, e de seus
Ares emcabulados, mas ainda
Assim como que ousados
A certa altura, pronunciou
A média voz, de tom marcante
Meigo e escaldante:

- Chega-te aqui! Ao pé de mim
Vem cá! Ao meu ouvido
Vem! bem juntinho
Quero dizer-te um segredo
bem baixinho, gosto de ti...
e tu de mim?!

(Ele em tom desalinhado
e de total desprendimento
responde...)

- Eu? Não estou nem aí...

(Dito isto, seu semblante
lentamente se modifica
como quem teve uma
ideia fulminante...
E o fumo até parece
que já fazia parte do seu
olhar matreiro como
que um arqueiro!...
Pelo que disse em tom
brejeiro misto de réplica
submisso e terno:

- Mas, vem! Vem cá
Chega-te aqui!
Mais! mais e assim...
Ao pé de mim! do meu nariz
Sim! Assim...
Agora roça, roça...
Ponta com ponta...
O meu no teu e o teu
no meu e...
E de repente como
num ápice...
A agarrou e a beijou
Freneticamente!
Nossa!
Como suspirou!...

JoaninhaVoa, In "Diálogos, de namorados - d`outros tempos..."
(em 06/04/2008)

Foto de Xandi Puglia

Fechei meu coração para balanço

FECHEI MEU CORACAO PARA BALANCO

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. ( Carlos Drummond de Andrade)

Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor. (Apostolo Paulo 1 Cor 13)

Fechei meu coração para balanço, existem tantas contas abertas no banco da minha alma.

Para o balanço do coração, o problema não são os prejuízos mas as grandes contas. Aquelas que estão com saldos positivos por terem sido feitos depósitos de mais sem nunca retirar. Aquelas que me fizeram sorrir, que me fizeram sentir, que deram vida. Que me fazem bem, que me ajudaram quando cai, que me ensinaram quando falhei, que me entenderam quando perdi, Que me deram, que creram, acreditaram, creditaram, me deram amor de verdade muitas vezes nem correspondido, deram por dar, financiamento a fundo perdido. Amaram por que sim e apesar do não. Essas são as contas que põem em balanço um coração.

E eu as tenho de mais, mais do que posso guardar, mais do que pude agüentar. Muitos diriam ser sorte, outros tem ate inveja, pra mim amigo, finalmente aprendi a regra três. Vinicius avisou para Toquinho, de mansinho, pra não assustar, falou pequenininho como era de se esperar, foi feliz, muito feliz ao cantar, o que eu só entendi sozinho, vivendo sem paz, dessa Regra não se abusa, “menos, vale mais”.

Maldita a beleza da vida e a beleza dos encontros, maldita a beleza das pessoas e malditos os desencontros. Maldito o coração de poeta que acredita no amor, no perdão, na paixão, no novo, no velho, na experiência e na reconciliação. Por ser tão pecador, entende demais o pecado dos outros e não se irrita, não condena, não encontra erro, e perdoa sempre. Talvez se não fosse assim tão crente (na vida) conseguiria andar para frente, talvez se não fosse tão aberto fazia o apenas o que parece certo. Ainda que isso seja abrir mão de ótimo e investir no bom, para fazer do bom o melhor. Ou ainda, deixar de buscar o perfeito que não existe, o sonho que persiste, para investir no que e natural e transformar em algo mágico, mas real.

Não me entenda mal, o amor e eterno e sem limites. Não existe barreiras ou medidas de intensidade para amor fraternal, amor ao próximo, ate amor ao inimigo e muito menos amor a Deus. Mas para o amor carnal, apaixonado, romântico, esse sim, não podem ter dois vivos no mesmo momento. Fechei meu coração para balanço porque amor Eros exige a vida em investimento, por isso não se pode ter dois gerentes pra a mesma conta e nem duas contas para o mesmo gerente. Quando mais de uma conta se tornam importantes então e necessário reestruturar, repensar, reavaliar, retroceder, reviver e então . . . restaurar ou recomeçar, mas não se pode nunca deixar rolar, e preciso agir, e preciso andar.

Maldito o coração sedento que acha poder receber para sempre amor a fundo perdido. Fechei meu coração para balanço, porque não agüento mais ser bandido; que rouba de quem tem e depois deixa escondido. Mas nem sempre o maldito e de todo mal, fechei meu coração para balanço porque muitas vezes maldito e apenas real, e como Cristo só foi bendito no final, para quem ama ser maldito por um tempo e normal. Tempo de escolhas, tempo de decisões, tempo de solidão, tempo de rejeição, tempo de confusão.

Não condeno meu coração por ser humanamente maldito, fechei meu coração para balanço porque humanamente maldito e melhor do que falsamente bendito. Ja que amor, assim como Deus, apenas e. Sem razoes, explicações, sem porquês, totalmente inconseqüente e desprovido de qualquer proteção e nem medo de quebrar a cara, de não ser, ou de ouvir um não. Por isso a melhor descrição de amor não diz o que ele e, mas o que ele faz ou o que ele não faz. Isso porque amor so pode ser definido em relação ao ser amado: tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e alem disso nunca falha. Não busca seus próprios interesses, não se irrita e não suspeita mal ?? E assim Paulo vai dizendo o que o amor e, através de como ele se comporta, nessa narrativa quase pedante.

Fechei meu coração para balanço, porque amor só e amor se for troca perene e constante, recebe-se, e devolve-se. O peito e a mão estão sempre abertos. O caminho e de ida e de volta. Amor não pode nunca ser mar, mas deve sempre ser rio, senão acabamos como o mar morto que de tanto receber morreu. Temos que ser passagem de amor atroz, correnteza feroz, onde existe confusão, dor, movimento, alegria, barulho, luta, vontades, perigo, coragem, medo, vida, no meio de tudo isso e que se fabrica energia para a viver, nunca vi uma hidroelétrica no mar. Receber e guardar para depois adoece as almas.

Por fim, como tudo na vida e de graça e tem seu preço e poucas coisas são como gostaríamos fosse, no momento onde eu mais preciso de amor, carinho, conforto, onde eu mais poderia usar uma migalha de atenção, ainda que fugaz, rápida, despretensiosa . . . Na bendita hora de chance para outras chances, que me libertei de uma incerta certeza que vivia, fechei meu coração para balanço quando vi que nada me prendia a não ser eu mesmo. Meus medos, meus traumas, minhas culpas, minhas fantasias, meus sonhos e meus amores, enfim, minha alma ainda vadia.

Enquanto o ativo e maior que o passivou ou vice versa, o contador não terminou o seu trabalho. Não vou aceitar amor enquanto não puder dar. Não vou dar amor enquanto não puder aceitar. Na expectativa de que o que for esperança e o que for apenas fé dentro de mim passe e só o que e eterno fique, pois agora permanecem a esperança a fé e o amor, mas o maior de todos e o amor. Fechei meu coração para balanço.

Foto de CarmenCecilia

VIDEO POEMA O VÔO DE ISABELLA

POEMA
CARMEN VERVLOET

EDIÇÃO
CARMEN CECILIA

MÚSICA
TEARS IN HEAVEN

NOTA:
A MÚSICA TEMA FOI COMPOSTA POR ERIC CLAPTON QUANDO PERDEU SEU FILHO DE 4 ANOS AO CAIR DO PRÉDIO ONDE MORAVAM.
NESSE CASO FOI ACIDENTE.

ISABELLA
QUE SEU CASO SEJA ELUCIDADO
A VIOLENCIA CONTRA TI PUNIDA
E QUE VOCÊ ESTEJA EM PAZ AI NO CÉU

Foto de CarmenCecilia

VIDEOPOEMA PRESERVAR É AMAR E FONTE DE VIDA

POESIA

PRESERVAR É AMAR

FONTE DE VIDA

AUTOR
HILDEBRANDO MENEZES

EDIÇÃO
CARMEN CECILIA

MÚSICA
THE DEEP BLUE SEE

Páginas

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