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Foto de Teresa Cordioli

Dizem pur aí qui a propaganda é a arma du negociu...

Dizem pur aí qui a propaganda é a arma du negóciu...
*

*

Si dizem pur ai que a propaganda é a arma du negóciu,
A minha tamém vô anunciá!
Desdi criança sei lavá, passá e cuzinhá...
I nas hora de fórga, aprendi a poetar...

Creci, criei asas e famía vim a formá,
Fios lindos, duas netas e amigus eu ganhei...
Quandu achei que poco sabia, vortei a estudá
Das Lei sempre gostei, em direito mi formei,

Se o arvo da propaganda é a emoção do púbrico
O arvo de meus verso são o coração do poeta
Se tamém é fazer desejar o que não desejava antes
A minha poesia, tem como arvo a emoção dus amantes...

Agora, cum essa propaganda no ar
Quero pirguntá aos leitores do site:
Memo com identidade já vencida,
Pode argum dotô si interessá?

Foto de celiadelima

A poesia

A poesia
(Célia de Lima)

*
o que não conta agora
é a palavra;
quando se apanha estrelas,
os olhos contam de sonhos
até o outro dia.

paz ainda
(e) em êxtase,
ela vai expirar o cansaço
e ficar quietinha
em seus braços.

um verso
respirando
a poesia.

Foto de Joaninhavoa

Esta Flor

Eu chamei-te Flor
És Orquídea
És a minha amiga
Mais querida
Em sentido Universal
És o amor natural

Podias ser Rosa
Ou qualquer outra flor
Mas és Orquídea
Amor

JoaninhaVoa, "Valquírias, meus amores"
(07/05/2008)

Foto de Henrique Fernandes

JÚRIS DA RAZÃO

.
.
.

Procuro encontrar um novo estilo
Que sirva de machado para rachar
As portas dos confins do meu covil
Iluminado por uma luz de penumbra
Esventrando o sabor seco da sede
Escavo túneis com mãos de misericórdia
Na vontade que esculpe o que não quero
Ser selvagem domesticado da irreverência
Subsisto em batalhas entre o ser e não ser
Feito na envergadura brilhante das estrelas
Sem esgotar os elementos, júris da razão
Como gente sou componente da vida
Garantindo marcar a minha passagem
A minha alma é uma assembleia de fés
Sossegando o sentido sem opostos
Nos pontos cardeais apagados

Foto de diana sad

** Molduras**

Talvez quando a gente esquecer
Será o melhor momento pra lembrar
Como um amor se transforma dessa forma em rancor.
Eu te dei minhas mãos quentes
A fim de te aquecer e te mostrar que alguém se importava com você...
Também te dei minhas opiniões
A fim de te centrar que gostar de alguém de verdade
É muito diferente de apenas bajular...

Ah, nessas horas tanto faz,
Se o errado fui eu por calar quando deveria falar
Ou se você por gritar quando deveria me escutar
Ah, nessas horas tanto faz,
A dor está aqui dentro das possibilidades que existiam
A dor está ao imaginar, um amor terminar assim,
De forma tão vulgar...

Depois da chuva vem o sol
Sem poesia patética, vou tentar me reerguer
Colocar em prática meus antigos desejos
Fazer uma faxina geral nos armários e zela por alguém
Que eu nunca posso por nada nem ninguém no mundo abandonar...
A mim mesma!

Ah, nessas horas tanto faz,
Se o errado fui eu por calar quando deveria falar
Ou se você por gritar quando deveria me escutar
Ah, nessas horas tanto faz,
O apelo no fim de um riso amarelo é o mesmo
As molduras inconscientes dos trejeitos ficam perambulando por aí...
Todo o mar azul se torna um deserto malvado
Que me tirou a vida e me deu apenas a sede que sinto dela...

Ah, nessas horas tanto faz.

Foto de Lu Lena

A BUSCA

Naquele teu represado olhar
roubaste-me um beijo
num indício de enigma no ar
entre o mistério e o desejo

E nessa incrível descoberta
buscamos juntos a transgressão
numa caixa esquecida entreaberta
encontram-se resíduos da solidão

Venha e deciframos esses segredos
Dê-me teu corpo e tua mão
juntos sem culpas e sem medos
entregamo-nos em luxúria e sedução

Acorda-se em nós sonhos adormecidos
que fervilham como lavas de vulcão
fragmentos remotos e reprimidos
sedentos em busca do Pecado e paixão

Foto de Lu Lena

ÁGUIA

Lanço vôo no ceu azul
Sou águia em liberdade
Sou raio no céu
lampejo teu nome em faíscas

em nuvens ao vento rasga
sou insana, solta, profana
harmoniosamente danço minhas
asas no ar

Te busco
pouso em qualquer lugar
atravesso a dimensão
da Terra, Mar

Paixão que corrompeu
renasço e busco em mim
as cinzas que ao vento
se perdeu ...

Foto de Dirceu Marcelino

MÃE - 2º EVENTO LITERÁRIO DE 2008 - MÃE

*
* Homenagem a Teresa de Jesus Rodrigues ou Marcelino - Minha mãe.
*

Ah! Que saudade... Mãe...que eu sinto.
Ainda mais agora em meio às poetisas
Tão sentimentais e assim eu pressinto
O que em tuas almas as extasia...

E assim eu te revejo e te repinto
E então me lembro de como sorrias,
Ao ver que já tinha n’alma o absinto
Da poesia que um dia me embriagaria.

Mãe! Mais então me lembro que sorrias,
Ao ver passares est’arte para mim,
Com o que tu de ante-mão já sabias,

Ao transmitires esse dom para mim,
Recordaria de ti em minhas poesias
E guardaria sua lembrança sem fim.

Mãe... Meu amor eterno.

Foto de deborah eduardo

SENTIMENTOS

Esta proximo do momento
em que terei que lhe falar o que eu sinto...
Nao sei como me espressar,
Como dizer que eu nao te amo, se assim eu minto?

Tenho medo de me declarar a voce,
talvez pela falta de informaçao
Mais uma coisa eu falo
nunca tinha visto bater tao forte um coraçao!

Com voce eu me sinto uma criança,
que nao sabe o que quer, e que chora.
Mais quando nao estou com voce
tudo em mim chora...

Sinto sua falta como nunca,
so que eu reconheço que voce nao me quer
Por que voce é tao perfeito?
E te agradeço pois fez de uma menina uma mulher..

Agradeço a Deus por ter te conhecido
Meu anjo.
Meu ceu
Meu tudo...
MInha vida
Uma vida intocavel que aos poucos , foi se disfazendo
e aos poucos nao sei como, mais fui me rendendo...

TE AMO

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